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	<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<title>Mil dias</title>
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		<updated>2020-12-08T13:15:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: right;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;quot;A noite não adormece&amp;lt;br/&amp;gt; nos olhos das mulheres&amp;lt;br/&amp;gt; a lua fêmea, semelhante nossa,&amp;lt;br/&amp;gt; em vigília atenta vigia&amp;lt;br/&amp;gt; a nossa memória&amp;quot;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Conceição Evaristo&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Ainda que dos olhos surjam lágrimas de saudades de um tempo que não será vivido, haverá sempre uma força escondida para por no rosto de cada uma, de cada um, o marcante sorriso de confiança, certeza&amp;amp;nbsp;e fé, pois&amp;amp;nbsp;segue-se adiante pelo caminho, deixando&amp;amp;nbsp;mais perto o que parecia longe. E ainda se&amp;amp;nbsp;a estrada parecer dura ou algum peso se fizer sentir, sempre se pode dividí-lo com a colega, o colega&amp;amp;nbsp;ao lado, que resolveu acompanhar os mesmos firmes passos.&amp;amp;nbsp;Afinal, vale a pena a luta&amp;amp;nbsp;por tratar-se, acima de tudo, daquela palavra-vontade que é a Esperança:&amp;amp;nbsp;vontade de ver acontecer.&amp;amp;nbsp;De fazer acontecer.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Páginas de livro escrito contém palavras marcadas de sentido. Feridas no corpo contém as&amp;amp;nbsp;cascas de pele que marcam a cicatrização.&amp;amp;nbsp;Entre as estradas que interligam as cidades há os marcos rodoviários: são&amp;amp;nbsp;pedras. No&amp;amp;nbsp;tempo que passa,&amp;amp;nbsp;as horas assomam-se para&amp;amp;nbsp;os dias, desde &#039;&#039;aquele,&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;marcado, em noite não dormida e prolongada na constante vigília que insiste &#039;&#039;naquela&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;mesma pergunta,&amp;amp;nbsp;gerando a numérica marcação das múltiplas centenas, cuja grande quantidade demonstra a tragédia do acontecimento&amp;amp;nbsp;com a ausência das respostas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Enquanto isso, nas mesmas passagens dos dias, as sementes lançadas começam por desabrochar e florescer, gerando novos amanheceres, acrescentando outras vozes, lançando novas palavra-semente que, encontrando bom solo, darão bons frutos. A mútua troca de saberes, no comum objetivo da justiça, permite que a firme mensagem permaneça presente no lugar que mais importa, em corpos desejosos de boa mudança, influenciados por &#039;&#039;aquela boa flor&#039;&#039;,&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;hoje saudade, mas cuja memória segue nos corações que admiram, vigiam&amp;amp;nbsp;e comunicam; porque o tempo futuro demanda atenção para com os marcos, ímpares e singulares.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Este dia, oito de dezembro de 2020, que adveio de&amp;amp;nbsp;madrugada chuvosa, resulta como um grande despertar de mil relógios, que dará ensejo -&amp;amp;nbsp;senão à definitiva resposta -, para a decisiva pergunta. O coração de cada leitora, cada leitor, saberá fazê-la e entregá-la. Em coro, ao alto, se preciso for.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;{este texto seguirá em constante revisão}&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mil dias</title>
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		<updated>2020-12-08T12:48:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: right;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;quot;A noite não adormece&amp;lt;br/&amp;gt; nos olhos das mulheres&amp;lt;br/&amp;gt; a lua fêmea, semelhante nossa,&amp;lt;br/&amp;gt; em vigília atenta vigia&amp;lt;br/&amp;gt; a nossa memória&amp;quot;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Conceição Evaristo&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Ainda que dos olhos surjam lágrimas de saudades de um tempo que não será vivido, haverá sempre uma força escondida para por no rosto de cada uma, de cada um, o marcante sorriso de confiança, certeza&amp;amp;nbsp;e fé, pois&amp;amp;nbsp;segue-se adiante pelo caminho, deixando&amp;amp;nbsp;mais perto o que parecia longe. E ainda se&amp;amp;nbsp;a estrada parecer dura ou algum peso se fizer sentir, sempre se pode dividí-lo com a colega, o colega&amp;amp;nbsp;ao lado, que resolveu acompanhar os mesmos firmes passos.&amp;amp;nbsp;Afinal, vale a pena a luta&amp;amp;nbsp;por tratar-se, acima de tudo, daquela palavra-vontade que é a Esperança:&amp;amp;nbsp;na vontade de ver acontecer.&amp;amp;nbsp;De fazer acontecer.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Páginas de livro escrito contém palavras marcadas de sentido. Feridas no corpo contém as&amp;amp;nbsp;cascas de pele que marcam a cicatrização.&amp;amp;nbsp;Entre as estradas que interligam as cidades há os marcos rodoviários: são&amp;amp;nbsp;pedras. No&amp;amp;nbsp;tempo que passa,&amp;amp;nbsp;as horas assomam-se para&amp;amp;nbsp;os dias, desde &#039;&#039;aquele,&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;marcado, em noite não dormida e prolongada na constante vigília que insiste &#039;&#039;naquela&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;mesma pergunta,&amp;amp;nbsp;gerando a numérica marcação das centenas, cuja grande quantidade demonstra a tragédia do acontecimento, com a ausência das respostas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Enquanto isso, nas mesmas passagens dos dias, as sementes lançadas começam por desabrochar e florescer, gerando novos amanheceres, acrescentando outras vozes, lançando novas palavra-semente que, encontrando bom solo, darão bons frutos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Este dia, que seguiu em madrugada chuvosa, resulta como um grande clamor, que dará ensejo, senão à definitiva resposta, para a decisiva pergunta. O coração de cada leitora, cada leitor, saberá fazê-la. Em coro - desperto por mil relógios -&amp;amp;nbsp;se preciso for.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;{este texto seguirá em constante revisão}&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mil dias</title>
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		<updated>2020-12-08T04:36:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: Criou página com &amp;#039;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: right;&amp;quot;&amp;gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;quot;A noite não adormece&amp;lt;br/&amp;gt; nos olhos das mulheres&amp;lt;br/&amp;gt; a lua fêmea, semelhante nossa,&amp;lt;br/&amp;gt; em vigília atenta vigia&amp;lt;br/&amp;gt; a nossa memória&amp;quot;&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: right;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;quot;A noite não adormece&amp;lt;br/&amp;gt; nos olhos das mulheres&amp;lt;br/&amp;gt; a lua fêmea, semelhante nossa,&amp;lt;br/&amp;gt; em vigília atenta vigia&amp;lt;br/&amp;gt; a nossa memória&amp;quot;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Conceição Evaristo&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Ainda que dos olhos surjam lágrimas de saudades de um tempo que não será vivido, haverá sempre uma força escondida para por no rosto de cada uma, de cada um, o marcante sorriso de confiança, certeza&amp;amp;nbsp;e fé, pois&amp;amp;nbsp;segue-se adiante pelo caminho, deixando&amp;amp;nbsp;mais perto o que parecia longe. E ainda se&amp;amp;nbsp;a estrada parecer dura ou algum peso se fizer sentir, sempre se pode dividí-lo com a colega, o colega&amp;amp;nbsp;ao lado, que resolveu acompanhar os mesmos firmes passos.&amp;amp;nbsp;Afinal&amp;amp;nbsp;vale a pena a luta, por tratar-se, acima de tudo, daquela palavra-vontade que é a Esperança:&amp;amp;nbsp;na vontade de ver acontecer.&amp;amp;nbsp;De fazer acontecer.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Páginas de livro escrito contém palavras marcadas de sentido. Feridas no corpo contém as&amp;amp;nbsp;cascas de pele que marcam a cicatrização.&amp;amp;nbsp;Entre as estradas que interligam as cidades há os marcos rodoviários: são&amp;amp;nbsp;pedras. No&amp;amp;nbsp;tempo que passa,&amp;amp;nbsp;as horas assomam-se para&amp;amp;nbsp;os dias, desde &#039;&#039;aquele,&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;marcado, em noite não dormida e prolongada na constante vigília que insiste &#039;&#039;naquela&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;mesma pergunta,&amp;amp;nbsp;gerando a numérica marcação das centenas, cuja grande quantidade demonstra a tragédia do acontecimento, com a ausência das respostas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Enquanto isso, nas mesmas passagens dos dias, as sementes lançadas começam por desabrochar e florescer, gerando novos amanheceres, acrescentando outras vozes, lançando novas palavra-semente que, encontrando bom solo, darão bons frutos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Este dia, que seguiu em madrugada chuvosa, resulta como um grande clamor, que dará ensejo, senão à definitiva resposta, para a decisiva pergunta. O coração de cada leitora, cada leitor, saberá fazê-la. Em coro, se preciso for.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;{este texto seguirá em constante revisão}&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Assassinato de Marielle Franco - 14 de Março</title>
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		<updated>2020-07-28T04:02:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Autor:&amp;amp;nbsp;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hércules_da_Silva_Xavier_Ferreira&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 &amp;lt;bdi&amp;gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira&amp;lt;/bdi&amp;gt;]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: right;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;quot;No coração de quem faz a guerra&amp;lt;br/&amp;gt; Nascerá uma flor amarela&amp;quot;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Girassol - Cidade Negra&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Há uma intenção de gesto que logrou êxito no cerne de uma cidade. Qual semente que&amp;amp;nbsp;caindo de seu fruto&amp;amp;nbsp;encontrou boa terra para germinar, de igual maneira o discurso&amp;amp;nbsp;e as ações da vereadora Marielle Franco, de querida e forte memória, enraizaram-se nos mais diversos corações após o terrível acontecimento que tinha por objetivo colocá-la em um não-lugar. A dor decorrente fez-se sentir de imediato, sem que houvesse extremos de um grito ou do calar próprio de um choque.&amp;amp;nbsp;E mesmo nesse lugar da dor, as&amp;amp;nbsp;pessoas que a apoiavam, ou que identificavam-se de alguma maneira com sua lida política,&amp;amp;nbsp;sentiram-se convocadas e responderam ao chamado. Seus corpos, na firme recusa de aceitar a tragédia social, decidiram o comum de um estandarte e nele costuraram palavras - vivas -, pela&amp;amp;nbsp;necessidade de que&amp;amp;nbsp;precisavam delas escritas&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;, servindo de inspiração e fomentando a boa luta: Marielle presente! Marielle vive!&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem pelo ausente, pela ausência. Dado o caráter abrupto,&amp;amp;nbsp;os familiares e amigos próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e amigos, foram - e seguem sendo - os que mais sentiram e sentem no peito essa falta. Nesse sentido não há palavra que baste, palavra que supra e encerre a ferida exposta pela perda de uma filha, irmã, mãe e companheira. O contexto político e violento com que ocorreu só amplia o sofrimento, não permitindo outra situação que não aquela de estar atento e forte&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;. E essa força veio e, observa-se, cresce e continuará vindo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Se palavras não remediam o suficiente, outros gestos de memória e afeto passam para o fato do acontecimento: são imagens, intervenções, performances e demais objetos que insistem na manutenção das ações pelas quais a vereadora acreditava. Os sensibilizados&amp;amp;nbsp;externam seu &#039;NÃO&#039; por suas criações artísticas, imputando a elas a necessária carga da certeza, qual seja, do &#039;não esqueceremos&#039;, pela afirmativa de sempre lembrar. Há aí como que um apelo por algo mais, apelo por Justiça, que transcenda ou não.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Cada qual sabe de si a dor que carrega e como a compreende. É que além dos atos populares e seus elementos que atualmente tanto agregam e ajudam a espalhar as sementes de boa flor, o impacto social criminoso foi tão grande que movimentou as correias das instâncias políticas, principalmente na figura do poder executivo, que deliberou por bem&amp;amp;nbsp;sancionar a lei nº 8054/20&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;, unindo assim a importante luta, &amp;quot;contra o genocídio da mulher negra&amp;quot;, com a respectiva recordação&amp;amp;nbsp;nesta data, de Marielle Franco, que fica marcada não apenas como o violento e triste dia devido a importante perda. Esse dia, perpetrado por vil ato que extendeu a duração daquela fatídica noite&amp;amp;nbsp;de 14 de março, reúne, agrega, simboliza e&amp;amp;nbsp;arregimenta sob si, tudo que poderia estar espalhado, fortalencendo o dito &amp;quot;diversas, mas não dispersas&amp;quot; e pondo no calendário oficial do estado o devido rito de comemorar, que não precisa atrelar-se ao comum entendimento de &#039;festejos&#039;. &#039;&#039;Se longa&#039;&#039;, &#039;&#039;não se prolonga&#039;&#039;, pois a alegria vem pela manhã do novo, feito a necessária coragem e inspiração&amp;amp;nbsp;no combate das impunidades e demais covardias.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;&#039;&#039;As passagens, as coragens&#039;&#039; / &#039;&#039;São sementes espalhadas nesse chão&#039;&#039;&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 15.6px;&amp;quot;&amp;gt;Este texto seguirá em constante revisão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 15.6px;&amp;quot;&amp;gt;Ver também:&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:medium;&amp;quot;&amp;gt;[[Casa_Marielle|Casa&amp;amp;nbsp;Marielle]]&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
#&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:medium;&amp;quot;&amp;gt;[[Instituto_Marielle_Franco|Instituto Marielle&amp;amp;nbsp;Franco]]&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
#&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:medium;&amp;quot;&amp;gt;[[Marielle_Franco|Marielle_Franco]]&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
#&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:medium;&amp;quot;&amp;gt;[[Mapeamento_das_homenagens_a_Marielle_Franco|Mapeamento_das_homenagens_a_Marielle_Franco]]&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
#&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:medium;&amp;quot;&amp;gt;[[Músicas_para_Marielle|Músicas para Marielle Franco]]&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Referências:&amp;lt;/span&amp;gt; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;[1] Conforme o estandarte de Arthur Bispo do Rosário&amp;lt;br/&amp;gt; [2] Música &amp;quot;divino maravilhosa&amp;quot;, de Gal Costa&amp;lt;br/&amp;gt; [3]&amp;amp;nbsp;Lei 8054/18 -&amp;amp;nbsp;RJ. Disponível em: [https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj]&amp;lt;br/&amp;gt; [4]&amp;amp;nbsp;Música &amp;quot;pequena memória para um tempo sem memória&amp;quot;, de Gonzaguinha&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Temática - Depoimentos]] [[Category:Assassinato]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Mapeamento_das_homenagens_a_Marielle_Franco&amp;diff=8114</id>
		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<updated>2020-07-14T22:43:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autor&#039;&#039;&#039;: &amp;lt;bdi&amp;gt;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hércules_da_Silva_Xavier_Ferreira&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 Hércules da Silva Xavier Ferreira].&amp;lt;/bdi&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao falecido líder máximo católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado da vida, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes em um só coro por justiça: quem mandou matar?&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;[[Marielle_Franco|Marielle]] torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideais. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto (forte vereadora), estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram desenvolvidas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, MPB, bolsa acadêmica, roupas e mesmo&amp;amp;nbsp;o nome desse Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. Sempre há o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, de ofender de alguma maneira sua imagem e história pessoal ou mesmo os ideais de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos. Como bem disse&amp;amp;nbsp; o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema Confidência do Itabirano, &amp;quot;Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!&amp;quot;. De alguma maneira estes versos reforçam as falas da (§)ativista&amp;amp;nbsp;Indianare Siqueira, quando no lançamento do livro de Amara Moira, disse (em contexto próprio) que&amp;amp;nbsp;&amp;quot;não lhe quero como nome em uma placa, não quero como bottom, não quero como&amp;amp;nbsp;estêncil numa blusa, a quero com vida&amp;quot;. Foi o triste &amp;quot;dia em que nós acordamos chorando&amp;quot;, conforme palavras da irmã&amp;amp;nbsp;Anielle Franco, em ato após o primeiro ano de seu luto familiar.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do Mestrado em Patrimônio Cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Ver também: [[Ninguém_solta_a_mão_de_ninguém_(depoimento)|Ninguém solta a mão de ninguém (Depoimento).]]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp;2008. &amp;amp;nbsp;Disponível em:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. Último acesso em 22&amp;amp;nbsp; de out de&amp;amp;nbsp; 2019.&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]] [[Category:Cartografia]] [[Category:Temática - Cultura]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Mapeamento_das_homenagens_a_Marielle_Franco&amp;diff=7618</id>
		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<updated>2020-06-08T19:30:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autor&#039;&#039;&#039;: &amp;lt;bdi&amp;gt;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hércules_da_Silva_Xavier_Ferreira&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 Hércules da Silva Xavier Ferreira].&amp;lt;/bdi&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao falecido líder máximo católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado da vida, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes em um só coro por justiça: quem mandou matar?&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;[[Marielle_Franco|Marielle]] torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideais. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto (forte vereadora), estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram desenvolvidas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, MPB, bolsa acadêmica, roupas e mesmo&amp;amp;nbsp;o nome desse Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. Sempre há o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, de ofender de alguma maneira sua imagem e história pessoal ou mesmo os ideais de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos. Como bem disse&amp;amp;nbsp; o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema Confidência do Itabirano, &amp;quot;Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!&amp;quot;. De alguma maneira estes versos reforçam as falas da (§)ativista&amp;amp;nbsp;Indianare Siqueira, quando no lançamento do livro de Amara Moira, disse (em contexto próprio) que&amp;amp;nbsp;&amp;quot;não lhe quero como nome em uma placa, não quero como bottom, não quero como&amp;amp;nbsp;estêncil numa blusa, a quero com vida&amp;quot;. Foi o triste &amp;quot;dia em que nós acordamos chorando&amp;quot;, conforme palavras da irmã&amp;amp;nbsp;Anielle Franco, em ato após o primeiro ano de seu luto familiar.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do Mestrado em Patrimônio Cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Ver também: [[Ninguém_solta_a_mão_de_ninguém_(depoimento)|Ninguém solta a mão de ninguém (Depoimento).]]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp;2008. &amp;amp;nbsp;Disponível em:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. Último acesso em 22&amp;amp;nbsp; de out de&amp;amp;nbsp; 2019.&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]] [[Category:Cartografia]] [[Category:Temática - Personalidades]] [[Category:Temática - Cultura]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Assassinato_de_Marielle_Franco_-_14_de_Mar%C3%A7o&amp;diff=5285</id>
		<title>Assassinato de Marielle Franco - 14 de Março</title>
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		<updated>2020-04-07T16:39:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Autor:&amp;amp;nbsp;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hércules_da_Silva_Xavier_Ferreira&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 &amp;lt;bdi&amp;gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira&amp;lt;/bdi&amp;gt;]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: right;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;quot;No coração de quem faz a guerra&amp;lt;br/&amp;gt; Nascerá uma flor amarela&amp;quot;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Girassol - Cidade Negra&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Há uma intenção de gesto que logrou êxito no cerne de uma cidade. Qual semente que&amp;amp;nbsp;caindo de seu fruto&amp;amp;nbsp;encontrou boa terra para germinar, de igual maneira o discurso&amp;amp;nbsp;e as ações da vereadora Marielle Franco, de querida e forte memória, enraizaram-se nos mais diversos corações após o terrível acontecimento que tinha por objetivo colocá-la em um não-lugar. A dor decorrente fez-se sentir de imediato, sem que houvesse extremos de um grito ou do calar próprio de um choque.&amp;amp;nbsp;E mesmo nesse lugar da dor, as&amp;amp;nbsp;pessoas que a apoiavam, ou que identificavam-se de alguma maneira com sua lida política,&amp;amp;nbsp;sentiram-se convocadas e responderam ao chamado. Seus corpos, na firme recusa de aceitar a tragédia social, decidiram o comum de um estandarte e nele costuraram palavras - vivas -, pela&amp;amp;nbsp;necessidade de que&amp;amp;nbsp;precisavam delas escritas&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;, servindo de inspiração e fomentando a boa luta: Marielle presente! Marielle vive!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem pelo ausente, pela ausência. Dado o caráter abrupto,&amp;amp;nbsp;os familiares e amigos próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e amigos, foram - e seguem sendo - os que mais sentiram e sentem no peito essa falta. Nesse sentido não há palavra que baste, palavra que supra e encerre a ferida exposta pela perda de uma filha, irmã, mãe e companheira. O contexto político e violento com que ocorreu só amplia o sofrimento, não permitindo outra situação que não aquela de estar atento e forte&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;. E essa força veio e, observa-se, cresce e continuará vindo.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Se palavras não remediam o suficiente, outros gestos de memória e afeto passam para o fato do acontecimento: são imagens, intervenções, performances e demais objetos que insistem na manutenção das ações pelas quais a vereadora acreditava. Os sensibilizados&amp;amp;nbsp;externam seu &#039;NÃO&#039; por suas criações artísticas, imputando a elas a necessária carga da certeza, qual seja, do &#039;não esqueceremos&#039;, pela afirmativa de sempre lembrar. Há aí como que um apelo por algo mais, apelo por Justiça, que transcenda ou não.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Cada qual sabe de si a dor que carrega e como a compreende. É que além dos atos populares e seus elementos que atualmente tanto agregam e ajudam a espalhar as sementes de boa flor, o impacto social criminoso foi tão grande que movimentou as correias das instâncias políticas, principalmente na figura do poder executivo, que deliberou por bem&amp;amp;nbsp;sancionar a lei nº 8054/20&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;, unindo assim a importante luta, &amp;quot;contra o genocídio da mulher negra&amp;quot;, com a respectiva recordação&amp;amp;nbsp;nesta data, de Marielle Franco, que fica marcada não apenas como o violento e triste dia devido a importante perda. Esse dia, perpetrado por vil ato que extendeu a duração daquela fatídica noite&amp;amp;nbsp;de 14 de março, reúne, agrega, simboliza e&amp;amp;nbsp;arregimenta sob si, tudo que poderia estar espalhado, fortalencendo o dito &amp;quot;diversas, mas não dispersas&amp;quot; e pondo no calendário oficial do estado o devido rito de comemorar, que não precisa atrelar-se ao comum entendimento de &#039;festejos&#039;. &#039;&#039;Se longa&#039;&#039;, &#039;&#039;não se prolonga&#039;&#039;, pois a alegria vem pela manhã do novo, feito a necessária coragem e inspiração&amp;amp;nbsp;no combate das impunidades e demais covardias.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;&#039;&#039;As passagens, as coragens&#039;&#039; / &#039;&#039;São sementes espalhadas nesse chão&#039;&#039;&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 15.6px;&amp;quot;&amp;gt;Este texto seguirá em constante revisão.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 15.6px;&amp;quot;&amp;gt;Ver também:&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:medium;&amp;quot;&amp;gt;[[Casa_Marielle|Casa&amp;amp;nbsp;Marielle]]&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
#&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:medium;&amp;quot;&amp;gt;[[Instituto_Marielle_Franco|Instituto Marielle&amp;amp;nbsp;Franco]]&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
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==== &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Referências:&amp;lt;/span&amp;gt; ====&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;[1] Conforme o estandarte de Arthur Bispo do Rosário&amp;lt;br/&amp;gt; [2] Música &amp;quot;divino maravilhosa&amp;quot;, de Gal Costa&amp;lt;br/&amp;gt; [3]&amp;amp;nbsp;Lei 8054/18 -&amp;amp;nbsp;RJ. Disponível em: [https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj]&amp;lt;br/&amp;gt; [4]&amp;amp;nbsp;Música &amp;quot;pequena memória para um tempo sem memória&amp;quot;, de Gonzaguinha&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Personalidade]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Assassinato_de_Marielle_Franco_-_14_de_Mar%C3%A7o&amp;diff=5284</id>
		<title>Assassinato de Marielle Franco - 14 de Março</title>
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		<updated>2020-04-07T16:38:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Autor:&amp;amp;nbsp;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hércules_da_Silva_Xavier_Ferreira&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 &amp;lt;bdi&amp;gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira&amp;lt;/bdi&amp;gt;]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: right;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;quot;No coração de quem faz a guerra&amp;lt;br/&amp;gt; Nascerá uma flor amarela&amp;quot;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Girassol - Cidade Negra&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Há uma intenção de gesto que logrou êxito no cerne de uma cidade. Qual semente que&amp;amp;nbsp;caindo de seu fruto&amp;amp;nbsp;encontrou boa terra para germinar, de igual maneira o discurso&amp;amp;nbsp;e as ações da vereadora Marielle Franco, de querida e forte memória, enraizaram-se nos mais diversos corações após o terrível acontecimento que tinha por objetivo colocá-la em um não-lugar. A dor decorrente fez-se sentir de imediato, sem que houvesse extremos de um grito ou do calar próprio de um choque.&amp;amp;nbsp;E mesmo nesse lugar da dor, as&amp;amp;nbsp;pessoas que a apoiavam, ou que identificavam-se de alguma maneira com sua lida política,&amp;amp;nbsp;sentiram-se convocadas e responderam ao chamado. Seus corpos, na firme recusa de aceitar a tragédia social, decidiram o comum de um estandarte e nele costuraram palavras - vivas -, pela&amp;amp;nbsp;necessidade de que&amp;amp;nbsp;precisavam delas escritas&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;, servindo de inspiração e fomentando a boa luta: Marielle presente! Marielle vive!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem pelo ausente, pela ausência. Dado o caráter abrupto,&amp;amp;nbsp;os familiares e amigos próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e amigos, foram - e seguem sendo - os que mais sentiram e sentem no peito essa falta. Nesse sentido não há palavra que baste, palavra que supra e encerre a ferida exposta pela perda de uma filha, irmã, mãe e companheira. O contexto político e violento com que ocorreu só amplia o sofrimento, não permitindo outra situação que não aquela de estar atento e forte&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;. E essa força veio e, observa-se, cresce e continuará vindo.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Se palavras não remediam o suficiente, outros gestos de memória e afeto passam para o fato do acontecimento: são imagens, intervenções, performances e demais objetos que insistem na manutenção das ações pelas quais a vereadora acreditava. Os sensibilizados&amp;amp;nbsp;externam seu &#039;NÃO&#039; por suas criações artísticas, imputando a elas a necessária carga da certeza, qual seja, do &#039;não esqueceremos&#039;, pela afirmativa de sempre lembrar. Há aí como que um apelo por algo mais, apelo por Justiça, que transcenda ou não.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Cada qual sabe de si a dor que carrega e como a compreende. É que além dos atos populares e seus elementos que atualmente tanto agregam e ajudam a espalhar as sementes de boa flor, o impacto social criminoso foi tão grande que movimentou as correias das instâncias políticas, principalmente na figura do poder executivo, que deliberou por bem&amp;amp;nbsp;sancionar a lei nº 8054/20&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;, unindo assim a importante luta, &amp;quot;contra o genocídio da mulher negra&amp;quot;, com a respectiva recordação&amp;amp;nbsp;nesta data, de Marielle Franco, que fica marcada não apenas como o violento e triste dia devido a importante perda. Esse dia, perpetrado por vil ato que extendeu a duração daquela fatídica noite&amp;amp;nbsp;de 14 de março, reúne, agrega, simboliza e&amp;amp;nbsp;arregimenta sob si, tudo que poderia estar espalhado, fortalencendo o dito &amp;quot;diversas, mas não dispersas&amp;quot; e pondo no calendário oficial do estado o devido rito de comemorar, que não precisa atrelar-se ao comum entendimento de &#039;festejos&#039;. &#039;&#039;Se longa&#039;&#039;, &#039;&#039;não se prolonga&#039;&#039;, pois a alegria vem pela manhã do novo, feito a necessária coragem e inspiração&amp;amp;nbsp;no combate das impunidades e demais covardias.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;&#039;&#039;As passagens, as coragens&#039;&#039; / &#039;&#039;São sementes espalhadas nesse chão&#039;&#039;&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 15.6px;&amp;quot;&amp;gt;Este texto seguirá em constante revisão.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 15.6px;&amp;quot;&amp;gt;Ver também:&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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#&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 15.6px;&amp;quot;&amp;gt;[[Casa_Marielle|C]]&amp;lt;/span&amp;gt;[[Casa_Marielle|&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 15.6px;&amp;quot;&amp;gt;asa&amp;amp;nbsp;Marielle&amp;lt;/span&amp;gt;]] &lt;br /&gt;
#[[Instituto_Marielle_Franco|&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 15.6px;&amp;quot;&amp;gt;Instituto&amp;lt;/span&amp;gt;]]&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 15.6px;&amp;quot;&amp;gt;[[Instituto_Marielle_Franco|Marielle]]&amp;lt;/span&amp;gt;[[Instituto_Marielle_Franco|&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 15.6px;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;Franco&amp;lt;/span&amp;gt;]] &lt;br /&gt;
#[[Marielle_Franco|Marielle_Franco]] &lt;br /&gt;
#[[Mapeamento_das_homenagens_a_Marielle_Franco|Mapeamento_das_homenagens_a_Marielle_Franco]] &lt;br /&gt;
#[[Músicas_para_Marielle|Músicas para Marielle Franco]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Referências:&amp;lt;/span&amp;gt; ====&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;[1] Conforme o estandarte de Arthur Bispo do Rosário&amp;lt;br/&amp;gt; [2] Música &amp;quot;divino maravilhosa&amp;quot;, de Gal Costa&amp;lt;br/&amp;gt; [3]&amp;amp;nbsp;Lei 8054/18 -&amp;amp;nbsp;RJ. Disponível em: [https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj]&amp;lt;br/&amp;gt; [4]&amp;amp;nbsp;Música &amp;quot;pequena memória para um tempo sem memória&amp;quot;, de Gonzaguinha&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Personalidade]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Assassinato de Marielle Franco - 14 de Março</title>
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		<updated>2020-03-19T03:18:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Há uma intenção de gesto que logrou êxito no cerne de uma cidade. Qual semente que&amp;amp;nbsp;caindo de seu fruto&amp;amp;nbsp;encontrou boa terra para germinar, de igual maneira o discurso&amp;amp;nbsp;e as ações da vereadora Marielle Franco, de querida e forte memória, enraizaram-se nos mais diversos corações após o terrível acontecimento que tinha por objetivo colocá-la em um não-lugar. A dor decorrente fez-se sentir de imediato, sem que houvesse extremos de um grito ou do calar próprio de um choque.&amp;amp;nbsp;E mesmo nesse lugar da dor, as&amp;amp;nbsp;pessoas que a apoiavam, ou que identificavam-se de alguma maneira com sua lida política,&amp;amp;nbsp;sentiram-se convocadas e responderam ao chamado. Seus corpos, na firme recusa de aceitar a tragédia social, decidiram o comum de um estandarte e nele costuraram palavras - vivas -, pela&amp;amp;nbsp;necessidade de que&amp;amp;nbsp;precisavam delas escritas&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;, servindo de inspiração e fomentando a boa luta: Marielle presente! Marielle vive!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem pelo ausente, pela ausência. Dado o caráter abrupto,&amp;amp;nbsp;os familiares e amigos próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e amigos, foram - e seguem sendo - os que mais sentiram e sentem no peito essa falta. Nesse sentido não há palavra que baste, palavra que supra e encerre a ferida exposta pela perda de uma filha, irmã, mãe e companheira. O contexto político e violento com que ocorreu só amplia o sofrimento, não permitindo outra situação que não aquela de estar atento e forte&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;. E essa força veio e, observa-se, cresce e continuará vindo.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Se palavras não remediam o suficiente, outros gestos de memória e afeto passam para o fato do acontecimento: são imagens, intervenções, performances e demais objetos que insistem na manutenção das ações pelas quais a vereadora acreditava. Os sensibilizados&amp;amp;nbsp;externam seu &#039;NÃO&#039; por suas criações artísticas, imputando a elas a necessária carga da certeza, qual seja, do &#039;não esqueceremos&#039;, pela afirmativa de sempre lembrar. Há aí como que um apelo por algo mais, apelo por Justiça, que transcenda ou não.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Cada qual sabe de si a dor que carrega e como a compreende. É que além dos atos populares e seus elementos que atualmente tanto agregam e ajudam a espalhar as sementes de boa flor, o impacto social criminoso foi tão grande que movimentou as correias das instâncias políticas, principalmente na figura do poder executivo, que deliberou por bem&amp;amp;nbsp;sancionar a lei nº 8054/20&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;, unindo assim a importante luta, &amp;quot;contra o genocídio da mulher negra&amp;quot;, com a respectiva recordação&amp;amp;nbsp;nesta data, de Marielle Franco, que fica marcada não apenas como o violento e triste dia devido a importante perda. Esse dia, perpetrado por vil ato que extendeu a duração daquela fatídica noite&amp;amp;nbsp;de 14 de março, reúne, agrega, simboliza e&amp;amp;nbsp;arregimenta sob si, tudo que poderia estar espalhado, fortalencendo o dito &amp;quot;diversas, mas não dispersas&amp;quot; e pondo no calendário oficial do estado o devido rito de comemorar, que não precisa atrelar-se ao comum entendimento de &#039;festejos&#039;. &#039;&#039;Se longa&#039;&#039;, &#039;&#039;não se prolonga&#039;&#039;, pois a alegria vem pela manhã do novo, feito a necessária coragem e inspiração&amp;amp;nbsp;no combate das impunidades e demais covardias.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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		<title>Assassinato de Marielle Franco - 14 de Março</title>
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		<updated>2020-03-15T04:45:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem pelo ausente, pela ausência. Dado o caráter abrupto e o contexto político,&amp;amp;nbsp;os familiares e amigos próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e amigos, foram - e seguem sendo - os que mais sentiram e sentem no peito essa falta. Nesse sentido não há palavra que baste, palavra que supra e encerre a ferida exposta pela perda de uma filha, irmã, mãe e companheira. O contexto político e violento com que ocorreu só amplia o sofrimento, não permitindo outra situação que não aquela de estar atento e forte&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;. E essa força veio e, observa-se, cresce e continuará vindo.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Se palavras não remediam o suficiente, outros gestos de memória e afeto passam para o fato do acontecimento: são imagens, intervenções, performances e demais objetos que insistem na manutenção das ações pelas quais a vereadora acreditava. Os sensibilizados&amp;amp;nbsp;externam seu &#039;NÃO&#039; por suas criações artísticas, imputando a elas a necessária carga da certeza, qual seja, do &#039;não esqueceremos&#039;, pela afirmativa de sempre lembrar. Há aí como que um apelo por algo mais, apelo por Justiça, que transcenda ou não.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Cada qual sabe de si a dor que carrega e como a compreende. É que além dos atos populares e seus elementos que atualmente tanto agregam e ajudam a espalhar as sementes de boa flor, o impacto social criminoso foi tão grande que movimentou as correias das instâncias políticas, principalmente na figura do poder executivo, que deliberou por bem&amp;amp;nbsp;sancionar a lei nº 8054/20&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;, unindo assim a importante luta, &amp;quot;contra o genocídio da mulher negra&amp;quot;, com a respectiva recordação&amp;amp;nbsp;nesta data, de Marielle Franco, que fica marcada não apenas como o violento e triste dia devido a importante perda. Este dia, 14 de março, reúne, agrega, simboliza, arregimenta sob si, tudo que poderia estar espalhado, fortalencendo o dito &amp;quot;diversas, mas não dispersas&amp;quot; e pondo no calendário oficial do estado o devido rito de comemorar, que não precisa atrelar-se ao comum entendimento de &#039;festejos&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;&#039;&#039;As passagens, as coragens&#039;&#039; / &#039;&#039;São sementes espalhadas nesse chão&#039;&#039;&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;REFERÊNCIAS:&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;[1] Conforme o estandarte de Arthur Bispo do Rosário&amp;lt;br/&amp;gt; [2] Música &amp;quot;divino maravilhosa&amp;quot;, de Gal Costa&amp;lt;br/&amp;gt; [3]&amp;amp;nbsp;Lei 8054/18 -&amp;amp;nbsp;RJ. Disponível em: [https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj]&amp;lt;br/&amp;gt; [4]&amp;amp;nbsp;Música &amp;quot;pequena memória para um tempo sem memória&amp;quot;, de Gonzaguinha&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Vict%C3%B3ria_Almeida&amp;diff=4628</id>
		<title>Usuário:Victória Almeida</title>
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		<updated>2020-03-14T19:32:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;Marielle: o que vi, ouvi e li&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de dizer pra que e por que precisamos guardar memória dessa brilhante mulher negra, que alcançou milhares, precisamos saber quem ela foi e pelo que ela lutou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Quem foi Marielle Franco?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu passei a conhecer Marielle depois do terrível acontecimento. Mas por tudo que vi, ouvi e li, ela ficou em maior evidência após o crime que sofreu. Seu nome completo, Marielle Francisco da Silva, de 38 anos, mulher, mãe, lésbica, “cria da favela”, Socióloga, e ativista, dificilmente será esquecido. Além de tudo isso, ainda era presidente da Comissão da Mulher na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. E integrante da comissão que investigava abusos das forças armadas e da polícia durante a intervenção federal na área da segurança pública do estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2016 elegeu-se como vereadora, tendo mais de 46.000 votos. Aí sua luta ficou mais intensa. Em seu mandato, apresentou várias leis em defesa das mulheres, da população LGBT+ e de igual modo lutava sem parar pela defesa dos direitos humanos. Porém no dia 14 de março de 2018, calaram sua voz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Família/Manifestantes:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A manifestaçção e o brado consequente ao fatídico dia ocorreu em vários estados do Brasil e pelo mundo afora. E não esqueceram sobremaneira do motorista Anderson Pedro Gomes, de 39 anos, que morreu no mesmo momento que a vereadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as pessoas que participaram das mais diversas manifestações (grande parte sendo de mulheres), de afeto e de revolta ante o bárbaro crime, reuniram-se para, de alguma maneira, insistirem por seus projetos. Como exemplo: o fim da intervenção federal no Rio de Janeiro. Inclua-se aí o fim da guerra contra as drogas nas favelas e periferias, que tanto vitima os seus jovens, em sua imensa maioria de negros. Outras bandeiras políticas que Marielle defendia foram igual e fortemente levantadas, como o combate ao racismo e ao machismo institucional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A força de sua voz segue ecoando por vários lugares e corpos. Seja através de seus pais, de sua filha Luyara, de sua viúva Mônica e ainda dos clamores populares nas inúmeras manifestações de apoio e carinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua família por sinal, enquanto sofre com o luto, ao mesmo tempo luta para ampliar essa voz. Sua filha única, Luyara, contou em determinado momento ao jornal &amp;quot;O Globo&amp;quot;, que mesmo após um ano ainda espera sua mãe chegar em casa. E também critica o fato de várias pessoas usarem o nome de sua mãe para autopromoção. Luyara, bem como toda a família e os amigos, esperam justiça do caso que até hoje não foi resolvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Monica, sua companheira de longa data, costuma contar o quanto é difícil ter de viver o luto, pois viveram juntas por um ano e três meses, em uma vila na Tijuca, zona&amp;amp;nbsp;norte do Rio de Janeiro. Cogitavam a hipótese de ter um filho e queriam se casar já em 2019. Tantos e tantos planos que foram interrompidos naquela triste noite de 14 de março. Ela comentou que as manifestações realizadas lhe deram muita força.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Creio eu que não deu forças somente a ela, mas também para sua família, amigos e demais pessoas que acreditaram e votaram para ter Marielle Franco como vereadora. Isso deu força para lutarem em seu nome e das outras pessoas que tentaram calar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há muitas pessoas que estão aí para que sua voz não se cale nunca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Por que devemos manter a memória de Marielle Franco sempre ativa?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marielle como podemos notar por sua história de vida, batalhou bastante para chegar onde chegou; gritou alto, protegeu quem não tinha proteção. Ela alcançou um ponto alto e seguia subindo, quando a assassinaram tentando calar-lhe, tentando acabar com suas ações que aos poucos mudavam as coisas. Mas estes assassinos e seu mandante se enganaram quando acharam que não haveriam continuidade aos seus trabalhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A família criou o Instituto Marielle Franco, uma organização que além de buscar respostas e justiça por sua morte, quer também “multiplicar o legado deixado por ela e regar as sementes que surgiram após o seu assassinato e do seu motorista”. Outro evento de igual importância é o Florescer por Marielle, uma plataforma feita pela comissão das mulheres para homenageá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marielle ainda vive dentro de casa um de nós. E vidas negras importam. Espero que todos que ouvirem sua história se inspirem a lutar por sua causa também. É por&amp;amp;nbsp;isso que ela deve ser lembrada e homenageada, ela nos inspira a lutar por nossas causas, seja elas negras ou causas LGBT+, seja qual causa for nunca podemos parar de lutar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos de respostas. O caso de Marielle não pode morrer empoeirado em alguma sala por aí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sensibilidade&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia 14 de março de 2018, Marielle e Anderson, foram assassinados. Naquele dia, foi aberta uma ferida no coração de amigos e familiares. Difícil é imaginar a dor de Luyara, sua filha, ao saber que naquela noite sua mãe não estaria mais por perto. Ou ainda a dor de sua viúva, Monica, ao saber que nunca mais acordaria ao seu lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Particularmente, já passei por uma dor assim. Crime não foi o motivo, sendo morte por doença. Horrível é sentir a angústia pelo desconhecimento do que causou morte ou o porque tal pessoa morreu. No meu caso preferiram não me contar devido minha idade, porém, a dor de não ter respostas sobre a morte de alguém que você ama, é uma coisa que não tem palavra para descrever. A sensação é horrível. Que dirá a família de Marielle, sua filha, sua viúva, a cada ano vir o dia de 14 de março, lembrar que perderam uma pessoa querida e não sabem quem a matou ou o por que. E a família e amigos de Anderson, que também foi assassinado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos respostas! Completa 2 anos em 14 de março de 2020, um sábado. São 2 anos sem respostas. E então fica a pergunta no ar (ainda!) Quem matou Marielle Franco? E por que? Por que matariam uma pessoa que era ativista, defensora dos direitos humanos? Uma pessoa que lutava pelas mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue sendo lindo de se ver as milhares de pessoas que se reúnem e continuam a lutar suas batalhas. Pessoas que passaram a conhecer Marielle sentem-se inspiradas por sua história. E as homenagens servem não apenas para manter sua trajetória na lembrança das pessoas, mas também para pressionar as autoridades na elucidação do caso.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
	</entry>
	<entry>
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		<title>Assassinato de Marielle Franco - 14 de Março</title>
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		<updated>2020-03-14T19:24:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: right;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;quot;No coração de quem faz a guerra&amp;lt;br/&amp;gt; Nascerá uma flor amarela&amp;quot;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Girassol - Cidade Negra&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Há uma intenção de gesto que logrou êxito no coração de uma cidade. Qual semente que&amp;amp;nbsp;caindo de seu fruto&amp;amp;nbsp;encontrou boa terra para germinar, de igual maneira o discurso&amp;amp;nbsp;e as ações da vereadora Marielle Franco, de querida e forte memória, enraizaram-se nos mais diversos corações após o terrível acontecimento que a objetivava em um não-lugar. A dor se fez sentir de imediato, sem que houvesse extremos de um grito ou do calar próprio de um choque.&amp;amp;nbsp;E mesmo nessa dor as&amp;amp;nbsp;pessoas que a apoiavam, ou que identificavam-se de alguma maneira com sua lida política,&amp;amp;nbsp;sentiram-se convocadas e responderam ao chamado. Seus corpos, na firme recusa de aceitar a tragédia social, decidiram o comum de um estandarte e nele costuraram palavras, pela&amp;amp;nbsp;necessidade de que&amp;amp;nbsp;precisavam delas escritas&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;, servindo de inspiração e fomentando a boa luta: Marielle presente! Marielle vive!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem pelo ausente, pela ausência. Dado o caráter abrupto e o contexto político,&amp;amp;nbsp;os familiares e amigos próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e amigos, foram - e seguem sendo - os que mais sentem no peito essa falta. Nesse sentido, não há palavra que baste, palavra que supra e encerre a ferida exposta pela perda de uma filha, irmã, mãe e companheira. O contexto político e violento com que ocorreu só amplia o sofrimento, não permitindo outra situação que não aquela de estar atento e forte&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;. E essa força veio e continuará vindo.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Se palavras não remediam o suficiente, outros gestos de afeto e memória passam para o fato do acontecimento: são imagens, intervenções, performances e demais objetos que insistem na manutenção das ações pelas quais a vereadora acreditava. Os sensibilizados&amp;amp;nbsp;externam seu NÃO pela criação artística, imputando a elas a necessária carga da certeza, do &#039;não esqueceremos&#039;, pela afirmativa de sempre lembrar. Há aí como que um apelo por algo mais, apelo por Justiça.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Cada qual sabe de si a dor que carrega e como a compreende. Além dos atos populares e seus elementos que tanto agregam e espalham as sementes de boa flor, o impacto social foi tão grande que movimentou as correias das instâncias políticas, principalmente na figura do poder executivo, que deliberou por bem&amp;amp;nbsp;sancionar a lei nº 8054/20&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;, unindo assim a importante luta, &amp;quot;contra o genocídio da mulher negra&amp;quot;, com a respectiva recordação&amp;amp;nbsp;nesta data, que fica marcada não apenas como o violento e triste dia devido a importante perda. Este dia, 14 de março, reúne, agrega, simboliza, arregimenta sob si, tudo que poderia estar espalhado, fortalencendo o dito &amp;quot;diversas, mas não dispersas&amp;quot; e pondo no calendário oficial o devido rito de comemorar, que não precisa atrelar-se ao comum entendimento de &#039;festejos&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;&#039;&#039;As passagens, as coragens&#039;&#039; / &#039;&#039;São sementes espalhadas nesse chão&#039;&#039;&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;{texto ainda em rascunho}&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;REFERÊNCIAS:&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;[1] Conforme o estandarte de Arthur Bispo do Rosário&amp;lt;br/&amp;gt; [2] Música &amp;quot;divino maravilhosa&amp;quot;, de Gal Costa&amp;lt;br/&amp;gt; [3]&amp;amp;nbsp;Lei 8054/18 -&amp;amp;nbsp;RJ. Disponível em: [https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj]&amp;lt;br/&amp;gt; [4]&amp;amp;nbsp;Música &amp;quot;pequena memória para um tempo sem memória&amp;quot;, de Gonzaguinha&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Assassinato de Marielle Franco - 14 de Março</title>
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		<updated>2020-03-14T19:12:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: right;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;quot;No coração de quem faz a guerra&amp;lt;br/&amp;gt; Nascerá uma flor amarela&amp;quot;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Girassol - Cidade Negra&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Há uma intenção de gesto que logrou êxito no coração de uma cidade. Qual semente que&amp;amp;nbsp;caindo de seu fruto&amp;amp;nbsp;encontrou boa terra para germinar, de igual maneira o discurso&amp;amp;nbsp;e as ações da vereadora Marielle Franco, de querida e forte memória, enraizaram-se nos mais diversos corações após o terrível acontecimento que a objetivava em um não-lugar. A dor se fez sentir de imediato, sem que houvesse extremos de um grito ou do calar próprio de um choque.&amp;amp;nbsp;E mesmo nessa dor as&amp;amp;nbsp;pessoas que a apoiavam, ou que identificavam-se de alguma maneira com sua lida política,&amp;amp;nbsp;sentiram-se convocadas e responderam ao chamado. Seus corpos, na firme recusa de aceitar a tragédia social, decidiram o comum de um estandarte e nele costuraram palavras, pela&amp;amp;nbsp;necessidade de que&amp;amp;nbsp;precisavam delas escritas&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;, servindo de inspiração e fomentando a boa luta: Marielle presente! Marielle vive!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem pelo ausente, pela ausência. Dado o caráter abrupto e o contexto político,&amp;amp;nbsp;os familiares e amigos próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e amigos, foram - e seguem sendo - os que mais sentem no peito essa falta. Nesse sentido, não há palavra que baste, palavra que supra e encerre a ferida exposta pela perda de uma filha, irmã, mãe e companheira. O contexto político e violento com que ocorreu só amplia o sofrimento, não permitindo outra situação que não aquela de estar atento e forte&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;. E essa força veio e continuará vindo.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Se palavras não remediam o suficiente, outros gestos de afeto e memória passam para o fato do acontecimento: são imagens, intervenções, performances e demais objetos que insistem na manutenção das ações pelas quais a vereadora acreditava. Os sensibilizados&amp;amp;nbsp;externam seu NÃO pela criação artística, imputando a elas a necessária carga da certeza, do &#039;não esqueceremos&#039;, pela afirmativa de sempre lembrar. Há aí como que um apelo por algo mais, apelo por Justiça.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Cada qual sabe de si a dor que carrega e como a compreende. Além dos atos populares e seus elementos que tanto agregam e espalham as sementes de boa flor, o impacto foi tão grande que movimentou as correias das instâncias políticas, principalmente na figura do poder executivo, que deliberou por bem&amp;amp;nbsp;sancionar a lei nº 8054/20, unindo a importância da luta com a homenagem a&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;consolida a legislação das datas comemorativas do Calendário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, o Dia Marielle Franco – Dia de Luta contra o genocídio da Mulher Negra, a ser comemorado no dia 14 de março, anualmente.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O dia 14 pode enredar um caráter cíclico que, para além das homenagens e boas memórias a serem recuperadas, com elas vem também a dor da não presença&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;As passagens, as coragens / São sementes espalhadas nesse chão&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum. Para sua memória, instituiu-se o Dia Marielle Franco - dia de luta contra o genocídio da mulher negra&amp;amp;nbsp;no estado, sob a égide da&amp;amp;nbsp;Lei 8.054/18&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;, sancionada à época pelo governador Luiz Fernando de Souza, de autoria da enfermeira Rejane.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;{texto ainda em rascunho}&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;REFERÊNCIAS:&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;[1] Conforme o estandarte de Arthur Bispo do Rosário&amp;lt;br/&amp;gt; [2] Música &amp;quot;pequena memória para um tempo sem memória&amp;quot;, de Gonzaguinha&amp;lt;br/&amp;gt; [3]: Lei 8054/18 -&amp;amp;nbsp;RJ. Disponível em: [https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj]&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Assassinato de Marielle Franco - 14 de Março</title>
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		<updated>2020-03-14T06:56:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Há uma intenção de gesto que logrou êxito no coração de uma cidade. Qual semente que&amp;amp;nbsp;caindo de seu fruto&amp;amp;nbsp;encontrou boa terra para germinar, de igual maneira o discurso&amp;amp;nbsp;e as ações da vereadora Marielle Franco, de querida e forte memória, enraizaram-se nos mais diversos corações após o terrível acontecimento que a objetivava em um não-lugar. Por consequencia direta, não houve extremos de um grito de dor ou do calar típico de um&amp;amp;nbsp;choque.&amp;amp;nbsp;E ainda assim&amp;amp;nbsp;pessoas sentiram-se convocadas e responderam ao chamado. Seus corpos, na firme recusa de aceitar a tragédia social, decidiram o comum de um estandarte e nele costuraram suas palavras, pela&amp;amp;nbsp;necessidade de que&amp;amp;nbsp;precisavam delas escritas&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;, que servissem de inspiração e fomentassem a boa luta: Marielle presente! Marielle vive!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem de uma&amp;amp;nbsp;ausência e seus tipos. Dado o caráter abrupto e o contexto político,&amp;amp;nbsp;não apenas os familiares próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e vereadora, sentiram a lancinente dor, mas também uma parcela significativa de mulheres, engajadas politicamente ou não. E cada qual sabe de si a dor que carrega e como a sente. O dia 14 pode enredar um caráter cíclico que, para além das homenagens e boas memórias a serem recuperadas, com elas vem também a dor da não presença&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;As passagens, as coragens / São sementes espalhadas nesse chão&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum. Para sua memória, instituiu-se o Dia Marielle Franco - dia de luta contra o genocídio da mulher negra&amp;amp;nbsp;no estado, sob a égide da&amp;amp;nbsp;Lei 8.054/18&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;, sancionada à época pelo governador Luiz Fernando de Souza, de autoria da enfermeira Rejane.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;{texto ainda em rascunho}&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;REFERÊNCIAS:&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;[1] Conforme o estandarte de Arthur Bispo do Rosário&amp;lt;br/&amp;gt; [2] Música &amp;quot;pequena memória para um tempo sem memória&amp;quot;, de Gonzaguinha&amp;lt;br/&amp;gt; [3]: Lei 8054/18 -&amp;amp;nbsp;RJ. Disponível em: [https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj]&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Assassinato de Marielle Franco - 14 de Março</title>
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Há uma intenção de gesto que logrou êxito no coração de uma cidade. Qual semente que&amp;amp;nbsp;caindo de seu fruto&amp;amp;nbsp;encontrou boa terra para germinar, de igual maneira o discurso&amp;amp;nbsp;e as ações da vereadora Marielle Franco, de querida e forte memória, enraizaram-se nos mais diversos corações após o terrível acontecimento que a objetivava em um não-lugar. Por consequencia direta, não houve extremos de um grito de dor ou do calar típico de um&amp;amp;nbsp;choque.&amp;amp;nbsp;E ainda assim&amp;amp;nbsp;pessoas sentiram-se convocadas e responderam ao chamado. Seus corpos, na firme recusa de aceitar a tragédia social, decidiram o comum de um estandarte e nele costuraram suas palavras, pela&amp;amp;nbsp;necessidade de que&amp;amp;nbsp;precisavam delas escritas&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;, que servissem de inspiração e fomentassem a boa luta: Marielle presente! Marielle vive!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem de uma&amp;amp;nbsp;ausência e seus tipos. Dado o caráter abrupto e o contexto político,&amp;amp;nbsp;não apenas os familiares próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e vereadora, sentiram a lancinente dor, mas também uma parcela significativa de mulheres, engajadas politicamente ou não. E cada qual sabe de si a dor que carrega e como a sente. O dia 14 pode enredar um caráter cíclico que, para além das homenagens e boas memórias a serem recuperadas, com elas vem também a dor da não presença&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;As passagens, as coragens / São sementes espalhadas nesse chão&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum. Para sua memória, instituiu-se o Dia Marielle Franco - dia de luta contra o genocídio da mulher negra&amp;amp;nbsp;no estado, sob a égide da&amp;amp;nbsp;Lei 8.054/18&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;, sancionada à época pelo governador Luiz Fernando de Souza, de autoria da enfermeira Rejane.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;{texto ainda em rascunho}&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;REFERÊNCIAS:&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;[1] Conforme o estandarte de Arthur Bispo do Rosário&amp;lt;br/&amp;gt; [2] Música &amp;quot;pequena memória para um tempo sem memória&amp;quot;, de Gonzaguinha&amp;lt;br/&amp;gt; [3]: Lei 8054/18 -&amp;amp;nbsp;RJ. Disponível em: [https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj].&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;As passagens, as coragens / São sementes espalhadas nesse chão&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum. Para sua memória, instituiu-se o Dia Marielle Franco - dia de luta contra o genocídio da mulher negra&amp;amp;nbsp;no estado, sob a égide da&amp;amp;nbsp;Lei 8.054/18&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;, sancionada à época pelo governador Luiz Fernando de Souza, de autoria da enfermeira Rejane.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;{rascunho}&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;REFERÊNCIAS:&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;[1] Conforme o estandarte de Arthur Bispo do Rosário&amp;lt;br/&amp;gt; [2] Música &amp;quot;pequena memória para um tempo sem memória&amp;quot;, de Gonzaguinha&amp;lt;br/&amp;gt; [3]: Lei 8054/18 -&amp;amp;nbsp;RJ. Disponível em: [https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj].&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;{rascunho}&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem de uma&amp;amp;nbsp;ausência e seus tipos. Dado o caráter abrupto e o contexto político,&amp;amp;nbsp;não apenas os familiares próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e vereadora, sentiram a lancinente dor, mas também uma parcela significativa de mulheres, engajadas politicamente ou não. E cada qual sabe de si a dor que carrega e como a sente. O dia 14 pode enredar um caráter cíclico que, para além das homenagens e boas memórias a serem recuperadas, com elas vem também a dor da não presença&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;As passagens, as coragens / São sementes espalhadas nesse chão&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum. Para sua memória, instituiu-se o Dia Marielle Franco - dia de luta contra o genocídio da mulher negra&amp;amp;nbsp;no estado, sob a égide da&amp;amp;nbsp;Lei 8.054/18, sancionada à época pelo governador Luiz Fernando de Souza, de autoria da enfermeira Rejane.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Lei 8054/18 -&amp;amp;nbsp;RJ. Disponível em: [https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj].&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem de uma&amp;amp;nbsp;ausência e seus tipos. Dado o caráter abrupto e o contexto político,&amp;amp;nbsp;não apenas os familiares próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e vereadora, sentiram a lancinente dor, mas também uma parcela significativa de mulheres, engajadas politicamente ou não.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;As passagens, as coragens / São sementes espalhadas nesse chão&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum. Para sua memória, instituiu-se o Dia Marielle Franco - dia de luta contra o genocídio da mulher negra&amp;amp;nbsp;no estado, sob a égide da&amp;amp;nbsp;Lei 8.054/18, sancionada à época pelo governador Luiz Fernando de Souza, de autoria da enfermeira Rejane.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;REFERÊNCIAS:&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Lei 8054/18 -&amp;amp;nbsp;RJ. Disponível em: https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/607160905/lei-8054-18-rio-de-janeiro-rj.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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		<title>Assassinato de Marielle Franco - 14 de Março</title>
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		<updated>2020-03-14T06:46:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: Criou página com &amp;#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;quot;No coração de quem faz a guerra&amp;lt;br/&amp;gt; Nascerá uma flor amarela&amp;quot;&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&amp;#039;&amp;#039;Girassol - Cidade Negra&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;/s...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;quot;No coração de quem faz a guerra&amp;lt;br/&amp;gt; Nascerá uma flor amarela&amp;quot;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:smaller;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Girassol - Cidade Negra&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Há uma intenção de gesto que logrou êxito no coração de uma cidade. Qual semente que&amp;amp;nbsp;caindo de seu fruto&amp;amp;nbsp;encontrou boa terra para germinar, de igual maneira o discurso&amp;amp;nbsp;e as ações da vereadora Marielle Franco, de querida e forte memória, enraizaram-se nos mais diversos corações após o terrível acontecimento que a objetivava em um não-lugar. Por consequencia direta, não houve extremos de um grito de dor ou do calar típico de um&amp;amp;nbsp;choque.&amp;amp;nbsp;E ainda assim&amp;amp;nbsp;pessoas sentiram-se convocadas e responderam ao chamado. Seus corpos, na firme recusa de aceitar a tragédia social, decidiram o comum de um estandarte e nele costuraram suas palavras, pela&amp;amp;nbsp;necessidade de que&amp;amp;nbsp;precisavam delas escritas&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;, que servissem de inspiração e fomentassem a boa luta: Marielle presente! Marielle vive!&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O ato de lembrar varia em grau e intensidade de acordo com a aproximação que se tem de uma&amp;amp;nbsp;ausência e seus tipos. Dado o caráter abrupto e o contexto político,&amp;amp;nbsp;não apenas os familiares próximos na figura direta de sua mãe e pai, irmã e&amp;amp;nbsp;filha, esposa e vereadora, sentiram a lancinente dor, mas também uma parcela significativa de mulheres, engajadas politicamente ou não.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;As passagens, as coragens / São sementes espalhadas nesse chão&amp;quot;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Marielles e de tantas outras mulheres&amp;amp;nbsp;que vieram antes, pavimentando a estrada para que seu trânsito seja mais justo, democrático e inclusivo, na participação em prol do bem comum. Para sua memória, instituiu-se o Dia Marielle Franco - dia de luta contra o genocídio da mulher negra&amp;amp;nbsp;no estado, sob a égide da&amp;amp;nbsp;Lei 8.054/18, sancionada à época pelo governador Luiz Fernando de Souza, de autoria da enfermeira Rejane.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;{rascunho}&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<updated>2020-03-05T02:29:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autor&#039;&#039;&#039;: &amp;lt;bdi&amp;gt;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hércules_da_Silva_Xavier_Ferreira&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 Hércules da Silva Xavier Ferreira].&amp;lt;/bdi&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao falecido líder máximo católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado da vida, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes em um só coro por justiça: quem mandou matar?&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;[[Marielle_Franco|Marielle]] torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideais. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto (forte vereadora), estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram desenvolvidas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, MPB, bolsa acadêmica, roupas e mesmo&amp;amp;nbsp;o nome desse Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. Sempre há o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, de ofender de alguma maneira sua imagem e história pessoal ou mesmo os ideais de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos. Como bem disse&amp;amp;nbsp; o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema Confidência do Itabirano, &amp;quot;Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!&amp;quot;. De alguma maneira estes versos reforçam as falas da (§)ativista&amp;amp;nbsp;Indianare Siqueira, quando no lançamento do livro de Amara Moira, disse (em contexto próprio) que&amp;amp;nbsp;&amp;quot;não lhe quero como nome em uma placa, não quero como bottom, não quero como&amp;amp;nbsp;estêncil numa blusa, a quero com vida&amp;quot;. Foi o triste &amp;quot;dia em que nós acordamos chorando&amp;quot;, conforme palavras da irmã&amp;amp;nbsp;Anielle Franco, em ato após o primeiro ano de seu luto familiar.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do Mestrado em Patrimônio Cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Ver também: [[Ninguém_solta_a_mão_de_ninguém_(depoimento)|Ninguém solta a mão de ninguém (Depoimento).]]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;2008 . &amp;amp;nbsp; Available from &amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. access on &amp;amp;nbsp;22 &amp;amp;nbsp;Oct. &amp;amp;nbsp;2019&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<updated>2020-03-05T02:17:08Z</updated>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autor&#039;&#039;&#039;: &amp;lt;bdi&amp;gt;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hércules_da_Silva_Xavier_Ferreira&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 Hércules da Silva Xavier Ferreira].&amp;lt;/bdi&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao falecido líder máximo católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado da vida, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes em um só coro por justiça: quem mandou matar?&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;[[Marielle_Franco|Marielle]] torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideais. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto (forte vereadora), estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram desenvolvidas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, MPB, bolsa acadêmica, roupas e mesmo&amp;amp;nbsp;o nome desse Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, de ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos. Como bem disse&amp;amp;nbsp; o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema Confidência do Itabirano, &amp;quot;Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!&amp;quot;. De alguma maneira estes versos reforçam as falas da (§)ativista&amp;amp;nbsp;Indianare Siqueira, quando no lançamento do livro de Amara Moira, disse (em contexto próprio) que&amp;amp;nbsp;&amp;quot;não lhe quero como nome em uma placa, não quero como bottom, não quero como&amp;amp;nbsp;estêncil numa blusa, a quero com vida&amp;quot;.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do Mestrado em Patrimônio Cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Ver também: [[Ninguém_solta_a_mão_de_ninguém_(depoimento)|Ninguém solta a mão de ninguém (Depoimento).]]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;2008 . &amp;amp;nbsp; Available from &amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. access on &amp;amp;nbsp;22 &amp;amp;nbsp;Oct. &amp;amp;nbsp;2019&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<updated>2019-12-15T22:19:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autor&#039;&#039;&#039;: &amp;lt;bdi&amp;gt;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hércules_da_Silva_Xavier_Ferreira&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 Hércules da Silva Xavier Ferreira].&amp;lt;/bdi&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao falecido líder máximo católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado da vida, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes em um só coro por justiça: quem mandou matar?&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;[[Marielle_Franco|Marielle]] torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideais. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto (forte vereadora), estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram desenvolvidas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, MPB, bolsa acadêmica, roupas e mesmo&amp;amp;nbsp;o nome desse Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, de ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos. Como bem disse&amp;amp;nbsp; o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema Confidência do Itabirano, &amp;quot;Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!&amp;quot;. De alguma maneira estes versos reforçam as falas da (§)ativista&amp;amp;nbsp;Indianare Siqueira, quando no lançamento do livro de Amara Moira, disse (em contexto próprio) que&amp;amp;nbsp;&amp;quot;não lhe quero como nome em uma placa, não quero como bottom, não quero como&amp;amp;nbsp;estêncil numa blusa, a quero com vida&amp;quot;.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do Mestrado em Patrimônio Cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Ver também: [[Ninguém_solta_a_mão_de_ninguém|Ninguém solta a mão de ninguém (Depoimento).]]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;2008 . &amp;amp;nbsp; Available from &amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. access on &amp;amp;nbsp;22 &amp;amp;nbsp;Oct. &amp;amp;nbsp;2019&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<updated>2019-12-10T02:53:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
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Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado da vida, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes em só coro por justiça: quem mandou matar?&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;[[Marielle_Franco|Marielle]] torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideais. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto (forte vereadora), estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram desenvolvidas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, MPB, bolsa acadêmica, roupas e mesmo&amp;amp;nbsp;o nome desse Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, de ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos. Como bem disse&amp;amp;nbsp; o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema Confidência do Itabirano, &amp;quot;Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!&amp;quot;. De alguma maneira estes versos reforçam as falas da (§)ativista&amp;amp;nbsp;Indianare Siqueira, quando no lançamento do livro de Amara Moira, disse (em contexto próprio) que&amp;amp;nbsp;&amp;quot;não lhe quero como nome em uma placa, não quero como bottom, não quero como&amp;amp;nbsp;estêncil numa blusa, a quero com vida&amp;quot;.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. 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Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Ver também: [[Ninguém_solta_a_mão_de_ninguém|Ninguém solta a mão de ninguém (Depoimento).]]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;2008 . &amp;amp;nbsp; Available from &amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. access on &amp;amp;nbsp;22 &amp;amp;nbsp;Oct. &amp;amp;nbsp;2019&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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Seu rosto, seu corpo e seu gesto (forte vereadora), estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram desenvolvidas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, MPB, bolsa acadêmica, roupas e mesmo&amp;amp;nbsp;o nome desse Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, de ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos. Como bem disse&amp;amp;nbsp; o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema Confidência do Itabirano, &amp;quot;Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!&amp;quot;. De alguma maneira estes versos reforçam as falas da (§)ativista&amp;amp;nbsp;Indianare Siqueira, quando no lançamento do livro de Amara Moira, disse (em contexto próprio) que&amp;amp;nbsp;&amp;quot;não lhe quero como nome em uma placa, não quero como bottom, não quero como&amp;amp;nbsp;estêncil numa blusa, a quero com vida&amp;quot;.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do Mestrado em Patrimônio Cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em &amp;quot;referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Ver também: [[Ninguém_solta_a_mão_de_ninguém|Ninguém solta a mão de ninguém (Depoimento).]]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;2008 . &amp;amp;nbsp; Available from &amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. access on &amp;amp;nbsp;22 &amp;amp;nbsp;Oct. &amp;amp;nbsp;2019&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<updated>2019-10-24T01:24:11Z</updated>

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&lt;hr /&gt;
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Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes em só coro por justiça: quem mandou matar?&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideais. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, MPB, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, de ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos. Como bem disse&amp;amp;nbsp; o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema Confidência do Itabirano, &amp;quot;Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!&amp;quot;. De alguma maneira estes versos reforçam as falas da (§)ativista&amp;amp;nbsp;Indianare Siqueira, quando no lançamento do livro de Amara Moira, disse que&amp;amp;nbsp;&amp;quot;não lhe quero como nome em uma placa, não quero como bottom, não quero como&amp;amp;nbsp;estêncil numa blusa, a quero com vida&amp;quot;.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do Mestrado em Patrimônio Cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em &amp;quot;referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;2008 . &amp;amp;nbsp; Available from &amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. access on &amp;amp;nbsp;22 &amp;amp;nbsp;Oct. &amp;amp;nbsp;2019&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, MPB, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, de ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos. Como bem disse&amp;amp;nbsp; o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema Confidência do Itabirano, &amp;quot;Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!&amp;quot;. De alguma maneira estes versos reforçam as falas da (§)ativista&amp;amp;nbsp;Indianare Siqueira, quando no lançamento do livro de Amara Moira, disse que&amp;amp;nbsp;&amp;quot;não lhe quero como nome em uma placa, não quero como bottom, não quero como&amp;amp;nbsp;estêncil numa blusa, a quero com vida&amp;quot;.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do Mestrado em Patrimônio Cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em &amp;quot;referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;2008 . &amp;amp;nbsp; Available from &amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. access on &amp;amp;nbsp;22 &amp;amp;nbsp;Oct. &amp;amp;nbsp;2019&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideais. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, de ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos. Como bem disse&amp;amp;nbsp; o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema Confidência do Itabirano, &amp;quot;Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!&amp;quot;. De alguma maneira estes versos reforçam as falas da (§)ativista&amp;amp;nbsp;Indianare Siqueira, quando no lançamento do livro de Amara Moira, disse que&amp;amp;nbsp;&amp;quot;não lhe quero como nome em uma placa, não quero como bottom, não quero como&amp;amp;nbsp;estêncil numa blusa, a quero com vida&amp;quot;.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do Mestrado em Patrimônio Cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em &amp;quot;referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;2008 . &amp;amp;nbsp; Available from &amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. access on &amp;amp;nbsp;22 &amp;amp;nbsp;Oct. &amp;amp;nbsp;2019&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, de ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos. Como bem disse&amp;amp;nbsp; o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema Confidência do Itabirano, &amp;quot;Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!&amp;quot;. De alguma maneira estes versos reforçam as falas da (§)ativista&amp;amp;nbsp;Indianare Siqueira, quando no lançamento do livro de Amara Moira, disse que&amp;amp;nbsp;&amp;quot;não lhe quero como nome em uma placa, não quero como bottom, não quero como&amp;amp;nbsp;estêncil numa blusa, a quero com vida&amp;quot;.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. 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Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. 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Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;2008 . &amp;amp;nbsp; Available from &amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. access on &amp;amp;nbsp;22 &amp;amp;nbsp;Oct. &amp;amp;nbsp;2019&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autor&#039;&#039;&#039;: &amp;lt;bdi&amp;gt;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hércules_da_Silva_Xavier_Ferreira&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 Hércules da Silva Xavier Ferreira].&amp;lt;/bdi&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideais. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o respectivo mapa:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Acesso -&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;[https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do mestrado em patrimônio cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em &amp;quot;referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicol. clin., &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro , &amp;amp;nbsp;v. 20, n. 1, p. 65-82, &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;2008 . &amp;amp;nbsp; Available from &amp;lt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0103-56652008000100005&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso [1]]&amp;gt;. access on &amp;amp;nbsp;22 &amp;amp;nbsp;Oct. &amp;amp;nbsp;2019&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]] [[Category:Luto Urbano]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. 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&amp;amp;nbsp;Luto Urbano&lt;br /&gt;
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		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. 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A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das &#039;&#039;hashtags &#039;&#039;como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do mestrado em patrimônio cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em &amp;quot;referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;br /&gt;
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		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideais. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o seguinte mapa.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Link&#039;&#039;&#039;: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas&amp;amp;nbsp;(dos mais variados tipos conforme já mencionados), foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizam-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas como performances.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das hashtags como [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellepresente/?hl=pt-br #mariellepresente], [https://www.instagram.com/explore/tags/mariellevive/?hl=pt-br #mariellevive], #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do mestrado em patrimônio cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em &amp;quot;referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;REFERÊNCIAS&#039;&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. 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		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. 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A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas, dos mais variados tipos, foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizou-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das hashtags como #mariellepresente, #mariellevive, #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. 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Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. 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&#039;&#039;&#039;Autor&#039;&#039;&#039;: &amp;lt;bdi&amp;gt;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hércules_da_Silva_Xavier_Ferreira&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 Hércules da Silva Xavier Ferreira].&amp;lt;/bdi&amp;gt;&lt;br /&gt;
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Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideias. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o seguinte mapa.&lt;br /&gt;
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&#039;&#039;&#039;Link&#039;&#039;&#039;: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas, dos mais variados tipos, foram aparecendo pelas ruas, dos quais categorizou-se os seguintes: pipa, brincos, tatuagens, camisetas, bandeira de bloco, escultura de madeira, costura e crochet, placa de logradoura, bonecas de feltro, bloco de carnaval, nome de dicionário, festas e propostas artísticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunidade do &#039;&#039;&#039;Instagram &#039;&#039;&#039;prontamente auxilia este trabalho de mapeamento, por conta das hashtags como #mariellepresente, #mariellevive, #andersonpresente,&amp;amp;nbsp;#mariellefranco. #marielle, e muitas outras que são monitoradas. Nesse caso, uma vez que surja algo de inédito ou novo, entra-se em contato com o usuário que, geralmente, responde de bom grado e em curto espaço de tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do mestrado em patrimônio cultural do &#039;&#039;&#039;IPHAN&#039;&#039;&#039;, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os devidos entendimentos para a feitura e composição do mapa deveu-se a partir das leituras que encontram-se adiante, em &amp;quot;referências. É que conscientização e sensibilidade é um processo, espécie de despertar e estar atento, com todos os sentidos, para os sinais/signos urbanos e as práticas culturais daí advindas. Lembrar é também um gesto de memória, intencional, em sua busca para o devido testemunho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REFERÊNCIAS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011, 453p.&amp;lt;br/&amp;gt; BARTHES, Roland. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 11º ed.&amp;lt;br/&amp;gt; BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1987.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. O culto dos mortos como uma poética da ausência. ArtCultura, Uberlândia, v. 12, n. 20, p. 163-182, jan.-jun. 2010.&amp;lt;br/&amp;gt; CATROGA, Fernando José de Almeida. Uma poética da ausência. A representificação do ausente. IN.: Catroga, Fernando José de Almeida. Os passos do homem como restolho do tempo. Memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009, p. 33-54.&amp;lt;br/&amp;gt; FARIAS, F. R.; PINTO, D. S. Memoria Social em situação traumática. Morpheus (UNIRIO. Online), v. 9, p. 173-197, 2016.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. Comunicologia: reflexões sobre o futuro: as conferências de Bochum. São Paulo: Martins Fontes, 2014.&amp;lt;br/&amp;gt; FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, 224p.&amp;lt;br/&amp;gt; GONDAR, J. O. Quatro proposições sobre memória social. In: Gondar, Josaida; Dodebei, Vera. (Org.). O que é memória social?. 1ed. Rio de Janeiro: Contra-Capa, 2005, v. 1, p. 11-26.&amp;lt;br/&amp;gt; HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990. 189p.&amp;lt;br/&amp;gt; POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos,&amp;lt;br/&amp;gt; Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. Disponível em: [http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf http://www.uel.br/cch/cdph/arqtxt/Memoria_esquecimento_silencio.pdf]. Último acesso em: 17 de jul de 2018.&amp;lt;br/&amp;gt; SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das C. F.. Dos lugares de memória ao patrimônio: emergência de transformação da &#039;problemática dos lugares&#039;. Projeto História (PUCSP), v. 52, p. 245-279, 2015.&amp;lt;br/&amp;gt; SELIGMANN-SILVA, Márcio. Antimonumentos: trabalho de memória e de resistência. Psicologia USP (Online), v. 27, p. 49-60, 2016.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Marielle Franco]] [[Category:Memória]] [[Category:Violência]] [[Category:Arte Urbana]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
	</entry>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Mapeamento_das_homenagens_a_Marielle_Franco&amp;diff=1255</id>
		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<updated>2019-05-02T03:49:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideias. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o seguinte mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas foram aparecendo pelas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do mestrado em patrimônio cultural do IPHAN, o PEP-MP:&amp;amp;nbsp;[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideias. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o seguinte mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas foram aparecendo pelas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do mestrado em patrimônio cultural do [[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep]&amp;amp;nbsp;IPHAN], o PEP-MP.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<updated>2019-05-02T03:47:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideias. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o seguinte mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas foram aparecendo pelas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do mestrado em patrimônio cultural do [[http://portal.iphan.gov.br/pep http://portal.iphan.gov.br/pep]&amp;amp;nbsp;IPHAN, o PEP-MP].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<updated>2019-04-30T19:01:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado, impossível foi o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideias. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina, ganhando o restante do o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o seguinte mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas foram aparecendo pelas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do mestrado em patrimônio cultural do IPHAN, o PEP-MP.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<updated>2019-04-30T18:57:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião a perícia contou todas as balas possíveis que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes que foi igualmente retirado, impossível é o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, ergueram suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle tornou-se força a partir dessa dor que ressignificou o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideias. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina e ganharam o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o seguinte mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas foram aparecendo pelas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do mestrado em patrimônio cultural do IPHAN, o PEP-MP.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião foi&amp;amp;nbsp;possível contar&amp;amp;nbsp;as balas que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes, impossível é o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, erguem suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignifica o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideias. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina e ganharam o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgiram os grafites e demais atos de memória, criou-se o seguinte mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas foram aparecendo pelas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do mestrado em patrimônio cultural do IPHAN, o PEP-MP.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<updated>2019-04-30T18:52:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião foi&amp;amp;nbsp;possível contar&amp;amp;nbsp;as balas que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes, impossível é o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, erguem suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignifica o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideias. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina e ganharam o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgem os grafites e demais atos de memória, criou-se o seguinte mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas foram aparecendo pelas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante dizer que tudo isso foi desenvolvido no interior do mestrado em patrimônio cultural do IPHAN, o PEP-MP.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
	</entry>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Mapeamento_das_homenagens_a_Marielle_Franco&amp;diff=1235</id>
		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<updated>2019-04-30T02:11:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião foi&amp;amp;nbsp;possível contar&amp;amp;nbsp;as balas que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes, impossível é o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, erguem suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignifica o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideias. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina e ganharam o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, funk, bolsa acadêmica, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgem os grafites e demais atos de memória, criou-se o seguinte mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas foram aparecendo pelas ruas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<updated>2019-04-29T14:51:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião foi&amp;amp;nbsp;possível contar&amp;amp;nbsp;as balas que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes, impossível é o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, erguem suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignifica o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideias. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina e ganharam o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la foram criadas, como o biscuit, pipa, bandeiras, bloco de carnaval, enredo de escola de samba, costura, boneca de feltro, escultura, carimbo, roupas e mesmo nomeando o Dicionário de Favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma verdadeira memória em trânsito, avançando por vários espaços e alcançando novos entendimentos, inclusive. É que há sempre o perigo, por melhor que sejam as intenções das homenagens, em ofender de alguma maneira sua imagem e memória ou mesmo os ideias de sua luta política, na intransigente defesa dos direitos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para melhor acompanhar essas mudanças e registrar os pontos em que surgem os grafites e demais atos de memória, criou-se o seguinte mapa.&lt;br /&gt;
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Link: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&lt;br /&gt;
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Esse trabalho surgiu como desdobramento de um outro, que mapeia as práticas culturais de cunho tanatológico, isso é, os modos como o luto é ressignificado em locais de memória na relação com a ruptura trágica (acidentes, crimes, catástrofes). A partir disso, observou-se que desde o doloroso dia 14 de março de 2018, várias manifestações artísticas ou de intervenções urbanas foram aparecendo pelas ruas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há uma dor que não cessa na cidade carioca, ocasionada pela violência contra a democracia que afetou a muitos. Na rua cujo nome remete&amp;amp;nbsp;ao máximo líder católico, João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar sua voz. Se na ocasião foi&amp;amp;nbsp;possível contar&amp;amp;nbsp;as balas que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes, impossível é o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, erguem suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência da vereadora&amp;amp;nbsp;Marielle torna-se força a partir dessa dor que ressignifica o luto em luta, pois não haverá descanso enquanto o crime não for elucidado. Em atos de memória&amp;amp;nbsp;recupera-se de alguma maneira sua presença e seus ideias. Esses atos encontram os mais diversos suportes, tanto pela intervenção urbana com grafites, lambe-lambes, colagens, estêncis, frases de efeito, placa! e estão espalhados pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina e ganharam o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, da forte vereadora, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros locais. Outras formas de lembrá-la també foram produzidas&amp;amp;nbsp;como o biscuit, pipa, escultura, carimbo, roupas etc.&lt;br /&gt;
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É uma verdadeira memória em trânsito&lt;br /&gt;
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		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há uma dor que não cessa na cidade carioca. Pela ruptura ocasionada ao contínuo da democracia. Na rua cujo nome refere-se ao líder católico João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar essa grande voz. Se é possível contar&amp;amp;nbsp;as balas que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes, impossível é o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, erguem suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência torna-se força a partir dessa dor que ressignifica o luto em luta. Sua&amp;amp;nbsp;memória, de Marielle, é então reforçada pelas mais diversas intervenções urbanas, que ocorrem pelo Rio de Janeiro, Brasil, América Latina e finalmente o Mundo. Seu rosto, seu corpo e seu gesto, de Marielle, estampam os mais variados murais, postes, ruas e inúmeros outros suportes, como biscuit, pipa, escultura, carimbo, roupas, grafites, frases de efeito, placa!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link para o mapa: [https://tinyurl.com/memoriamarielle https://tinyurl.com/memoriamarielle]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: &lt;/p&gt;
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Há uma dor que não cessa na cidade carioca. Pela ruptura ocasionada ao contínuo da democracia. Na rua cujo nome refere-se ao líder católico João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus, em vil ato que buscou, sobremaneira, calar essa grande voz. Se é possível contar&amp;amp;nbsp;as balas que perfuraram o carro em que estava, conduzido pelo motorista Anderson Gomes, impossível é o cálculo de todas as pessoas atingidas e que, no comum da mesma dor, erguem suas vozes no mesmo coro por justiça: quem mandou matar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência torna-se força a partir dessa dor que ressignifica o luto em luta. Sua&amp;amp;nbsp;memória, de Marielle, é então reforçada pelas mais diversas intervenções urbanas&lt;br /&gt;
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		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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Há uma dor que não cessa na cidade carioca. Pela ruptura ocasionada ao contínuo da democracia. Na rua cujo nome refere-se ao líder católico João Paulo Primeiro, a vereadora Marielle Franco teve sua vida subtraída do convívio dos seus.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
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		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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		<title>Mapeamento das homenagens a Marielle Franco</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Hércules da Silva Xavier Ferreira: Criou página com &amp;#039; &amp;amp;nbsp;&amp;#039;&lt;/p&gt;
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		<author><name>Hércules da Silva Xavier Ferreira</name></author>
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