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	<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<title>PAC Manguinhos</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel Barros: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Autora: [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Rachel_Barros Rachel Barros de Oliveira]&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Trecho de tese de doutorado: &#039;&#039;Urbanização e “pacificação” em Manguinhos: Um olhar etnográfico sobre sociabilidade e ações de governo&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &#039;&#039;&#039;O que é o Programa de Aceleração do Crescimento&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Aproveitando o momento de crescimento econômico, o governo federal lança durante o segundo governo do Partido dos Trabalhadores (PT), uma iniciativa voltada para o desenvolvimento brasileiro. A avaliação feita era que em meio à crise econômica internacional, o Brasil vivenciava uma estabilidade econômica que propiciaria realizar investimentos de grande monta em setores de infraestrutura, estabelecendo assim um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil, ou nas palavras do próprio presidente Lula para um moderno projeto de nação: estimular o crescimento econômico sem comprometer a estabilidade financeira; investir em obras que estejam dentro do conceito de infraestrutura social (que é apresentado como novo), isto é, investimento em setores que incidam diretamente sobre a qualidade de vida da população – saneamento e habitação, eletricidade, transporte, etc. Investimento econômico atrelado às políticas sociais: esta foi a principal imagem do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O decreto 6.025 de 22 de janeiro de 2007 descreve o Programa como&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;quot;constituído de medidas de estímulo ao investimento privado, ampliação dos investimentos públicos em infraestrutura e voltadas à melhoria da qualidade do gasto público e ao controle da expansão dos gastos correntes no âmbito da Administração Pública Federal.&amp;quot;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;Na prática, esses investimentos se distribuíram em cinco eixos fundamentais: 1) Estímulo ao Crédito e ao Financiamento; 2) Melhora do Ambiente de Investimento; 3) Desoneração e Aperfeiçoamento do Sistema Tributário; 4) Investimento em Infraestrutura; 5) Medidas Fiscais de Longo Prazo&amp;lt;ref&amp;gt;25 Conforme Programa de Aceleração do Crescimento – 2007-2010, disponível em:&lt;br /&gt;
&amp;lt;http://www.planejamento.gov.br/apresentacoes/2007/070122_pac_medidas_institucionais.pdf&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&amp;amp;nbsp; Os três primeiros eixos demonstram que grande parte das medidas adotadas pelo Programa visava o estímulo ao setor privado, através do aperfeiçoamento e agilização de licenças e marcos regulatórios, medidas de desoneração tributária e incentivos ao desenvolvimento tecnológico e fortalecimento das micro e pequenas empresas.&amp;amp;nbsp;O quinto eixo propunha medidas tais como controle das despesas correntes e melhoria da administração pública, agilização de processos licitatórios, política de longo prazo de valorização do salário mínimo, bem como medidas de aperfeiçoamento da Previdência social&amp;lt;ref&amp;gt;Disponível em: &amp;lt;http://www.pac.gov.br/sobre-o-pac/medidas/medidas-fiscais-de-longo-prazo&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Os investimentos em infraestrutura do Programa visaram eliminar os gargalos que impediam o crescimento econômico, reduzir custos e aumentar a produtividade das empresas, estimular o desenvolvimento privado e diminuir as desigualdades regionais. O eixo foi subdividido em três áreas: Logística, voltada para o transporte – rodovias, ferrovias e aeroportos; energética - com investimentos em usinas hidroelétricas, termoelétricas, de refino e petroquímicas; e por último, Infraestrutura social e urbana, com o programa Luz para Todos, investimentos em saneamento, habitação e recursos hídricos. Os investimentos voltados para esse eixo totalizavam cerca de 34% dos 503,9 bilhões de Reais previstos para os quatro anos de investimentos (2007-2010), como descrito por Trindade (2012: 81). A estrutura montada para a gestão dos recursos e coordenação do PAC inclui entes da esfera federal, de municípios e estados e algumas normativas legais. Como já citado no decreto que cria o Programa são criadas duas instâncias de acompanhamento e supervisão. O primeiro é o Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (CGPAC), formado por titulares do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Ministério da Fazenda e Casa Civil, ele é responsável por coordenar as ações de implementação e execução do Programa. Vinculado a este Comitê, também é instituído o Grupo Executivo do Programa de Aceleração do Crescimento (GEPAC), para consolidar as ações, estabelecer metas e acompanhar os resultados de implementação e execução do PAC&amp;lt;ref&amp;gt;Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; Subchefia de Articulação e Monitoramento da Casa&lt;br /&gt;
Civil; Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda e Secretaria de Acompanhamento&lt;br /&gt;
Econômico do Ministério da Fazenda são componentes do GEPAC.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&amp;amp;nbsp; A cargo do Ministério das Cidades (MCIDADES) ficaram as funções de coordenação, planejamento e regulação, normatização e gestão de recursos voltados para políticas de desenvolvimento urbano, urbanização, habitação, saneamento básico e ambiental, transporte urbano e trânsito&amp;lt;ref&amp;gt;Lei 10.683/2003 - artigo 27, Inciso III, linha “e”.&amp;lt;/ref&amp;gt;. A Caixa Econômica Federal (CEF) atuou como unidade gestora dos recursos destinados ao PAC&amp;lt;ref&amp;gt;A lei 11.124 de 16 de junho de 2005.&amp;lt;/ref&amp;gt;, além de possuir outras atribuições, tais como receber os Termos de Compromisso relativos às propostas selecionadas pelo MCIDADES no âmbito do PAC; analisar a documentação técnica, jurídica e institucional dos proponentes; acompanhar a execução físico-financeira das intervenções; analisar e aprovar eventuais reprogramações técnicas e financeiras devidas e tempestivamente justificadas pelo proponente/compromissário; manter o MCIDADES informado sobre o andamento das operações propostas/compromissadas, por meio do encaminhamento periódico de informações gerenciais e do atendimento às solicitações extraordinárias de informação&amp;lt;ref&amp;gt;As informações que sobre a estrutura organizativa do PAC foram retiradas do Manual de Instruções&lt;br /&gt;
para Aprovação e Execução dos Programas e Ações do Ministério das Cidades inseridos no Programa de&lt;br /&gt;
Aceleração do Crescimento – PAC Exercício 2009. Disponível em:&lt;br /&gt;
&amp;lt;http://aprece.org.br/wp-content/uploads/2015/11/Manual_de_Execucao_PAC_OGU_2009.pdf&amp;gt;.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &#039;&#039;&#039;O projeto PAC Manguinhos&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O “mito de origem” do PAC Manguinhos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;“Menos cimento, mais saneamento” ou a por que a linha férrea é prioridade&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &#039;&#039;&#039;Balanço do PAC Manguinhos: transformações e resquícios das obras&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &amp;amp;nbsp; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel Barros</name></author>
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		<title>PAC Manguinhos</title>
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		<updated>2020-01-23T15:16:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel Barros: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Autora: [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Rachel_Barros Rachel Barros de Oliveira]&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Trecho de tese de doutorado: &#039;&#039;Urbanização e “pacificação” em Manguinhos: Um olhar etnográfico sobre sociabilidade e ações de governo&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
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= &#039;&#039;&#039;O que é o Programa de Aceleração do Crescimento&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Aproveitando o momento de crescimento econômico, o governo federal lança durante o segundo governo do Partido dos Trabalhadores (PT), uma iniciativa voltada para o desenvolvimento brasileiro. A avaliação feita era que em meio à crise econômica internacional, o Brasil vivenciava uma estabilidade econômica que propiciaria realizar investimentos de grande monta em setores de infraestrutura, estabelecendo assim um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil, ou nas palavras do próprio presidente Lula para um moderno projeto de nação: estimular o crescimento econômico sem comprometer a estabilidade financeira; investir em obras que estejam dentro do conceito de infraestrutura social (que é apresentado como novo), isto é, investimento em setores que incidam diretamente sobre a qualidade de vida da população – saneamento e habitação, eletricidade, transporte, etc. Investimento econômico atrelado às políticas sociais: esta foi a principal imagem do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O decreto 6.025 de 22 de janeiro de 2007 descreve o Programa como&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;quot;constituído de medidas de estímulo ao investimento privado, ampliação dos investimentos públicos em infraestrutura e voltadas à melhoria da qualidade do gasto público e ao controle da expansão dos gastos correntes no âmbito da Administração Pública Federal.&amp;quot;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;Na prática, esses investimentos se distribuíram em cinco eixos fundamentais: 1) Estímulo ao Crédito e ao Financiamento; 2) Melhora do Ambiente de Investimento; 3) Desoneração e Aperfeiçoamento do Sistema Tributário; 4) Investimento em Infraestrutura; 5) Medidas Fiscais de Longo Prazo&amp;lt;ref&amp;gt;25 Conforme Programa de Aceleração do Crescimento – 2007-2010, disponível em:&lt;br /&gt;
&amp;lt;http://www.planejamento.gov.br/apresentacoes/2007/070122_pac_medidas_institucionais.pdf&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&amp;amp;nbsp; Os três primeiros eixos demonstram que grande parte das medidas adotadas pelo Programa visava o estímulo ao setor privado, através do aperfeiçoamento e agilização de licenças e marcos regulatórios, medidas de desoneração tributária e incentivos ao desenvolvimento tecnológico e fortalecimento das micro e pequenas empresas.&amp;amp;nbsp;O quinto eixo propunha medidas tais como controle das despesas correntes e melhoria da administração pública, agilização de processos licitatórios, política de longo prazo de valorização do salário mínimo, bem como medidas de aperfeiçoamento da Previdência social&amp;lt;ref&amp;gt;Disponível em: &amp;lt;http://www.pac.gov.br/sobre-o-pac/medidas/medidas-fiscais-de-longo-prazo&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
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		<author><name>Rachel Barros</name></author>
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&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Autora: [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Rachel_Barros Rachel Barros de Oliveira]&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
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&#039;&#039;&#039;Trecho de tese de doutorado: &#039;&#039;Urbanização e “pacificação” em Manguinhos: Um olhar etnográfico sobre sociabilidade e ações de governo&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
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= O que é o Programa de Aceleração do Crescimento&amp;amp;nbsp; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Aproveitando o momento de crescimento econômico, o governo federal lança durante o segundo governo do Partido dos Trabalhadores (PT), uma iniciativa voltada para o desenvolvimento brasileiro. A avaliação feita era que em meio à crise econômica internacional, o Brasil vivenciava uma estabilidade econômica que propiciaria realizar investimentos de grande monta em setores de infraestrutura, estabelecendo assim um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil, ou nas palavras do próprio presidente Lula para um moderno projeto de nação: estimular o crescimento econômico sem comprometer a estabilidade financeira; investir em obras que estejam dentro do conceito de infraestrutura social (que é apresentado como novo), isto é, investimento em setores que incidam diretamente sobre a qualidade de vida da população – saneamento e habitação, eletricidade, transporte, etc. Investimento econômico atrelado às políticas sociais: esta foi a principal imagem do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O decreto 6.025 de 22 de janeiro de 2007 descreve o Programa como&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;quot;constituído de medidas de estímulo ao investimento privado, ampliação dos investimentos públicos em infraestrutura e voltadas à melhoria da qualidade do gasto público e ao controle da expansão dos gastos correntes no âmbito da Administração Pública Federal.&amp;quot;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;Na prática, esses investimentos se distribuíram em cinco eixos fundamentais: 1) Estímulo ao Crédito e ao Financiamento; 2) Melhora do Ambiente de Investimento; 3) Desoneração e Aperfeiçoamento do Sistema Tributário; 4) Investimento em Infraestrutura; 5) Medidas Fiscais de Longo Prazo&amp;lt;ref&amp;gt;25 Conforme Programa de Aceleração do Crescimento – 2007-2010, disponível em:&lt;br /&gt;
&amp;lt;http://www.planejamento.gov.br/apresentacoes/2007/070122_pac_medidas_institucionais.pdf&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&amp;amp;nbsp; Os três primeiros eixos demonstram que grande parte das medidas adotadas pelo Programa visava o estímulo ao setor privado, através do aperfeiçoamento e agilização de licenças e marcos regulatórios, medidas de desoneração tributária e incentivos ao desenvolvimento tecnológico e fortalecimento das micro e pequenas empresas.&amp;amp;nbsp;O quinto eixo propunha medidas tais como controle das despesas correntes e melhoria da administração pública, agilização de processos licitatórios, política de longo prazo de valorização do salário mínimo, bem como medidas de aperfeiçoamento da Previdência social&amp;lt;ref&amp;gt;Disponível em: &amp;lt;http://www.pac.gov.br/sobre-o-pac/medidas/medidas-fiscais-de-longo-prazo&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
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		<author><name>Rachel Barros</name></author>
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		<title>Usuário:Rachel Barros</title>
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		<updated>2020-01-23T14:49:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel Barros: Criou página com &amp;#039;É doutora em Sociologia pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro - IESP / UERJ. Possui mestrado em sociologia pelo Instituto...&amp;#039;&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;É doutora em Sociologia pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro - IESP / UERJ. Possui mestrado em sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro - IUPERJ e graduação em Ciências Sociais pela UERJ. Integrante do grupo de pesquisa CIDADES/ UERJ e do coletivo Pesquisadores em Movimento. Principais áreas de interesse: violência, direitos humanos, questões étnico-raciais, direito à cidade, urbanização de favelas, ações governamentais. Atualmente trabalha como técnica em educação não formal na organização Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel Barros</name></author>
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