<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt-BR">
	<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=Elizabeth+Campos</id>
	<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=Elizabeth+Campos"/>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Elizabeth_Campos"/>
	<updated>2026-05-06T22:59:54Z</updated>
	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
	<generator>MediaWiki 1.43.0</generator>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Forjar&amp;diff=10659</id>
		<title>Forjar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Forjar&amp;diff=10659"/>
		<updated>2021-09-04T14:12:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Elizabeth Campos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 24pt;&amp;quot;&amp;gt;“Forjar sob a ótica de Tereza em tempos pandêmicos”&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 24pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;Forjar sob a ótica de Tereza surge na reflexão ao dia 25 de julho – Dia da Mulher Negra Latina Americana e Dia de Tereza; por ocasião do encontro Favelas em Movimento em comemoração ao aniversário de Marielle Franco (in memoriam); onde percebe-se a contínua importância de reconhecer a força das mulheres e mulheres negras que como Tereza de Benguela, especialmente em tempos pandêmicos, tem “forjado” , na luta , no calor e na tensão: A Resistência!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;Assim como Tereza, líder do quilombo Quariterê - que forjava os objetos de ferro utilizados contra a sua comunidade que lá se refugiava, em panelas e instrumentos de trabalho e de defesa.; as mulheres e as mulheres negras continuam na “forja” de uma luta diária e cotidiana de dor e resistência.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O domínio da “forja de Tereza” simboliza: transformações, trocas, experiências e vivências; mesmo em tempos obscuros e mesmo sem o horizonte desejável, porém “crentes” num lugar de Esperança e Aprendizado.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O “forjar de Tereza” está nas favelas, periferias, no campo, nas florestas, no sertão, no asfalto e nos morros; quando uma mulher clama por seus direitos e reconhecimento de toda uma trajetória de conquistas, mesmo sofrendo violências e violações cotidianas.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O “forjar de Tereza” está nas lágrimas de uma mãe que perde o seu filho para um sistema negacionistas, excludente, racista e perverso. E mesmo assim, com a voz embargada, não deixa de lutar.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O “forjar de Tereza” está no anseio das mulheres que são obrigadas a se esconderem novamente através de tecidos pesados e escuros, clamando por socorro.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O “forjar de Tereza”, em tempos pandêmicos, está nas mulheres que alimentam, sustentam e criam condições de subsistência e saúde ao seu núcleo familiar, amigos e de toda uma comunidade. &amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O “forjar de Tereza” deve nos encorajar a busca de políticas públicas efetivas e nos impulsionar para um lugar justo, equitativo, sustentável e feliz. Fabricando, ao custo de muitas “forjas e reinvenções”, a Vida!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;Por Elizabeth Campos&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;Educadora Social e Coordenadora do Espaço Casa Viva - Redeccap / Manguinhos&amp;lt;/span&amp;gt;[[Arquivo:Forjando na luta.jpg|300px|right|border|Forjar]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Elizabeth Campos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Forjar&amp;diff=10652</id>
		<title>Forjar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Forjar&amp;diff=10652"/>
		<updated>2021-09-03T20:47:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Elizabeth Campos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 24pt;&amp;quot;&amp;gt;“Forjar sob a ótica de Tereza em tempos pandêmicos”&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 24pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;Forjar sob a ótica de Tereza surge na reflexão ao dia 25 de julho – Dia da Mulher Negra Latina Americana e Dia de Tereza; por ocasião do encontro Favelas em Movimento em comemoração ao aniversário de Marielle Franco (in memoriam); onde percebe-se a contínua importância de reconhecer a força das mulheres e mulheres negras que como Tereza de Benguela, especialmente em tempos pandêmicos, tem “forjado” , na luta , no calor e na tensão: A Resistência!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;Assim como Tereza, líder do quilombo Quariterê - que forjava os objetos de ferro utilizados contra a sua comunidade que lá se refugiava, em panelas e instrumentos de trabalho e de defesa.; as mulheres e as mulheres negras continuam na “forja” de uma luta diária e cotidiana de dor e resistência.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O domínio da “forja de Tereza” simboliza: transformações, trocas, experiências e vivências; mesmo em tempos obscuros e mesmo sem o horizonte desejável, porém “crentes” num lugar de Esperança e Aprendizado.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O “forjar de Tereza” está nas favelas, periferias, no campo, nas florestas, no sertão, no asfalto e nos morros; quando uma mulher clama por seus direitos e reconhecimento de toda uma trajetória de conquistas, mesmo sofrendo violências e violações cotidianas.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O “forjar de Tereza” está nas lágrimas de uma mãe que perde o seu filho para um sistema negacionistas, excludente, racista e perverso. E mesmo assim, com a voz embargada, não deixa de lutar.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O “forjar de Tereza” está no anseio das mulheres que são obrigadas a se esconderem novamente através de tecidos pesados e escuros, clamando por socorro.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O “forjar de Tereza”, em tempos pandêmicos, está nas mulheres que alimentam, sustentam e criam condições de subsistência e saúde ao seu núcleo familiar, amigos e de toda uma comunidade. &amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;O “forjar de Tereza” deve nos encorajar a busca de políticas públicas efetivas e nos impulsionar para um lugar justo, equitativo, sustentável e feliz. Fabricando, ao custo de muitas “forjas e reinvenções”, a Vida!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;Por Elizabeth Campos&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot;&amp;gt;Educadora Social e Coordenadora do Espaço Casa Viva - Redeccap / Manguinhos&amp;lt;/span&amp;gt;[[Arquivo:Forjando na luta.jpg|300px|right|border|Forjar]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Elizabeth Campos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Forjar&amp;diff=10651</id>
		<title>Forjar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Forjar&amp;diff=10651"/>
		<updated>2021-09-03T19:23:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Elizabeth Campos: Forjar sob a ótica de Tereza surge na reflexão ao dia 25 de julho – Dia da Mulher Negra Latina Americana e Dia de Tereza; por ocasião do encontro Favelas em Movimento em comemoração ao aniversário de Marielle Franco (in memoriam);  onde percebe-se a contínua  importância de  reconhecer a força das mulheres e mulheres negras que como Tereza de Benguela, especialmente em tempos pandêmicos, tem “forjado” , na luta , no calor e na tensão: A Resistência!&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 24pt;&amp;quot; &amp;gt;“Forjar sob a ótica de Tereza em tempos pandêmicos”&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 24pt;&amp;quot; &amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot; &amp;gt;Forjar sob a ótica de Tereza surge na reflexão ao dia 25 de julho – Dia da Mulher Negra Latina Americana e Dia de Tereza; por ocasião do encontro Favelas em Movimento em comemoração ao aniversário de Marielle Franco (in memoriam); onde percebe-se a contínua importância de reconhecer a força das mulheres e mulheres negras que como Tereza de Benguela, especialmente em tempos pandêmicos, tem “forjado” , na luta , no calor e na tensão: A Resistência!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot; &amp;gt;Assim como Tereza, líder do quilombo Quariterê - que forjava os objetos de ferro utilizados contra a sua comunidade que lá se refugiava, em panelas e instrumentos de trabalho e de defesa.; as mulheres e as mulheres negras continuam na “forja” de uma luta diária e cotidiana de dor e resistência.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot; &amp;gt;O domínio da “forja de Tereza” simboliza: transformações, trocas, experiências e vivências; mesmo em tempos obscuros e mesmo sem o horizonte desejável, porém “crentes” num lugar de Esperança e Aprendizado.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot; &amp;gt;O “forjar de Tereza” está nas favelas, periferias, no campo, nas florestas, no sertão, no asfalto e nos morros; quando uma mulher clama por seus direitos e reconhecimento de toda uma trajetória de conquistas, mesmo sofrendo violências e violações cotidianas.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot; &amp;gt;O “forjar de Tereza” está nas lágrimas de uma mãe que perde o seu filho para um sistema negacionistas, excludente, racista e perverso. E mesmo assim, com a voz embargada, não deixa de lutar.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot; &amp;gt;O “forjar de Tereza” está no anseio das mulheres que são obrigadas a se esconderem novamente através de tecidos pesados e escuros, clamando por socorro.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot; &amp;gt;O “forjar de Tereza”, em tempos pandêmicos, está nas mulheres que alimentam, sustentam e criam condições de subsistência e saúde ao seu núcleo familiar, amigos e de toda uma comunidade. &amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot; &amp;gt;O “forjar de Tereza” deve nos encorajar a busca de políticas públicas efetivas e nos impulsionar para um lugar justo, equitativo, sustentável e feliz. Fabricando, ao custo de muitas “forjas e reinvenções”, a Vida!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot; &amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 18pt;&amp;quot; &amp;gt;Por Elizabeth Campos&amp;lt;/span&amp;gt;[[Arquivo:Forjando na luta.jpg|300px|right|border|Forjar]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Elizabeth Campos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Arquivo:Forjando_na_luta.jpg&amp;diff=10650</id>
		<title>Arquivo:Forjando na luta.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Arquivo:Forjando_na_luta.jpg&amp;diff=10650"/>
		<updated>2021-09-03T19:21:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Elizabeth Campos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Dia de Tereza! Dia de Mulher Negra!&lt;br /&gt;
Uma homengaem á todas as mulhers que na forja do cotidiano são vencedoras.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Elizabeth Campos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Forjar&amp;diff=10649</id>
		<title>Forjar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Forjar&amp;diff=10649"/>
		<updated>2021-09-03T18:28:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Elizabeth Campos: Forjar sob a ótica de Tereza surge na reflexão ao dia 25 de julho – Dia da Mulher Negra Latina Americana e Dia de Tereza; por ocasião do encontro Favelas em Movimento em comemoração ao aniversário de Marielle Franco (in memoriam);  onde percebe-se a contínua  importância de  reconhecer a força das mulheres e mulheres negras que como Tereza de Benguela, especialmente em tempos pandêmicos, tem “forjado” , na luta , no calor e na tensão: A Resistência!&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“Forjar sob a ótica de Tereza em tempos pandêmicos”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Forjar sob a ótica de Tereza surge na reflexão ao dia 25 de julho – Dia da Mulher Negra Latina Americana e Dia de Tereza; por ocasião do encontro Favelas em Movimento em comemoração ao aniversário de Marielle Franco (in memoriam);  onde percebe-se a contínua  importância de  reconhecer a força das mulheres e mulheres negras que como Tereza de Benguela, especialmente em tempos pandêmicos, tem “forjado” , na luta , no calor e na tensão: A Resistência!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como Tereza, líder do quilombo Quariterê - que forjava os objetos de ferro utilizados contra a sua comunidade que lá se refugiava, em panelas e instrumentos de trabalho e de defesa.; as mulheres e as mulheres negras continuam na “forja” de uma luta diária e cotidiana de dor e resistência.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O domínio da “forja de Tereza” simboliza: transformações, trocas, experiências e vivências;  mesmo em tempos obscuros e mesmo sem o horizonte desejável, porém “crentes” num lugar de Esperança e Aprendizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O “forjar de Tereza” está nas favelas, periferias, no campo, nas florestas, no sertão, no asfalto e nos morros; quando uma mulher clama por seus direitos e reconhecimento de toda uma trajetória de conquistas, mesmo sofrendo violências e violações cotidianas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O “forjar de Tereza” está nas lágrimas de uma mãe que perde o seu filho para um sistema negacionistas, excludente, racista e perverso. E mesmo assim, com a voz embargada, não deixa de lutar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O “forjar de Tereza”  está no anseio das mulheres que são obrigadas a se esconderem novamente através de tecidos pesados e escuros, clamando por socorro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O “forjar de Tereza”, em tempos pandêmicos, está nas mulheres que alimentam, sustentam e criam condições de subsistência e saúde  ao seu núcleo familiar, amigos  e de toda uma comunidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O “forjar de Tereza” deve nos encorajar a busca de políticas públicas efetivas  e nos impulsionar para um lugar justo, equitativo, sustentável e feliz. Fabricando, ao custo de muitas “forjas e reinvenções”, a Vida!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Elizabeth Campos&lt;br /&gt;
 Ao Dicionário de Favelas Marielle Franco&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Elizabeth Campos</name></author>
	</entry>
</feed>