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	<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>Rede de Observatórios da Segurança</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pablonunes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Autor: [[Pablonunes|Pablo Nunes]]&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco organizações, de cinco estados, conectadas com um objetivo: monitorar e difundir informações sobre segurança pública, violência e direitos humanos. A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa de instituições acadêmicas e da sociedade civil da Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo dedicada a acompanhar políticas públicas de segurança e a criminalidade nesses estados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com metodologia inspirada na bem-sucedida experiência do [[Observatório_da_Intervenção|Observatório_da_Intervenção]], projeto do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), que monitorou as ações das Forças Armadas no Rio de Janeiro durante a intervenção federal em 2018, a Rede acompanha 16 indicadores, além dos dados oficiais e orçamentos governamentais e realiza relatórios, infográficos e vídeos, além de seminários e encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do CESeC, as organizações que formam a rede são: Iniciativa Negra Por Uma Nova Política de Drogas, da Bahia; Laboratório de Estudos da Violência (LEV), do Ceará; Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (Gajop), de Pernambuco; Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP), de São Paulo..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra dimensão do trabalho da &amp;amp;nbsp;Rede de Observatórios é a criação de fóruns de discussão. Cada Observatório articula redes temáticas em diferentes áreas, como &amp;amp;nbsp;pesquisadores de segurança pública; ativistas de favelas e periferias; ONGs e movimentos sociais; movimento negro; movimento LGBT; mandatos de parlamentares; Judiciário e Ministério Público; tecnologia e transparência; e comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Como é feito? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa inédita no país de produção cidadã de informações sobre segurança pública, criminalidade e violência. É formada por cinco organizações, de cinco estados, que reúnem e sistematizam dados sobre 16 indicadores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ações e ataques de grupos criminais &lt;br /&gt;
*Chacinas &lt;br /&gt;
*Corrupção policial &lt;br /&gt;
*Feminicídio e violência contra mulher &lt;br /&gt;
*Intolerância religiosa &lt;br /&gt;
*Linchamentos &lt;br /&gt;
*Manifestação, greve e protesto &lt;br /&gt;
*Policiamento &lt;br /&gt;
*Racismo e injúria racial &lt;br /&gt;
*Sistema penitenciário &lt;br /&gt;
*Sistema socioeducativo &lt;br /&gt;
*Violência armada &lt;br /&gt;
*Violência contra agentes do Estado &lt;br /&gt;
*Violência contra crianças e adolescentes &lt;br /&gt;
*Violência contra LGBTI+ &lt;br /&gt;
*Violências por agentes do Estado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As organizações que fomam a rede seguem a mesma metodologia de acompanhamento e sistematização, baseada na que foi implantada pelo Observatório da Intervenção, iniciativa do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) durante a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, em 2018. Nosso trabalho consiste na pesquisa, seleção e classificação de informações dos principais jornais regionais e brasileiros; veiculos de mídia alternativos e páginas locais no Facebook. Relatos e informações de ativistas e organizações dedicados ao tema segurança pública e direitos humanos são insumos para a pesquisa. Diariamente, as informações de diferentes fontes são confrontadas e registradas. Os dados só são considerados validados depois de passar pela revisão da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantemos ainda uma parceria com o Laboratório de Dados Fogo Cruzado, plataforma digital colaborativa que registra a incidência de violência armada nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e Recife.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os informes divulgados pelos governos estaduais sobre categorias como homicídios, latrocínios, roubos a transeuntes e de cargas também são contabilizados e analisados em profundidade. As equipes da Rede acompanham ainda Diários Oficiais e portais governamentais para mensurar os gastos no setor. Utilizamos a Lei de Acesso à Informação (LAI) para solicitar informações não divulgadas pelas fontes&amp;amp;nbsp; governamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia da Rede foi inspirada em outras iniciativas reconhecidas e premiadas internacionalmente, como o Armed Conflict Location &amp;amp; Event Data Project (ACLED), o Gun Violence Archive e o Fogo Cruzado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;amp;nbsp;[http://observatorioseguranca.com.br/a-rede/quem-faz/ observatorioseguranca.com.br]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Direitos Humanos]] [[Category:Controle Social]] [[Category:Favelas]] [[Category:Movimentos sociais]] [[Category:Políticas Públicas]] [[Category:População Negra]] [[Category:Segurança Pública]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Rede de Observatórios da Segurança</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pablonunes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Cinco organizações, de cinco estados, conectadas com um objetivo: monitorar e difundir informações sobre segurança pública, violência e direitos humanos. A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa de instituições acadêmicas e da sociedade civil da Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo dedicada a acompanhar políticas públicas de segurança e a criminalidade nesses estados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com metodologia inspirada na bem-sucedida experiência do [[Observatório_da_Intervenção|Observatório_da_Intervenção]], projeto do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), que monitorou as ações das Forças Armadas no Rio de Janeiro durante a intervenção federal em 2018, a Rede acompanha 16 indicadores, além dos dados oficiais e orçamentos governamentais e realiza relatórios, infográficos e vídeos, além de seminários e encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do CESeC, as organizações que formam a rede são: Iniciativa Negra Por Uma Nova Política de Drogas, da Bahia; Laboratório de Estudos da Violência (LEV), do Ceará; Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (Gajop), de Pernambuco; Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP), de São Paulo..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra dimensão do trabalho da &amp;amp;nbsp;Rede de Observatórios é a criação de fóruns de discussão. Cada Observatório articula redes temáticas em diferentes áreas, como &amp;amp;nbsp;pesquisadores de segurança pública; ativistas de favelas e periferias; ONGs e movimentos sociais; movimento negro; movimento LGBT; mandatos de parlamentares; Judiciário e Ministério Público; tecnologia e transparência; e comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Como é feito? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa inédita no país de produção cidadã de informações sobre segurança pública, criminalidade e violência. É formada por cinco organizações, de cinco estados, que reúnem e sistematizam dados sobre 16 indicadores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ações e ataques de grupos criminais &lt;br /&gt;
*Chacinas &lt;br /&gt;
*Corrupção policial &lt;br /&gt;
*Feminicídio e violência contra mulher &lt;br /&gt;
*Intolerância religiosa &lt;br /&gt;
*Linchamentos &lt;br /&gt;
*Manifestação, greve e protesto &lt;br /&gt;
*Policiamento &lt;br /&gt;
*Racismo e injúria racial &lt;br /&gt;
*Sistema penitenciário &lt;br /&gt;
*Sistema socioeducativo &lt;br /&gt;
*Violência armada &lt;br /&gt;
*Violência contra agentes do Estado &lt;br /&gt;
*Violência contra crianças e adolescentes &lt;br /&gt;
*Violência contra LGBTI+ &lt;br /&gt;
*Violências por agentes do Estado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As organizações que fomam a rede seguem a mesma metodologia de acompanhamento e sistematização, baseada na que foi implantada pelo Observatório da Intervenção, iniciativa do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) durante a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, em 2018. Nosso trabalho consiste na pesquisa, seleção e classificação de informações dos principais jornais regionais e brasileiros; veiculos de mídia alternativos e páginas locais no Facebook. Relatos e informações de ativistas e organizações dedicados ao tema segurança pública e direitos humanos são insumos para a pesquisa. Diariamente, as informações de diferentes fontes são confrontadas e registradas. Os dados só são considerados validados depois de passar pela revisão da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantemos ainda uma parceria com o Laboratório de Dados Fogo Cruzado, plataforma digital colaborativa que registra a incidência de violência armada nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e Recife.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os informes divulgados pelos governos estaduais sobre categorias como homicídios, latrocínios, roubos a transeuntes e de cargas também são contabilizados e analisados em profundidade. As equipes da Rede acompanham ainda Diários Oficiais e portais governamentais para mensurar os gastos no setor. Utilizamos a Lei de Acesso à Informação (LAI) para solicitar informações não divulgadas pelas fontes&amp;amp;nbsp; governamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia da Rede foi inspirada em outras iniciativas reconhecidas e premiadas internacionalmente, como o Armed Conflict Location &amp;amp; Event Data Project (ACLED), o Gun Violence Archive e o Fogo Cruzado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;amp;nbsp;[http://observatorioseguranca.com.br/a-rede/quem-faz/ observatorioseguranca.com.br]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Direitos Humanos]] [[Category:Controle Social]] [[Category:Favelas]] [[Category:Movimentos sociais]] [[Category:Políticas Públicas]] [[Category:População Negra]] [[Category:Segurança Pública]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Usuário:Pablonunes</title>
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		<updated>2019-09-10T17:12:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pablonunes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduado em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPCIS-UERJ). Desde 2015 é doutorando em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). No CESeC, coordena a área de pesquisa da Rede de Observatórios da Segurança, além de participar de pesquisas relacionadas aos temas de juventude, gestão e modelos de policiamento, análise de índices criminais, mídia e violência.&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Rede de Observatórios da Segurança</title>
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		<updated>2019-09-10T17:11:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pablonunes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Cinco organizações, de cinco estados, conectadas com um objetivo: monitorar e difundir informações sobre segurança pública, violência e direitos humanos. A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa de instituições acadêmicas e da sociedade civil da Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo dedicada a acompanhar políticas públicas de segurança e a criminalidade nesses estados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com metodologia inspirada na bem-sucedida experiência do [[Observatório_da_Intervenção]], projeto do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), que monitorou as ações das Forças Armadas no Rio de Janeiro durante a intervenção federal em 2018, a Rede acompanha 16 indicadores, além dos dados oficiais e orçamentos governamentais e realiza relatórios, infográficos e vídeos, além de seminários e encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do CESeC, as organizações que formam a rede são: Iniciativa Negra Por Uma Nova Política de Drogas, da Bahia; Laboratório de Estudos da Violência (LEV), do Ceará; Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (Gajop), de Pernambuco; Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP), de São Paulo..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra dimensão do trabalho da &amp;amp;nbsp;Rede de Observatórios é a criação de fóruns de discussão. Cada Observatório articula redes temáticas em diferentes áreas, como &amp;amp;nbsp;pesquisadores de segurança pública; ativistas de favelas e periferias; ONGs e movimentos sociais; movimento negro; movimento LGBT; mandatos de parlamentares; Judiciário e Ministério Público; tecnologia e transparência; e comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Como é feito? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa inédita no país de produção cidadã de informações sobre segurança pública, criminalidade e violência. É formada por cinco organizações, de cinco estados, que reúnem e sistematizam dados sobre 16 indicadores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ações e ataques de grupos criminais &lt;br /&gt;
*Chacinas &lt;br /&gt;
*Corrupção policial &lt;br /&gt;
*Feminicídio e violência contra mulher &lt;br /&gt;
*Intolerância religiosa &lt;br /&gt;
*Linchamentos &lt;br /&gt;
*Manifestação, greve e protesto &lt;br /&gt;
*Policiamento &lt;br /&gt;
*Racismo e injúria racial &lt;br /&gt;
*Sistema penitenciário &lt;br /&gt;
*Sistema socioeducativo &lt;br /&gt;
*Violência armada &lt;br /&gt;
*Violência contra agentes do Estado &lt;br /&gt;
*Violência contra crianças e adolescentes &lt;br /&gt;
*Violência contra LGBTI+ &lt;br /&gt;
*Violências por agentes do Estado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As organizações que fomam a rede seguem a mesma metodologia de acompanhamento e sistematização, baseada na que foi implantada pelo Observatório da Intervenção, iniciativa do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) durante a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, em 2018. Nosso trabalho consiste na pesquisa, seleção e classificação de informações dos principais jornais regionais e brasileiros; veiculos de mídia alternativos e páginas locais no Facebook. Relatos e informações de ativistas e organizações dedicados ao tema segurança pública e direitos humanos são insumos para a pesquisa. Diariamente, as informações de diferentes fontes são confrontadas e registradas. Os dados só são considerados validados depois de passar pela revisão da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantemos ainda uma parceria com o Laboratório de Dados Fogo Cruzado, plataforma digital colaborativa que registra a incidência de violência armada nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e Recife.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os informes divulgados pelos governos estaduais sobre categorias como homicídios, latrocínios, roubos a transeuntes e de cargas também são contabilizados e analisados em profundidade. As equipes da Rede acompanham ainda Diários Oficiais e portais governamentais para mensurar os gastos no setor. Utilizamos a Lei de Acesso à Informação (LAI) para solicitar informações não divulgadas pelas fontes&amp;amp;nbsp; governamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia da Rede foi inspirada em outras iniciativas reconhecidas e premiadas internacionalmente, como o Armed Conflict Location &amp;amp; Event Data Project (ACLED), o Gun Violence Archive e o Fogo Cruzado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;amp;nbsp;[http://observatorioseguranca.com.br/a-rede/quem-faz/ observatorioseguranca.com.br]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Direitos Humanos]][[Category:Controle Social]][[Category:Favelas]][[Category:Movimentos sociais]][[Category:Políticas Públicas]][[Category:População Negra]][[Category:Segurança Pública]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Rede de Observatórios da Segurança</title>
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		<updated>2019-09-10T17:07:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pablonunes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco organizações, de cinco estados, conectadas com um objetivo: monitorar e difundir informações sobre segurança pública, violência e direitos humanos. A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa de instituições acadêmicas e da sociedade civil da Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo dedicada a acompanhar políticas públicas de segurança e a criminalidade nesses estados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com metodologia inspirada na bem-sucedida experiência do Observatório da Intervenção, projeto do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), que monitorou as ações das Forças Armadas no Rio de Janeiro durante a intervenção federal em 2018, a Rede acompanha 16 indicadores, além dos dados oficiais e orçamentos governamentais e realiza relatórios, infográficos e vídeos, além de seminários e encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do CESeC, as organizações que formam a rede são: Iniciativa Negra Por Uma Nova Política de Drogas, da Bahia; Laboratório de Estudos da Violência (LEV), do Ceará; Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (Gajop), de Pernambuco; Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP), de São Paulo..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra dimensão do trabalho da &amp;amp;nbsp;Rede de Observatórios é a criação de fóruns de discussão. Cada Observatório articula redes temáticas em diferentes áreas, como &amp;amp;nbsp;pesquisadores de segurança pública; ativistas de favelas e periferias; ONGs e movimentos sociais; movimento negro; movimento LGBT; mandatos de parlamentares; Judiciário e Ministério Público; tecnologia e transparência; e comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Como é feito? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa inédita no país de produção cidadã de informações sobre segurança pública, criminalidade e violência. É formada por cinco organizações, de cinco estados, que reúnem e sistematizam dados sobre 16 indicadores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ações e ataques de grupos criminais &lt;br /&gt;
*Chacinas &lt;br /&gt;
*Corrupção policial &lt;br /&gt;
*Feminicídio e violência contra mulher &lt;br /&gt;
*Intolerância religiosa &lt;br /&gt;
*Linchamentos &lt;br /&gt;
*Manifestação, greve e protesto &lt;br /&gt;
*Policiamento &lt;br /&gt;
*Racismo e injúria racial &lt;br /&gt;
*Sistema penitenciário &lt;br /&gt;
*Sistema socioeducativo &lt;br /&gt;
*Violência armada &lt;br /&gt;
*Violência contra agentes do Estado &lt;br /&gt;
*Violência contra crianças e adolescentes &lt;br /&gt;
*Violência contra LGBTI+ &lt;br /&gt;
*Violências por agentes do Estado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As organizações que fomam a rede seguem a mesma metodologia de acompanhamento e sistematização, baseada na que foi implantada pelo Observatório da Intervenção, iniciativa do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) durante a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, em 2018. Nosso trabalho consiste na pesquisa, seleção e classificação de informações dos principais jornais regionais e brasileiros; veiculos de mídia alternativos e páginas locais no Facebook. Relatos e informações de ativistas e organizações dedicados ao tema segurança pública e direitos humanos são insumos para a pesquisa. Diariamente, as informações de diferentes fontes são confrontadas e registradas. Os dados só são considerados validados depois de passar pela revisão da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantemos ainda uma parceria com o Laboratório de Dados Fogo Cruzado, plataforma digital colaborativa que registra a incidência de violência armada nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e Recife.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os informes divulgados pelos governos estaduais sobre categorias como homicídios, latrocínios, roubos a transeuntes e de cargas também são contabilizados e analisados em profundidade. As equipes da Rede acompanham ainda Diários Oficiais e portais governamentais para mensurar os gastos no setor. Utilizamos a Lei de Acesso à Informação (LAI) para solicitar informações não divulgadas pelas fontes&amp;amp;nbsp; governamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia da Rede foi inspirada em outras iniciativas reconhecidas e premiadas internacionalmente, como o Armed Conflict Location &amp;amp; Event Data Project (ACLED), o Gun Violence Archive e o Fogo Cruzado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;amp;nbsp;[http://observatorioseguranca.com.br/a-rede/quem-faz/ observatorioseguranca.com.br]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pablonunes: Criou página com &amp;#039; = Rede de Observatórios da Segurança =  Cinco organizações, de cinco estados, conectadas com um objetivo: monitorar e difundir informações sobre segurança pública, vi...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
= Rede de Observatórios da Segurança =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco organizações, de cinco estados, conectadas com um objetivo: monitorar e difundir informações sobre segurança pública, violência e direitos humanos. A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa de instituições acadêmicas e da sociedade civil da Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo dedicada a acompanhar políticas públicas de segurança e a criminalidade nesses estados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com metodologia inspirada na bem-sucedida experiência do Observatório da Intervenção, projeto do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), que monitorou as ações das Forças Armadas no Rio de Janeiro durante a intervenção federal em 2018, a Rede acompanha 16 indicadores, além dos dados oficiais e orçamentos governamentais e realiza relatórios, infográficos e vídeos, além de seminários e encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do CESeC, as organizações que formam a rede são: Iniciativa Negra Por Uma Nova Política de Drogas, da Bahia; Laboratório de Estudos da Violência (LEV), do Ceará; Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (Gajop), de Pernambuco; Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP), de São Paulo..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra dimensão do trabalho da &amp;amp;nbsp;Rede de Observatórios é a criação de fóruns de discussão. Cada Observatório articula redes temáticas em diferentes áreas, como &amp;amp;nbsp;pesquisadores de segurança pública; ativistas de favelas e periferias; ONGs e movimentos sociais; movimento negro; movimento LGBT; mandatos de parlamentares; Judiciário e Ministério Público; tecnologia e transparência; e comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Como é feito? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa inédita no país de produção cidadã de informações sobre segurança pública, criminalidade e violência. É formada por cinco organizações, de cinco estados, que reúnem e sistematizam dados sobre 16 indicadores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ações e ataques de grupos criminais &lt;br /&gt;
*Chacinas &lt;br /&gt;
*Corrupção policial &lt;br /&gt;
*Feminicídio e violência contra mulher &lt;br /&gt;
*Intolerância religiosa &lt;br /&gt;
*Linchamentos &lt;br /&gt;
*Manifestação, greve e protesto &lt;br /&gt;
*Policiamento &lt;br /&gt;
*Racismo e injúria racial &lt;br /&gt;
*Sistema penitenciário &lt;br /&gt;
*Sistema socioeducativo &lt;br /&gt;
*Violência armada &lt;br /&gt;
*Violência contra agentes do Estado &lt;br /&gt;
*Violência contra crianças e adolescentes &lt;br /&gt;
*Violência contra LGBTI+ &lt;br /&gt;
*Violências por agentes do Estado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As organizações que fomam a rede seguem a mesma metodologia de acompanhamento e sistematização, baseada na que foi implantada pelo Observatório da Intervenção, iniciativa do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) durante a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, em 2018. Nosso trabalho consiste na pesquisa, seleção e classificação de informações dos principais jornais regionais e brasileiros; veiculos de mídia alternativos e páginas locais no Facebook. Relatos e informações de ativistas e organizações dedicados ao tema segurança pública e direitos humanos são insumos para a pesquisa. Diariamente, as informações de diferentes fontes são confrontadas e registradas. Os dados só são considerados validados depois de passar pela revisão da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantemos ainda uma parceria com o Laboratório de Dados Fogo Cruzado, plataforma digital colaborativa que registra a incidência de violência armada nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e Recife.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os informes divulgados pelos governos estaduais sobre categorias como homicídios, latrocínios, roubos a transeuntes e de cargas também são contabilizados e analisados em profundidade. As equipes da Rede acompanham ainda Diários Oficiais e portais governamentais para mensurar os gastos no setor. Utilizamos a Lei de Acesso à Informação (LAI) para solicitar informações não divulgadas pelas fontes&amp;amp;nbsp; governamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia da Rede foi inspirada em outras iniciativas reconhecidas e premiadas internacionalmente, como o Armed Conflict Location &amp;amp; Event Data Project (ACLED), o Gun Violence Archive e o Fogo Cruzado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;amp;nbsp;[http://observatorioseguranca.com.br/a-rede/quem-faz/ observatorioseguranca.com.br]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pablonunes</name></author>
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		<title>Usuário:Pablonunes</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
= &amp;amp;nbsp; =&lt;/div&gt;</summary>
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		<updated>2019-09-10T16:59:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pablonunes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
= Rede de Observatórios da Segurança =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco organizações, de cinco estados, conectadas com um objetivo: monitorar e difundir informações sobre segurança pública, violência e direitos humanos. A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa de instituições acadêmicas e da sociedade civil da Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo dedicada a acompanhar políticas públicas de segurança e a criminalidade nesses estados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com metodologia inspirada na bem-sucedida experiência do Observatório da Intervenção, projeto do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), que monitorou as ações das Forças Armadas no Rio de Janeiro durante a intervenção federal em 2018, a Rede acompanha 16 indicadores, além dos dados oficiais e orçamentos governamentais e realiza relatórios, infográficos e vídeos, além de seminários e encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do CESeC, as organizações que formam a rede são: Iniciativa Negra Por Uma Nova Política de Drogas, da Bahia; Laboratório de Estudos da Violência (LEV), do Ceará; Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (Gajop), de Pernambuco; Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP), de São Paulo..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra dimensão do trabalho da &amp;amp;nbsp;Rede de Observatórios é a criação de fóruns de discussão. Cada Observatório articula redes temáticas em diferentes áreas, como &amp;amp;nbsp;pesquisadores de segurança pública; ativistas de favelas e periferias; ONGs e movimentos sociais; movimento negro; movimento LGBT; mandatos de parlamentares; Judiciário e Ministério Público; tecnologia e transparência; e comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Como é feito? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa inédita no país de produção cidadã de informações sobre segurança pública, criminalidade e violência. É formada por cinco organizações, de cinco estados, que reúnem e sistematizam dados sobre 16 indicadores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ações e ataques de grupos criminais &lt;br /&gt;
*Chacinas &lt;br /&gt;
*Corrupção policial &lt;br /&gt;
*Feminicídio e violência contra mulher &lt;br /&gt;
*Intolerância religiosa &lt;br /&gt;
*Linchamentos &lt;br /&gt;
*Manifestação, greve e protesto &lt;br /&gt;
*Policiamento &lt;br /&gt;
*Racismo e injúria racial &lt;br /&gt;
*Sistema penitenciário &lt;br /&gt;
*Sistema socioeducativo &lt;br /&gt;
*Violência armada &lt;br /&gt;
*Violência contra agentes do Estado &lt;br /&gt;
*Violência contra crianças e adolescentes &lt;br /&gt;
*Violência contra LGBTI+ &lt;br /&gt;
*Violências por agentes do Estado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As organizações que fomam a rede seguem a mesma metodologia de acompanhamento e sistematização, baseada na que foi implantada pelo Observatório da Intervenção, iniciativa do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) durante a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, em 2018. Nosso trabalho consiste na pesquisa, seleção e classificação de informações dos principais jornais regionais e brasileiros; veiculos de mídia alternativos e páginas locais no Facebook. Relatos e informações de ativistas e organizações dedicados ao tema segurança pública e direitos humanos são insumos para a pesquisa. Diariamente, as informações de diferentes fontes são confrontadas e registradas. Os dados só são considerados validados depois de passar pela revisão da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantemos ainda uma parceria com o Laboratório de Dados Fogo Cruzado, plataforma digital colaborativa que registra a incidência de violência armada nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e Recife.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os informes divulgados pelos governos estaduais sobre categorias como homicídios, latrocínios, roubos a transeuntes e de cargas também são contabilizados e analisados em profundidade. As equipes da Rede acompanham ainda Diários Oficiais e portais governamentais para mensurar os gastos no setor. Utilizamos a Lei de Acesso à Informação (LAI) para solicitar informações não divulgadas pelas fontes&amp;amp;nbsp; governamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia da Rede foi inspirada em outras iniciativas reconhecidas e premiadas internacionalmente, como o Armed Conflict Location &amp;amp; Event Data Project (ACLED), o Gun Violence Archive e o Fogo Cruzado.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pablonunes</name></author>
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		<title>Usuário:Pablonunes</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
= Rede de Observatórios da Segurança =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O que é? =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco organizações, de cinco estados, conectadas com um objetivo: monitorar e difundir informações sobre segurança pública, violência e direitos humanos. A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa de instituições acadêmicas e da sociedade civil da Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo dedicada a acompanhar políticas públicas de segurança e a criminalidade nesses estados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com metodologia inspirada na bem-sucedida experiência do Observatório da Intervenção, projeto do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), que monitorou as ações das Forças Armadas no Rio de Janeiro durante a intervenção federal em 2018, a Rede acompanha 16 indicadores, além dos dados oficiais e orçamentos governamentais e realiza relatórios, infográficos e vídeos, além de seminários e encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do CESeC, as organizações que formam a rede são: Iniciativa Negra Por Uma Nova Política de Drogas, da Bahia; Laboratório de Estudos da Violência (LEV), do Ceará; Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (Gajop), de Pernambuco; Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP), de São Paulo..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra dimensão do trabalho da &amp;amp;nbsp;Rede de Observatórios é a criação de fóruns de discussão. Cada Observatório articula redes temáticas em diferentes áreas, como &amp;amp;nbsp;pesquisadores de segurança pública; ativistas de favelas e periferias; ONGs e movimentos sociais; movimento negro; movimento LGBT; mandatos de parlamentares; Judiciário e Ministério Público; tecnologia e transparência; e comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
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== Como é feito? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa inédita no país de produção cidadã de informações sobre segurança pública, criminalidade e violência. É formada por cinco organizações, de cinco estados, que reúnem e sistematizam dados sobre 16 indicadores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ações e ataques de grupos criminais &lt;br /&gt;
*Chacinas &lt;br /&gt;
*Corrupção policial &lt;br /&gt;
*Feminicídio e violência contra mulher &lt;br /&gt;
*Intolerância religiosa &lt;br /&gt;
*Linchamentos &lt;br /&gt;
*Manifestação, greve e protesto &lt;br /&gt;
*Policiamento &lt;br /&gt;
*Racismo e injúria racial &lt;br /&gt;
*Sistema penitenciário &lt;br /&gt;
*Sistema socioeducativo &lt;br /&gt;
*Violência armada &lt;br /&gt;
*Violência contra agentes do Estado &lt;br /&gt;
*Violência contra crianças e adolescentes &lt;br /&gt;
*Violência contra LGBTI+ &lt;br /&gt;
*Violências por agentes do Estado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As organizações que fomam a rede seguem a mesma metodologia de acompanhamento e sistematização, baseada na que foi implantada pelo Observatório da Intervenção, iniciativa do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) durante a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, em 2018. Nosso trabalho consiste na pesquisa, seleção e classificação de informações dos principais jornais regionais e brasileiros; veiculos de mídia alternativos e páginas locais no Facebook. Relatos e informações de ativistas e organizações dedicados ao tema segurança pública e direitos humanos são insumos para a pesquisa. Diariamente, as informações de diferentes fontes são confrontadas e registradas. Os dados só são considerados validados depois de passar pela revisão da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantemos ainda uma parceria com o Laboratório de Dados Fogo Cruzado, plataforma digital colaborativa que registra a incidência de violência armada nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e Recife.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os informes divulgados pelos governos estaduais sobre categorias como homicídios, latrocínios, roubos a transeuntes e de cargas também são contabilizados e analisados em profundidade. As equipes da Rede acompanham ainda Diários Oficiais e portais governamentais para mensurar os gastos no setor. Utilizamos a Lei de Acesso à Informação (LAI) para solicitar informações não divulgadas pelas fontes&amp;amp;nbsp; governamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia da Rede foi inspirada em outras iniciativas reconhecidas e premiadas internacionalmente, como o Armed Conflict Location &amp;amp; Event Data Project (ACLED), o Gun Violence Archive e o Fogo Cruzado.&lt;/div&gt;</summary>
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