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	<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Fotoguerrilha_(coletivo)&amp;diff=17527</id>
		<title>Fotoguerrilha (coletivo)</title>
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		<updated>2024-01-25T12:57:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Autoria:&amp;amp;nbsp;Coletivo Fotoguerrilha.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Cropped-foto-facebook-03-03.png|thumb|left|600px|Cropped-foto-facebook-03-03.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= História do Coletivo =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Coletivo Fotoguerrilha nasceu de uma fusão de dois grupos distintos, em 2016. De um lado, os “Professores Midiativistas”, fundado por Bárbara Dias e Wagner Maia, coletivo criado com o objetivo de documentar as lutas da educação no Rio em 2016, e do outro, Kauê Pallone, criador do Megafonia (que encerrou suas atividades em 2018) e da revista fotográfica Fotoguerrilha em São Paulo, que atuou em protestos contra a Copa do Mundo em 2014, ficando inativo no mesmo ano.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2016, nas ruas e nas lutas, os três fundadores se conheceram, e Kauê nos falou do projeto Fotoguerrilha&amp;amp;nbsp; dando a ideia de que ele fosse reativado junto a proposta dos “Professores Midiativistas”, ampliando nosso espectro de cobertura, decidimos unir forças e juntamos os dois projetos, que passou a ser chamado de Coletivo Fotoguerrilha, nome que melhor identifica a nossa proposta: a criação de registros fotográficos ativistas de guerrilha, que vão desde as manifestações de rua, a pautas que são pouco visibilizadas, como ocupações, movimentos organizados por favelas e movimentos de mulheres.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso objetivo do coletivo é a construção de uma comunicação independente, ocupando as redes sociais. Acreditamos que a partir dessa práxis ativista, num fazer mediado por reflexões na construção de narrativas independentes, conseguimos contribuir para a democratização da informação, pois propomos um viés humanístico na nossa produção fotográfica, quebrando estereótipos e ajudando as causas que têm pouca visibilidade.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Linha de Pensamento =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Fotoguerrilha é um coletivo de mídia independente, trabalhamos com fotografia e vídeo,&amp;amp;nbsp; prezando pela liberdade, e acima de tudo, pelas lutas dos movimentos sociais. Entendemos a fotografia como um forte instrumento de poder (Sontag, 2003), que, se por um lado pode violar o fotografado, por outro, serve como forma de resistência e voz dos oprimidos em um mundo cada vez mais desigual.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com isso, entendemos nossas fotografias, vídeos e textos, como uma história de narrativas sociais, em busca pelo respeito às diversas comunidades que lutam por uma sociedade mais justa. O Fotoguerrilha tem como prioridade as diversas pautas que são relevantes para a sociedade do século XXI.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos um coletivo que tem posição e não acreditamos na tal da “imparcialidade”, nós temos lado, e é sempre o das lutas populares, e sabemos bem de que lado não estamos. Somos a favor das pautas progressistas da sociedade, das lutas dos trabalhadores, das lutas das mulheres, das lutas dos LGBT´s, das lutas do movimento negro e acima de tudo contra qualquer tipo de opressão e retrocesso social. Lutamos através da fotografia, como forma de resistência e uma busca por uma sociedade menos desigual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O que queremos passar com a nossa narrativa =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Priorizamos narrativas invisibilizadas e de pouca repercussão na mídia tradicional, porém relevantes no contexto atual, esse é nosso principal foco. Também nos engajamos aos grandes movimentos sociais pautados sempre pelas demandas do povo, no entanto, com uma narrativa independente, indo além do factual, propondo uma trabalho de análise mais profunda e com registros fotográficos permanentes e de longo prazo, criando uma narrativa documental.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O que queremos quanto coletivo =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Coletivo Fotoguerrilha, é um coletivo de fotógrafos, jornalistas e videomakers que teve sua origem a partir da necessidade de auto-organização frente a desvalorização desses ofícios e da criação de novos espaços de divulgação das nossas narrativas independentes e ativistas, principalmente nas redes sociais. Nosso objetivo é a continuidade e manutenção desse trabalho e de gerar meios de nos autossustentar quanto coletivo e quanto pessoas individuais que trabalham no e para o coletivo. Seja com venda de fotos digitais e impressas, financiamento pontual para projetos e recorrente para manutenção do trabalho.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O sentido de ser independente =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para nós o sentido de ser independente é ter a liberdade de trabalhar em que acreditamos, sem amarras. É poder desenvolver nosso trabalho pautados por nossa linha de pensamento, é ter uma fotografia ativista, é a elaboração de textos e reflexões importantes, é a criação de documentários necessários a sociedade. É acreditar nas causas em que nós nos engajamos e trabalhamos. Porém quanto mais independente, mais dificil de autossustentar nosso trabalho, desde 2016, estamos protagonizando várias coberturas importantes na cidade do Rio de Janeiro e agora, a partir de 2019, na cidade de São Paulo, muitas delas negligenciadas pela grande mídia, e por isso mesmo muito pouco “vendáveis”.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ter uma narrativa independente, nosso coletivo possui uma necessidade grande de gerar meios de autossustentar o trabalho que realizamos. Uma das alternativas que temos chegado para tal é&amp;amp;nbsp; a venda de fotos digitais e impressas, financiamento pontual (para projetos) e recorrente (para manutenção do trabalho), entre outras formas de fazer o trabalho gerar retorno para os membros do coletivo e para o próprio coletivo. Nosso trabalho é independente, porém nosso trabalho tem custos como deslocamento, alimentação, gastos com equipamentos, além do tempo de trabalho que dispensamos para o coletivo.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Missão: razão de existir e o que somos =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Fotoguerrilha tem como missão de através de registros fotográficos e videográficos de informar as pessoas, através de coberturas de pautas importantes, manifestações populares, atos, protestos, causas, e de contribuir para a sociedade através da&amp;amp;nbsp; nossa arte que se torna uma poderosa ferramenta para a transformação social.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Visão:&amp;amp;nbsp; O que o coletivo quer do futuro =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditamos que a fotografia e vídeos são instrumentos necessários à sociedade, uma forma de registrar a realidade e o cotidiano, de colaborar com o mundo. De trazer à tona pautas relevantes e de criar memórias de um processo socialmente vivido e registrado em tempo real.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Valores: Comportamentos do Coletivo =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coletividade, horizontalidade, militância, proatividade, empatia, respeito, colaboração e diversidade.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Somos: =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ana Júlia, Bárbara Dias, Isabela Naiara, Luciana Bello, Kauê Pallone, Lucas Novello, Marcello Valle,&amp;amp;nbsp; Patricia Borges, Rodrigo Campanario, Vinicius Ribeiro, Vitor Pastana e Wagner Maia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Referências: =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SONTAG, Susan. Sobre fotografia. Trad.: Rubens Figueiredo. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Temática - Associativismo e Movimentos Sociais]] [[Category:Coletivo]] [[Category:Fotografias]] [[Category:Narrativas independentes]] [[Category:Documentação]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Morro_da_Babil%C3%B4nia&amp;diff=17356</id>
		<title>Morro da Babilônia</title>
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		<updated>2023-06-29T23:49:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Origem: [https://pt.wikipedia.org/wiki/Morro_da_Babilônia Wikipédia, a enciclopédia livre].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Babilonia.jpg|thumb|center|600px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Morro da Babilônia&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;é um&amp;amp;nbsp;morro&amp;amp;nbsp;localizado entre os&amp;amp;nbsp;bairros&amp;amp;nbsp;de&amp;amp;nbsp;Botafogo,&amp;amp;nbsp;Urca,&amp;amp;nbsp;Leme&amp;amp;nbsp;e&amp;amp;nbsp;Copacabana, na cidade do&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro, no&amp;amp;nbsp;Brasil. Abriga duas&amp;amp;nbsp;favelas: a do [[Favelas_Chapéu-Mangueira_e_Babilônia|Morro da Babilônia e a do Chapéu Mangueira]]. Algumas áreas de mata atlântica&amp;amp;nbsp;área de proteção ambiental&amp;amp;nbsp;(APA) dos Morros da Babilônia e São João (1996). Em 10 de junho de 2009, foi inaugurada a&amp;amp;nbsp;[[UPP – a redução da favela a três letras|UPP]]&amp;amp;nbsp;Babilônia e Chapéu Mangueira, Com um efetivo de 107 policiais militares a serviço da população local e dos turistas. Atualmente a comunidade conta com algumas obras de urbanização e infraestrutura, os serviços públicos aos poucos são mais presentes, como os cursos oferecidos pela [[Faetec]], o posto de saúde as creches, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ver também:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Favelas_Chapéu-Mangueira_e_Babilônia|Favelas Chapéu Mangueira e Babilônia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Área territorial ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Babilônia&#039;&#039;&#039;: Área: 83.731m² População: 2.451&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Chapéu Mangueira:&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Área: 34.595m² População: 1.288&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Total&#039;&#039;&#039;: Área:118.326 m² População: 3.739&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História do morro ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A hipótese mais provável quanto a origem do nome &amp;quot;Morro da Babilônia&amp;quot; vem da visão que os portugueses tinham do morro visto desde a Urca. Suas altas camadas de Pedras revezando com camadas de floresta nativa, mata Atlântica, vistas desde o angulo da Urca, relembram no imaginário uma das sete maravilhas do mundo antigo, Os Jardins Suspensos da Babilônia. No século XVIII, os colonizadores de portugueses construíram uma fortificação no alto do morro para vigiar a entrada da&amp;amp;nbsp;Baía de Guanabara. No início do século XX, o engenheiro&amp;amp;nbsp;Augusto Ferreira Ramos&amp;amp;nbsp;projetou uma ligação aérea do Morro da Babilônia com o&amp;amp;nbsp;Morro da Urca, como parte das comemorações do&amp;amp;nbsp;Centenário da Abertura dos Portos. Porém o projeto nunca foi concretizado&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 10.8333px;&amp;quot;&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;Durante a&amp;amp;nbsp;Segunda Guerra Mundial&amp;amp;nbsp;(1939-1945), o&amp;amp;nbsp;Exército Brasileiro&amp;amp;nbsp;construiu&amp;amp;nbsp;casamatas&amp;amp;nbsp;no alto do morro para proteger a cidade contra possíveis ataques. Desde 10 junho de 2009, o morro passou a abrigar a 4°&amp;amp;nbsp;Unidade de Polícia Pacificadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura, artes e cultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &#039;&#039;&#039;Literatura&#039;&#039;&#039; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1930 poemas do livro&amp;amp;nbsp;Libertinagem, de&amp;amp;nbsp;Manuel Bandeira&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 10.8333px;&amp;quot;&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &#039;&#039;&#039;Artes Visuais&#039;&#039;&#039; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2013&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Jardim Suspenso&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto Jardim Suspenso é um iniciativa coletiva que movimenta diversos artistas oriundos de todas as partes da cidade. O evento congrega artistas visuais, músicos, ativistas, performers, poetas, críticos e curadores em um evento transdisciplinar, experimental e crítico acerca do circuito artístico contemporâneo da cidade. Com público estimado em mais de 8 mil pessoas tendo visitado a mostra de artes que já realizou 3 edições no alto do morro da Babilônia, Jardim Suspenso é uma explosão de atividades e experiências sensoriais, criado a partir da união entre dois jovens produtores, Dandara Catete e Álvaro Júnior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2014&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Mural Babilônia&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começou ser criado a partir de Janeiro. A primeira intervenção urbana, o mosaico principal, tem aproximadamente 140 metros quadrados de extensão e cobre um muro de contenção construído pela Prefeitura. Está localizado na parte baixa da Babilônia. Foi desenhado e criado pelos artistas plásticos da República Checa, X-Dog e Plebe, com ajuda de dezenas de voluntários de vários países.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda intervenção um banco de concreto com acabamento em mosaico foi criado, num lugar que serve como um ponto de encontro. Com tempo outros mosaicos apareceram na área melhorando visual do bairro e confirmando o Mural como uma referência turística na Zona Sul do Rio de Janeiro. Entre eles, podem ser destacados dois postes de luz, &amp;quot;A Morena&amp;quot; e &amp;quot;A Bandeira&amp;quot; ou a seguinte chamada para a importância da educação: &amp;quot;Educação é o que você faz, quando ninguém olha.&amp;quot; Uma escadaria muito precária foi refeita por completo e também recebeu acabamento em mosaico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &#039;&#039;&#039;Audiovisual&#039;&#039;&#039; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1959 &amp;quot;Orfeu do Carnaval&amp;quot;&amp;lt;ref&amp;gt;https://www.adorocinema.com/filmes/filme-261/&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Orfeu Negro (Título Original) - Diretor:&amp;amp;nbsp;Marcel Camus. Produção franco-brasileira, vencedora da&amp;amp;nbsp;Palma de Ouro&amp;amp;nbsp;do&amp;amp;nbsp;Festival de Cannes&amp;amp;nbsp;no mesmo ano e o&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Oscar&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;de melhor filme estrangeiro no ano seguinte&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 10.8333px;&amp;quot;&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1999 Documentário&amp;amp;nbsp;Babilônia 2000&amp;amp;nbsp;de&amp;amp;nbsp;Eduardo Coutinho&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 10.8333px;&amp;quot;&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2007 Tropa de Elite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2015&amp;amp;nbsp;Babilônia&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 10.8333px;&amp;quot;&amp;gt;:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;Novela&amp;amp;nbsp;de&amp;amp;nbsp;Gilberto Braga,&amp;amp;nbsp;Ricardo Linhares&amp;amp;nbsp;e&amp;amp;nbsp;João Ximenes Braga&amp;amp;nbsp;exibida pela&amp;amp;nbsp;Rede Globo. Exibida às 21 horas, entre16/03/2015 e 28/08/2015&amp;amp;nbsp;em 143 Capítulos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Turismo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O local passou a possuir um Polo Turístico com 10 hostels dentre eles: a eco pousada Estrelas da Babilônia, Le House,&amp;amp;nbsp;Lisetonga&amp;amp;nbsp;e Babilonia Rio Hostel, Chill Hostel Rio, Green Culture Eco Hostel, Hostel Mar da Babilônia, Favela Inn, Abraço Carioca, Toninho House entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na gastronomia há o conhecido Bar do David, segundo colocado por duas vezes consecutiva no Comida de Buteco, é frequentado por famosos da TV Globo e o Bar do Alto com vista para toda a praia de Copacabana, premiado na Veja pelos seus drinques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Trilhas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vista dispensa comentários. Lá em cima, na Pedra do Urubu, tem uma bela clareira e um espaço enorme para sentar e observar a vista para o Flamengo, de um lado, a praia Vermelha de outro e um ângulo inusitado do Pão de Açúcar. Com certeza, você terá uma nova perspectiva da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Nível de Dificuldade&#039;&#039;&#039;: Fácil com subidas e descidas e caminhos abertos com sinalização&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Distância:&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;3 km, caso volte até o ponto inicial serão 4 km&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Desnível:&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;200 metros (prédio de 33 andares)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Duração:&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Pra subir dá menos de 1 hora, mas com paradas para o pôr do sol, lanche, fotos, etc, reserve de 2 a 3 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Atrativos:&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Vista de paisagens (Copacabana, Pão de Açúcar, Botafogo, Aterro do Flamengo, Cristo, Baia de Guanabara), histórico-cultural (antigas estruturas de observação e controle de embarcações do exército brasileiro), flora (área reflorestada), fauna (aves).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Associativismo presente no morro ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Associação de Educação Familiar e Social – Projeto Luta Cidadã ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz? Aulas de reforço escolar e lutas marciais. Atendem a 150 alunos, de 6 a 25 anos. Todas as atividades são gratuitas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Associação de Moradores da Babilônia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz? Associação de moradores responsável pela gestão e administração da Babilônia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Revolusolar ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz? ONG nascida na favela da Babilônia, que visa promover o desenvolvimento sustentável de comunidades de baixa renda através da energia solar. Oferece instalações solares para reduzir as despesas de energia da população, além de formação profissional e oficinas infantis. Atualmente tem escritório na Escolinha Tia Percilia, dentro da Babilônia. Durante o período da pandemia do coronavírus, articulou ações para apoiar a população. Para saber mais:&amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
*Acesse o [https://www.instagram.com/revolusolar/?hl=pt-br Instagram da ONG clicando aqui].&amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Revolusolar.jpg|thumb|center|400px|link=https://www.instagram.com/revolusolar/?hl=pt-br]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Coop – Babilônia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz?&amp;amp;nbsp;Reflorestamento, ecoturismo, conservação de trilhas e educação ambiental. Funciona no horário comercial, em prédio anexo a Associação de Moradores da Babilônia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Dignitá ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz? Aulas de reforço escolar, oficinas culturais, creche, cursos de informática, cineclube etc. A ONG funciona de 8h a 17h na Igreja Batista, na Babilônia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Escolinha da Tia Percília ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz? Aulas de reforço escolar, de violão, de informática e dança, teatro. Atende a crianças de 6 a 14 anos. Todas as atividades são gratuitas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Espaço Cultural Jardim da Babilônia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz? Ateliê de artes visuais, culinária do Favela Orgânica, eventos e atividades culturais além de hospedagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Estúdio Vertical ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz? Estúdio de tv, cinema e fotografía implantado na Babilônia há 40 anos e com uma longa história no audiovisual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Favela Orgânica ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz?&amp;amp;nbsp;Culinária de aproveitamento total dos alimentos desenvolvida por Regina Tchelly, que dá oficinas e tem sua cozinha no Espaço Jardim da Babilônia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Galpão das Artes ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz? Aulas de cerâmica, biscuit, papilho. Grande parte do público atendido é composto por mulheres da terceira idade, mas também participam das atividades jovens e adultos de ambos os sexos. No Galpão das Artes, ao lado da Associação de Moradores do Chapéu Mangueira. As atividades são gratuitas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mulheres Guerreiras da Babilônia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz? Aulas de artesanato para mulheres. As atividades são gratuitas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Trinques Arquitetura ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que faz? Ateliê de arquitetura de favela criado na Babilônia em 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Referências ====&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Morro da Babilônia]][[Category:Temática - Favelas e Periferias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Habita%C3%A7%C3%A3o_e_infraestruturas_locais:_urbaniza%C3%A7%C3%A3o_versus_remo%C3%A7%C3%A3o_(live)&amp;diff=17063</id>
		<title>Habitação e infraestruturas locais: urbanização versus remoção (live)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Habita%C3%A7%C3%A3o_e_infraestruturas_locais:_urbaniza%C3%A7%C3%A3o_versus_remo%C3%A7%C3%A3o_(live)&amp;diff=17063"/>
		<updated>2023-04-25T14:18:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Autoria: Dicionário de Favelas Marielle Franco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;[[Favelas em Movimento (lives)|Favelas em Movimento]]&amp;quot; é a nova série de lives do Dicionário de Favelas Marielle Franco. Toda última terça-feira do mês, às 18h, no&amp;amp;nbsp;[https://www.youtube.com/channel/UC5z5hsnZOZJH8vFacP-9poQ canal da VídeoSaúde]&amp;amp;nbsp;(Distribuidora da Fiocruz), moradores(as) e representantes de favelas e periferias se encontram para um bate-papo sobre questões sociais, políticas, [[:Categoria:Cultura|culturais]] e [[:Categoria:Economia|econômicas]] fundamentais para pensarmos a vida destas pessoas em um [[Coronavírus nas favelas|cenário pandêmico]], mas também o futuro.&lt;br /&gt;
== Resumo ==&lt;br /&gt;
Nesse episódio, os convidados debatem as lutas por acesso à [[moradia]], uma pauta que, apesar de secundarizada pelo poder público, é fundamental para o acesso&amp;amp;nbsp; a outras políticas públicas, como [[:Categoria:Saúde|saúde]] e [[:Categoria:Educação|educação]]. Eles denunciam as [[Violência de Estado na Baixada Fluminense|violências produzidas pelo estado]], a partir das [[Remoções de favelas no Rio de Janeiro|políticas de remoção]] e da deslegitimação das experiências de urbanização feitas pelos próprios moradores e apontam para soluções, como o investimento em infraestrutura, produção de novas [[Moradia|moradias]] e trabalhos de contenção e drenagem em áreas de encostas. Os convidados analisam ainda os desafios na articulação das lutas por moradia, com a necessidade de organização coletiva e a superação da lógica da terra como mercadoria.&lt;br /&gt;
== [[Habitação::Habitação]] e infraestruturas locais: [[Urbanização::urbanização]] versus remoção ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sexto episódio da série de lives: &amp;quot;Favelas em Movimento&amp;quot;: Favela em Movimento - Habitação e infraestruturas locais: urbanização versus remoção&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tema debatido é habitação​ e infraestruturas locais, com os(as) convidados(as): Camila Moradia, líder da luta por moradia no Complexo do Alemão, fundadora e coordenadora do MEAA - Mulheres em Ação no Alemão; Guilherme Pimentel, Advogado com atuação na área de direitos humanos, atual Ouvidor-Geral da Defensoria Pública do RJ e Coordenador de Política Criminal do Conselho Nacional de Ouvidorias das Defensorias do Brasil; Simone Rodrigues, Advogada, membro dos coletivos Conselho Popular, Rocinha Sem Fronteiras e União por Moradia Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mediador é o Orlando Santos Junior, sociólogo, doutor em [[Habitação::planejamento urbano]] e regional, diretor do IPPUR/UFRJ, pesquisador do Observatório das Metrópoles e membro do Conselho Editorial do Dicionário de Favelas Marielle Franco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=EWoe4lsNC-k}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Temática - Habitação]][[Category:Remoção]][[Category:Lives]][[Category:Urbanização]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Jata%C3%AD&amp;diff=17030</id>
		<title>Jataí</title>
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		<updated>2023-04-11T15:20:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: Criou página com &amp;#039;Página de Jataí&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Página de Jataí&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Cururupu&amp;diff=17029</id>
		<title>Cururupu</title>
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		<updated>2023-04-11T14:54:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: Criou página com &amp;#039;{{Território |município=Cururupu |estado=Maranhão |país=Brasil }} Categoria:Territórios&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Território&lt;br /&gt;
|município=Cururupu&lt;br /&gt;
|estado=Maranhão&lt;br /&gt;
|país=Brasil&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Categoria:Territórios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Acari&amp;diff=17028</id>
		<title>Acari</title>
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		<updated>2023-04-11T14:52:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Território&lt;br /&gt;
|município=Rio de Janeiro&lt;br /&gt;
|estado=RJ&lt;br /&gt;
|país=Brasil&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
__SHOWFACTBOX__&lt;br /&gt;
[[Território::Acari]] é um bairro na periferia da Zona Norte do município do [[Localizado em::Rio de Janeiro]]. O nome do bairro é uma referência ao Rio Acari, que corta o bairro. Criado por decreto em 23/7/[[Ano::1981]], o bairro faz limite com os bairros Pavuna, Costa Barros, Coelho Neto, Parque Colúmbia e Irajá. É o bairro com terceiro menor Índice de Desenvolvimento Humano do município e possui a segunda menor renda do município. Seu IDH, no ano 2010, era de 0,720; o 124º colocado entre 126 regiões analisadas no município do Rio de Janeiro, melhor apenas que Costa Barros e o Complexo do Alemão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Teste semântico ==&lt;br /&gt;
Dados teste para Território&lt;br /&gt;
Localizado em: [[Localizado em::Rio de Janeiro]] &lt;br /&gt;
País: [[País::Brasil]]&lt;br /&gt;
Ano de criação: [[Ano::1981]]&lt;br /&gt;
População:[[População::27.347]]&lt;br /&gt;
Área: [[Has area::160,55 Ha]]&lt;br /&gt;
Unidades de saúde: [[Unidades de saúde::2]]&lt;br /&gt;
Escolas: [[Escolas: 5]] &lt;br /&gt;
Associações: [[Associações::5]]&lt;br /&gt;
Estabelecimentos comerciais: [[Estabelecimentos comerciais::170]]&lt;br /&gt;
Data da publicação:[[Data da publicação::15/05/2020]]&lt;br /&gt;
Autor: [[Autoria::Nome do autor]]&lt;br /&gt;
Relação de pertencimento: [[Pertencimento::Morador]]&lt;br /&gt;
Tipologia do verbete: [[Tipo::Território]]&lt;br /&gt;
Temos o contato do autor: [[Contato com o autor::Sim]]&lt;br /&gt;
Instituição: [[Instituição::Nome da associação]]&lt;br /&gt;
Palavras-chave: [[keywords::bairro]], [[keywords::território]], [[keywords::comunidade]], [[keywords::favela]], [[keywords::periferia]] &lt;br /&gt;
Data de edição: [[Data de edição::{{REVISIONDAY}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}]]&lt;br /&gt;
Status: [[Status::Em revisão]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== exibição do resultado ===&lt;br /&gt;
{{#ask: [[Acari]] &lt;br /&gt;
|?População&lt;br /&gt;
|?Localizado em&lt;br /&gt;
|?Has area &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Coordenadas===&lt;br /&gt;
{{Location&lt;br /&gt;
|The coordinates=34.04786, 100.61966&lt;br /&gt;
|Location type=Território&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Classificação semântica==&lt;br /&gt;
Eixo de análise: [[Eixo de análise::Associativismo e Memória]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Categoria temática: [[Categoria temática::Favelas e Periferias]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__SHOWFACTBOX__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| align=&amp;quot;center&amp;quot; border=&amp;quot;1&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;1&amp;quot; cellspacing=&amp;quot;1&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | IDH Médio (2010)&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | Classificação do IDH&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | População (Censo 2010)&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | Área da Favela&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | Renda Per Capita&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | Domicílios&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | 0,720&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | Baixo&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | 27 347&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | 160,55 Ha&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | R$ 174,12&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot; | &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:13px; text-align:start; -webkit-text-stroke-width:0px&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#000000&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-style:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-variant-ligatures:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-variant-caps:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:400&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;orphans:2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-transform:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;white-space:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;widows:2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;word-spacing:0px&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background-color:#ffffff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration-style:initial&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration-color:initial&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;display:inline !important&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;float:none&amp;quot;&amp;gt;8125&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Até o século XIX, o bairro tinha ocupação predominantemente rural, com muitos partidos de cana-de-açúcar dentro do terreno da Fazenda Irajá. Sua principal referência geográfica era o&amp;amp;nbsp;Rio Acari, antes se chamava Meriti. Em 1875, a&amp;amp;nbsp;Estrada de Ferro Rio d&#039;Ouro&amp;amp;nbsp;passou a cortar o bairro, promovendo um crescimento populacional no entorno da ferrovia. Em 1946, foi inaugurada a&amp;amp;nbsp;Avenida Brasil, o que fez aumentar a população do bairro.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A região onde fica o Complexo de Acari começou a ser ocupada na década de 40, após a abertura da Avenida das Bandeiras, depois chamada de Avenida Brasil. Com exceção do conjunto Areal (Amarelinho) e da Olaria, toda a parte plana era um manguezal, que foi aterrado aos poucos. Segundo alguns moradores, que estão na comunidade há pelo menos 50 anos, o início da ocupação foi marcado pela ausência de luz elétrica e de água potável, que era colhida do outro lado da Avenida Brasil, no conjunto habitacional de Coelho Neto. Há quem diga que o lugar era cheio de caranguejos, rãs, cobras e jacarés.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Somente na década de 70, os moradores começaram a ser organizar para legalizar a ocupação. Para isso, depois de uma união com os trabalhadores da olaria, os moradores reuniram-se com alguns órgãos públicos. Depois de 25 anos, os moradores receberam o título de propriedade. Em 1981 a comunidade ganhou sua associação de moradores. Ao longo dos anos, o Conjunto Acari expandiu-se no entorno de suas vias de acesso, principalmente da Rua Enora. Como os centros comerciais ficavam longe da comunidade, começaram a surgir nas imediações lojas de material de construção, o que proporcionou aos moradores a substituição da madeira pela alvenaria em suas casas. Das três comunidades do Conjunto Acari, Vila Rica de Irajá foi a única a ocupar um terreno já explorado, que pertencia a uma olaria e ao INSS.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Não se sabe ao certo quando a ocupação começou, mas, segundo alguns moradores, o lugar, que havia se chamado de Areal, teria sido batizado de Coroado, devido à semelhança com a cidade de Coroado, onde se desenrolava a novela Irmãos Coragem. Em 1979, com a ocupação consolidada, foi fundada a Associação de Moradores e a comunidade passou a se chamar Parque Vila Rica. Na década de 80, um projeto de urbanização levou aos moradores a implantação das redes de água e esgoto. Nesta época as três comunidades de Acari uniram esforços para cobrar do poder público mais investimentos na região. A expansão da comunidade só era possível com aterro de áreas alagadas e de manguezais. Com isso, o escoamento de águas pluviais ficava cada vez mais difícil, até que, em 1986, uma tempestade provocou uma grande inundação, que deixou a maioria das casas com cerca de um metro de água.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Atualmente, Vila Rica de Irajá é dividida em sete setores: o Central, formado pela Rua Olaria, a principal da comunidade, que concentra os serviços e o comércio do lugar; o Cruzeiro, que fica na parte alta do conjunto; o Portinho, cujo acesso é difícil; o Marginal da Avenida Brasil, com uma faixa de cerca de 100 metros junto à avenida, com intenso fluxo de veículos e de pedestres; o do Vale, com acesso apenas para pedestres; e o marginal ao canal, que concentra serviços comunitários como o Centro Dom Bosco e o Centro Cultural Areal Livre. A ocupação do Parque Acari também data de 1940 e tem em seu histórico confrontos de moradores com policiais militares, que várias vezes derrubaram os barracos erguidos na comunidade. Segundo os moradores, após várias tentativas frustradas de remoção das famílias, Ernesto Lima de Souza, suposto proprietário do terreno, tentou fechar o lugar. Entretanto, diante de resistência dos moradores, desistiu da ação e retirou-se definitivamente do lugar. Apesar de feito pelos próprios moradores, o processo de ocupação do Parque Acari deu-se de forma ordenada, com a construção das casas devidamente alinhadas seguindo características de um loteamento. Desde o início da ocupação, os moradores contaram comajuda de norte-americanos da Igreja Presbiteriana, que, entre outras ações, ergueram a o prédio da associação de moradores. No final dos anos 60, a comunidade teve sua própria escola de samba, a Império de Acari, que chegou a desfilar no grupo principal em 1968 e 1969. A quadra ficava onde hoje fica a Travessa Braule e o Beco Leandro, em homenagem ao fundador da escola. Aliás, os nomes de ruas e becos homenageiam antigos moradores da comunidade. Atualmente, o Parque Acari tem quatro subsetores. O principal deles é formado pelas vias de acesso à comunidade: as ruas Pantoja, Edgar Soutello e Piracambu. Os outros são: a Travessa Piracambu, limite da comunidade com a Fábrica da Esperança; a área central, que fica entre a Travessa Piracambu e Edgar Soutello; e a Rua União.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A vida social dos moradores da Comunidade do Conjunto Acari mudou nos anos 90, quando um grupo de adolescentes foi alvo da violência. Às mães destes jovens juntaram-se outras, que formaram o grupo Mães de Acari. Com apoio de entidades da sociedade civil, ONGs e voluntários, a comunidade buscou proteção para os jovens da comunidade. Dentre as ações estabelecidas, a que mais chamou a atenção foi o [[Fábrica_de_Esperança_(Acari)|Projeto Fábrica da Esperança]], implantado nas antigas instalações da Formiplac. Sediada num prédio de seis andares, cravado na entrada da favela de Acari, transformou-se numa das mais importantes Organizações Não-Governamentais (ONGs) do País. Entre cursos profissionalizantes, creche e atendimento médico, chegou a ter 55 projetos sociais graças à parceria com o governo, empresários e outras entidades (inclusive o Instituto Ayrton Senna). A Fábrica de Esperança teve papel fundamental para diminuir a violência na favela de Acari. A sua importância foi reconhecida pelo presidente Fernando Henrique numa visita ao local logo depois da posse, no seu primeiro mandato, como o maior projeto Social da América Latina. A Fábrica da Esperança, entretanto, por falhas em sua administração, não teve vida longa e acabou sendo fechada, dando lugar ao que hoje é o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla.&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Saúde =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Acari fica localizado um dos principais hospitais municipais do Rio, o Ronaldo Gazolla.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital Municipal Ronaldo Gazolla tem um&amp;amp;nbsp;perfil de retaguarda e auxilia na oxigenação de toda rede, liberando leitos de internação para unidades de urgência e emergência do município do Rio de Janeiro. O&amp;amp;nbsp;Gazolla&amp;amp;nbsp;disponibiliza 269 leitos, divididos em 124 de clínica médica, 18 de Centro de Tratamento Intensivo, 10 de Unidade Intermediária, 15 de Saúde Mental, 20 leitos de clínica cirúrgica, 20 UTI e UI Neonatal.&amp;amp;nbsp; Há ainda 62 leitos da maternidade. A Maternidade do HMRG é a única parte que funciona com atendimento porta aberta. O atendimento Ambulatorial, marcação de exames e cirurgias são feitos pela central de regulação, que disponibiliza vagas para todo o Estado do Rio de Janeiro.&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
*&#039;&#039;&#039;Especialidades do Ambulatório:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Angiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Coloproctologia, Endocrinologia, Gastroenterologia, Nefrologia, Neurologia, Neuropediatria, Obstetrícia e Ginecologia, Pneumologia e Reumatologia. &lt;br /&gt;
*&#039;&#039;&#039;Disponibilidade de leitos em:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, CTI adulto, UI adulto, UTI Neonatal, Maternidade e Saúde Mental. &lt;br /&gt;
*&#039;&#039;&#039;Exames oferecidos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Endoscopia, colonoscopia, ultrassonografia, raios-x, exames de laboratório, ecocardiografia e Doppler, cardiotocografia (Maternidade ) eletrocardiograma e tomografia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Frente do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla.jpeg|thumb|center|600px|Frente do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla.jpeg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Transportes =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A&amp;amp;nbsp;Estação Acari-Fazenda Botafogo&amp;amp;nbsp;pertence à Linha Dois do&amp;amp;nbsp;metrô&amp;amp;nbsp;do Rio de Janeiro. Foi inaugurada em 1998. O bairro é servido, também, pelas avenidas&amp;amp;nbsp;Brasil&amp;amp;nbsp;e Pastor Martin Luther King Junior. Anualmente,&amp;amp;nbsp;1638465 pessoas pegam o metro em Acari, segundo dados do Data Rio.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;[[File:Estação de Metrô de Acari.jpg|thumb|center|600px|Estação de Metrô de Acari.jpg]]&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Rio Acari =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Rio Acari&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;é um dos maiores cursos d&#039;água do&amp;amp;nbsp;município&amp;amp;nbsp;do&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro, no&amp;amp;nbsp;estado&amp;amp;nbsp;do&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro, no&amp;amp;nbsp;Brasil. Tem sua nascente na&amp;amp;nbsp;Serra do Gericinó&amp;amp;nbsp;e sua foz no&amp;amp;nbsp;Rio Meriti, o qual separa o município do Rio de Janeiro do de&amp;amp;nbsp;Duque de Caxias. O Acari vem do extremo oeste da cidade e termina na&amp;amp;nbsp;Zona Norte, não é&amp;amp;nbsp;assoreado&amp;amp;nbsp;e apresenta uma vazão d&#039;água muito grande, incluindo alguns pontos com presença de&amp;amp;nbsp;mata ciliar. Foi um dos últimos rios do município do Rio de Janeiro a morrer macrobiologicamente.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Constatam-se ainda alguns&amp;amp;nbsp;jacarés&amp;amp;nbsp;no Acari, porém os&amp;amp;nbsp;camarões&amp;amp;nbsp;de água doce há muito não existem mais. É navegável, mas, por passar em comunidades de três facções criminosas diferentes, deixou de ser usado como&amp;amp;nbsp;hidrovia. Há vontade popular de que o rio Acari volte a ser limpo, visto que se tornaria uma relevante fonte de renda local, ofertando lazer, pesca e transporte.&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
[[File:Rio Acari.jpg|thumb|center|600px|Rio Acari.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Feira de Acari =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Acari ocorre todo domingo uma das feiras mais famosas do Estado: a Feira de Acari. Tema de clássico do funk e citada até em música de Jorge Ben, a&amp;amp;nbsp;feira ocorre há décadas e garante o sustento de muitas famílias de moradores. A tradicional feira reúne todos os tipos de oferta, desde produtos usados até comidas e bebidas.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Visão da Tradicional Feira de Acari.jpg|thumb|center|600px|Visão da Tradicional Feira de Acari.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=k8XhKNlBsok]}}&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Favelas de Acari =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Vila Esperança (Acari) &lt;br /&gt;
*Parque Proletário de Acari (Acari) &lt;br /&gt;
*Parque Acari (Acari) &lt;br /&gt;
*Favela da Beira Rio (Acari) &lt;br /&gt;
*Favela de Acari&amp;amp;nbsp;(Acari) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Educação pública =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 13px;&amp;quot;&amp;gt;Possui 8 dispositivos de educação pública: 04 creches, 01 Espaço de desenvolvimento infantil (EDI), 01 CIEP e 02 escolas municipais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Referências =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Wikipédia | [https://pt.wikipedia.org/wiki/Acari_(bairro_do_Rio_de_Janeiro) Acari (Bairro do Rio de Janeiro)] &lt;br /&gt;
*Wikipédia | [https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Acari Rio Acari] &lt;br /&gt;
*Data Rio - [http://pcrj.maps.arcgis.com/apps/MapJournal/index.html?appid=7fe1b0d463e34b3b9ca2fafd50c3df76 Bairros Cariocas] &lt;br /&gt;
*ANF | [https://www.anf.org.br/e-sim-la-em-acari-conheca-a-feira-mais-famosa-da-zona-norte/ É sim, lá em Acari: Conheça a feira mais famosa da cidade]. &lt;br /&gt;
*Wikipédia | [https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_favelas_da_cidade_do_Rio_de_Janeiro Favelas do Rio de Janeiro] &lt;br /&gt;
*Data Rio | [http://pcrj.maps.arcgis.com/apps/MapJournal/index.html?appid=7fe1b0d463e34b3b9ca2fafd50c3df76 Bairros Cariocas - Acari] &lt;br /&gt;
*Data Rio | [http://pcrj.maps.arcgis.com/apps/MapJournal/index.html?appid=4df92f92f1ef4d21aa77892acb358540 Sabren - Acari] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Territórios]]&lt;br /&gt;
[[Category:Acari]]&lt;br /&gt;
[[Category:Temática - Favelas e Periferias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Cidade_de_Deus_(Manaus)&amp;diff=16606</id>
		<title>Cidade de Deus (Manaus)</title>
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		<updated>2022-10-25T18:17:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Verbete criado pela equipe do &#039;&#039;&#039;Dicionário de Favelas Marielle Franco&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Cidade de Deus&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;é um bairro do município brasileiro de [[Localizado em::Manaus]], capital do estado do [[Estado::Amazonas]]. De acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua população era de [[População::70142]] habitantes em 2010. O bairro Cidade de Deus, na Zona Leste de Manaus, é a décima maior favela do Brasil, com [[Domicílios::10.559]] domicílios ocupados, segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=N1liSMBz-Vo}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História da Favela e dados sociográficos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunidade surgiu por volta de 1990, quando um grupo de famílias migrantes sem-terra invadiram a área da região. A princípio, nada foi feito para conter ou controlar a invasão, de forma que contribuiu para a chegada de novas famílias e o crescimento desordenado do local. Em 2010, de acordo com a Lei 1401 de 14 de janeiro de 2010 a invasão denominada &#039;&#039;Cidade de Deus&#039;&#039; foi homologada como um bairro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunidade desenvolveu-se muito ao longo dos seus anos. Atualmente, o bairro conta com 3 escolas municipais e 2 escolas estaduais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No bairro é localizado no&#039;&#039;&#039;Jardim Botânico de Manaus – Adolpho Ducke&#039;&#039;&#039;, nomeado em homenagem ao botânico [https://pt.wikipedia.org/wiki/Adolpho_Ducke Adolpho Ducke]. É considerado o maior fragmento de floresta preservada dentro de área urbana do Brasil, o jardim botânico possui 5 km² distribuídos em uma faixa de 500 metros de largura por 6 km de comprimento ao longo da borda sul e 4 km ao longo da borda oeste da Reserva Florestal Adolpho Ducke. No Jardim, também se encontra o Museu da Amazônia (MUSA), uma estrutura instalada na reserva em 2009 e ocupa 1% da área tota8l do local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Adolpho Ducke.jpg|thumb|center|550px|Adolpho Ducke.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O transporte coletivo do bairro é diverso, servido por micro-ônibus chamados de &amp;quot;Alternativo&amp;quot; e &amp;quot;Execultivo&amp;quot;, além das várias linhas de ônibus que ligam o bairro aos Terminais de Integração de Manaus:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Terminal de Integração 1 - Linhas: 444, 448, 560 &lt;br /&gt;
*Linhas do Centro= 444,448,560 e 676 &lt;br /&gt;
*Terminal de Integração 2 - Linhas: 679 &lt;br /&gt;
*Terminal de Integração 3 - Linhas: 052, 053 ,448, 048, 060 &lt;br /&gt;
*Terminal de Integração 4 - Linhas: 069, 063, 065, 067, 560 e 355 &lt;br /&gt;
*Terminal de Integração 5 - Linhas: 355 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Comentário do Blog Nossa Amazônia é Assim ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 22 anos, o bairro Cidade de Deus surgiu como mais uma invasão de terras ocupadas por migrantes vindos do interior e de outros Estados. Na época, segundo relatos de moradores, nada foi feito para impedir que as famílias de sem terra invadissem o local. Distante do centro de Manaus, o bairro fica próximo da Cidade Nova, na Zona Norte, e Jorge Teixeira, na Zona Leste da capital amazonense. Só em 1993 é que a região foi efetivada como bairro. Apesar de já constituído como bairro, o Cidade de Deus ainda se ressente da precariedade de infraestrutura eficaz em inúmeras de suas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Teste semântico ==&lt;br /&gt;
[[Ano::1990]]&lt;br /&gt;
[[País::Brasil]]&lt;br /&gt;
[[IDH::x]]&lt;br /&gt;
[[Escolas municipais::3]]&lt;br /&gt;
[[Escolas estaduais::2]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências Bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Wikipédia - [https://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade_de_Deus_(Manaus) Cidade de Deus (Manaus)] &lt;br /&gt;
*G1 - [http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2011/12/bairro-cidade-de-deus-em-manaus-e-10-maior-favela-do-brasil-diz-ibge.html Cidade de Deus em Manaus é a 10a maior favela do país] &lt;br /&gt;
*Nossa Amazônia é assim - [https://noamazonaseassim.com.br/historia-do-bairro-cidade-de-deus/ História da Cidade de Deus] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__SHOWFACTBOX__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Amazonas]] [[Category:Manaus]] [[Category:Temática - Favelas e Periferias]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Territórios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Cidade_de_Deus_(Manaus)&amp;diff=16605</id>
		<title>Cidade de Deus (Manaus)</title>
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		<updated>2022-10-25T18:16:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Verbete criado pela equipe do &#039;&#039;&#039;Dicionário de Favelas Marielle Franco&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Cidade de Deus&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;é um bairro do município brasileiro de [[Localizado em::Manaus]], capital do estado do [[Estado::Amazonas]]. De acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua população era de [[População::70142]] habitantes em 2010. O bairro Cidade de Deus, na Zona Leste de Manaus, é a décima maior favela do Brasil, com [[Domicílios::10.559]] domicílios ocupados, segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=N1liSMBz-Vo}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História da Favela e dados sociográficos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunidade surgiu por volta de 1990, quando um grupo de famílias migrantes sem-terra invadiram a área da região. A princípio, nada foi feito para conter ou controlar a invasão, de forma que contribuiu para a chegada de novas famílias e o crescimento desordenado do local. Em 2010, de acordo com a Lei 1401 de 14 de janeiro de 2010 a invasão denominada &#039;&#039;Cidade de Deus&#039;&#039; foi homologada como um bairro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunidade desenvolveu-se muito ao longo dos seus anos. Atualmente, o bairro conta com 3 escolas municipais e 2 escolas estaduais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No bairro é localizado no&#039;&#039;&#039;Jardim Botânico de Manaus – Adolpho Ducke&#039;&#039;&#039;, nomeado em homenagem ao botânico [https://pt.wikipedia.org/wiki/Adolpho_Ducke Adolpho Ducke]. É considerado o maior fragmento de floresta preservada dentro de área urbana do Brasil, o jardim botânico possui 5 km² distribuídos em uma faixa de 500 metros de largura por 6 km de comprimento ao longo da borda sul e 4 km ao longo da borda oeste da Reserva Florestal Adolpho Ducke. No Jardim, também se encontra o Museu da Amazônia (MUSA), uma estrutura instalada na reserva em 2009 e ocupa 1% da área tota8l do local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Adolpho Ducke.jpg|thumb|center|550px|Adolpho Ducke.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O transporte coletivo do bairro é diverso, servido por micro-ônibus chamados de &amp;quot;Alternativo&amp;quot; e &amp;quot;Execultivo&amp;quot;, além das várias linhas de ônibus que ligam o bairro aos Terminais de Integração de Manaus:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Terminal de Integração 1 - Linhas: 444, 448, 560 &lt;br /&gt;
*Linhas do Centro= 444,448,560 e 676 &lt;br /&gt;
*Terminal de Integração 2 - Linhas: 679 &lt;br /&gt;
*Terminal de Integração 3 - Linhas: 052, 053 ,448, 048, 060 &lt;br /&gt;
*Terminal de Integração 4 - Linhas: 069, 063, 065, 067, 560 e 355 &lt;br /&gt;
*Terminal de Integração 5 - Linhas: 355 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Comentário do Blog Nossa Amazônia é Assim ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 22 anos, o bairro Cidade de Deus surgiu como mais uma invasão de terras ocupadas por migrantes vindos do interior e de outros Estados. Na época, segundo relatos de moradores, nada foi feito para impedir que as famílias de sem terra invadissem o local. Distante do centro de Manaus, o bairro fica próximo da Cidade Nova, na Zona Norte, e Jorge Teixeira, na Zona Leste da capital amazonense. Só em 1993 é que a região foi efetivada como bairro. Apesar de já constituído como bairro, o Cidade de Deus ainda se ressente da precariedade de infraestrutura eficaz em inúmeras de suas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Teste semântico ==&lt;br /&gt;
[[Ano::1990]]&lt;br /&gt;
[[País::Brasil]]&lt;br /&gt;
[[IDH::x]]&lt;br /&gt;
[[Escolas municipais::3]]&lt;br /&gt;
[[Escolas estaduais::2]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências Bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Wikipédia - [https://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade_de_Deus_(Manaus) Cidade de Deus (Manaus)] &lt;br /&gt;
*G1 - [http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2011/12/bairro-cidade-de-deus-em-manaus-e-10-maior-favela-do-brasil-diz-ibge.html Cidade de Deus em Manaus é a 10a maior favela do país] &lt;br /&gt;
*Nossa Amazônia é assim - [https://noamazonaseassim.com.br/historia-do-bairro-cidade-de-deus/ História da Cidade de Deus] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__SHOWFACTS__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Amazonas]] [[Category:Manaus]] [[Category:Temática - Favelas e Periferias]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Territórios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Território&lt;br /&gt;
|title=t3df&lt;br /&gt;
|image=fdf&lt;br /&gt;
|imgdesc=dfd&lt;br /&gt;
|Ano=xse&lt;br /&gt;
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|Eixo de Análise=Estado e Mercado&lt;br /&gt;
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		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<title>Form:Território</title>
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		<updated>2022-10-25T18:05:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;noinclude&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esté é o formulário &amp;quot;Território&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para criar um verbete com este formulário, digite o nome do verbete abaixo;&lt;br /&gt;
se existir um verbete com esse nome, você será encaminhado para o formulário de edição desse verbete.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#forminput:form=Território}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/noinclude&amp;gt;&amp;lt;includeonly&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div id=&amp;quot;wikiPreview&amp;quot; style=&amp;quot;display: none; padding-bottom: 25px; margin-bottom: 25px; border-bottom: 1px solid #AAAAAA;&amp;quot;&amp;gt;Teste&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{{for template|Território}}}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;formtable&amp;quot;&lt;br /&gt;
! Título do verbete:&lt;br /&gt;
| {{{field|title}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Imagem/Fotografia:&lt;br /&gt;
| {{{field|image}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Legenda:&lt;br /&gt;
| {{{field|imgdesc}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Criação (ano):&lt;br /&gt;
| {{{field|Ano}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Município:&lt;br /&gt;
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! Estado:&lt;br /&gt;
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! País:&lt;br /&gt;
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! Localizado em:&lt;br /&gt;
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| {{{field|Eixo de Análise}}}&lt;br /&gt;
! Categoria Temática:&lt;br /&gt;
| {{{field|Categoria temática}}}&lt;br /&gt;
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{{{end template}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Texto do verbete:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=10}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Eixo de análise&#039;&#039;&#039; [[Eixo de análise::Associativismo e Memória]]&lt;br /&gt;
Formato: &amp;lt;pre&amp;gt;[[Eixo de análise::Associativismo e Memória]]&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=1}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Categoria temática&#039;&#039;&#039;[[Categoria temática::Favelas e Periferias]]&lt;br /&gt;
Formato: &amp;lt;pre&amp;gt;[[Categoria temática::Favelas e Periferias]]&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=1}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Categorias (palavras-chave)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Formato: &amp;lt;pre&amp;gt;[[Categoria:Territórios]]&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=2}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|summary}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|minor edit}}} {{{standard input|watch}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|save}}} {{{standard input|cancel}}}&lt;br /&gt;
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		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<title>Teste4</title>
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		<updated>2022-10-25T18:03:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: Criou página com &amp;#039;{{Território |title=t3df |image=fdf |imgdesc=dfd |Ano=xse |município=fd }} dfd&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Território&lt;br /&gt;
|title=t3df&lt;br /&gt;
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}}&lt;br /&gt;
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		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Form:Territ%C3%B3rio&amp;diff=16601</id>
		<title>Form:Território</title>
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		<updated>2022-10-25T18:02:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: Fornazin moveu Form:Territórios para Form:Território sem deixar um redirecionamento&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;noinclude&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esté é o formulário &amp;quot;Território&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para criar um verbete com este formulário, digite o nome do verbete abaixo;&lt;br /&gt;
se existir um verbete com esse nome, você será encaminhado para o formulário de edição desse verbete.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#forminput:form=Território}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/noinclude&amp;gt;&amp;lt;includeonly&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div id=&amp;quot;wikiPreview&amp;quot; style=&amp;quot;display: none; padding-bottom: 25px; margin-bottom: 25px; border-bottom: 1px solid #AAAAAA;&amp;quot;&amp;gt;Teste&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{{for template|Território}}}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;formtable&amp;quot;&lt;br /&gt;
! Título do verbete:&lt;br /&gt;
| {{{field|title}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Imagem/Fotografia:&lt;br /&gt;
| {{{field|image}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Legenda:&lt;br /&gt;
| {{{field|imgdesc}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Criação (ano):&lt;br /&gt;
| {{{field|Ano}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Município:&lt;br /&gt;
| {{{field|município}}}&lt;br /&gt;
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! País:&lt;br /&gt;
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! Localizado em:&lt;br /&gt;
| {{{field|Localizado em}}}&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{{{end template}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Texto do verbete:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=10}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Eixo de análise&#039;&#039;&#039; [[Eixo de análise::Associativismo e Memória]]&lt;br /&gt;
Formato: &amp;lt;pre&amp;gt;[[Eixo de análise::Associativismo e Memória]]&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=1}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Categoria temática&#039;&#039;&#039;[[Categoria temática::Favelas e Periferias]]&lt;br /&gt;
Formato: &amp;lt;pre&amp;gt;[[Categoria temática::Favelas e Periferias]]&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=1}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Categorias (palavras-chave)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Formato: &amp;lt;pre&amp;gt;[[Categoria:Territórios]]&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=2}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Form:Territ%C3%B3rio&amp;diff=16600</id>
		<title>Form:Território</title>
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		<updated>2022-10-25T18:01:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;noinclude&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esté é o formulário &amp;quot;Território&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para criar um verbete com este formulário, digite o nome do verbete abaixo;&lt;br /&gt;
se existir um verbete com esse nome, você será encaminhado para o formulário de edição desse verbete.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#forminput:form=Território}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/noinclude&amp;gt;&amp;lt;includeonly&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div id=&amp;quot;wikiPreview&amp;quot; style=&amp;quot;display: none; padding-bottom: 25px; margin-bottom: 25px; border-bottom: 1px solid #AAAAAA;&amp;quot;&amp;gt;Teste&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{{for template|Território}}}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;formtable&amp;quot;&lt;br /&gt;
! Título do verbete:&lt;br /&gt;
| {{{field|title}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Imagem/Fotografia:&lt;br /&gt;
| {{{field|image}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Legenda:&lt;br /&gt;
| {{{field|imgdesc}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Criação (ano):&lt;br /&gt;
| {{{field|Ano}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Município:&lt;br /&gt;
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! Estado:&lt;br /&gt;
| {{{field|estado}}}&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! País:&lt;br /&gt;
| {{{field|país}}}&lt;br /&gt;
! Localizado em:&lt;br /&gt;
| {{{field|Localizado em}}}&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{{{end template}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Texto do verbete:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=10}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Eixo de análise&#039;&#039;&#039; [[Eixo de análise::Associativismo e Memória]]&lt;br /&gt;
Formato: &amp;lt;pre&amp;gt;[[Eixo de análise::Associativismo e Memória]]&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=1}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Categoria temática&#039;&#039;&#039;[[Categoria temática::Favelas e Periferias]]&lt;br /&gt;
Formato: &amp;lt;pre&amp;gt;[[Categoria temática::Favelas e Periferias]]&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=1}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Categorias (palavras-chave)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Formato: &amp;lt;pre&amp;gt;[[Categoria:Territórios]]&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|free text|rows=2}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|summary}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|minor edit}}} {{{standard input|watch}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{{standard input|save}}} {{{standard input|cancel}}}&lt;br /&gt;
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		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Cidade_de_Deus&amp;diff=16599</id>
		<title>Cidade de Deus</title>
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		<updated>2022-10-25T17:40:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: Criou página com &amp;#039;{{Territórios |title=Cidade de Deus |image=teste |imgdesc=Verbete sobre a Cidade de Deus |Ano=1975 |População=Rio de Janeiro |estado=Rio de Janeiro |país=Brasil }} asas&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Territórios&lt;br /&gt;
|title=Cidade de Deus&lt;br /&gt;
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|Ano=1975&lt;br /&gt;
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}}&lt;br /&gt;
asas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Chacina_do_Fallet-Fogueteiro_-_08_de_fevereiro_de_2019&amp;diff=15420</id>
		<title>Chacina do Fallet-Fogueteiro - 08 de fevereiro de 2019</title>
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		<updated>2022-06-28T18:03:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Autor: [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Caiqueazael &#039;&#039;&#039;Caíque Azael&#039;&#039;&#039;]&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
No dia 08 de fevereiro de 2019, 13 jovens foram assassinados no Morro do Fallet-Fogueteiro, na região de Santa Teresa (Centro – Rio de Janeiro). As mortes foram operadas pelo BOPE e pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar do Rio de Janeiro, durante uma operação no morro. Pelo menos 10 dos 15 mortos foram assassinados dentro da casa de uma moradora da região, com marcas de perfuração por faca em regiões do corpo como pulmões e coração. A perícia na região indicou a execução de pessoas que já estavam rendidos. Os policiais envolvidos na operação foram ouvidos na Delegacia de Homicídios do Rio e suas armas foram retiradas e encaminhadas à perícia. Essa foi a operação policial com maior número de mortos desde 2005.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Segundo relatos das famílias das vítimas, a operação começou logo de manhã e as tropas vieram para matar. Os policiais xingaram muito as pessoas nas ruas e agiram de forma muito truculenta, agredindo os meninos mesmo após de rendidos. Alguns dos meninos correram para dentro de uma casa, que foi arrombada pelos policiais que os mataram lá dentro. Segundo as famílias, os meninos queriam se entregar, não morrer. A comunidade se mobilizou do lado de fora da casa pedindo que os policiais os prendesse, mas não os matasse ou torturasse. Os policiais jogaram bombas e gás de pimenta nos moradores e ameaçaram quem filmava tudo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;“Como eles dizem que houve tiroteio se meus sobrinhos xxxx e xxxx foram mortos com facadas na barriga? Tá aqui a certidão de óbito. Houve espancamento. Quebraram o pescoço de um dos meninos! Tá aqui o laudo do IML. Há um consenso entre nós de que houve tortura. Teve facada no coração, no pulmão!”, disse o tio, ainda jovem, de dois dos mortos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;“Os policiais pegaram os corpos rapidamente e botaram em cima das caminhonetes. Eles sentaram em cima dos corpos. Nem mesmo depois de mortos, os corpos foram respeitados. Os corpos foram levados para o hospital com policiais sentados em cima desses corpos”, esbravejou uma jovem, já chorando.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;“Isso não é novidade, senhor. Eles vem com essas chaves mistas, que abrem qualquer porta. Foi assim que entraram em outras várias casas da comunidade naquela manhã. Em duas delas, mataram mais dois irmãos em cada! Mataram o filho da XXXX e da XXXX”, deixou escapar uma das moradoras.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;“Foi isso, senhor. Sete foram mortos na casa. Depois, duas duplas de irmãos em duas casas diferentes. Teve ainda o Jefferson. Foram 12 mortos no Fallet. E ainda mais três, fomos saber depois, que foram mortos lá no Morro dos Prazeres (morro vizinho, onde havia uma operação do BOPE”, explicou um homem.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;A chacina é resultado, segundo pesquisadores, de uma política de segurança que dá maior autonomia as polícias e desarticula suas ações. O fim da Secretaria de Estado de Segurança Pública que foi implementado pelo governador Wilson Witzel (PSC) no começo do ano de 2019 produziu uma maior violência nas operações policiais no Estado.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;br/&amp;gt; Vídeo sobre a Chacina =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=fotVx7GNTg0&amp;amp;lc}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Linha do tempo de Chacinas registradas no Dicionário de Favelas ==&lt;br /&gt;
{{Chacinas}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Fontes: =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;The Intercept Brasil – [https://theintercept.com/2019/02/08/rio-massacre-bope-chacina-13-pessoas/ A guerra prometida no Rio já começou: era uma casa como a sua, virou o cenário de um massacre]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Jornalistas livres – [https://jornalistaslivres.org/fallet-fogueteiro-deram-facadas-no-coracao-de-um-no-pulmao-de-outro-foi-uma-chacina-a-facadas/ Fallet-Foguereiro: “Deram facadas no coração de um, no pulmão de outro. Foi uma chacina a facadas”]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Pragmatismo Político – [https://www.pragmatismopolitico.com.br/2019/04/falhas-investigacao-da-chacina-jovens-no-fallet.html As falhas na investigação da chacina de 15 jovens no Fallet]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Fallet-Fogueteiro]][[Category:Chacinas]][[Category:Segurança Pública]][[Category:Direitos Humanos]][[Category:Extermínio]][[Category:Temática - Violência]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<title>Chacina do Fallet-Fogueteiro - 08 de fevereiro de 2019</title>
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		<updated>2022-06-28T18:02:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Autor: [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Caiqueazael &#039;&#039;&#039;Caíque Azael&#039;&#039;&#039;]&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
No dia 08 de fevereiro de 2019, 13 jovens foram assassinados no Morro do Fallet-Fogueteiro, na região de Santa Teresa (Centro – Rio de Janeiro). As mortes foram operadas pelo BOPE e pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar do Rio de Janeiro, durante uma operação no morro. Pelo menos 10 dos 15 mortos foram assassinados dentro da casa de uma moradora da região, com marcas de perfuração por faca em regiões do corpo como pulmões e coração. A perícia na região indicou a execução de pessoas que já estavam rendidos. Os policiais envolvidos na operação foram ouvidos na Delegacia de Homicídios do Rio e suas armas foram retiradas e encaminhadas à perícia. Essa foi a operação policial com maior número de mortos desde 2005.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Segundo relatos das famílias das vítimas, a operação começou logo de manhã e as tropas vieram para matar. Os policiais xingaram muito as pessoas nas ruas e agiram de forma muito truculenta, agredindo os meninos mesmo após de rendidos. Alguns dos meninos correram para dentro de uma casa, que foi arrombada pelos policiais que os mataram lá dentro. Segundo as famílias, os meninos queriam se entregar, não morrer. A comunidade se mobilizou do lado de fora da casa pedindo que os policiais os prendesse, mas não os matasse ou torturasse. Os policiais jogaram bombas e gás de pimenta nos moradores e ameaçaram quem filmava tudo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;“Como eles dizem que houve tiroteio se meus sobrinhos xxxx e xxxx foram mortos com facadas na barriga? Tá aqui a certidão de óbito. Houve espancamento. Quebraram o pescoço de um dos meninos! Tá aqui o laudo do IML. Há um consenso entre nós de que houve tortura. Teve facada no coração, no pulmão!”, disse o tio, ainda jovem, de dois dos mortos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;“Os policiais pegaram os corpos rapidamente e botaram em cima das caminhonetes. Eles sentaram em cima dos corpos. Nem mesmo depois de mortos, os corpos foram respeitados. Os corpos foram levados para o hospital com policiais sentados em cima desses corpos”, esbravejou uma jovem, já chorando.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;“Isso não é novidade, senhor. Eles vem com essas chaves mistas, que abrem qualquer porta. Foi assim que entraram em outras várias casas da comunidade naquela manhã. Em duas delas, mataram mais dois irmãos em cada! Mataram o filho da XXXX e da XXXX”, deixou escapar uma das moradoras.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;“Foi isso, senhor. Sete foram mortos na casa. Depois, duas duplas de irmãos em duas casas diferentes. Teve ainda o Jefferson. Foram 12 mortos no Fallet. E ainda mais três, fomos saber depois, que foram mortos lá no Morro dos Prazeres (morro vizinho, onde havia uma operação do BOPE”, explicou um homem.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;A chacina é resultado, segundo pesquisadores, de uma política de segurança que dá maior autonomia as polícias e desarticula suas ações. O fim da Secretaria de Estado de Segurança Pública que foi implementado pelo governador Wilson Witzel (PSC) no começo do ano de 2019 produziu uma maior violência nas operações policiais no Estado.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;br/&amp;gt; Vídeo sobre a Chacina =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=fotVx7GNTg0&amp;amp;lc}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Chacinas}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Fontes: =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;The Intercept Brasil – [https://theintercept.com/2019/02/08/rio-massacre-bope-chacina-13-pessoas/ A guerra prometida no Rio já começou: era uma casa como a sua, virou o cenário de um massacre]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Jornalistas livres – [https://jornalistaslivres.org/fallet-fogueteiro-deram-facadas-no-coracao-de-um-no-pulmao-de-outro-foi-uma-chacina-a-facadas/ Fallet-Foguereiro: “Deram facadas no coração de um, no pulmão de outro. Foi uma chacina a facadas”]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Pragmatismo Político – [https://www.pragmatismopolitico.com.br/2019/04/falhas-investigacao-da-chacina-jovens-no-fallet.html As falhas na investigação da chacina de 15 jovens no Fallet]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Fallet-Fogueteiro]][[Category:Chacinas]][[Category:Segurança Pública]][[Category:Direitos Humanos]][[Category:Extermínio]][[Category:Temática - Violência]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Predefini%C3%A7%C3%A3o:Linha_do_tempo/Chacinas&amp;diff=15418</id>
		<title>Predefinição:Linha do tempo/Chacinas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Predefini%C3%A7%C3%A3o:Linha_do_tempo/Chacinas&amp;diff=15418"/>
		<updated>2022-06-28T17:59:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;itimeline&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- Essas linhas definem eventos que acontecem em um determinado momento --&amp;gt;&lt;br /&gt;
2021-06-06T13:00:00Z|[[File:Image2.jpg|64px|link=Chacina do Jacarezinho]] [[Chacina do Jacarezinho|Chacina do Jacarezinho]]&lt;br /&gt;
2019-02-08T13:00:00Z|[[File:Image4.jpg|64px|link=Chacina do Fallet-Fogueteiro - 08 de fevereiro de 2019]] [[Chacina do Fallet-Fogueteiro - 08 de fevereiro de 2019|Chacina do Fallet-Fogueteiro]]&lt;br /&gt;
2003-04-16T13:00:00Z|[[Chacina do Borel|Chacina do Borel]]&lt;br /&gt;
1998-10-10T13:00:00Z|[[Chacina do Maracanã - 10 de outubro de 1998|Chacina do Maracanã]]&lt;br /&gt;
1993-07-23T13:00:00Z|[[Chacina da Candelária|Chacina da Candelária]]&lt;br /&gt;
1990-07-26T13:00:00Z|[[Chacina de Acari|Chacina de Acari]]&lt;br /&gt;
1993-08-29T13:00:00Z|[[Chacina de Vigário Geral|Chacina de Vigário Geral]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;/itimeline&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Chacinas/Chacina_de_Acari&amp;diff=15417</id>
		<title>Chacinas/Chacina de Acari</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Chacinas/Chacina_de_Acari&amp;diff=15417"/>
		<updated>2022-06-28T17:52:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Origem: [https://pt.wikipedia.org/wiki/Chacina_de_Acari Wikipédia, a enciclopédia livre].&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Introdução =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Chacina de Acari ocorreu em 26 de julho de 1990, quando 11 jovens, sendo 7 menores, da favela do Acari no Rio de Janeiro, foram retirados de um sítio em Suruí, bairro de Magé, onde passavam o dia, por um grupo que se identificava como sendo policiais.&amp;amp;nbsp;A história das mães dos garotos desaparecidos que buscam justiça foi contada no livro &amp;quot;Mães de Acari&amp;quot;, do jornalista Carlos Nobre. O caso está na lista da Superinteressante (2015) de &amp;quot;5 crimes que chocaram o Brasil na década de 1990&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= História =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O crime&amp;amp;nbsp; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sequestradores queriam joias e dinheiro, e após supostamente negociarem a libertação por meio de pagamento, durante cerca de uma hora, segundo a única testemunha do caso, Dona Laudicena, já falecida, os sequestradores levaram as 11 vítimas a um local abandonado. Nem seus corpos, até hoje, foram encontrados.&amp;amp;nbsp;As mães dos desaparecidos começaram uma busca pelos filhos e por justiça, e ficaram conhecidas como Mães de Acari. Em 1993, Edméa da Silva Euzébio, uma das mães, foi assassinada quando buscava informações sobre o paradeiro do filho, Luiz Henrique da Silva Euzébio. O inquérito policial, sob o número 07/98, na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, foi encerrado por falta de provas em 2010, e ninguém foi indiciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Assassinato ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das mães, Edméa da Silva e Sheila da Conceição&amp;amp;nbsp;foi assassinada em 20 de julho de 1993, por ter conseguido novas provas sobre o caso.&amp;amp;nbsp;Segundo uma denúncia apresentada na justiça em 2014, o crime teria sido ordenado pelo coronel e ex-deputado reformado da PM e ex-deputado estadual Emir Campos Larangeira, também foram réus os Policiais Militares Eduardo José Rocha Creazola, o &amp;quot;Rambo&amp;quot;, Arlindo Maginário Filho, Adilson Saraiva Hora, o &amp;quot;Tula&amp;quot; e Irapuã Ferreira; o ex-PM Pedro Flávio Costa e o servidor municipal Luiz Cláudio de Souza, o &amp;quot;Mamãe&amp;quot; ou &amp;quot;Badi&amp;quot; e o agente penitenciário Washington Luiz Ferreira dos Santos, este último o processo foi desmembrado do principal e entrou na fase de produção de provas.[5] Segundo o Ministério Público, os acusados formavam um grupo conhecido como &amp;quot;Cavalos Corredores&amp;quot;, liderado pelo coronel Emir Larangeira, agindo com mais frequência na década de 90, época que o oficial comandou o 9º BPM (Rocha Miranda).&amp;amp;nbsp;Foi informado em março de 2019 que sete dos acusados vão a júri popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Filme =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A exibição do filme &amp;quot;[[Luto_como_mãe_(documentário)|Luto como mãe]]&amp;quot;, em 24 de julho de 2010, na quadra da Escola de Samba Favo de Acari, marcou os 20 anos da chacina e trouxe de São Paulo as Mães de Maio, cujos filhos sumiram em circunstâncias semelhantes. O promotor Rogério Scatamburlo, coordenador do Centro Integrado de Apurações Criminais (Ciac), disse que vai checar a existência do inquérito na Deac da 6ª DP e o depoimento da testemunha sobre o caso de Acari.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Os sequestrados =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Viviane Rocha, 13 anos &lt;br /&gt;
#Cristiane Souza Leite, 16 anos &lt;br /&gt;
#Wudson de Souza, 16 anos &lt;br /&gt;
#Wallace do Nascimento, 17 anos &lt;br /&gt;
#Antônio Carlos da Silva, 17 anos &lt;br /&gt;
#Luiz Henrique Euzébio, 17 anos &lt;br /&gt;
#Edson de Souza, 17 anos &lt;br /&gt;
#Rosana Lima de Souza, 18 anos &lt;br /&gt;
#Moisés dos Santos Cruz, 31 anos &lt;br /&gt;
#Luiz Carlos Vasconcelos de Deus (vulgo Lula), 37 anos &lt;br /&gt;
#Edio do Nascimento, 41 anos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Sobre a Chacina de Acari =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Autores: Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na noite de 26 de julho de 1990, onze jovens, a maioria moradores da favela de Acari ou de suas proximidades, foram levados à força por homens que se diziam policiais, do sítio em que se encontravam em Magé, região metropolitana do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os onze desaparecidos foram Rosana Souza Santos (17 anos); Cristiane Souza Leite (17); Luiz Henrique da Silva Euzébio (16); Hudson de Oliveira Silva (16); Edson Souza Costa (16); Antônio Carlos da Silva (17); Viviane Rocha da Silva (13); Wallace Oliveira do Nascimento (17); Hédio Oliveira do Nascimento (30); Moisés Santos Cruz (26); Luiz Carlos Vasconcelos de Deus (32). Em janeiro de 1993, Edméia da Silva Euzébio, mãe de Luiz Henrique da Silva Euzébio, foi assassinada enquanto saía de um presídio, onde fazia investigações por conta própria em busca informações que levassem a solucionar o caso. A Anistia Internacional relatou em 1994 que os sequestradores haviam sido identificados pelo setor de inteligência da Polícia Militar como sendo policiais militares do 9º Batalhão da Polícia Militar em Rocha Miranda e como detetives do Departamento de Roubo de Carga, da 39ª Delegacia de Pavuna. A investigação indicava que os policiais militares envolvidos vinham extorquindo algumas das vítimas antes do sequestro. Segundo denúncias feitas na época do caso, alguns desses policiais seriam integrantes de um grupo de extermínio denominado “Cavalos Corredores”. De acordo com informações recebidas pela Anistia Internacional, as buscas feitas pelas autoridades em possíveis locais de enterro foram negligentes e destrutivas, possivelmente resultando em danos permanentes aos locais. O caso foi objeto de petição junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, para que seja apreciado pela Corte Interamericana da Organização dos Estados Americanos (OEA). A “Chacina de Acari” ficou marcada como o primeiro grande crime envolvendo várias vítimas de uma só vez, cometido por policiais, em serviço ou não, contra moradores de favelas e periferias pobres, após o restabelecimento do regime democrático. As “Mães de Acari” se tornaram símbolo de uma longa e difícil luta por justiça, iniciando um caminho trilhado por muitas mães, pais, irmãos e amigos de vítimas do Estado que se seguiram. Apesar dos esforços de mães e autoridades, os onze jovens ou seus corpos jamais foram encontrados. Numerosos indícios e informações apontam a participação de policiais militares e civis na chacina. Mas sem os corpos nunca houve processo judicial; o inquérito não foi concluído e ninguém foi denunciado pela justiça. Em 2010, transcorridos vinte anos do ocorrido, o caso prescreveu e foi arquivado. Atualmente, quase trinta anos depois, o sequestro continua envolto em total impunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Lista de Chacinas Registradas no Dicionário de Favelas ==&lt;br /&gt;
{{Chacinas}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Segurança Pública]][[Category:Chacinas]][[Category:Extermínio]][[Category:Direitos Humanos]][[Category:Temática - Violência]][[Category:Acari]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
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		<title>Predefinição:Linha do tempo/Chacinas</title>
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		<updated>2022-06-28T17:50:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: Criou página com &amp;#039;&amp;lt;itimeline&amp;gt; &amp;lt;!-- Essas linhas definem eventos que acontecem em um determinado momento --&amp;gt; 2021-06-06T13:00:00Z|link=Chacina do Jacarezinho Chacina d...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;itimeline&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- Essas linhas definem eventos que acontecem em um determinado momento --&amp;gt;&lt;br /&gt;
2021-06-06T13:00:00Z|[[File:Image2.jpg|64px|link=Chacina do Jacarezinho]] [[Chacina do Jacarezinho|Chacina do Jacarezinho]]&lt;br /&gt;
2019-02-08T13:00:00Z|[[File:Image4.jpg|64px|link=Chacina do Fallet-Fogueteiro - 08 de fevereiro de 2019]] [[Chacina do Fallet-Fogueteiro - 08 de fevereiro de 2019|Chacina do Fallet-Fogueteiro]]&lt;br /&gt;
2003-04-16T13:00:00Z|[[Chacina do Borel|Chacina do Borel]]&lt;br /&gt;
1998-10-10T13:00:00Z|[[Chacina do Maracanã - 10 de outubro de 1998|Chacina do Maracanã]]&lt;br /&gt;
1993-07-23T13:00:00Z|[[Chacina da Candelária|Chacina da Candelária]]&lt;br /&gt;
1990-07-26T13:00:00Z|[[Chacina de Acari|Chacina de Acari]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;/itimeline&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Marielle_Franco&amp;diff=14811</id>
		<title>Marielle Franco</title>
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		<updated>2022-03-29T18:18:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Publish}}&lt;br /&gt;
 Autoria: Mandata Marielle Franco | Por &amp;lt;bdi&amp;gt;[[Usuário:Iara Amora&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1|Iara Amora]]&amp;lt;/bdi&amp;gt; e [[Usuário:Marivedder&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1|Mariana Gomes]]&lt;br /&gt;
[[File:Marielle Franco.jpeg|semmoldura|left|img-fluid|border|Marielle Franco]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Marielle Francisco da Silva&#039;&#039;&#039;, Marielle Franco,&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;vereadora&#039;&#039;&#039; da cidade do Rio de Janeiro, mundialmente conhecida após ter sido assassinada, junto com seu motorista Anderson Gomes, em 14 de Março de 2018. Mais de um ano após esse crime brutal, a sociedade, sua família e suas eleitoras e eleitores ainda continuam sem saber quem mandou matá-la e porquê. &amp;amp;nbsp;Entre as poucas certezas, sabemos que foi um crime político. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Eleita com 46.502 votos&#039;&#039;&#039; em 2016, aos 37 anos, foi a quinta parlamentar mais votada da cidade e a segunda mulher com mais votos, mas não pode concluir o seu mandato de quatro anos. A incidência política de Marielle não começou na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, nem se encerrou após sua morte.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Mari, como era conhecida entre suas amigas, amigos&amp;amp;nbsp;e colegas de trabalho,&amp;amp;nbsp;apresentava-se recorrentemente como &#039;&#039;&#039;mulher, negra, mãe, socióloga e cria da Maré&#039;&#039;&#039;! Agora, Marielle Franco passa a ser também símbolo das lutas de todas as mulheres que desejam um mundo livre de opressões. Não à toa, a frase “&#039;&#039;&#039;Marielle é semente&#039;&#039;&#039;” tomou conta do mundo.&amp;lt;/p&amp;gt;{{Clear}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cria da Maré ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Cria, gíria que, nas favelas do Rio de Janeiro, se refere a quem nasceu e cresceu - foi criado - em determinado território. Maré nome popular do &#039;&#039;&#039;[[Complexo_da_Maré|Conjunto de Favelas da Maré]]&#039;&#039;&#039;, localizado na zona norte do Rio de Janeiro. A Maré abriga 16 favelas (Baixa do Sapateiro, Morro do Timbau, Parque Maré, Nova Maré, Nova Holanda, Rubens Vaz, Parque União, Conjunto Esperança, Conjunto Pinheiros, Vila do Pinheiro, Vila do João, &#039;Salsa e Merengue&#039;, Marcílio Dias, Roquete Pinto, Praia de Ramos, [[Bento Ribeiro Dantas]] e Mandacaru) e 129 mil moradores segundo o Censo Maré 2010. Ao se apresentar como Cria da Maré, Marielle reivindicava a sua identidade de favelada e a importância deste lugar em sua trajetória e também formação.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Como grande partes das favelas Cariocas, a Maré é composta por uma maioria negra, nordestina, ou descendente de nordestinos. A família de Marielle não é diferente.&amp;amp;nbsp;Marinete da Silva e Antônio Francisco da Silva Neto (Seu Toinho), seus pais, são descendentes de paraibanos. Seu avô paterno&amp;amp;nbsp;foi um dos primeiros moradores da Maré, ainda na época em que a maioria das casas eram palafitas. Parte de sua “tendinha” encontra-se exposto no Museu da Maré. A primeira filha do casal, Marielle Francisco da Silva, nasceu em 27 de julho de 1979. A menina comunicativa e serelepe cresceu na &amp;amp;nbsp;Maré, morando em diferentes localidades ao longo da vida, Conjunto Esperança, Timbau, Baixa do Sapateiro e Conjunto Manoel Nóbrega. Ainda criança, Marielle ganha uma irmã, Anielle, por quem muitas vezes enfrentou garotos encrenqueiros e a quem já&amp;amp;nbsp;ensinava a não baixar a cabeça para ninguém. &amp;amp;nbsp;Marielle ressaltava que foi uma adolescente favelada, que estudou em escolas públicas, frequentou o grupo jovem da Igreja Católica, brincava na rua e fugia para ir ao [[Baile_Funk|&#039;&#039;&#039;baile funk&#039;&#039;&#039;]].&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mãe ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Como a mesma repetia, em um primeiro momento, Marielle&amp;amp;nbsp;não fugiu das estatísticas. Aos 19 anos tornou-se mãe de sua única&amp;amp;nbsp;filha, Luyara Santos. “Ser mãe na favela não é fácil”, contava Marielle, sempre narrando histórias de quando Luyara era bebê. Empurrar o carrinho pelos becos e vielas esburacados, sem saneamento básico e, principalmente, debaixo de muito tiro, eram alguns dos maiores desafios da Marielle-mãe. Luyara nasceu em uma maternidade pública, estudava em creche pública&amp;amp;nbsp;e viveu seus primeiros anos de vida na Maré. Aos poucos, com muito trabalho e algumas oportunidades, Marielle foi reescrevendo essa história, acessando novos caminhos e proporcionando à sua filha uma vida menos atribulada. Quando Luyara tinha por volta de 8 anos, Marielle conseguiu se formar em Ciências Sociais, passou a trabalhar diretamente com Direitos Humanos, algo que já era parte de sua vida através da militância. Assim, conseguiu pagar os estudos da filha, que se formou no Ensino Médio e, atualmente, estuda na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Muitas pessoas acreditavam que Luyara era irmã de Marielle, devido à semelhança e à relação de amizade das duas. Faziam muitas atividades juntas, mas uma das que mais gostavam eram os ensaios do Bloco Apafunk, em que Luyara tocava caixa, cantava e estava aprendendo a reger; e Marielle tocava tamborim e agogô. Mesmo com pouco tempo e uma vida muito corrida, ela não deixava de ir aos encontros semanais, ressaltando sempre que era o lugar de se divertir com a filha.&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Socióloga ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Em 2000, &amp;amp;nbsp;ainda com a filha pequena, Marielle consegue retomar os estudos e o plano &amp;amp;nbsp;de ingressar em uma faculdade. A jovem, então, retorna ao &amp;amp;nbsp;pré-vestibular comunitário no &#039;&#039;&#039;[[O Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré|Centro de Ações Solidárias da Maré (CEASM)]]&#039;&#039;&#039;, o qual já tinha frequentado a primeira turma e saído por conta da maternidade. Foi neste pré-vestibular que Marielle depositou suas esperanças em conquistar uma vaga na universidade e após 2 anos ingressou na universidade. Foi também no CEASM que a jovem conseguiu um de seus primeiros empregos, na secretaria da ONG.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A partir de então, Marielle começa a ocupar espaços pouco acessíveis para a maioria das/os moradores de favelas e periferias da cidade. Em 2002, ingressou na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), onde cursou Ciências Sociais com uma bolsa integral obtida pelo Programa Universidade para Todos (Prouni). Enfrentou a dupla e tripla jornada de trabalho como grande parte das mulheres, não foi fácil conciliar os estudos com o trabalho e a maternidade. As dificuldades eram enormes, para além das questões financeiras, bem comuns ao cotidiano das classes mais baixas, sobretudo a juventude negra e periférica. Havia também a distância entre sua casa e a universidade, a precariedade e o alto preço do transporte público, a falta de políticas públicas para as mulheres mães, além do racismo cotidiano.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Alguns anos após se formar na graduação, Marielle queria continuar os estudos e fazer mestrado. Incentivada à época por seu companheiro, Eduardo Alves, pela família e amigas, decidiu ingressar no programa de mestrado em Administração Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF). Em 2014, tornou-se mestra defendendo a dissertação intitulada &amp;quot;&#039;&#039;&#039;[[UPP – a redução da favela a três letras|UPP - A redução da favela a três letras]]&#039;&#039;&#039;: uma análise da política de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro&amp;quot;. Após o assassinato de Marielle, sua família e amigas decidiram transformar sua dissertação em um livro de mesmo título.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A dissertação de mestrado de Marielle é fruto de uma intensa pesquisa, mas também de muita militância e experiência pessoal. O tema não foi escolhido por acaso, era resultado de sua personalidade: não se permitia viver em zona de conforto, queria se provocar o tempo todo, sem se acomodar em caminhos fáceis. Uma brilhante análise sobre a política de segurança pública implementada no estado do Rio de Janeiro entre 2008 e 2013, as Unidades de Polícia Pacificadora, alvo de tantas críticas por parte dos movimentos sociais, e ao mesmo tempo defendida com afinco por algumas parcelas da sociedade civil e representantes do Estado brasileiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para Marielle Franco, o objetivo da dissertação foi demonstrar que “enquanto política de segurança pública adotada no estado do Rio de Janeiro, [as UPPs] reforçam o modelo de Estado Penal”, além de tentar “identificar se as UPPs representam uma alteração nas políticas de segurança ou se estas se confirmam como maquiagem dessas políticas”. A análise de Marielle Franco compreende os anos entre 2008 e 2013, com foco na perspectiva das favelas, em especial a Favela da Maré, onde o Estado Penal, influenciado pelo acirramento do neoliberalismo, ainda segundo a autora, usa o discurso da ‘insegurança social’ e “aplica uma política voltada para repressão e controle dos pobres”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Ainda segundo Marielle, “o cerco militarista nas favelas e o processo crescente de encarceramento, no seu sentido mais amplo” eram representativos do contexto de implementação das UPPs. Elas, portanto, se apresentam como uma política que fortalece o Estado Penal para “conter os insatisfeitos ou ‘excluídos’ do processo, formados por uma quantidade significativa de pobres, cada vez mais colocados nos guetos das cidades e nas prisões”.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Enquanto pesquisava e escrevia este trabalho, Marielle Franco seguia atuando como militante defensora de Direitos Humanos. Luta a qual foi se reconhecendo a partir de sua vivência pessoal de mulher, negra e favelada. Em 2005, sua amiga Jaqueline da época do pré-vestibular, &amp;amp;nbsp;estudante de economia na UERJ, foi assassinada durante um tiroteio na favela. O crime aconteceu na mesma localidade onde também já havia sido morto, o menino Matheus, de apenas 7 anos, que havia saído para comprar pão. Este momento doloroso a aproximou ainda mais do debate sobre o direito à vida na favela e da segurança pública, mais tarde aprofundado em sua trajetória de militância e acadêmica, em especial no mestrado, e da construção da campanha contra o caveirão, no mesmo ano.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Marielle tinha a consciência da importância da ocupação de cada um dos espaços até onde chegou em sua trajetória, ela costumava dizer que ocupar a política é fundamental para reduzir as desigualdades que nos cercam e foi o que ela fez de diferentes formas em toda a sua trajetória.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Em 2006, participou da campanha que elegeu Marcelo Freixo à deputado estadual do Rio de Janeiro. Desde o primeiro mandato de Freixo, Marielle atuou como assessora parlamentar. Entre as ações desenvolvidas por ela, estava a constante articulação com diversos movimentos sociais, desde o movimento feminista, aos movimentos de favelas e de cultura. Um exemplo foi sua atuação durante o processo de aprovação da Lei 5543/2009, conhecida como Lei Funk é Cultura, que define o funk como movimento cultural e musical de caráter popular. Atuou também &amp;amp;nbsp;como coordenadora da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (CDDHC/Alerj), presidida por Marcelo Freixo. Marielle se tornou referência no atendimento às violações aos direitos humanos no Rio de Janeiro e seu telefone um dos mais acionados nestas situações. O que não deixou de acontecer quando se tornou vereadora.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Na CDDHC/Alerj, Marielle passou a deixar sua marca e imprimir uma nova estratégia diante dos desafios colocados para a esquerda do Rio de Janeiro. Seu olhar para a favela era nítido e uma característica evidente de sua atuação, mas ela não aceitava ficar nesta “zona de conforto”. Foi então que ela passou a dar uma atenção especial não somente às vítimas de violações de Direitos Humanos, mas também às mães e familiares de vítimas de violência do Estado e, posteriormente, aos policiais e agentes de segurança pública vítimas de violações.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mulher ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Em sua vida de jovem favelada, como a mesma gostava de reivindicar, Marielle já questionava a limitação de acesso das mulheres aos espaços, quando por exemplo, pegou a bola de garotos que não queriam deixar sua irmã Anielle jogar porque era mulher. Tinha consciência de que podemos ocupar os lugares que quisermos, de “garota furacão” ao “corredor dos bailes, exemplos que citava a partir de sua própria vivência.&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;No entanto, é a partir da maternidade, que sua consciência sobre o que é ser mulher em nossa&amp;amp;nbsp;sociedade aumenta, seja pela vivência da negação ao direito da licença maternidade, uma vez que a mesma retorna ao trabalho como recreadora de uma creche infantil da prefeitura do Rio de Janeiro, quando sua filha ainda tinha apenas três meses de vida; a sobrecarga materna, por ser praticamente a única responsável pelos cuidados com sua filha e casa; e, posteriormente, a vivência da criação da filha sem a presença do pai.&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A vivência de sua sexualidade, também a levou &amp;amp;nbsp;a questionar os padrões heteronormativos impostos às mulheres, ao se apaixonar por Mônica Benício, mulher com quem se relacionou durante vários momentos da vida. Mônica e Marielle&amp;amp;nbsp;se conheceram ainda na juventude, na Maré, e enfrentaram diversas &amp;amp;nbsp;barreiras e &amp;amp;nbsp;muitas mudanças em suas vidas, até vivenciarem seu relacionamento publicamente. Momento que coincidiu com o processo eleitoral e que posteriormente refletiu em sua atuação parlamentar, com grande atuação na pauta LGBT.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Em sua &amp;amp;nbsp;trajetória de militância, Marielle também se aproximou de diferentes formas e momentos dos movimentos feministas. Participando de atividades em instituições como CRIOLA e Casa da Mulher Trabalhadora (CAMTRA), de articulações como o Fórum Estadual de Enfrentamento à violência contra as Mulheres (FEM) e da Organização Mulheres de Atitude de Manguinhos. Como assessora parlamentar, Marielle atuava como articuladora entre o movimento feminista e o mandatos, ajudando a garantir a participação das mulheres nos debates sobre projetos de lei que envolviam os &amp;amp;nbsp;direitos das mulheres ou os ameaçavam.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Já em sua atuação como vereadora, Marielle ressaltava a importância da articulação dos diversos movimentos feministas, como constantemente afirmava “das feministas históricas às feministas das hashtags”, o que não se limitou a mera retórica. Durante seu mandato, todas as ações parlamentares referentes aos direitos das mulheres foram realizadas em articulação e/ou consulta aos mais diversos movimentos feministas, de mulheres lésbicas, negras, jovens, instituições e militantes históricas com atuação nas pautas do enfrentamento à violência contra as mulheres, saúde sexual e saúde reprodutiva, entre outros.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Algumas das construções mais emblemáticas foram&amp;amp;nbsp;a construção do Projeto de Lei pela garantia do atendimento aos casos de aborto legal na cidade do Rio de Janeiro, construído em articulação e consultas&amp;amp;nbsp;com diversas organizações e referências do movimento feminista e de saúde do Rio de Janeiro, apresentado no primeiro dia de sua legislatura; e do Projeto de Lei que tornava o Dia da Visibilidade Lésbica (29 de agosto) uma data oficial do calendário municipal. Mesmo não aprovado, as articulações em torno do PL impulsionaram a construção da Frente Lésbica do Rio de Janeiro. Reprovado por apenas dois votos de diferença, foi o projeto com temática LGBT que chegou mais perto de ser aprovado na Câmara municipal do Rio de Janeiro.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Negra ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Marielle afirmava que antes de se reconhecer como mulher negra, ela tinha já tinha a identidade de favelada. É assim que ela chega a PUC, e como toda uma geração de juventude negra que acessou à universidade nas últimas décadas, nesse espaço que se aprofunda o reconhecimento e auto-afirmação de sua negritude e identidade de mulher negra. Sendo determinantes nesse processo, os debates sobre a invisibilidade das trajetórias negras. A mesma afirmava o quanto tinha sido importante para ela descobrir que Lélia Gonzalez havia sido diretora do Departamento de Sociologia e Política da PUC-Rio, no qual ela estudava.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse lugar da referência de mulheres negras passa a ser uma constante em sua trajetória, estando várias delas entre suas preferências de leitura. Angela Davis, a qual ela tinha tanta vontade de conhecer e Conceição Evaristo, a quem teve a oportunidade de homenagear com a Medalha Pedro Ernesto, a maior honraria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, eram algumas de suas escritoras favoritas. Com a execução política de Marielle, ela que passa a ser referência para as suas referências e para gerações de mulheres negras, mais velhas e mais jovens que ela.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Antes, Marielle já inspirava muitas mulheres negras, em especial as jovens, que desde sua campanha não perdiam a oportunidade de abordar Marielle nas ruas, em atos, manifestações ou mesmo no dia a dia, para pedir fotos e falar o quanto se sentiam representadas por ela. Não foram poucas as que, ao serem atendidas por Marielle na Comissão de Defesa da Mulher da Câmara Municipal, tinham um olhar de identificação.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse processo de auto-afirmação de sua identidade negra passa a ser também visualmente identificado em seu corpo, através de seu cabelo (em que ela parou de aplicar químicas conhecidas como “relaxamento” em 2015), roupas e turbantes. A referência à ancestralidade e a representatividade também se torna central e ficam cada vez mais presentes em seu discurso e prática. Marielle reiterava constantemente que não se poderia esperar mais 10 anos para a eleição de outra mulher negra na Câmara do Rio de Janeiro com pautas progressistas, fazendo referência ao período entre as eleições de Benedita da Silva (1982), Jurema Batista (1992) e sua própria eleição (2016).&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Vereadora ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A decisão de se candidatar a vereadora nas eleições de 2016 refletia o acúmulo político da trajetória pessoal e de militância de Marielle. Sua campanha foi realizada de forma reconhecidamente ousada e coletiva. Mulher na rua, na luta e na raça, #MulheRaça, foi o slogan de sua pré-campanha. Já durante a campanha, através do lema “Eu sou porque nós somos”, inspirado no provérbio africano “Ubuntu” anunciava sua candidatura como uma construção coletiva e suas posições como defensora de direitos humanos, feminista, favelada e negra. Já colocava em prática sua preocupação com a participação das mulheres nos espaços de decisão, viabilizando espaços infantis/recreativos em todas as atividades de campanha e posteriormente, de seu mandato. Esta experiência foi transformada em um panfleto orientador sobre espaços infantis para outros mandatos, partidos e coletivos. O material foi lançado durante o evento Mulheres na Política, realizado em 30 de novembro de 2017 pelo mandato, marcando a imensa importância das vozes das mães para a construção das políticas implementadas por Marielle Franco.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Como resultado dessa potente campanha, Marielle foi eleita eleita com 46.502 votos, a quinta parlamentar mais votada da cidade do Rio de Janeiro e a segunda mulher com mais votos. Gostava de sempre salientar que, de todas as urnas computadas na cidade do Rio de Janeiro, em 100% delas foram computados votos no 50777, seu número durante a campanha eleitoral de 2016.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Marielle chegou na &amp;amp;nbsp;Câmara com o “pé na porta” expressão recorrentemente usada por ela. Já no primeiro dia de legislatura, apresentou projetos de lei, realizou pronunciamentos marcantes e usou massivamente as redes sociais para divulgar seu trabalho coletivo e convocar a população à participação política. Entendendo a importância da internet como principal forma de comunicação nos dias de hoje, o mandato organizou dois encontros com ativistas transmitidos online através das redes sociais. O primeiro deles foi sobre feminismo nas ruas e nas redes, abordando toda a diversidade das mulheres feministas; o segundo foi sobre maternidade, mais uma vez demonstrando a importância do tema para a trajetória e atuação de Marielle.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Em um ano e três meses de uma “mandata”, que deveria ter durado pelo menos quatro, concretizou uma política feminista, em defesa da população negra, LGBT e de favelas. Apresentou 16 projetos de lei, presidiu a Comissão de Defesa da Mulher e foi nomeada relatora &amp;amp;nbsp;da Comissão Especial de acompanhamento da Intervenção Federal. Para isso, não chegou à Câmara sozinha, constituiu uma equipe majoritariamente feminina (mais de 80% eram mulheres), negra, com moradoras/es de favela, LGBTs e mães. Nomeou Lana de Holanda, mulher trans, primeira assessora na história da Câmara do Rio de Janeiro a conseguir o direito ao nome social em seu crachá funcional. Corpos que assim como o seu não eram reconhecidos como habituais naquele espaço e que ainda abriram as portas para outros. Jovens mulheres negras entraram pela primeira vez na Câmara para participar do “rolezinho” pelo palácio repleto de imagens coloniais; &amp;amp;nbsp;povos de religiões de matriz africana ocuparam o plenário para assistir o debate público “Awre aos nossos ancestrais - Reexistir na Fé!”; mulheres negras constituíram integralmente a mesa da entrega da Medalha Pedro Ernesto à Conceição Evaristo, numa noite emocionante com plenário e galerias cheias.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Mas não era só a Câmara municipal que Marielle e sua mandata ocuparam. Também estiveram nas ruas, por vários territórios da cidade. Realizaram o Seminário Direito à Favela, que aconteceu no Museu da Maré; o OcupaDH no Salgueiro, junto com a Comissão de Direitos Humanos na Alerj e a Associação de Moradores; visitou maternidades públicas do Rio de Janeiro; distribuiu pelos blocos de carnaval espalhados por todas as regiões da cidade mais de 200 mil leques da campanha “Não é Não! #carnavalsemassédio”, pela Comissão da Mulher.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Não ocupar a política sozinha era um compromisso político de Marielle Franco. Mulheres na política, evento realizado em novembro de 2017, foi o maior de seu mandato reunindo mais de 600 pessoas no auditório da ABI. O evento foi construído em articulação com mulheres que pretendiam se candidatar nas eleições seguintes.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Já no primeiro ano de mandato aprovou o projeto de lei que previa a criação de Casas de Partos no município. Na data em que completaram-se cinco meses de seu assassinato, fruto da incidência da bancada do PSOL, das e dos &amp;amp;nbsp;integrantes de sua “mandata” foram aprovados mais cinco dos projetos apresentados por Marielle. Assim, tornaram-se leis na cidade do Rio de Janeiro: o &amp;amp;nbsp;Programa de Espaço Infantil Noturno (Espaço Coruja), a criação da campanha de enfrentamento ao assédio e violência sexual nos transportes (Assédio não é passageiro), o Dia Municipal de Luta contra o encarceramento da Juventude Negra (20 de junho, marcando a data da prisão de Rafael Braga, jovem negro preso durante as manifestações de 2013), o Dia de Tereza de Benguela e da Mulher Negra (25 de julho), o Programa de Efetivação de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto e a criação do Dossiê Mulher Carioca (que pretende reunir anualmente números sobre as mulheres atendidas por políticas públicas no município).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A frente da presidência da Comissão da Mulher, Marielle inovou ao trazer sua experiência anterior e torná-la também um espaço de atendimento às mulheres e não só um espaço burocrático. Neste período a comissão da mulher atuou no acolhimento, orientação e acompanhamento de 45 casos relacionados aos direitos das mulheres, desde casos de assédio na rua, assédio no ambiente de trabalho, agressão física, violência sexual e até feminicídios.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Grande parte desta experiência está registrada no relatório da Comissão da Mulher, que já estava sendo produzido com os dados de trabalho do primeiro ano de trabalho. Após a noite de 14 de Março, o material foi finalizado pela equipe da Mandata Marielle Franco, revisado e ampliado para incorporar tudo que foi construído até o dia 14 de Março de 2018.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A curta e intensa experiência da Mandata Marielle Franco&amp;amp;nbsp;repercutiu o feminismo que acreditamos, construído de gerações em gerações, traçando a política no coletivo, sem suprimir nossa diversidade. “Diversas mas não dispersas’! Não podemos deixar de apontar, no entanto, que seu término violento reflete a ausência de uma democracia plena em nosso país, negada a milhares de pessoas, que se sentiam representadas por Marielle Franco.&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Semente ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Marielle Franco teve sua vida interrompida na noite de 14 de março de 2018, quando voltava para sua casa com seu motorista, Anderson Gomes, e sua amiga e assessora, Fernanda Chaves, única sobrevivente do atentado. Naquele dia, Marielle e outras mulheres negras realizaram a que seria a última atividade de Marielle “Jovens negras movendo as estruturas”, esta foi a última roda de conversa em que mulheres e toda a cidade puderam dialogar com Marielle. Na mesma noite, ainda atônitos com a notícia que parecia não fazer sentido, alguns militantes do PSOL, amigas e amigos próximos e assessoras de Marielle se reuniram para se abraçar. Enquanto isso, alguns eventos nas redes chamavam para uma mobilização na Cinelândia, em frente à Câmara Municipal, local que nitidamente nunca mais foi o mesmo após a passagem de Marielle.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;E foi o que aconteceu. Logo pela manhã, enquanto acontecia o velório na parte interna da Câmara Municipal, a praça já estava tomada de pessoas, em sua maioria mulheres, exigindo respostas sobre o crime. Outras cidades brasileiras também realizaram protestos e vigílias em memória de Marielle. Ao longo do dia, as ruas do centro da cidade, entre a Cinelândia e a Praça XV, estavam tomadas. Era possível perceber uma grande maioria de mulheres, em especial jovens e negras, chorando e se abraçando pela perda de uma representante que há muito a esquerda sonhava eleger. Durante todo o dia, o noticiário brasileiro e internacional repercutiu as poucas informações que existiam sobre o crime. Artistas, intelectuais e políticos manifestaram indignação e tristeza pelas redes sociais.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;No dia 18 de março, outra emocionante manifestação marcou os quatro dias do assassinato de Marielle no local que tanto fez parte de sua vida. Cerca de cinco mil pessoas se reuniram na Maré em uma marcha que ecoava “Marielle e Anderson Presentes”. Sete dias depois, outra manifestação tomou as ruas do centro, da Candelária à Cinelândia, terminando com um enorme ato inter religioso. No dia em que se completou um mês do crime, milhares de pessoas refizeram seu último trajeto e de Anderson, caminhando da Lapa ao Estácio.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Desde o dia 14 de março, mensalmente há mobilizações pelo Brasil e pelo mundo em memória de Marielle Franco. Uma das mais marcantes aconteceu quando políticos de extrema-direita, do partido do presidente Jair Bolsonaro, quebraram uma placa de sinalização com o nome Rua Marielle Franco. Uma mobilização realizada na internet arrecadou dinheiro para confecção de milhares de novas placas para que as pessoas pudessem guardar de lembrança e multiplicar a placa quebrada. Foram mais de 1700 placas distribuídas no dia, outras placas foram confeccionadas depois.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Marielle hoje é uma símbolo da luta internacional feminista e negra. Foi a principal homenageada de 8 de Março (Dia Internacional de Luta das Mulheres) de 2019. O dia 14 de Março agora também faz parte do calendário de lutas dos movimentos feministas, LGBTs, negros e outros. Após mais de um ano de seu assassinato, seu rosto, nome e frases continuam estampados em grafites, cartazes, placas e intervenções urbanas espalhados pelo mundo. Nomeia coletivos feministas, negros, LGBTs, universitários, pré-vestibulares, assentamentos e ocupações por moradia, e a Tribuna da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Esta última, local onde por tantas vezes Marielle subiu para denunciar violações aos direitos humanos das mulheres, LGBTs, do povo negro e de favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A frase que diz que Marielle virou semente se mostrou muito forte também durante o período eleitoral de 2018. Houve um considerável aumento de candidaturas de mulheres negras, refletindo também na eleição de algumas parlamentares negras, sobretudo nos partidos de esquerda. Em especial, três mulheres negras que compunham o mandato de Marielle Franco se candidataram e foram eleitas deputadas estaduais no Rio de Janeiro: Dani Monteiro, Mônica Francisco e Renata Souza.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Hoje, sua família e companheira são incansáveis na tarefa de representá-la mundo afora. As e os integrantes de sua mandata, suas amigas e amigos, companheiras e companheiros de partido e militância propagam a sua história e luta através de inúmeras iniciativas e registros dessa memória. Assim como estamos fazendo neste dicionário que leva seu nome.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Como ela disse em seu discurso de 8 de Março de 2018 &amp;amp;nbsp;“Não serei interrompida, não calarão a voz de uma mulher eleita”. Interromperam a sua vida, mas a trajetória de Marielle Franco,&amp;amp;nbsp;mulher negra, bissexual, em um relacionamento lésbico com o amor de sua vida, como ela mesma dizia, feminista e cria da favela, pautas que carregava em seu corpo e impressas na sua atuação política, continuará ecoando pelo mundo inteiro. &#039;&#039;&#039;Marielle, presente!&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Ver também ==&lt;br /&gt;
*[[Mapeamento_das_homenagens_a_Marielle_Franco|Mapeamento das homenegens a Marielle Franco]]&lt;br /&gt;
*[[Ninguém_solta_a_mão_de_ninguém_(depoimento)|Ninguém Solta a Mão de ninguém (depoimento)]]&lt;br /&gt;
*[[UPP_–_a_redução_da_favela_a_três_letras|UPP - a redução da favela a três letras]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Verbetes relacionados ==&lt;br /&gt;
{{Verbetes relacionados|Categoria=Marielle Franco|Quantidade=10}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Teste Rating ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[Category:Marielle Franco]][[Category:Conjunto de Favelas da Maré]][[Category:Unidades de Polícia Pacificadora]][[Category:Violência]][[Category:Política]][[Category:Memória]][[Category:População Negra]][[Category:Rio de Janeiro]][[Category:Extermínio]][[Category:Maré]][[Category:Temática - Lideranças]][[Category:Temática - Personalidades]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Daniel_Hirata_-_Fala_na_Audi%C3%AAncia_P%C3%BAblica_da_ADPF_635&amp;diff=12937</id>
		<title>Daniel Hirata - Fala na Audiência Pública da ADPF 635</title>
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		<updated>2021-11-04T17:50:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: Desfeita a edição 12936 de Fornazin (Discussão)&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;Verbete criado pela equipe do &#039;&#039;&#039;Dicionário de Favelas Marielle Franco&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;Veja também: [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Segurança_Pública_e_Direitos_Humanos_-_ADPF_das_Favelas_(ADPF_635) Segurança Pública e Direitos Humanos - ADPF das Favelas (ADPF 635)]&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; __FORCETOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Sobre =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635 foi ajuizada pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) com a pretensão de que fossem reconhecidas e sanadas graves lesões a preceitos fundamentais constitucionais, decorrentes da política de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro marcada pela &amp;quot;&#039;&#039;excessiva e crescente letalidade da atuação policial&#039;&#039;&amp;quot;. A audiência ocorreu nos dia 16 e 19 de abril de 2021, convocada pelo Ministro Edson Fachin no âmbito da ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Fala de Daniel Hirata =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fala do Prof. Daniel Hirata (UFF) durante a Audiência Pública da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635, conhecida como &amp;quot;ADPF das Favelas&amp;quot;. Em sua fala, ele destaca que a violência policial é um dos mais graves problemas no estado do Rio de Janeiro e a discussão sobre a atuação das polícias é essencial, denunciando uso abusivo da força, corrupção e impunidade. Segundo o professor, tais questões colocam em questão o próprio regime democrático de direito. Ressalta a necessidade do STF incidir para mudar a situação.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=ECArZCkUbHA}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:ADPF das Favelas]] [[Category:Temática - Violência]] [[Category:Temática - Depoimentos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<title>Daniel Hirata - Fala na Audiência Pública da ADPF 635</title>
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		<updated>2021-11-04T17:50:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;Verbete criado pela equipe do &#039;&#039;&#039;Dicionário de Favelas Marielle Franco&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;Veja também: [[Segurança Pública e Direitos Humanos - ADPF das Favelas (ADPF 635)]]&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; __FORCETOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Sobre =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635 foi ajuizada pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) com a pretensão de que fossem reconhecidas e sanadas graves lesões a preceitos fundamentais constitucionais, decorrentes da política de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro marcada pela &amp;quot;&#039;&#039;excessiva e crescente letalidade da atuação policial&#039;&#039;&amp;quot;. A audiência ocorreu nos dia 16 e 19 de abril de 2021, convocada pelo Ministro Edson Fachin no âmbito da ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Fala de Daniel Hirata =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fala do Prof. Daniel Hirata (UFF) durante a Audiência Pública da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635, conhecida como &amp;quot;ADPF das Favelas&amp;quot;. Em sua fala, ele destaca que a violência policial é um dos mais graves problemas no estado do Rio de Janeiro e a discussão sobre a atuação das polícias é essencial, denunciando uso abusivo da força, corrupção e impunidade. Segundo o professor, tais questões colocam em questão o próprio regime democrático de direito. Ressalta a necessidade do STF incidir para mudar a situação.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=ECArZCkUbHA}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:ADPF das Favelas]] [[Category:Temática - Violência]] [[Category:Temática - Depoimentos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Equipe&amp;diff=12935</id>
		<title>Wikifavelas:Equipe</title>
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		<updated>2021-11-04T17:38:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= Coordenação =&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Sonia.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Sonia Fleury ===&lt;br /&gt;
Coordenadora Geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisadora da Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Foto-palloma-e1610405402496.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Palloma Valle Menezes ===&lt;br /&gt;
Coordenadora de Produção de Verbetes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professora Adjunta – Departamento de Ciências Sociais da UFF&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fornazin.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Marcelo Fornazin ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenador Técnico da Plataforma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisador - Ensp / Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor Adjunto – Instituto de Computação da UFF&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:ClaraPolycarpo.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Clara Polycarpo ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenadora de Comunicação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doutoranda em Sociologia - Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 4--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of row 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Equipe de Produção de Verbetes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Foto-palloma-e1610405402496.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Palloma Valle Menezes ===&lt;br /&gt;
Coordenadora de Produção de Verbetes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professora Adjunta – Departamento de Ciências Sociais da UFF&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Caique.png|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Caíque Azael Ferreira da Silva ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mestrando em Psicologia – Programa de Pós Graduação em Psicologia da UFRJ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Cleonice Dias.png|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Cleonice Dias ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ex-Conselheira do Dicionário de Favelas e Pesquisadora da Fiocruz Mata Atlântica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Gabriel.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Gabriel Nunes Nobre ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduando em Serviço Social – UFRJ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fernanda Pernasetti.jpg|class=img-fluid|alt=]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Fernanda Pernasetti  ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doutora em Planejamento Urbano e Regional pelo Ippur/UFRJ&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Vitor Martins.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Vitor Martins ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bacharel em Ciências Sociais - UFRGS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 4--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of row 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Equipe de Tecnologia da Informação e Design ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fornazin.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Marcelo Fornazin ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenador Técnico da Plataforma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisador - Ensp / Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor Adjunto – Instituto de Computação da UFF&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Lucas Melgaço.png|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Lucas Santiago Vieira Melgaço ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduando em Engenharia da Computação - Unifei&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Pedro Braga.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Pedro Henrique da Costa Braga ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doutorando em Engenharia de Sistemas e Computação - PESC/COPPE/UFRJ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 4 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Lucas_Carraro.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Lucas Zinatto Carraro ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologista em Saúde Pública – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 2 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Patricia.png|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Patrícia Castro Ferreira ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doutora em Design &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologista em Saúde Pública – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 3 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Erick.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Erick Lota ===&lt;br /&gt;
Bacharel em Design&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ilustrador e Fotógrafo&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Vera Lucia Fernandes de Pinho ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Programadora Visual – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of row 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Equipe de Comunicação ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:ClaraPolycarpo.jpg|class=img-fluid]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Clara Polycarpo ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenadora de Comunicação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doutoranda em Sociologia - Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 4--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-sm mb-4 border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== André Guimarães Pereira  ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduando em Administração - CEFET-MG&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of row 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradecemos aos pesquisadores e pesquisadoras que fizeram parte da equipe do Dicionário de Favelas Marielle Franco em diferentes momentos: Arthur Catraio; Carolina Rocha Silva; Fernando Ermiro; Lucas Lopes Couto; Bárbara Ramos; Daniele Souza; Esther Azevedo; Alexandre Magalhães; Gabriel Barbedo e Leonardo Gargano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Estado_e_Mercado&amp;diff=12918</id>
		<title>Estado e Mercado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Estado_e_Mercado&amp;diff=12918"/>
		<updated>2021-11-04T14:45:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: /* Categorias temáticas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;No eixo de análise Estado e Mercado estão incluídos as expressões e manifestações de autores que tratam das relações entre atores políticos, bem como os programas e ações governamentais destinados a populações e territórios das favelas.&amp;amp;nbsp;Envolvem também iniciativas comunitárias, de organizações internas das favelas e de Organizações Não Governamentais atuantes nesses territórios&#039;&#039;&#039;,&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;bem como ações empresariais voltadas para obtenção de lucro. Mesmo em áreas tradicionais de políticas públicas incluídas nas categorias temáticas de habitação, saúde, educação, meio ambiente, urbanização, mobilidade e segurança, incluem-se também ações e iniciativas dos demais atores acima mencionados que marcam presença em cada uma delas. A economia trata de conteúdos ligados às relações de troca entre produtores, provedores e consumidores que incidem sobre o modo de vida da população da favela, sejam elas relações de troca que visam lucro e envolvem uso de moeda, sejam trocas por meio de escambo, ou ainda por meio de moeda e produção solidárias. Também estão incluídas as formas de socialização e disseminação de valores relacionados a essas atividades, tais como empreendedorismo, inovação e competitividade.{{Lista de Itens com Propriedade&lt;br /&gt;
|NomePropriedade=Estado e Mercado&lt;br /&gt;
}}&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Dicion%C3%A1rio_de_Favelas_Marielle_Franco&amp;diff=12917</id>
		<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Dicion%C3%A1rio_de_Favelas_Marielle_Franco&amp;diff=12917"/>
		<updated>2021-11-04T14:38:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: Desfeita a edição 12916 de Fornazin (Discussão)&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;!-- PARTE UM INÍCIO --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;container-fluid wiki-docs-header&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;div class=&amp;quot;jumbotron principal&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Marca_Dicionario_de_Favelas_Marielle_Franco.png|class=img-fluid|centro|semmoldura]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;alert alert-dismissible alert-light&amp;quot; id=&amp;quot;principal&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;h3&amp;gt;Descubra, escreva e participe do registro da diversidade das falas das Favelas&amp;lt;/h3&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class=&amp;quot;lead&amp;quot;&amp;gt;Plataforma virtual de acesso aberto para a coleção e produção de conhecimentos sobre favelas. Visa estimular e permitir a coleta e construção coletiva do conhecimento existente sobre as favelas, por meio da articulação de uma rede de parceiros que já se dedicam a este tema, tanto nas academias quanto nas instituições produtoras de conhecimentos existentes nas próprias favelas.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;input-group mb-12&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;inputbox&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
type=search&lt;br /&gt;
width=28&lt;br /&gt;
break=no&lt;br /&gt;
id=Search&lt;br /&gt;
buttonclass=mw-ui-progressive&lt;br /&gt;
searchbuttonlabel=&lt;br /&gt;
placeholder=O que você procura?&lt;br /&gt;
buttonlabel=Estou com sorte!&lt;br /&gt;
arialabel=Buscar na Wikifavelas&lt;br /&gt;
&amp;lt;/inputbox&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE UM FIM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE DOIS INÍCIO --&amp;gt;{{Predefinição:Principal destaque}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE DOIS FIM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE TRÊS INÍCIO {{Predefinição:Guia rápido}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-xs-6 col-md-4 col-sm-6&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Bloco_Como_participar}}&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-xs-6 col-md-4 col-sm-6&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Bloco_Guia_rápido}}&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-xs-6 col-md-4 col-sm-6&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Bloco_Regras_editoriais}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE TRÊS FIM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE QUATRO INÍCIO --&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Eixos de análise}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE QUATRO FIM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE CINCO INÍCIO --&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Galeria de fotos ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg col-md-6 d-flex align-items-stretch&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;h4 class=&amp;quot;card-title&amp;quot;&amp;gt;Favelas em Foco&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;Com a inspiração de contar histórias através de imagens e diferentes olhares, este espaço está reservado para a divulgação de fotos das favelas do Rio de Janeiro e do Brasil.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;card mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;h4 class=&amp;quot;card-title&amp;quot;&amp;gt;Participe!&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;Contribua com o registro fotográfico das favelas.&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;btn&amp;quot;&amp;gt;{{Botão|color=red|name=Envie sua foto|link=Especial:Carregar_arquivo}}&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;div class=&amp;quot;btn&amp;quot;&amp;gt;{{Botão|color=red|name=Galeria de fotos|link=Galeria_de_fotos_de_favelas}}&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Galeria_de_fotos}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE CINCO FIM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE SEIS INÍCIO --&amp;gt;{{Predefinição:Comunicação}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE SEIS FIM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- RODAPÉ INÍCIO --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- RODAPÉ FIM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- Comandos para remover o índice e a opção de editar em seções: --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__NOTOC__&amp;lt;!-- --&amp;gt;__NOEDITSECTION__&amp;lt;!-- --&amp;gt;__HIDDENCAT__&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Dicion%C3%A1rio_de_Favelas_Marielle_Franco&amp;diff=12916</id>
		<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Dicion%C3%A1rio_de_Favelas_Marielle_Franco&amp;diff=12916"/>
		<updated>2021-11-04T14:34:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;!-- PARTE UM INÍCIO --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;container-fluid wiki-docs-header&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;div class=&amp;quot;jumbotron principal&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Marca_Dicionario_de_Favelas_Marielle_Franco.png|class=img-fluid|centro|semmoldura]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;alert alert-dismissible alert-light&amp;quot; id=&amp;quot;principal&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;h3&amp;gt;Descubra, escreva e participe do registro da diversidade das falas das Favelas&amp;lt;/h3&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class=&amp;quot;lead&amp;quot;&amp;gt;Plataforma de acesso aberto para a coleção e produção de conhecimentos sobre favelas por meio da articulação de uma rede de parceiros que se dedicam a este tema&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;input-group mb-12&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;inputbox&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
type=search&lt;br /&gt;
width=28&lt;br /&gt;
break=no&lt;br /&gt;
id=Search&lt;br /&gt;
buttonclass=mw-ui-progressive&lt;br /&gt;
searchbuttonlabel=&lt;br /&gt;
placeholder=O que você procura?&lt;br /&gt;
buttonlabel=Estou com sorte!&lt;br /&gt;
arialabel=Buscar na Wikifavelas&lt;br /&gt;
&amp;lt;/inputbox&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE UM FIM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE DOIS INÍCIO --&amp;gt;{{Predefinição:Principal destaque}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE DOIS FIM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE TRÊS INÍCIO {{Predefinição:Guia rápido}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-xs-6 col-md-4 col-sm-6&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Bloco_Como_participar}}&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-xs-6 col-md-4 col-sm-6&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Bloco_Guia_rápido}}&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-xs-6 col-md-4 col-sm-6&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Bloco_Regras_editoriais}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE TRÊS FIM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE QUATRO INÍCIO --&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Eixos de análise}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE QUATRO FIM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PARTE CINCO INÍCIO --&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Galeria de fotos ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg col-md-6 d-flex align-items-stretch&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card mb-4&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;h4 class=&amp;quot;card-title&amp;quot;&amp;gt;Favelas em Foco&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;Com a inspiração de contar histórias através de imagens e diferentes olhares, este espaço está reservado para a divulgação de fotos das favelas do Rio de Janeiro e do Brasil.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg col-md-6 align-items-stretch&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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  &amp;lt;div class=&amp;quot;card-body&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;h4 class=&amp;quot;card-title&amp;quot;&amp;gt;Participe!&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p class=&amp;quot;card-text&amp;quot;&amp;gt;Contribua com o registro fotográfico das favelas.&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;btn&amp;quot;&amp;gt;{{Botão|color=red|name=Envie sua foto|link=Especial:Carregar_arquivo}}&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;div class=&amp;quot;btn&amp;quot;&amp;gt;{{Botão|color=red|name=Galeria de fotos|link=Galeria_de_fotos_de_favelas}}&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
__NOTOC__&amp;lt;!-- --&amp;gt;__NOEDITSECTION__&amp;lt;!-- --&amp;gt;__HIDDENCAT__&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Sobre&amp;diff=12775</id>
		<title>Wikifavelas:Sobre</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Sobre&amp;diff=12775"/>
		<updated>2021-11-03T13:14:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: Redirecionando para Wikifavelas:Projeto&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Wikifavelas:Projeto]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Equipe&amp;diff=12095</id>
		<title>Wikifavelas:Equipe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Equipe&amp;diff=12095"/>
		<updated>2021-10-28T17:42:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: /* Equipe de Computação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Coordenação ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;flex-row row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Sonia Fleury ===&lt;br /&gt;
Coordenadora Geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisadora da Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Palloma Valle Menezes ===&lt;br /&gt;
Coordenadora de Produção de Verbetes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professora Adjunta – Departamento de Ciências Sociais da UFF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Marcelo Fornazin ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenador Técnico da Plataforma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisador - Ensp / Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor Adjunto – Instituto de Computação da UFF&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Clara Polycarpo ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenadora de Comunicação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doutoranda em Sociologia - Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 4--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of row 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Equipe de Produção de Verbetes ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;flex-row row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Caíque Azael Ferreira da Silva ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mestrando em Psicologia – Programa de Pós Graduação em Psicologia da UFRJ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Gabriel Nunes Nobre ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduando em Serviço Social – UFRJ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Vitor Martins ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Cleonice Dias ===&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 4--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of row 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Equipe de Computação ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;flex-row row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Pedro Braga ===&lt;br /&gt;
Texto de apresentação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Lucas Melgaço Santio ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Lucas Zinatto Carraro ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologista em Saúde Pública – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
== Equipe de Comunicação e Design ==&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Patrícia Castro Ferreira ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doutora em Design &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologista em Saúde Pública – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Vera Lucia Fernandes de Pinho ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Programadora Visual – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Erick Lota ===&lt;br /&gt;
Designer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 4--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of row 4--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradecemos aos pesquisadores e pesquisadoras que fizeram parte da equipe do Dicionário de Favelas Marielle Franco em diferentes momentos: Arthur Catraio; Carolina Rocha Silva; Fernando Ermiro; Lucas Lopes Couto; Bárbara Ramos; Daniele Souza; Esther Azevedo; Alexandre Magalhães; Gabriel Barbedo e Leonardo Gargano.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Equipe&amp;diff=12093</id>
		<title>Wikifavelas:Equipe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Equipe&amp;diff=12093"/>
		<updated>2021-10-28T17:40:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Coordenação ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;flex-row row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Sonia Fleury ===&lt;br /&gt;
Coordenadora Geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisadora da Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Palloma Valle Menezes ===&lt;br /&gt;
Coordenadora de Produção de Verbetes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professora Adjunta – Departamento de Ciências Sociais da UFF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Marcelo Fornazin ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenador Técnico da Plataforma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisador - Ensp / Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor Adjunto – Instituto de Computação da UFF&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Clara Polycarpo ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenadora de Comunicação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doutoranda em Sociologia - Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 4--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of row 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Equipe de Produção de Verbetes ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;flex-row row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Caíque Azael Ferreira da Silva ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mestrando em Psicologia – Programa de Pós Graduação em Psicologia da UFRJ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Gabriel Nunes Nobre ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduando em Serviço Social – UFRJ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Alexandre Magalhães ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor Adjunto – Departamento de Sociologia da UFRGS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Vânia de Cássia de Araujo Dutra ===&lt;br /&gt;
Estágio pós-doutoral no Programa em História das Ciências e Saúde, da Casa Oswaldo Cruz/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 4--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of row 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Equipe de Computação ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;flex-row row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Leonardo Gargano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mestrando em Informática – UFRJ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Gabriel Barbedo ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduando em Sistemas de Informação – UFF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Lucas Zinatto Carraro ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologista em Saúde Pública – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Pedro Braga ===&lt;br /&gt;
Texto de apresentação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 4--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of row 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Equipe de Comunicação e Design ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;flex-row row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Patrícia Castro Ferreira ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doutora em Design &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologista em Saúde Pública – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- end of col 1--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Vera Lucia Fernandes de Pinho ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Programadora Visual – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=|alt=|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Esther Azevedo ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduanda em Jornalismo – UVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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=== Erick Lota ===&lt;br /&gt;
Designer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Agradecemos aos pesquisadores e pesquisadoras que fizeram parte da equipe do Dicionário de Favelas Marielle Franco em diferentes momentos: Arthur Catraio; Carolina Rocha Silva; Fernando Ermiro; Lucas Lopes Couto; Bárbara Ramos; Daniele Souza; Esther Azevedo; Alexandre Magalhães; Gabriel Barbedo e Leonardo Gargano.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Equipe&amp;diff=12092</id>
		<title>Wikifavelas:Equipe</title>
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		<updated>2021-10-28T17:36:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Coordenação ==&lt;br /&gt;
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=== Sonia Fleury ===&lt;br /&gt;
Coordenadora Geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisadora da Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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=== Palloma Valle Menezes ===&lt;br /&gt;
Coordenadora de Produção de Verbetes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professora Adjunta – Departamento de Ciências Sociais da UFF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Marcelo Fornazin ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenador Técnico da Plataforma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisador - Ensp / Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor Adjunto – Instituto de Computação da UFF&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Clara Polycarpo ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenadora de Comunicação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doutoranda em Sociologia - Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
== Equipe de Produção de Verbetes ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;flex-row row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Caíque Azael Ferreira da Silva ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mestrando em Psicologia – Programa de Pós Graduação em Psicologia da UFRJ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Gabriel Nunes Nobre ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduando em Serviço Social – UFRJ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Alexandre Magalhães ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor Adjunto – Departamento de Sociologia da UFRGS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Vânia de Cássia de Araujo Dutra ===&lt;br /&gt;
Estágio pós-doutoral no Programa em História das Ciências e Saúde, da Casa Oswaldo Cruz/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
== Equipe de Computação ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;flex-row row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Leonardo Gargano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mestrando em Informática – UFRJ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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=== Gabriel Barbedo ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduando em Sistemas de Informação – UFF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Lucas Zinatto Carraro ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologista em Saúde Pública – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Pedro Braga ===&lt;br /&gt;
Texto de apresentação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
== Equipe de Comunicação e Design ==&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Patrícia Castro Ferreira ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doutora em Design &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologista em Saúde Pública – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Vera Lucia Fernandes de Pinho ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Programadora Visual – ICICT/Fiocruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 2--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Esther Azevedo ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduanda em Jornalismo – UVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of pan --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;!-- End of col 3--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-lg-3 col-md-6 col-sm-12 mb-3&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card shadow-lg border-0&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;card-img-top&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:image1.jpg|class=img-responsive| link=]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;panel-footer&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Erick Lota ===&lt;br /&gt;
Designer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Agradecemos aos pesquisadores e pesquisadoras que fizeram parte da equipe do Dicionário de Favelas Marielle Franco em diferentes momentos: Arthur Catraio; Carolina Rocha Silva; Fernando Ermiro; Lucas Lopes Couto; Bárbara Ramos; e Daniele Souza.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Instituto_de_Comunica%C3%A7%C3%A3o_e_Informa%C3%A7%C3%A3o_Cient%C3%ADfica_e_Tecnol%C3%B3gica_em_Sa%C3%BAde&amp;diff=12086</id>
		<title>Wikifavelas:Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Instituto_de_Comunica%C3%A7%C3%A3o_e_Informa%C3%A7%C3%A3o_Cient%C3%ADfica_e_Tecnol%C3%B3gica_em_Sa%C3%BAde&amp;diff=12086"/>
		<updated>2021-10-28T17:29:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: Fornazin moveu Wikifavelas:Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde – Icict/Fiocruz para Wikifavelas:ICICT&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autoria:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;ASCOM - Icict / Fiocruz.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;O direito à comunicação e à informação são fundamentais para o exercício pleno da cidadania. Ter acesso ao conhecimento, poder integrar o debate público, encontrar canais de interlocução com o governo e suas instituições, expressar-se livremente. Exemplos de direitos humanos estratégicos, pois estruturantes para os processos sociais e para a defesa e garantia de outros direitos fundamentais, como o próprio direito à saúde.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;A busca por garantir esses direitos é um dos eixos a nortear as atividades do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict), uma das unidades da Fiocruz. Criado em 1986, o Icict desenvolve ações e projetos em pesquisa e ensino, que geram saberes científicos, produtos e inovações para o Sistema Único de Saúde (SUS). Com isso, cria estratégias para ampliar o acesso da sociedade ao conhecimento em saúde, ao mesmo tempo em que estimula a participação social e a pluralidade nas formas de planejar, gerir e interpretar o campo da saúde pública brasileira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;Ante esses desafios, a ideia de “acesso aberto” tem sido fundamental ao trabalho do instituto, que defende sua tomada como modelo de organização, produção e difusão da ciência. Isso significa que uma das frentes de atuação do Icict é criar caminhos para que o conhecimento científico produzido dia a dia, no Brasil e no mundo, possa estar disponível à população. Mas não é só a difusão da ciência institucionalizada que está em foco nessa busca. Levar em conta as complexas redes de produção de sentidos, nas quais diferentes atores e linhas discursivas elaboram e reelaboram o campo simbólico da saúde, em sua dimensão cotidiana, também é uma marca indispensável às estratégias que fazem da comunicação e da informação aliadas na garantia do direito à saúde.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;O Icict é responsável pela coordenação da Rede de Bibliotecas da Fiocruz e pela gestão direta de três delas: Biblioteca de Manguinhos, Biblioteca de Saúde Pública e Biblioteca da Saúde da Mulher e da Criança. Além de preservar e disseminar acervos físicos, coordena o Repositório Institucional Arca, a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS/Fiocruz) e diversos sistemas de informação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;No campo da pesquisa, o instituto desenvolve estudos analíticos e disponibiliza indicadores em temas como saúde e meio ambiente, envelhecimento, amamentação, situação da saúde da população brasileira e prospecção para as décadas futuras. Sedia o Observatório Clima e Saúde e o Observatório Saúde na Mídia, pólos de debate sempre renovado sobre os desafios do presente. Seus laboratórios também fazem o mapeamento e o diagnóstico da produção de conhecimento em ciência e tecnologia, investigando as interações entre a produção e o uso de saberes nas políticas públicas. Monitoram tecnologias e analisam problemas de informação no campo da ciência e inovação. Examinam as relações entre mídia e saúde. Pesquisam políticas, práticas, teorias e modelos de comunicação no campo da saúde. Propõem a análise crítica de metodologias de planejamento, gestão e avaliação de políticas e estratégias públicas de comunicação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;No campo audiovisual, fomenta a produção e circulação de obras por meio da VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz, que, além da distribuição física de seu catálogo, apresenta documentários e vídeos sobre temas de saúde pública num canal online e num programa semanal. E ainda mantém o Selo Fiocruz Vídeo, que apoia a produção de filmes inéditos para seu acervo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;O Icict defende e promove a comunicação pública no campo da saúde, por meio de diversas iniciativas que agrupam notícias e promovem o debate sobre saúde e cidadania, como o Portal Fiocruz e o site PenseSUS. O Fiocruz Imagens oferece a qualquer cidadão um repositório público de fotografias e ilustrações relacionadas às temáticas da saúde. E a Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Informação em Saúde (Reciis) é um periódico científico que lança luz a pesquisas e reflexões inovadoras nestes campos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;Todas essas ações encontram na área de ensino do Icict um local privilegiado para a formação e a produção de conhecimento em torno dos temas de informação, comunicação e saúde, oferecendo metodologias e abordagens transversais, de modo interdisciplinar, por meio de cursos &#039;&#039;lato sensu&#039;&#039; e &#039;&#039;stricto sensu&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;Além de módulos de qualificação e atualização, o Icict oferece quatro cursos de especialização: Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Comunicação e Saúde, Informação, Comunicação e Equidade (EAD) e Sistemas de Informação, Monitoramento e Análise de Saúde Pública. O Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS), que completou 10 anos de atividades acadêmicas, oferece cursos regulares de mestrado e doutorado, e obteve nota 5 em sua última avaliação junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:.0001pt; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;No Dicionário de Favelas Marielle Franco, além de sediar a apoiar institucionalmente o projeto, o Icict contribui com a sua experiência na comunicação, difusão e organização da informação. Assim, busca amplificar os esforços em construir uma plataforma participativa, alicerçada em valores de livre expressão, pluralidade de vozes e diversidade cultural, fundamentais à defesa dos direitos humanos e à busca pela “saúde” em sua concepção ampliada, indissociável da ideia de cidadania.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Autoria: &#039;&#039;&#039;ASCOM - Icict / Fiocruz.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Conselho_editorial&amp;diff=12082</id>
		<title>Wikifavelas:Conselho editorial</title>
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		<updated>2021-10-28T17:25:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Conselho Editorial do Dicionário de Favelas Marielle Franco é composto por representantes das instituições que deram início ao projeto. O Conselho é responsável pela linha editorial e pela mobilização de novos parceiros e instituições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Marca Fiocruz.png|150x150px|ligação=Special:FilePath/Marca_Fiocruz.png|alt=|esquerda|miniaturadaimagem]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== [[Wikifavelas:Fundação Oswaldo Cruz|Fundação Oswaldo Cruz]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Sonia Fleury]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Icict.png|alt=|esquerda|miniaturadaimagem|150x150px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== [[Wikifavelas:ICICT|Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Rodrigo Murtinho]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Tania Santos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Raizes.png|alt=|esquerda|miniaturadaimagem|165x165px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Instituto Raízes em Movimento]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Alan Brum Pinheiro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Usuário:Thiago Matiolli|Thiago Matiolli]]&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Ceacc.png|alt=Marca CEACC|esquerda|miniaturadaimagem|165x165px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== [[Centro de Estudo e Ações Culturais e de Cidadania em Cidade de Deus]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Adalton Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Maria de Lourdes da Silva]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Uerj.png|alt=|esquerda|miniaturadaimagem|165x165px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== [[Wikifavelas:UERJ|Universidade Estadual do Rio de Janeiro]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Luiz Antonio Machado da Silva|Luiz Antonio Machado]] (in memoriam)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Marcia Leite]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Ippur.png|alt=Marca IPPUR|esquerda|miniaturadaimagem|165x165px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== [[Wikifavelas:IPPUR UFRJ|Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da UFRJ]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Orlando Santos Jr]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Usuário:Patrícia Ramos Novaes|Patrícia Novaes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Eco.png|alt=|esquerda|miniaturadaimagem|165x165px]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== [[Grupo ECO (Santa Marta)|Grupo ECO]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Itamar Silva (entrevista)|Itamar Silva]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=N%C3%BAcleo_Piratininga_de_Comunica%C3%A7%C3%A3o_-_NPC&amp;diff=11856</id>
		<title>Núcleo Piratininga de Comunicação - NPC</title>
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		<updated>2021-10-26T17:19:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: right;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dados retirados do [https://nucleopiratininga.org.br/about/npc-quem-somos/ site oficial do NPC]&#039;&#039;__FORCETOC__&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;[[File:LogoNPC.png|thumb|center|500px|LogoNPC.png]]&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Sobre o NPC =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O NPC é constituído por um grupo de comunicadores, jornalistas, professores universitários, artistas gráficos, ilustradores e fotógrafos que trabalham com o objetivo de melhorar a comunicação, tanto de movimentos comunitários ou populares, quanto de sindicatos e outros coletivos.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Temos realizado esta tarefa de forma ininterrupta há mais de quatorze anos, principalmente através de cursos, palestras e seminários e produção de materiais de formação e informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditamos que os trabalhadores e os setores populares precisam aperfeiçoar-se constantemente em sua comunicação para alcançar seu objetivo de construção de uma nova sociedade. Apresentamos a esses grupos sociais nossos conhecimentos adquiridos por meio da nossa formação específica e da nossa prática social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As atividades do NPC remontam a 1992 e o acúmulo destas culminou na sua formalização jurídica em 1997, tornando-se uma organização civil sem fins lucrativos, legalmente constituída, com sede no Rio de Janeiro e atuação nacional.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Temos uma estrutura jurídica formada por uma Diretoria e um Conselho de Membros do NPC em vários estados do País (Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Ceará).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A estrutura do NPC possui uma equipe técnica responsável pelo trabalho administrativo.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Contamos, também, com uma rede de mais de dez mil parceiros (na maior parte ex-alunos dos nossos cursos) com quem trabalhamos ao longo de nossa trajetória e com os quais estamos em constante contato, inclusive por meio de um boletim quinzenal especializado em comunicação sindical e popular. Colaboramos, também, estreitamente com várias entidades e movimentos co-irmãos seja realizando ações conjuntas, seja solicitando ou oferecendo apoios pontuais.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1 rocinha night 2014 panorama.jpg|miniaturadaimagem|600x600px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O que faz o NPC =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#&#039;&#039;&#039;Capacitamos e promovemos a comunicação popular, em todo o território nacional, para grupos interessados em melhorar sua comunicação&#039;&#039;&#039;:&amp;amp;nbsp;do jornal impresso à Internet, da oratória ao uso do rádio e do vídeo. &lt;br /&gt;
#Para alcançar este objetivo, realizamos as seguintes atividades: &lt;br /&gt;
#&#039;&#039;&#039;Ministramos cursos ligados à área de comunicação sindical e popular e história dos trabalhadores.&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
#&#039;&#039;&#039;Realizamos palestras/debates sobre temas da nossa ação;&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
#&#039;&#039;&#039;Produzimos jornais, cartilhas, revistas e livros destinados aos trabalhadores;&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
#&#039;&#039;&#039;Avaliamos e propomos mudanças em publicações sindicais;&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
#&#039;&#039;&#039;Fazemos planejamento na área da comunicação;&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
#&#039;&#039;&#039;Fazemos reportagens dentro e fora do Brasil;&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
#&#039;&#039;&#039;Promovemos cursos nacionais, anualmente, de atualização em comunicação;&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
#&#039;&#039;&#039;Criamos o Observatório da Imprensa Sindical, um arquivo de publicações sindicais de todos os estados do país, produzidas na última década: jornais, cartilhas, revistas, vídeos e outros;&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
#&#039;&#039;&#039;Mantemos uma videoteca com o objetivo de sensibilizar sobre a utilidade e necessidade de se utilizar o vídeo.&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Objetivos =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Nosso&amp;amp;nbsp;objetivo central&amp;amp;nbsp;é melhorar a comunicação dos trabalhadores para construir um mundo com justiça e sem exclusão.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Para isto criamos o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC). O ponto de partida é a certeza de que sem comunicação não há possibilidade de os trabalhadores lutarem para alcançar a hegemonia política na sociedade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Para conhecer mais o trabalho do NPC, [https://nucleopiratininga.org.br/ clique aqui e conheça o site oficial].&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Outros verbetes relacionados ao NPC na wikifavelas =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#&lt;br /&gt;
[[Curso_de_Comunicação_Popular_do_NPC]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#&lt;br /&gt;
[[Vila_Recreio_2_-_Sonhos_Demolidos_(documentário)|Vila Recreio 2 - Sonhos Demolidos (documentário]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#&lt;br /&gt;
[[Comunicação_popular:_quem_faz?_(filme)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#&lt;br /&gt;
[[Da_favela_para_as_favelas_(livro)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#&lt;br /&gt;
[[Teia_de_Comunicação_Popular_do_Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#&lt;br /&gt;
[[Experiências_em_Comunicação_Popular_no_Rio_de_Janeiro_ontem_e_hoje_(livro)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Temática - Instituições]] [[Category:Comunicação comunitária]] [[Category:Comunicação Popular]] [[Category:Temática - Mídia e Comunicação]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Conselho_editorial&amp;diff=11750</id>
		<title>Wikifavelas:Conselho editorial</title>
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		<updated>2021-10-25T20:38:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Conselho Editorial do Dicionário de Favelas Marielle Franco é composto por representantes das instituições que deram início ao projeto. O Conselho é responsável pela linha editorial e pela mobilização de novos parceiros e instituições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Marca Fiocruz.png|direita|semmoldura|200x200px|ligação=Special:FilePath/Marca_Fiocruz.png]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Fundação Oswaldo Cruz ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sonia Fleury&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Icict.png|alt=|commoldura]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rodrigo Murtinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tania Santo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Raizes.png|direita|semmoldura]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Instituto Raízes em Movimento ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alan Brum Pinheiro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Thiago Matiolli&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Ceacc.png|alt=Marca CEACC|direita|semmoldura]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Centro de Estudo e Ações Culturais e de Cidadania em Cidade de Deus ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adalton Pereira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria de Lourdes da Silva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Uerj.png|direita|semmoldura]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Universidade Estadual do Rio de Janeiro ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luiz Antonio Machado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcia Leite&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
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    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Ippur.png|alt=Marca IPPUR|direita|semmoldura]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da UFRJ ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Orlando Santos Jr&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Patrícia Novaes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;div class=&amp;quot;row&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-3&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Eco.png|direita|semmoldura]]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;div class=&amp;quot;col-sm-9&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== Grupo ECO ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itamar Silva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Dicion%C3%A1rio_de_Favelas_Marielle_Franco&amp;diff=11439</id>
		<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Dicion%C3%A1rio_de_Favelas_Marielle_Franco&amp;diff=11439"/>
		<updated>2021-10-21T19:19:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Plataforma virtual de acesso público para a coleção e produção de conhecimentos sobre favelas, de forma aberta. Visa estimular e permitir a coleta e construção coletiva do conhecimento existente sobre as favelas, por meio da articulação de uma rede de parceiros que já se dedicam a este tema, tanto nas academias quanto nas instituições produtoras de conhecimentos existentes nas próprias favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;Acesse o conteúdo do Dicionário: &#039;&#039;&#039;[[Especial:Todas_as_páginas|Lista de Verbetes&amp;amp;nbsp;do Dicionário]]&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Facebook|URL=wikifavelas|name=Fique por dentro das novidades}}{{Instagram|URL=Wikifavelas|name=Siga-nos nas redes}}{{Facebook|URL=brotanalaje|name=Brota na Laje}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Facebook|URL=patriciaferreira.art}}{{Facebook|URL=fiocruz|name=Fiocruz}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display:none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquise&amp;amp;nbsp;por um assunto para encontrar os artigos do Dicionário:&amp;lt;inputbox&amp;gt;&lt;br /&gt;
type=search2&lt;br /&gt;
buttonlabel=Pesquisar&lt;br /&gt;
placeholder=Pesquisar no Dicionário de Favelas Marielle Franco&lt;br /&gt;
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= Coronavírus nas favelas =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;A equipe do&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Dicionário de Favelas Marielle Franco&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;apresenta um compilado de informações sobre o Novo Coronavírus nas favelas do Brasil. Reunindo pesquisas, reportagens, fotos, vídeos, comentários, artigos, ensaios e reflexões acadêmicas sobre os impactos do coronavírus na vida das favelas, pretendemos fortalecer o enfrentamento ao vírus nos locais.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesse aqui: [[Coronavírus_nas_favelas|Coronavírus nas Favelas]]&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes =&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;width:49%; float:left; background-color:#FFFFFF; padding-left:10px&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;O que são verbetes?&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Verbetes são&amp;amp;nbsp;manifestações autorais sobre favelas e periferias. Temos diferentes tipos de verbetes: textos, poemas, imagens, vídeos, filmes etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente temos {{NUMBEROFPAGES}} páginas e &amp;lt;code&amp;gt;{{PAGESINNS:&#039;&#039;0&#039;&#039;}}&amp;lt;/code&amp;gt; verbetes no Dicionário de Favelas.  &amp;lt;ref&amp;gt;O Dicionário atulamente conta com {{NUMBEROFPAGES}} páginas e &amp;lt;code&amp;gt;{{PAGESINNS:&#039;&#039;0&#039;&#039;}}&amp;lt;/code&amp;gt; verbetes. Os verbetes são páginas de conteúdo criadas dentro do espaço nominal Principal. As páginas englobam conteúdo de todos os espaços nominais (verbetes, autores, imagens, regras etc.). A atualização do método da contagem de verbetes apresentada nesta página foi realizada em 11 de abril de 2019.&amp;lt;/ref&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saiba mais sobre os diferentes tipos de verbete &#039;&#039;&#039;[[Definição_e_tipos_de_verbetes|AQUI]]&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Organização_e_Conceitos &#039;&#039;&#039;AQUI&#039;&#039;&#039;] a organização e as categorias temáticas do Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquise&amp;amp;nbsp;por um assunto para encontrar os verbetes:&amp;lt;inputbox&amp;gt;&lt;br /&gt;
type=search2&lt;br /&gt;
buttonlabel=Pesquisar&lt;br /&gt;
placeholder=Pesquisar no Dicionário de Favelas Marielle Franco&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;Veja todos os verbetes aqui: &#039;&#039;&#039;[[Especial:Todas_as_páginas|Lista de Verbetes do Dicionário]]&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Veja todas as categorias aqui: &#039;&#039;&#039;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Especial:Categorias Lista de Temáticas&amp;amp;nbsp;do Dicionário]&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;width:49%; float:right; background-color:#FFFFFF; padding-left:10px&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Como colaborar?&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente temos {{NUMBEROFUSERS}} colaborador@s cadastrad@s.&lt;br /&gt;
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Deseja colaborar escrevendo novos verbetes ou contribuindo para os verbetes?&lt;br /&gt;
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Você pode colaborar 1) criando um verbete; 2) editando um verbete; 3) discutindo um verbete; e 4) divulgando o Dicionário de Favelas nas redes sociais!&lt;br /&gt;
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Saiba como [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Ajuda:Como_participar_do_Dicionário_de_Favelas_Marielle_Franco &#039;&#039;&#039;AQUI&#039;&#039;&#039;].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Ainda não possui uma conta? [[Ajuda:Como_acessar_sua_conta_para_editar_verbetes|Veja aqui como criar sua conta]]&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já possui uma conta no Dicionário? Você pode criar um verbete aqui:&amp;lt;inputbox&amp;gt;&lt;br /&gt;
type=create&lt;br /&gt;
buttonlabel=Criar Verbete&lt;br /&gt;
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&amp;lt;/inputbox&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;width:100%; float:left; background-color:#FFFFFF; padding-left:10px; padding-right:10px&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Imagens&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dicionário possui uma galeria com imagens: [[Galeria_de_fotos_de_favelas|Acesse aqui a Galeria de Imagens do Dicionário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deseja enviar sua imagem para o Dicionário?&amp;amp;nbsp;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Ajuda:Inserir_uma_Uma_Imagem Veja aqui o passo-a-passo para inserir imagens em um verbete]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Especial:Carregar_arquivo Carregar imagem para o Dicionário]&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Possui alguma&amp;amp;nbsp;dúvida?&amp;amp;nbsp;[[:Categoria:Perguntas_Frequentes|Acesse aqui às perguntas frequentes]]&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você também pode enviar sua dúvida por aqui: [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Ajuda:Faleconosco Ajuda:Faleconosco]&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;width:100%; background-color:#FFFFFF; padding-left:5px; padding-top:5px&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&lt;br /&gt;
= Instituições participantes =&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;width:100%; background-color:#FFFFFF; padding-left:10px&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;O Conselho Editorial do Dicionário de Favelas Marielle Franco é composto por representantes das instituições que deram início ao projeto. O Conselho é responsável pela linha editorial e pela mobilização de novos parceiros e instituições.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#ffffff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;Compõem os Conselho Editorial as seguintes instituições:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;width:60%; float:center; background-color:#ffffff; margin:0 auto&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{| style=&amp;quot;height: 100px&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;5&amp;quot; align=&amp;quot;center&amp;quot;&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; |&lt;br /&gt;
[[File:Ceacc.png|frameless|center|x150px|link=Centro_de_Estudos_e_A%C3%A7%C3%B5es_Culturais_e_de_Cidadania_-_CEACC]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[File:Cevis .png|frameless|center|x150px|Coletivo de Estudos sobre Violência e Sociabilidade|link=Coletivo de Estudos sobre Violência e Sociabilidade]]&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[File:Eco.png|frameless|center|x150px|Grupo ECO|link=Grupo ECO]]&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; |&lt;br /&gt;
[[File:Uerj.png|border|center|x150px|Universidade do Estado do Rio de Janeiro|link=Universidade do Estado do Rio de Janeiro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| style=&amp;quot;height: 100px&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;5&amp;quot; align=&amp;quot;center&amp;quot;&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[File:Icict.png|frameless|center|150px|Icict.png]]&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; |&lt;br /&gt;
[[File:Fiocruz.png|frameless|center|x150px|link=Funda%C3%A7%C3%A3o_Oswaldo_Cruz_-_FioCruz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[File:Ippur.png|frameless|center|x150px|Instituto_de_Pesquisa_e_Planejamento_Urbano_e_Regional_-_IPPUR/UFRJ|link=Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional - IPPUR/UFRJ]]&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; |&lt;br /&gt;
[[File:Raizes.png|frameless|center|x150px|Instituto Raízes em Movimento|link=Instituto Raízes em Movimento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;Além dessas&amp;amp;nbsp;instituições representadas no Conselho Editorial existe&amp;amp;nbsp;um grande número de pesquisadores de diferentes instituições que estão participando do Dicionário.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;Para ver a lista de profissionais que participam do Dicionário acesse o link: [[Especial:Lista_de_usuários|Lista de Participantes]]&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;Para ver a lista das instituições cujos membros estão participando do&amp;amp;nbsp; Dicionário acesse o link:&amp;amp;nbsp;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Todas_as_instituições_Participantes Todas as Instituições Participantes]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;[[File:Unnamed (1).jpg|thumb|left|x200px|Favela da Providência - autora: Sonia Fleury]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Regras Editoriais =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dicionário de Favelas possui um conjunto de regras para edição de conteúdo. As regras têm por objetivo estabelecer um espaço plural de diálogo entre os saberes e incentivar a produção colaborativa de conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large&amp;quot;&amp;gt;[[Regras:Regras_Editoriais|Regras Editoriais]]&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large&amp;quot;&amp;gt;[[Regras:Normas_Editoriais|Normas de Colaboração]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Dicion%C3%A1rio_de_Favelas_Marielle_Franco&amp;diff=11438</id>
		<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Dicion%C3%A1rio_de_Favelas_Marielle_Franco&amp;diff=11438"/>
		<updated>2021-10-21T19:19:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Plataforma virtual de acesso público para a coleção e produção de conhecimentos sobre favelas, de forma aberta. Visa estimular e permitir a coleta e construção coletiva do conhecimento existente sobre as favelas, por meio da articulação de uma rede de parceiros que já se dedicam a este tema, tanto nas academias quanto nas instituições produtoras de conhecimentos existentes nas próprias favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;Acesse o conteúdo do Dicionário: &#039;&#039;&#039;[[Especial:Todas_as_páginas|Lista de Verbetes&amp;amp;nbsp;do Dicionário]]&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;nowiki&amp;gt;{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display:none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquise&amp;amp;nbsp;por um assunto para encontrar os artigos do Dicionário:&amp;lt;inputbox&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= Coronavírus nas favelas =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;A equipe do&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Dicionário de Favelas Marielle Franco&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;apresenta um compilado de informações sobre o Novo Coronavírus nas favelas do Brasil. Reunindo pesquisas, reportagens, fotos, vídeos, comentários, artigos, ensaios e reflexões acadêmicas sobre os impactos do coronavírus na vida das favelas, pretendemos fortalecer o enfrentamento ao vírus nos locais.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
= Verbetes =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;O que são verbetes?&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Verbetes são&amp;amp;nbsp;manifestações autorais sobre favelas e periferias. Temos diferentes tipos de verbetes: textos, poemas, imagens, vídeos, filmes etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente temos {{NUMBEROFPAGES}} páginas e &amp;lt;code&amp;gt;{{PAGESINNS:&#039;&#039;0&#039;&#039;}}&amp;lt;/code&amp;gt; verbetes no Dicionário de Favelas.  &amp;lt;ref&amp;gt;O Dicionário atulamente conta com {{NUMBEROFPAGES}} páginas e &amp;lt;code&amp;gt;{{PAGESINNS:&#039;&#039;0&#039;&#039;}}&amp;lt;/code&amp;gt; verbetes. Os verbetes são páginas de conteúdo criadas dentro do espaço nominal Principal. As páginas englobam conteúdo de todos os espaços nominais (verbetes, autores, imagens, regras etc.). A atualização do método da contagem de verbetes apresentada nesta página foi realizada em 11 de abril de 2019.&amp;lt;/ref&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saiba mais sobre os diferentes tipos de verbete &#039;&#039;&#039;[[Definição_e_tipos_de_verbetes|AQUI]]&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Organização_e_Conceitos &#039;&#039;&#039;AQUI&#039;&#039;&#039;] a organização e as categorias temáticas do Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
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= Instituições participantes =&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;width:100%; background-color:#FFFFFF; padding-left:10px&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;O Conselho Editorial do Dicionário de Favelas Marielle Franco é composto por representantes das instituições que deram início ao projeto. O Conselho é responsável pela linha editorial e pela mobilização de novos parceiros e instituições.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#ffffff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;Compõem os Conselho Editorial as seguintes instituições:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;width:60%; float:center; background-color:#ffffff; margin:0 auto&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{| style=&amp;quot;height: 100px&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;5&amp;quot; align=&amp;quot;center&amp;quot;&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; |&lt;br /&gt;
[[File:Ceacc.png|frameless|center|x150px|link=Centro_de_Estudos_e_A%C3%A7%C3%B5es_Culturais_e_de_Cidadania_-_CEACC]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[File:Cevis .png|frameless|center|x150px|Coletivo de Estudos sobre Violência e Sociabilidade|link=Coletivo de Estudos sobre Violência e Sociabilidade]]&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[File:Eco.png|frameless|center|x150px|Grupo ECO|link=Grupo ECO]]&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; |&lt;br /&gt;
[[File:Uerj.png|border|center|x150px|Universidade do Estado do Rio de Janeiro|link=Universidade do Estado do Rio de Janeiro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| style=&amp;quot;height: 100px&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;5&amp;quot; align=&amp;quot;center&amp;quot;&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[File:Icict.png|frameless|center|150px|Icict.png]]&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; |&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[File:Ippur.png|frameless|center|x150px|Instituto_de_Pesquisa_e_Planejamento_Urbano_e_Regional_-_IPPUR/UFRJ|link=Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional - IPPUR/UFRJ]]&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; |&lt;br /&gt;
[[File:Raizes.png|frameless|center|x150px|Instituto Raízes em Movimento|link=Instituto Raízes em Movimento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;Além dessas&amp;amp;nbsp;instituições representadas no Conselho Editorial existe&amp;amp;nbsp;um grande número de pesquisadores de diferentes instituições que estão participando do Dicionário.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;Para ver a lista de profissionais que participam do Dicionário acesse o link: [[Especial:Lista_de_usuários|Lista de Participantes]]&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger&amp;quot;&amp;gt;Para ver a lista das instituições cujos membros estão participando do&amp;amp;nbsp; Dicionário acesse o link:&amp;amp;nbsp;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:Todas_as_instituições_Participantes Todas as Instituições Participantes]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;[[File:Unnamed (1).jpg|thumb|left|x200px|Favela da Providência - autora: Sonia Fleury]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Regras Editoriais =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dicionário de Favelas possui um conjunto de regras para edição de conteúdo. As regras têm por objetivo estabelecer um espaço plural de diálogo entre os saberes e incentivar a produção colaborativa de conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large&amp;quot;&amp;gt;[[Regras:Regras_Editoriais|Regras Editoriais]]&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large&amp;quot;&amp;gt;[[Regras:Normas_Editoriais|Normas de Colaboração]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=MediaWiki:Sidebar&amp;diff=11437</id>
		<title>MediaWiki:Sidebar</title>
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		<updated>2021-10-21T19:16:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
* navigation&lt;br /&gt;
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** Verbetes|Verbetes&lt;br /&gt;
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** SEARCH&lt;br /&gt;
* LANGUAGES&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<updated>2021-10-21T19:10:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
* navigation&lt;br /&gt;
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** SEARCH&lt;br /&gt;
* LANGUAGES&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<title>MediaWiki:Sidebar</title>
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		<updated>2021-10-21T19:10:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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* navigation&lt;br /&gt;
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* LANGUAGES&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<title>MediaWiki:Sidebar</title>
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		<updated>2021-10-21T19:09:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
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* LANGUAGES&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<updated>2021-10-21T19:08:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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* LANGUAGES&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=MediaWiki:Sidebar&amp;diff=11427</id>
		<title>MediaWiki:Sidebar</title>
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		<updated>2021-10-21T19:08:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: Criar página em branco&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Agentes_comunit%C3%A1rias&amp;diff=10929</id>
		<title>Agentes comunitárias</title>
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		<updated>2021-09-28T19:46:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
= As agentes comunitárias =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autora: Marcella Carvalho&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; São as figuras responsáveis pela “participação comunitária” em políticas sociais. “Trabalho de base”, “trabalho comunitário” e “trabalho social” compõem o léxico da “participação comunitária” e da democratização das políticas públicas, mas não termos sinônimos. De tática de luta política à metodologia de trabalho, o sentido do “trabalho comunitário” foi objeto de sucessivas tensões políticas. A unidade desses conflitos em torno de determinadas questões permite dividir a história da figura da agente comunitária em três períodos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O primeiro foi o período da ditadura militar, cujos polos eram a desenvolvimentismo estatal e as organizações políticas de esquerda. Esse período se articulou em torno do debate sobre o papel dos mutirões: “trabalho de base” para organização política ou super exploração de trabalhadores urbanos? O segundo foi o período da redemocratização política e a consequente reorganização institucional do Estado. A criação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social foi um marco institucional importante no deslocamento da atuação estatal da política de remoções para conjuntos habitacionais à política de urbanização de favelas. Nesse período, a ampliação dos serviços entendidos como “trabalho comunitário” trouxe as mulheres ao centro da prestação de serviços urbanos, como creches e postos de saúde. A consequência não prevista do investimento público em “trabalho comunitário” foi a contestação do significado do “trabalho”. Os homens passaram a demandar remuneração pela realização das obras e as mulheres o reconhecimento da categoria das agentes comunitárias. O terceiro foi o período da consolidação do “trabalho social” como um mercado de trabalho. Os anos 1990 e 2000 testemunharam o crescimento das verbas direcionadas à política urbana e a incorporação de empreiteiras no ramo de urbanização e saneamento de favelas. A expansão da contratação de agentes comunitárias, para intermediação da relação entre Estado e moradores de favelas, desdobrou disputas em torno das formas de provisão da mão de obra e organização das relações de trabalho: entre cooperativas, organizações não governamentais e empresas sociais. O material empírico que sustenta a elaboração deste verbete é composto basicamente por entrevistas de histórias de vida com assistentes sociais, arquitetos e outros funcionários públicos, lideranças de movimentos sociais e agentes comunitárias, com algumas poucas referências a documentos de arquivos ainda existentes. Este verbete pretende compilar o conhecimento até o momento produzido sobre essas figuras centrais às políticas urbanas e, assim, retirá-las da invisibilidade a que foram relegadas na história urbana carioca. Nesse sentido, cabe destacar, de antemão, que ele fica aberto a reelaborações, conforme surjam mais informações sobre o “trabalho social”, por parte de outros/as pesquisadores/as.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Agente Comunitário de Saúde =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0.5em 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 34, 34); text-transform: none; line-height: inherit; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: sans-serif; font-size: 13.93px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; text-decoration: none; word-spacing: 0px; white-space: normal; orphans: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autora: Flávia Garofalo Cavalcanti.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0.5em 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 34, 34); text-transform: none; line-height: inherit; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: sans-serif; font-size: 13.93px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; text-decoration: none; word-spacing: 0px; white-space: normal; orphans: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px;&amp;quot;&amp;gt;No Brasil a figura do Agente Comunitário de Saúde (ACS) institucionaliza-se com o Programa de Saúde da Família através do Ministério da Saúde. Diferente dos demais componentes da equipe de saúde da família, o ACS não possui graduação na área da saúde, mas destaca-se por ser morador da área de atuação da equipe. Seu trabalho é considerado uma extensão dos serviços de saúde dentro da comunidade em questão. Dentre as principais funções dos ACS estão: o domínio/conhecimento do território de atuação, o cadastramento e acompanhamento das famílias, a realização de visitas domiciliares, ações de promoção e vigilância em saúde (busca ativa), atenção e estimulo às reivindicações da comunidade e integração entre o saber popular e o conhecimento técnico.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0.5em 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 34, 34); text-transform: none; line-height: inherit; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: sans-serif; font-size: 13.93px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; text-decoration: none; word-spacing: 0px; white-space: normal; orphans: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px;&amp;quot;&amp;gt;Mediação, portanto, é a palavra-chave no universo de atuação do ACS. Essa mediação se dá no seu existir cotidiano, percorrendo as ruas, visitando as famílias, indo e voltando da Clínica de Saúde, conversando com os moradores, aconselhando e sendo aconselhado, relacionando-se, enfim, com aquela coletividade que é a sua própria comunidade. Percebe-se então sua dupla condição cotidiana: presentes tanto no espaço social como no espaço físico. E a partir do momento que veste seu colete torna-se um Agente, ou seja, aquele que executa ações, nesse caso em prol da saúde e/ou com o aval da saúde. O fato do agente de saúde, percorrer as ruas, cumprimentar as pessoas, conversar, visitar as casas, ouvir relatos, ou seja, conhecer as dinâmicas públicas (referente ao espaço aberto das ruas) quanto as dinâmicas privadas (do ambiente interno da casa e de seus moradores), dinâmicas estas que atravessam outros domínios para além da questão da saúde, estendem seu papel de mediação à distintas esferas de organização da vida social. Espalhados por diversos espaços da cidade, os agentes de saúde estão presentes principalmente nos territórios populares, entre os quais as favelas. Apesar de sua reconhecida atuação na mediação entre a comunidade e os serviços de saúde ou entre diferentes saberes (o popular e o técnico) percebe-se que estes agentes vão além de seu papel institucional dado pelo âmbito da saúde. Reconhece-se nas ações desses agentes reinvindicações enquanto usuários da cidade, ações daqueles que habitam e usufruem de serviços, ações que visam a melhoria de suas condições de vida na busca por maior cobertura dos equipamentos públicos e privados. Na ambiguidade entre sua condição de morador e sua condição de agente ‘público’ reside a riqueza de sua atuação, na medida em que tais elementos proporcionam a efetivação de um conceito ampliado de saúde relacionado à dinâmica social da comunidade, relacionado ao urbano. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Agentes Comunitários]][[Category:Agentes Comunitárias]][[Category:Gênero]][[Category:Saúde Pública]][[Category:Saúde]][[Category:Política de saúde]][[Category:Atenção primária]][[Category:Temática - Saúde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Saúde::Agentes_Comunitárias]]&lt;br /&gt;
[[Estado_e_Mercado::Saúde::Agentes_Comunitárias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Agentes_comunit%C3%A1rias&amp;diff=10928</id>
		<title>Agentes comunitárias</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Agentes_comunit%C3%A1rias&amp;diff=10928"/>
		<updated>2021-09-28T19:44:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
= As agentes comunitárias =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autora: Marcella Carvalho&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; São as figuras responsáveis pela “participação comunitária” em políticas sociais. “Trabalho de base”, “trabalho comunitário” e “trabalho social” compõem o léxico da “participação comunitária” e da democratização das políticas públicas, mas não termos sinônimos. De tática de luta política à metodologia de trabalho, o sentido do “trabalho comunitário” foi objeto de sucessivas tensões políticas. A unidade desses conflitos em torno de determinadas questões permite dividir a história da figura da agente comunitária em três períodos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O primeiro foi o período da ditadura militar, cujos polos eram a desenvolvimentismo estatal e as organizações políticas de esquerda. Esse período se articulou em torno do debate sobre o papel dos mutirões: “trabalho de base” para organização política ou super exploração de trabalhadores urbanos? O segundo foi o período da redemocratização política e a consequente reorganização institucional do Estado. A criação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social foi um marco institucional importante no deslocamento da atuação estatal da política de remoções para conjuntos habitacionais à política de urbanização de favelas. Nesse período, a ampliação dos serviços entendidos como “trabalho comunitário” trouxe as mulheres ao centro da prestação de serviços urbanos, como creches e postos de saúde. A consequência não prevista do investimento público em “trabalho comunitário” foi a contestação do significado do “trabalho”. Os homens passaram a demandar remuneração pela realização das obras e as mulheres o reconhecimento da categoria das agentes comunitárias. O terceiro foi o período da consolidação do “trabalho social” como um mercado de trabalho. Os anos 1990 e 2000 testemunharam o crescimento das verbas direcionadas à política urbana e a incorporação de empreiteiras no ramo de urbanização e saneamento de favelas. A expansão da contratação de agentes comunitárias, para intermediação da relação entre Estado e moradores de favelas, desdobrou disputas em torno das formas de provisão da mão de obra e organização das relações de trabalho: entre cooperativas, organizações não governamentais e empresas sociais. O material empírico que sustenta a elaboração deste verbete é composto basicamente por entrevistas de histórias de vida com assistentes sociais, arquitetos e outros funcionários públicos, lideranças de movimentos sociais e agentes comunitárias, com algumas poucas referências a documentos de arquivos ainda existentes. Este verbete pretende compilar o conhecimento até o momento produzido sobre essas figuras centrais às políticas urbanas e, assim, retirá-las da invisibilidade a que foram relegadas na história urbana carioca. Nesse sentido, cabe destacar, de antemão, que ele fica aberto a reelaborações, conforme surjam mais informações sobre o “trabalho social”, por parte de outros/as pesquisadores/as.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Agente Comunitário de Saúde =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0.5em 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 34, 34); text-transform: none; line-height: inherit; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: sans-serif; font-size: 13.93px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; text-decoration: none; word-spacing: 0px; white-space: normal; orphans: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autora: Flávia Garofalo Cavalcanti.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0.5em 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 34, 34); text-transform: none; line-height: inherit; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: sans-serif; font-size: 13.93px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; text-decoration: none; word-spacing: 0px; white-space: normal; orphans: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px;&amp;quot;&amp;gt;No Brasil a figura do Agente Comunitário de Saúde (ACS) institucionaliza-se com o Programa de Saúde da Família através do Ministério da Saúde. Diferente dos demais componentes da equipe de saúde da família, o ACS não possui graduação na área da saúde, mas destaca-se por ser morador da área de atuação da equipe. Seu trabalho é considerado uma extensão dos serviços de saúde dentro da comunidade em questão. Dentre as principais funções dos ACS estão: o domínio/conhecimento do território de atuação, o cadastramento e acompanhamento das famílias, a realização de visitas domiciliares, ações de promoção e vigilância em saúde (busca ativa), atenção e estimulo às reivindicações da comunidade e integração entre o saber popular e o conhecimento técnico.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0.5em 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 34, 34); text-transform: none; line-height: inherit; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: sans-serif; font-size: 13.93px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; text-decoration: none; word-spacing: 0px; white-space: normal; orphans: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px;&amp;quot;&amp;gt;Mediação, portanto, é a palavra-chave no universo de atuação do ACS. Essa mediação se dá no seu existir cotidiano, percorrendo as ruas, visitando as famílias, indo e voltando da Clínica de Saúde, conversando com os moradores, aconselhando e sendo aconselhado, relacionando-se, enfim, com aquela coletividade que é a sua própria comunidade. Percebe-se então sua dupla condição cotidiana: presentes tanto no espaço social como no espaço físico. E a partir do momento que veste seu colete torna-se um Agente, ou seja, aquele que executa ações, nesse caso em prol da saúde e/ou com o aval da saúde. O fato do agente de saúde, percorrer as ruas, cumprimentar as pessoas, conversar, visitar as casas, ouvir relatos, ou seja, conhecer as dinâmicas públicas (referente ao espaço aberto das ruas) quanto as dinâmicas privadas (do ambiente interno da casa e de seus moradores), dinâmicas estas que atravessam outros domínios para além da questão da saúde, estendem seu papel de mediação à distintas esferas de organização da vida social. Espalhados por diversos espaços da cidade, os agentes de saúde estão presentes principalmente nos territórios populares, entre os quais as favelas. Apesar de sua reconhecida atuação na mediação entre a comunidade e os serviços de saúde ou entre diferentes saberes (o popular e o técnico) percebe-se que estes agentes vão além de seu papel institucional dado pelo âmbito da saúde. Reconhece-se nas ações desses agentes reinvindicações enquanto usuários da cidade, ações daqueles que habitam e usufruem de serviços, ações que visam a melhoria de suas condições de vida na busca por maior cobertura dos equipamentos públicos e privados. Na ambiguidade entre sua condição de morador e sua condição de agente ‘público’ reside a riqueza de sua atuação, na medida em que tais elementos proporcionam a efetivação de um conceito ampliado de saúde relacionado à dinâmica social da comunidade, relacionado ao urbano. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Category:Agentes Comunitários]][[Category:Agentes Comunitárias]][[Category:Gênero]][[Category:Saúde Pública]][[Category:Saúde]][[Category:Política de saúde]][[Category:Atenção primária]][[Category:Temática - Saúde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Saúde::Agentes_Comunitárias]]&lt;br /&gt;
[[Estado_e_Mercado::Saúde]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<title>Agentes comunitárias</title>
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		<updated>2021-09-28T19:43:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
= As agentes comunitárias =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autora: Marcella Carvalho&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; São as figuras responsáveis pela “participação comunitária” em políticas sociais. “Trabalho de base”, “trabalho comunitário” e “trabalho social” compõem o léxico da “participação comunitária” e da democratização das políticas públicas, mas não termos sinônimos. De tática de luta política à metodologia de trabalho, o sentido do “trabalho comunitário” foi objeto de sucessivas tensões políticas. A unidade desses conflitos em torno de determinadas questões permite dividir a história da figura da agente comunitária em três períodos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O primeiro foi o período da ditadura militar, cujos polos eram a desenvolvimentismo estatal e as organizações políticas de esquerda. Esse período se articulou em torno do debate sobre o papel dos mutirões: “trabalho de base” para organização política ou super exploração de trabalhadores urbanos? O segundo foi o período da redemocratização política e a consequente reorganização institucional do Estado. A criação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social foi um marco institucional importante no deslocamento da atuação estatal da política de remoções para conjuntos habitacionais à política de urbanização de favelas. Nesse período, a ampliação dos serviços entendidos como “trabalho comunitário” trouxe as mulheres ao centro da prestação de serviços urbanos, como creches e postos de saúde. A consequência não prevista do investimento público em “trabalho comunitário” foi a contestação do significado do “trabalho”. Os homens passaram a demandar remuneração pela realização das obras e as mulheres o reconhecimento da categoria das agentes comunitárias. O terceiro foi o período da consolidação do “trabalho social” como um mercado de trabalho. Os anos 1990 e 2000 testemunharam o crescimento das verbas direcionadas à política urbana e a incorporação de empreiteiras no ramo de urbanização e saneamento de favelas. A expansão da contratação de agentes comunitárias, para intermediação da relação entre Estado e moradores de favelas, desdobrou disputas em torno das formas de provisão da mão de obra e organização das relações de trabalho: entre cooperativas, organizações não governamentais e empresas sociais. O material empírico que sustenta a elaboração deste verbete é composto basicamente por entrevistas de histórias de vida com assistentes sociais, arquitetos e outros funcionários públicos, lideranças de movimentos sociais e agentes comunitárias, com algumas poucas referências a documentos de arquivos ainda existentes. Este verbete pretende compilar o conhecimento até o momento produzido sobre essas figuras centrais às políticas urbanas e, assim, retirá-las da invisibilidade a que foram relegadas na história urbana carioca. Nesse sentido, cabe destacar, de antemão, que ele fica aberto a reelaborações, conforme surjam mais informações sobre o “trabalho social”, por parte de outros/as pesquisadores/as.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Agente Comunitário de Saúde =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0.5em 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 34, 34); text-transform: none; line-height: inherit; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: sans-serif; font-size: 13.93px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; text-decoration: none; word-spacing: 0px; white-space: normal; orphans: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autora: Flávia Garofalo Cavalcanti.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0.5em 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 34, 34); text-transform: none; line-height: inherit; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: sans-serif; font-size: 13.93px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; text-decoration: none; word-spacing: 0px; white-space: normal; orphans: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px;&amp;quot;&amp;gt;No Brasil a figura do Agente Comunitário de Saúde (ACS) institucionaliza-se com o Programa de Saúde da Família através do Ministério da Saúde. Diferente dos demais componentes da equipe de saúde da família, o ACS não possui graduação na área da saúde, mas destaca-se por ser morador da área de atuação da equipe. Seu trabalho é considerado uma extensão dos serviços de saúde dentro da comunidade em questão. Dentre as principais funções dos ACS estão: o domínio/conhecimento do território de atuação, o cadastramento e acompanhamento das famílias, a realização de visitas domiciliares, ações de promoção e vigilância em saúde (busca ativa), atenção e estimulo às reivindicações da comunidade e integração entre o saber popular e o conhecimento técnico.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0.5em 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 34, 34); text-transform: none; line-height: inherit; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: sans-serif; font-size: 13.93px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; text-decoration: none; word-spacing: 0px; white-space: normal; orphans: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px;&amp;quot;&amp;gt;Mediação, portanto, é a palavra-chave no universo de atuação do ACS. Essa mediação se dá no seu existir cotidiano, percorrendo as ruas, visitando as famílias, indo e voltando da Clínica de Saúde, conversando com os moradores, aconselhando e sendo aconselhado, relacionando-se, enfim, com aquela coletividade que é a sua própria comunidade. Percebe-se então sua dupla condição cotidiana: presentes tanto no espaço social como no espaço físico. E a partir do momento que veste seu colete torna-se um Agente, ou seja, aquele que executa ações, nesse caso em prol da saúde e/ou com o aval da saúde. O fato do agente de saúde, percorrer as ruas, cumprimentar as pessoas, conversar, visitar as casas, ouvir relatos, ou seja, conhecer as dinâmicas públicas (referente ao espaço aberto das ruas) quanto as dinâmicas privadas (do ambiente interno da casa e de seus moradores), dinâmicas estas que atravessam outros domínios para além da questão da saúde, estendem seu papel de mediação à distintas esferas de organização da vida social. Espalhados por diversos espaços da cidade, os agentes de saúde estão presentes principalmente nos territórios populares, entre os quais as favelas. Apesar de sua reconhecida atuação na mediação entre a comunidade e os serviços de saúde ou entre diferentes saberes (o popular e o técnico) percebe-se que estes agentes vão além de seu papel institucional dado pelo âmbito da saúde. Reconhece-se nas ações desses agentes reinvindicações enquanto usuários da cidade, ações daqueles que habitam e usufruem de serviços, ações que visam a melhoria de suas condições de vida na busca por maior cobertura dos equipamentos públicos e privados. Na ambiguidade entre sua condição de morador e sua condição de agente ‘público’ reside a riqueza de sua atuação, na medida em que tais elementos proporcionam a efetivação de um conceito ampliado de saúde relacionado à dinâmica social da comunidade, relacionado ao urbano. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Agentes Comunitários]][[Category:Agentes Comunitárias]][[Category:Gênero]][[Category:Saúde Pública]][[Category:Saúde]][[Category:Política de saúde]][[Category:Atenção primária]][[Category:Temática - Saúde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categorias Temáticas::Saúde]]&lt;br /&gt;
[[Eixo_de_Análise::Estado_e_Mercado]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Propriedade:Estado_e_Mercado&amp;diff=10926</id>
		<title>Propriedade:Estado e Mercado</title>
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		<updated>2021-09-28T19:41:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== O eixo de análise  Estado e Mercado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No eixo de análise Estado e Mercado estão incluídos as expressões e manifestações de autores que tratam das relações entre atores políticos, bem como os programas e ações governamentais destinados a populações e territórios das favelas. Envolvem também iniciativas comunitárias, de organizações internas das favelas e de Organizações Não Governamentais atuantes nesses territórios, bem como ações empresariais voltadas para obtenção de lucro. Mesmo em áreas tradicionais de políticas públicas incluídas nas categorias temáticas de habitação, saúde, educação, meio ambiente, urbanização, mobilidade e segurança, incluem-se também ações e iniciativas dos demais atores acima mencionados que marcam presença em cada uma delas. A economia trata de conteúdos ligados às relações de troca entre produtores, provedores e consumidores que incidem sobre o modo de vida da população da favela, sejam elas relações de troca que visam lucro e envolvem uso de moeda, sejam trocas por meio de escambo, ou ainda por meio de moeda e produção solidárias. Também estão incluídas as formas de socialização e disseminação de valores relacionados a essas atividades, tais como empreendedorismo, inovação e competitividade.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Has type::Palavra-chave]]&lt;br /&gt;
[[Eixo_de_Análise::Estado_e_Mercado]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
	</entry>
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		<title>Propriedade:Saúde</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Fornazin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Has type::Palavra-chave]]&lt;br /&gt;
[[Categorias Temáticas::Saúde]]&lt;br /&gt;
[[Estado_e_Mercado::Saúde]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<title>Propriedade:Saúde</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Has type::Palavra-chave]]&lt;br /&gt;
[[Categorias Temáticas::Saúde]]&lt;br /&gt;
[[Eixo_de_Análise::Estado_e_Mercado]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Has type::Palavra-chave]]&lt;br /&gt;
[[Categorias Temáticas::Saúde]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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		<title>Propriedade:Categorias Temáticas</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Has type::Palavra-chave]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fornazin</name></author>
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