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	<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>Vozes das Comunidades</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[File:Jornal Vozes.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jornal &#039;&#039;Vozes das Comunidades&#039;&#039; é fruto dos Cursos de Comunicação Comunitária ministrados pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) desde 2003. As publicações são produzidas anualmente pelos próprios alunos, desde a elaboração da pauta, passando&amp;amp;nbsp;pela apuração e produção de textos. Eles também pensam, juntos, a diagramação, e se responsabilizam pelo fechamento da edição.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Participam do curso&amp;amp;nbsp;normalmente lideranças de comunidades e movimentos populares; estudantes de comunicação; moradores de favelas; e estudantes e jornalistas ligados aos movimentos sociais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; A versão online de alguns números do &#039;&#039;Jornal Vozes das Comunidades&#039;&#039; está disponível em&amp;amp;nbsp;[http://vozesdascomunidades.org/ http://vozesdascomunidades.org/]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
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		<title>Vozes das Comunidades</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
==== O jornal &#039;&#039;Vozes das Comunidades&#039;&#039; é fruto dos Cursos de Comunicação Comunitária ministrados pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) desde 2003. As publicações são produzidas anualmente pelos próprios alunos, desde a elaboração da pauta, passando&amp;amp;nbsp;pela apuração e produção de textos. Eles também pensam, juntos, a diagramação, e se responsabilizam pelo fechamento da edição.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Participam do curso&amp;amp;nbsp;normalmente lideranças de comunidades e movimentos populares; estudantes de comunicação; moradores de favelas; e estudantes e jornalistas ligados aos movimentos sociais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; A versão online de alguns números do &#039;&#039;Jornal Vozes das Comunidades&#039;&#039; está disponível em&amp;amp;nbsp;[http://vozesdascomunidades.org/ http://vozesdascomunidades.org/] ====&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Experiências em Comunicação Popular no Rio de Janeiro ontem e hoje (livro)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[File:Experiencias comunicacao.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em abril de 2016, o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) lançou o livro&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Experiências em comunicação popular ontem e hoje: uma história de resistência nas favelas cariocas. &#039;&#039;Para além das questões teóricas, a obra faz um mapeamento de diversas experiências e iniciativas espalhadas pela cidade. O livro foi escrito a muitas mãos, em um trabalho coordenado e orientado pela jornalista Claudia Santiago, uma referência nacional no assunto.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro está centrado&amp;amp;nbsp;no debate sobre a comunicação popular e põe em questão conceitos e definições sobre o tema. Depois, apresenta um panorama completo de experiências em favelas de diversas áreas da cidade. Passando pela Rocinha e Santa Marta, na zona sul, vai para a Tijuca, Jacarepaguá, Alemão, Maré, e outros veículos. As entrevistas com os protagonistas dessa história são intercaladas com a pesquisa em arquivo. Tudo foi escrito em uma linguagem acessível para todos aqueles que se interessam pelo tema.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Papo reto&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jornalista Renata Souza, doutoranda em Comunicação e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), assina o prefácio da obra.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Renata, o livro dá o ‘papo reto’ sobre a comunicação dos trabalhadores, dos favelados. “Um papo reto, sem curva ou reticência, é aquele que forma e informa sem ‘mimimi’, que vai direto ao ponto de interesse: a luta pelo direito à vida e à voz”, diz a pesquisadora.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Renata já foi editora do jornal comunitário &#039;&#039;O Cidadão&#039;&#039;, que circula pelas favelas que compõem a Maré, onde mora. “A luta por direitos fundamentais e elementares à vida são os ingredientes que tornam a comunicação popular indispensável em nossa sociedade”, explica.&amp;amp;nbsp;O livro recebeu apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Sheila Jacob&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<title>Arquivo:Experiencias comunicacao.jpg</title>
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		<updated>2019-04-30T16:47:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Irmão do Morro (documentário)</title>
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		<updated>2019-04-30T16:43:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[File:Irmao morro.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunidade São José Operário, em Jacarepaguá, começou a se formar em torno do boom imobiliário, na década de 70. Na época, estava sendo construído o Túnel que liga a Freguesia ao Grajaú. A maioria dos trabalhadores vinha principalmente do Nordeste e de Minas Gerais. Viviam em condições deploráveis. Não tinham água, energia; o esgoto corria a céu aberto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo começou a mudar com a chegada do padre Franklin. Estimulado, desde jovem, pelo filme &amp;quot;Cangaceiro&amp;quot;, ele saiu da Alemanha, sua terra natal, para ajudar comunidades carentes no Brasil. Logo começou a ser mal visto pelas pessoas da cidade, por estar sempre acompanhado de jovens moradores da favela. No período da ditadura, denunciado como agitador, teve que enfrentar a polícia para defender os moradores de grileiros que queriam removê-los da comunidade. Começa-se, então, um processo de lutas, de organização e politização dos moradores. Depois de muitos esforços conjuntos, a água, o esgoto, a luz. Tudo isso está contado no documentário &amp;quot;Irmão do Morro&amp;quot;, realizado pelo Núcleo Piratininga de Comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Irmão do Morro&amp;quot; Ano: 2016 Duração: 26:01 Classificação: curta/documentário Realização: Núcleo Piratininga de Comunicação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Rubermária Sperandio&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<title>Arquivo:Irmao morro.jpg</title>
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		<updated>2019-04-30T16:42:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<title>Teia de Comunicação Popular do Brasil</title>
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		<updated>2019-04-30T16:39:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A Teia de Comunicação Popular do Brasil, idealizada pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), busca identificar fios que se entrelaçam, tecendo, juntando e compondo uma rede de solidariedade entre diferentes experiências de comunicação contra-hegemônica, espalhadas pelo Brasil. Foi lançada no Fórum Social Mundial 2018, em Salvador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo é produzir e compartilhar as histórias das lutas e da vida das trabalhadoras e dos trabalhadores do país. O povo, organizado em seus territórios, ainda carece muito de comunicação. A potencialidade política da internet ainda não chegou a muitos processos de resistência. Abriu-se um novo campo de possibilidades, mas também cheio de complexidades e com a tendência de apenas reproduzir a estrutura de dominação do capitalismo presente nos meios de comunicação de massa. Isso em conjunto com um profundo avanço do grande capital, do ataque a conquistas históricas dos trabalhadores, da crescente violência contra periferias, camponeses, povos e comunidades tradicionais, contra os direitos humanos e nossa frágil democracia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desafio e a proposta é fortalecer a comunicação daqueles que lutam por direitos, terra, moradia, trabalho, cultura, arte, respeito, dignidade, pelo meio ambiente e pela vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Teia, nesse sentido, é uma estratégia para fazer com que tudo isso chegue da forma mais organizada possível à opinião pública e a todas e todos que querem um mundo melhor, mais justo e mais igualitário. Ela pode ser acessada por meio da plataforma [http://teiapopular.org/ http://teiapopular.org/]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compõem a Teia de Comunicação Popular do Brasil: Agência Abraço Brasil; Agência Tambor (MA); CDD Vive (RJ); Jornal A Notícia Por Quem Vive (RJ); Centro Sabiá (PE); Furo (PA); Jornal Abaixo Assinado (RJ); Jornalismo B (RS); NPC (RJ); Outras Palavras; Rádio Classista (CE); Terra Sem Males (PR); Vias de Fato (MA); Voz das Comunidades (BA); Vozes das Comunidades (RJ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a existência dessas diversas iniciativas alternativas para disputa da narrativa junto à sociedade, como coletivos populares e sindicatos, e a nossa responsabilidade como ativistas da comunicação popular há quase 25 anos - com contatos em todo o país -, nos vimos diante de uma conjuntura política assustadora para o campo social e instigados a criar a Teia da Comunicação Popular do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Luisa Santiago.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Teia-post-npc-VOZES-12.png|center]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<updated>2019-04-30T16:36:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<title>Vila Recreio 2 - Sonhos Demolidos (documentário)</title>
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		<updated>2019-04-30T16:35:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[File:Vila Recreio2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jorge Santos é um homem pobre que veio do interior do Estado do Rio para a cidade do Rio de Janeiro. No início, teve receio de morar em uma comunidade. Viveu um bom tempo morando de aluguel até ser convencido por sua irmã, que construíra uma casa na favela, de que esta era a única oportunidade para uma pessoa pobre ter sua própria moradia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começou a construir sua casa, em principio um cômodo com um banheiro, com a ajuda de amigos. Às vezes, trabalhavam até uma hora da manhã. Depois de muito tempo de grandes sacrifícios econômicos e de trabalho, seu sonho da casa própria foi realizado. Em janeiro de 2010, a Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a remoção de 119 favelas localizadas em uma área nobre da cidade. Segundo o então prefeito, isto fazia parte do plano de construção da Transoeste, via expressa para ligar os bairros de Campo Grande e Santa Cruz à Barra da Tijuca. Para o urbanista Mike Davis, uma estratégia de &amp;quot;elitização da cidade&amp;quot;. A Vila Recreio 2, comunidade onde Jorge morava, era uma das que estavam na mira da Prefeitura. Grande parte dos moradores da Vila Recreio 2, depois de muitas ameaças e pressões psicológicas, começaram a ser removidos para apartamentos minúsculos, a quarenta quilômetros de distância de onde moravam. Jorge resistiu. E é essa história que é contada no documentário &amp;quot;Vila Recreio 2 - Sonhos Demolidos&amp;quot;, realizado pela equipe do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vila Recreio 2 - Sonhos Demolidos Ano: 2014 Duração: 10:06 Classificação: Curta/Documentário Realização: Núcleo Piratininga de Comunicação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Rubermária Sperandio&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<title>Arquivo:Vila Recreio2.jpg</title>
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		<updated>2019-04-30T16:34:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<title>Experiências em Comunicação Popular no Rio de Janeiro ontem e hoje (livro)</title>
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		<updated>2019-04-18T16:28:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: Criou página com &amp;#039; Em abril de 2016, o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) lançou o livro&amp;amp;nbsp;&amp;#039;&amp;#039;Experiências em comunicação popular ontem e hoje: uma história de resistência nas f...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Em abril de 2016, o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) lançou o livro&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Experiências em comunicação popular ontem e hoje: uma história de resistência nas favelas cariocas. &#039;&#039;Para além das questões teóricas, a obra faz um mapeamento de diversas experiências e iniciativas espalhadas pela cidade. O livro foi escrito a muitas mãos, em um trabalho coordenado e orientado pela jornalista Claudia Santiago, uma referência nacional no assunto.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro está centrado&amp;amp;nbsp;no debate sobre a comunicação popular e põe em questão conceitos e definições sobre o tema. Depois, apresenta um panorama completo de experiências em favelas de diversas áreas da cidade. Passando pela Rocinha e Santa Marta, na zona sul, vai para a Tijuca, Jacarepaguá, Alemão, Maré, e outros veículos. As entrevistas com os protagonistas dessa história são intercaladas com a pesquisa em arquivo. Tudo foi escrito em uma linguagem acessível para todos aqueles que se interessam pelo tema.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Papo reto&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jornalista Renata Souza, doutoranda em Comunicação e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), assina o prefácio da obra.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Renata, o livro dá o ‘papo reto’ sobre a comunicação dos trabalhadores, dos favelados. “Um papo reto, sem curva ou reticência, é aquele que forma e informa sem ‘mimimi’, que vai direto ao ponto de interesse: a luta pelo direito à vida e à voz”, diz a pesquisadora.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Renata já foi editora do jornal comunitário &#039;&#039;O Cidadão&#039;&#039;, que circula pelas favelas que compõem a Maré, onde mora. “A luta por direitos fundamentais e elementares à vida são os ingredientes que tornam a comunicação popular indispensável em nossa sociedade”, explica.&amp;amp;nbsp;O livro recebeu apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Sheila Jacob&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<title>Da favela para as favelas (livro)</title>
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		<updated>2019-04-18T14:34:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: Criou página com &amp;#039;O livro&amp;amp;nbsp;&amp;#039;&amp;#039;Da favela para as favelas&amp;#039;&amp;#039;, lançado em 2011, conta a história e as experiências do repper Fiell, morador do morro Santa Marta, localizado em Botafogo, zona...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O livro&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Da favela para as favelas&#039;&#039;, lançado em 2011, conta a história e as experiências do repper Fiell, morador do morro Santa Marta, localizado em Botafogo, zona sul do Rio.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Além de falar sobre sua trajetória e seus aprendizados dentro e fora do mundo do hip-hop, Fiell pretende que as ideias ali reunidas sirvam de contribuição para todos aqueles que estão comprometidos com a mudança do mundo. Este livro fala sobre favela, direitos humanos, propaganda capitalista, função transformadora da arte, comunicação comunitária, Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), dentre outros assuntos. “Tenho consciência de que ainda não temos o hábito de leitura diária e que a TV prende a nossa atenção mais do que os livros depois de um massacrante dia de trabalho. Mas nesse momento que estamos vivendo no Brasil, de repressão e opressão aos mais de 70% da população urbana do nosso país, a leitura para formar mentes críticas é fundamental”, diz o autor na introdução do livro, que é dedicado a&amp;amp;nbsp;todos os trabalhadores, jovens, moradores de favelas e periferias do Brasil.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<title>Domingo é dia de cinema</title>
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		<updated>2019-03-19T14:17:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: Criou página com &amp;#039;&amp;quot;Domingo é dia de cinema&amp;quot; é uma atividade cultural que exibe filmes, seguidos de debates, a alunos dos cursos Pré-vestibulares Comunitários que funcionam nas favelas do Ri...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;quot;Domingo é dia de cinema&amp;quot; é uma atividade cultural que exibe filmes, seguidos de debates, a alunos dos cursos Pré-vestibulares Comunitários que funcionam nas favelas do Rio de Janeiro. É comum, nessas localidades, encontrar alunos que nunca assistiram a uma sessão nas salas de cinema, sempre concentradas na zona sul da cidade, e em shopping-centers espalhados pelos bairros vizinhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maré [conjunto de favelas da Zona Norte do Rio] tem 135 mil moradores e não tem um cinema sequer. Bonsucesso [bairro da Zona Norte do Rio] fica ao lado da Maré e também não tem cinema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto foi idealizado pelo professor de geografia, León Diniz. O objetivo é despertar na juventude que mora em favelas o gosto pelo cinema. A atividade se desenvolve desde 2000, sendo uma parceria entre o Grupo Estação, um grupo de Pré-vestibulares Comunitários e o Núcleo Piratininga de Comunicação. Participam jovens de todas as regiões da cidade, da zona oeste à zona sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto &amp;quot;Domingo é dia de cinema&amp;quot; contribui para a construção de uma sociedade justa, participativa e democrática. Os filmes e os debatedores são escolhidos por uma comissão de participantes da atividade.                             &lt;br /&gt;
                                                                       &lt;br /&gt;
Nesses anos de existência, o projeto reuniu um grande número de debatedores, muitos professores. E exibiu filmes de altíssima qualidade que tanto ajudam os estudantes nas provas para o vestibular quanto os estimulam a participar ativamente da vida da cidade. De acordo com os organizadores, é fundamental debater temas que são pouco frequentes na mídia aberta, por propiciar aos alunos uma visão mais crítica e longe do senso comum.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Inicialmente os filmes eram exibidos no Cine Odeon, na Cinelândia. Depois de um tempo parado, voltou com força no domingo, 17 de março de 2019, no Estação Botafogo (Rua Voluntários da Pátria, 88), trazendo o filme “Praça Paris”, de Lúcia Murat. Depois, seguiu-se um debate com cinco mulheres sobre o tema, intitulado “Brasil chegou a vez de ouvir as Marias, Mahins, Marielles, Malês” (referência ao samba da Mangueira de 2019).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Alguns filmes exibidos: “O que você faria?”(Barcelona - Marcelo Piñeyro); “Batismo de Sangue” (Brasil – ‎Helvécio Ratton); “A Negação do Brasil” (Brasil - Joel Zito Araujo); &amp;quot;Olga&amp;quot; (Brasil- Jayme Monjardim); &amp;quot;Cortina de Fumaça&amp;quot; (Brasil - Rodrigo Mac Nivem); &amp;quot;Incêndios&amp;quot; (Denis Villeneuve – Canadá); &amp;quot;Quase Dois Irmãos&amp;quot; (Brasil – Lucia Murat), &amp;quot;Machuca&amp;quot; (França, Reino Unido, Espanha, Chile - Andrés Wood); &amp;quot;Clube da Lua&amp;quot; (Argentina- Juan José Campanella); &amp;quot;No&amp;quot; (Chile- ‎Pablo Larraín). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Claudia Santiago&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Comunica%C3%A7%C3%A3o_popular:_quem_faz%3F_(filme)&amp;diff=710</id>
		<title>Comunicação popular: quem faz? (filme)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Comunica%C3%A7%C3%A3o_popular:_quem_faz%3F_(filme)&amp;diff=710"/>
		<updated>2019-03-19T14:03:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O filme, produzido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), em 2014, foi exibido no 22º Curso Anual do NPC, em novembro de 2016. Ele acompanha diversas experiências de comunicação popular em favelas da cidade do Rio de Janeiro. São jornais, programas de rádio e de televisão produzidos por moradores de comunidades como o morro do Borel, o conjunto de favelas da Maré, morro Santa Marta, Rocinha, Cidade de Deus e região de Jacarepaguá.&lt;br /&gt;
Além disso, apresenta a experiência do NPC nos cursos para a formação de comunicadores populares e no incentivo à criação de meios de comunicação nas favelas.&lt;br /&gt;
Esse documentário teve como fonte de inspiração o filme &amp;quot;Grita Povo&amp;quot;, que narra uma experiência em comunicação popular na década de 1980, em São Miguel Paulista, distrito da região Leste de São Paulo, onde vivem muitos nordestinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filme narra experiências de apropriação da comunicação em comunidades populares, a partir de entrevistas realizadas com coletivos que se firmaram no estado como alternativas de comunicação e como protagonistas na produção de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os entrevistados e as entrevistadas são moradores que atuam na Comunicação Popular de seus locais de moradia. Tem gente jovem, que acaba de chegar. Mas tem também pessoas mais velhas que não se assustam com o mundo virtual e encaram os novos desafios, como é o caso daqueles que fazem o Portal Comunitário da Cidade de Deus: https://cidadededeus.org.br &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pela Rocinha, o vídeo faz uma viagem no tempo ao mostrar a relação de continuidade entre o grupo que faz a “TV Tagarela” e o “Jornal Tagarela”, que era feito e distribuído na favela na década de 1980. A TV Tagarela atua na Favela da Rocinha, desde 1998, como TV Comunitária de Rua. O responsável pela relação entre os “tagarelas” foi o livro “Varal de Lembranças”, de Eliana Segala e Tânia Regina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas e outras experiências são apresentadas no documentário.  &lt;br /&gt;
Para assistir: https://bit.ly/2k3cs2j&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filme: &amp;quot;A comunicação popular: quem faz?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ano: 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 22:44&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Classificação: Curta/Documentário&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização: Núcleo Piratininga de Comunicação &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Claudia Santiago&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
	</entry>
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		<title>Comunicação popular: quem faz? (filme)</title>
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		<updated>2019-03-19T14:02:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O filme, produzido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), em 2014, foi exibido no 22º Curso Anual do NPC, em novembro de 2016. Ele acompanha diversas experiências de comunicação popular em favelas da cidade do Rio de Janeiro. São jornais, programas de rádio e de televisão produzidos por moradores de comunidades como o morro do Borel, o conjunto de favelas da Maré, morro Santa Marta, Rocinha, Cidade de Deus e região de Jacarepaguá.&lt;br /&gt;
Além disso, apresenta a experiência do NPC nos cursos para a formação de comunicadores populares e no incentivo à criação de meios de comunicação nas favelas.&lt;br /&gt;
Esse documentário teve como fonte de inspiração o filme &amp;quot;Grita Povo&amp;quot;, que narra uma experiência em comunicação popular na década de 1980, em São Miguel Paulista, distrito da região Leste de São Paulo, onde vivem muitos nordestinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filme narra experiências de apropriação da comunicação em comunidades populares, a partir de entrevistas realizadas com coletivos que se firmaram no estado como alternativas de comunicação e como protagonistas na produção de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os entrevistados e as entrevistadas são moradores que atuam na Comunicação Popular de seus locais de moradia. Tem gente jovem, que acaba de chegar. Mas tem também pessoas mais velhas que não se assustam com o mundo virtual e encaram os novos desafios, como é o caso daqueles que fazem o Portal Comunitário da Cidade de Deus: https://cidadededeus.org.br &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pela Rocinha, o vídeo faz uma viagem no tempo ao mostrar a relação de continuidade entre o grupo que faz a “TV Tagarela” e o “Jornal Tagarela”, que era feito e distribuído na favela na década de 1980. A TV Tagarela atua na Favela da Rocinha, desde 1998, como TV Comunitária de Rua. O responsável pela relação entre os “tagarelas” foi o livro “Varal de Lembranças”, de Eliana Segala e Tânia Regina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas e outras experiências são apresentadas no documentário.  &lt;br /&gt;
Para assistir: https://bit.ly/2k3cs2j&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filme: &amp;quot;A comunicação popular: quem faz?&amp;quot;&lt;br /&gt;
Ano: 2015&lt;br /&gt;
Duração: 22:44&lt;br /&gt;
Classificação: Curta/Documentário&lt;br /&gt;
Realização: Núcleo Piratininga de Comunicação &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Claudia Santiago&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<updated>2019-03-19T14:00:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O filme, produzido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), em 2014, foi exibido no 22º Curso Anual do NPC, em novembro de 2016. Ele acompanha diversas experiências de comunicação popular em favelas da cidade do Rio de Janeiro. São jornais, programas de rádio e de televisão produzidos por moradores de comunidades como o morro do Borel, o conjunto de favelas da Maré, morro Santa Marta, Rocinha, Cidade de Deus e região de Jacarepaguá.&lt;br /&gt;
Além disso, apresenta a experiência do NPC nos cursos para a formação de comunicadores populares e no incentivo à criação de meios de comunicação nas favelas.&lt;br /&gt;
Esse documentário teve como fonte de inspiração o filme &amp;quot;Grita Povo&amp;quot;, que narra uma experiência em comunicação popular na década de 1980, em São Miguel Paulista, distrito da região Leste de São Paulo, onde vivem muitos nordestinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filme narra experiências de apropriação da comunicação em comunidades populares, a partir de entrevistas realizadas com coletivos que se firmaram no estado como alternativas de comunicação e como protagonistas na produção de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os entrevistados e as entrevistadas são moradores que atuam na Comunicação Popular de seus locais de moradia. Tem gente jovem, que acaba de chegar. Mas tem também pessoas mais velhas que não se assustam com o mundo virtual e encaram os novos desafios, como é o caso daqueles que fazem o Portal Comunitário da Cidade de Deus: https://cidadededeus.org.br &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pela Rocinha, o vídeo faz uma viagem no tempo ao mostrar a relação de continuidade entre o grupo que faz a “TV Tagarela” e o “Jornal Tagarela”, que era feito e distribuído na favela na década de 1980. A TV Tagarela atua na Favela da Rocinha, desde 1998, como TV Comunitária de Rua. O responsável pela relação entre os “tagarelas” foi o livro “Varal de Lembranças”, de Eliana Segala e Tânia Regina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas e outras experiências são apresentadas no documentário.  &lt;br /&gt;
Para assistir: https://bit.ly/2k3cs2j&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filme: &amp;quot;A comunicação popular: quem faz?&amp;quot; &lt;br /&gt;
Ano: 2015&lt;br /&gt;
Duração: 22:44 &lt;br /&gt;
Classificação: Curta/Documentário&lt;br /&gt;
Realização: Núcleo Piratininga de Comunicação &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Claudia Santiago&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<updated>2019-03-19T13:59:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O filme, produzido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), em 2014, foi exibido no 22º Curso Anual do NPC, em novembro de 2016. Ele acompanha diversas experiências de comunicação popular em favelas da cidade do Rio de Janeiro. São jornais, programas de rádio e de televisão produzidos por moradores de comunidades como o morro do Borel, o conjunto de favelas da Maré, morro Santa Marta, Rocinha, Cidade de Deus e região de Jacarepaguá.&lt;br /&gt;
Além disso, apresenta a experiência do NPC nos cursos para a formação de comunicadores populares e no incentivo à criação de meios de comunicação nas favelas.&lt;br /&gt;
Esse documentário teve como fonte de inspiração o filme &amp;quot;Grita Povo&amp;quot;, que narra uma experiência em comunicação popular na década de 1980, em São Miguel Paulista, distrito da região Leste de São Paulo, onde vivem muitos nordestinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filme narra experiências de apropriação da comunicação em comunidades populares, a partir de entrevistas realizadas com coletivos que se firmaram no estado como alternativas de comunicação e como protagonistas na produção de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os entrevistados e as entrevistadas são moradores que atuam na Comunicação Popular de seus locais de moradia. Tem gente jovem, que acaba de chegar. Mas tem também pessoas mais velhas que não se assustam com o mundo virtual e encaram os novos desafios, como é o caso daqueles que fazem o Portal Comunitário da Cidade de Deus: https://cidadededeus.org.br &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pela Rocinha, o vídeo faz uma viagem no tempo ao mostrar a relação de continuidade entre o grupo que faz a “TV Tagarela” e o “Jornal Tagarela”, que era feito e distribuído na favela na década de 1980. A TV Tagarela atua na Favela da Rocinha, desde 1998, como TV Comunitária de Rua. O responsável pela relação entre os “tagarelas” foi o livro “Varal de Lembranças”, de Eliana Segala e Tânia Regina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas e outras experiências são apresentadas no documentário.  &lt;br /&gt;
Para assistir: https://bit.ly/2k3cs2j&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filme: &amp;quot;A comunicação popular: quem faz?&amp;quot;&lt;br /&gt;
Ano: 2015&lt;br /&gt;
Duração: 22:44&lt;br /&gt;
Classificação: Curta/Documentário&lt;br /&gt;
Realização: Núcleo Piratininga de Comunicação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Claudia Santiago&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Comunicação popular: quem faz? (filme)</title>
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		<updated>2019-03-19T13:59:23Z</updated>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O filme, produzido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), em 2014, foi exibido no 22º Curso Anual do NPC, em novembro de 2016. Ele acompanha diversas experiências de comunicação popular em favelas da cidade do Rio de Janeiro. São jornais, programas de rádio e de televisão produzidos por moradores de comunidades como o morro do Borel, o conjunto de favelas da Maré, morro Santa Marta, Rocinha, Cidade de Deus e região de Jacarepaguá.&lt;br /&gt;
Além disso, apresenta a experiência do NPC nos cursos para a formação de comunicadores populares e no incentivo à criação de meios de comunicação nas favelas.&lt;br /&gt;
Esse documentário teve como fonte de inspiração o filme &amp;quot;Grita Povo&amp;quot;, que narra uma experiência em comunicação popular na década de 1980, em São Miguel Paulista, distrito da região Leste de São Paulo, onde vivem muitos nordestinos.&lt;br /&gt;
O filme narra experiências de apropriação da comunicação em comunidades populares, a partir de entrevistas realizadas com coletivos que se firmaram no estado como alternativas de comunicação e como protagonistas na produção de conteúdo.&lt;br /&gt;
Os entrevistados e as entrevistadas são moradores que atuam na Comunicação Popular de seus locais de moradia. Tem gente jovem, que acaba de chegar. Mas tem também pessoas mais velhas que não se assustam com o mundo virtual e encaram os novos desafios, como é o caso daqueles que fazem o Portal Comunitário da Cidade de Deus: https://cidadededeus.org.br &lt;br /&gt;
Pela Rocinha, o vídeo faz uma viagem no tempo ao mostrar a relação de continuidade entre o grupo que faz a “TV Tagarela” e o “Jornal Tagarela”, que era feito e distribuído na favela na década de 1980. A TV Tagarela atua na Favela da Rocinha, desde 1998, como TV Comunitária de Rua. O responsável pela relação entre os “tagarelas” foi o livro “Varal de Lembranças”, de Eliana Segala e Tânia Regina.&lt;br /&gt;
Essas e outras experiências são apresentadas no documentário.  &lt;br /&gt;
Para assistir: https://bit.ly/2k3cs2j&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filme: &amp;quot;A comunicação popular: quem faz?&amp;quot;&lt;br /&gt;
Ano: 2015&lt;br /&gt;
Duração: 22:44&lt;br /&gt;
Classificação: Curta/Documentário&lt;br /&gt;
Realização: Núcleo Piratininga de Comunicação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Claudia Santiago&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Vila_Recreio_2_-_Sonhos_Demolidos_(document%C3%A1rio)&amp;diff=705</id>
		<title>Vila Recreio 2 - Sonhos Demolidos (documentário)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Vila_Recreio_2_-_Sonhos_Demolidos_(document%C3%A1rio)&amp;diff=705"/>
		<updated>2019-03-19T13:53:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Jorge Santos é um homem pobre que veio do interior do Estado do Rio para a cidade do Rio de Janeiro. No início, teve receio de morar em uma comunidade. Viveu um bom tempo morando de aluguel até ser convencido por sua irmã, que construíra uma casa na favela, de que esta era a única oportunidade para uma pessoa pobre ter sua própria moradia. &lt;br /&gt;
Começou a construir sua casa, em principio um cômodo com um banheiro, com a ajuda de amigos. Às vezes, trabalhavam até uma hora da manhã. Depois de muito tempo de grandes sacrifícios econômicos e de trabalho, seu sonho da casa própria foi realizado.&lt;br /&gt;
Em janeiro de 2010, a Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a remoção de 119 favelas localizadas em uma área nobre da cidade. Segundo o então prefeito, isto fazia parte do plano de construção da Transoeste, via expressa para ligar os bairros de Campo Grande e Santa Cruz à Barra da Tijuca. Para o urbanista Mike Davis, uma estratégia de &amp;quot;elitização da cidade&amp;quot;. A Vila Recreio 2, comunidade onde Jorge morava, era uma das que estavam na mira da Prefeitura.&lt;br /&gt;
Grande parte dos moradores da Vila Recreio 2, depois de muitas ameaças e pressões psicológicas, começaram a ser removidos para apartamentos minúsculos, a quarenta quilômetros de distância de onde moravam. Jorge resistiu. E é essa história que é contada no documentário &amp;quot;Vila Recreio 2 - Sonhos Demolidos&amp;quot;, realizado pela equipe do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vila Recreio 2 - Sonhos Demolidos&lt;br /&gt;
Ano: 2014&lt;br /&gt;
Duração: 10:06&lt;br /&gt;
Classificação: Curta/Documentário&lt;br /&gt;
Realização: Núcleo Piratininga de Comunicação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Rubermária Sperandio&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Irm%C3%A3o_do_Morro_(document%C3%A1rio)&amp;diff=704</id>
		<title>Irmão do Morro (documentário)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Irm%C3%A3o_do_Morro_(document%C3%A1rio)&amp;diff=704"/>
		<updated>2019-03-19T13:53:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: Criou página com &amp;#039;A comunidade São José Operário, em Jacarepaguá, começou a se formar em torno do boom imobiliário, na década de 70. Na época, estava sendo construído o Túnel que liga...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A comunidade São José Operário, em Jacarepaguá, começou a se formar em torno do boom imobiliário, na década de 70. Na época, estava sendo construído o Túnel que liga a Freguesia ao Grajaú. A maioria dos trabalhadores vinha principalmente do Nordeste e de Minas Gerais. Viviam em condições deploráveis. Não tinham água, energia; o esgoto corria a céu aberto.&lt;br /&gt;
Tudo começou a mudar com a chegada do padre Franklin. Estimulado, desde jovem, pelo filme &amp;quot;Cangaceiro&amp;quot;, ele saiu da Alemanha, sua terra natal, para ajudar comunidades carentes no Brasil.&lt;br /&gt;
Logo começou a ser mal visto pelas pessoas da cidade, por estar sempre acompanhado de jovens moradores da favela. No período da ditadura, denunciado como agitador, teve que enfrentar a polícia para defender os moradores de grileiros que queriam removê-los da comunidade.   &lt;br /&gt;
Começa-se, então, um processo de lutas, de organização e politização dos moradores. Depois de muitos esforços conjuntos, a água, o esgoto, a luz. &lt;br /&gt;
Tudo isso está contado no documentário &amp;quot;Irmão do Morro&amp;quot;, realizado pelo Núcleo Piratininga de Comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Irmão do Morro&amp;quot;&lt;br /&gt;
Ano: 2016&lt;br /&gt;
Duração: 26:01&lt;br /&gt;
Classificação: curta/documentário&lt;br /&gt;
Realização: Núcleo Piratininga de Comunicação  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Rubermária Sperandio&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Vila_Recreio_2_-_Sonhos_Demolidos_(document%C3%A1rio)&amp;diff=703</id>
		<title>Vila Recreio 2 - Sonhos Demolidos (documentário)</title>
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		<updated>2019-03-19T13:49:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: Criou página com &amp;#039;Jorge Santos é um homem pobre que veio do interior do Estado do Rio para a cidade do Rio de Janeiro. No início, teve receio de morar em uma comunidade. Viveu um bom tempo mo...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Jorge Santos é um homem pobre que veio do interior do Estado do Rio para a cidade do Rio de Janeiro. No início, teve receio de morar em uma comunidade. Viveu um bom tempo morando de aluguel até ser convencido por sua irmã, que construíra uma casa na favela, de que esta era a única oportunidade para uma pessoa pobre ter sua própria moradia. &lt;br /&gt;
Começou a construir sua casa, em principio um cômodo com um banheiro, com a ajuda de amigos. Às vezes, trabalhavam até uma hora da manhã. Depois de muito tempo de grandes sacrifícios econômicos e de trabalho, seu sonho da casa própria foi realizado.&lt;br /&gt;
Em janeiro de 2010, a Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a remoção de 119 favelas localizadas em uma área nobre da cidade. Segundo o então prefeito, isto fazia parte do plano de construção da Transoeste, via expressa para ligar os bairros de Campo Grande e Santa Cruz à Barra da Tijuca. Para o urbanista Mike Davis, uma estratégia de &amp;quot;elitização da cidade&amp;quot;. A Vila Recreio 2, comunidade onde Jorge morava, era uma das que estavam na mira da Prefeitura.&lt;br /&gt;
Grande parte dos moradores da Vila Recreio 2, depois de muitas ameaças e pressões psicológicas, começaram a ser removidos para apartamentos minúsculos, a quarenta quilômetros de distância de onde moravam. Jorge resistiu. E é essa história que é contada no documentário &amp;quot;Vila Recreio 2 - Sonhos Demolidos&amp;quot;, realizado pela equipe do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vila Recreio 2 - Sonhos Demolidos&lt;br /&gt;
Ano: 2014&lt;br /&gt;
Duração: 10:06&lt;br /&gt;
Classificação: Curta/Documentário&lt;br /&gt;
Realização: Núcleo Piratininga de Comunicação&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Teia_de_Comunica%C3%A7%C3%A3o_Popular_do_Brasil&amp;diff=702</id>
		<title>Teia de Comunicação Popular do Brasil</title>
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		<updated>2019-03-19T13:45:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: Criou página com &amp;#039;A Teia de Comunicação Popular do Brasil, idealizada pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), busca identificar fios que se entrelaçam, tecendo, juntando e compondo...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A Teia de Comunicação Popular do Brasil, idealizada pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), busca identificar fios que se entrelaçam, tecendo, juntando e compondo uma rede de solidariedade entre diferentes experiências de comunicação contra-hegemônica, espalhadas pelo Brasil. Foi lançada no Fórum Social Mundial 2018, em Salvador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo é produzir e compartilhar as histórias das lutas e da vida das trabalhadoras e dos trabalhadores do país. O povo, organizado em seus territórios, ainda carece muito de comunicação. A potencialidade política da internet ainda não chegou a muitos processos de resistência. Abriu-se um novo campo de possibilidades, mas também cheio de complexidades e com a tendência de apenas reproduzir a estrutura de dominação do capitalismo presente nos meios de comunicação de massa. Isso em conjunto com um profundo avanço do grande capital, do ataque a conquistas históricas dos trabalhadores, da crescente violência contra periferias, camponeses, povos e comunidades tradicionais, contra os direitos humanos e nossa frágil democracia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desafio e a proposta é fortalecer a comunicação daqueles que lutam por direitos, terra, moradia, trabalho, cultura, arte, respeito, dignidade, pelo meio ambiente e pela vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Teia, nesse sentido, é uma estratégia para fazer com que tudo isso chegue da forma mais organizada possível à opinião pública e a todas e todos que querem um mundo melhor, mais justo e mais igualitário. Ela pode ser acessada por meio da plataforma http://teiapopular.org/ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compõem a Teia de Comunicação Popular do Brasil: Agência Abraço Brasil; Agência Tambor (MA); CDD Vive (RJ); Jornal A Notícia Por Quem Vive (RJ); Centro Sabiá (PE); Furo (PA); Jornal Abaixo Assinado (RJ); Jornalismo B (RS); NPC (RJ); Outras Palavras; Rádio Classista (CE); Terra Sem Males (PR); Vias de Fato (MA); Voz das Comunidades (BA); Vozes das Comunidades (RJ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a existência dessas diversas iniciativas alternativas para disputa da narrativa junto à sociedade, como coletivos populares e sindicatos, e a nossa responsabilidade como ativistas da comunicação popular há quase 25 anos - com contatos em todo o país -, nos vimos diante de uma conjuntura política assustadora para o campo social e instigados a criar a Teia da Comunicação Popular do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Luisa Santiago.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
	</entry>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Curso_de_Comunica%C3%A7%C3%A3o_Popular_do_NPC&amp;diff=701</id>
		<title>Curso de Comunicação Popular do NPC</title>
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		<updated>2019-03-19T13:35:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: Criou página com &amp;#039;O Curso de Comunicação Popular do Núcleo Piratininga de Comunicação promove, anualmente, a integração de cerca de 40 jovens, entre 17 e 30 anos. São moradores de bairr...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Curso de Comunicação Popular do Núcleo Piratininga de Comunicação promove, anualmente, a integração de cerca de 40 jovens, entre 17 e 30 anos. São moradores de bairros da periferia e das favelas da região do Grande Rio e de municípios vizinhos, estudantes de comunicação, jornalistas recém-formados, participantes de movimentos sociais e de coletivos de comunicação popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2018, o curso chegou à sua 13ª edição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhamos valores como a solidariedade, a conquista de direitos sociais, o respeito ao meio ambiente, a ideia de igualdade entre mulheres e homens, o combate ao racismo, o respeito às culturas tradicionais e a denúncia da violência do Estado nas favelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fortalecimento da Comunicação Popular se mostra cada vez mais importante. É através dela que é possível o amadurecimento dos laços comunitários e o desenvolvimento de uma consciência coletiva a partir da emergência de temas comuns, da representatividade e da construção de um projeto coletivo para gestão do espaço público e dos bens comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de produtores de conteúdo, os comunicadores populares são multiplicadores tanto daquilo que produzem – para dentro e para fora do local onde atuam –, quanto dos saberes adquiridos ao longo do processo de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua dinâmica é composta por aulas, atividades de campo, reuniões, pesquisas, publicações impressas e virtuais. Para as turmas novas, o conteúdo programático apresentado ao longo dos meses é definido pela equipe do NPC em conjunto com a rede de professores/monitores que trabalham de forma conjunta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso de turmas avançadas, compostas por ex-alunos, o conteúdo é definido junto aos participantes, em reuniões que acontecem nos meses que antecedem o início das aulas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No total, são 50 horas-aulas realizadas em espaços articulados pelos alunos ou pela equipe do NPC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final das aulas, os alunos produzem o jornal impresso Vozes das Comunidades. Eles decidem a pauta, escrevem, revisam as matérias e fazem a diagramação. Tudo a partir do que acumularam ao longo do curso. A distribuição do jornal é feita no ato “Grito dos Excluídos”, que acontece anualmente em 7 de setembro, como uma manifestação dos movimentos sociais paralela ao desfile militar oficial.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os alunos mantêm o Blog Vozes das Comunidades (http://vozesdascomunidades.org) e um grupo de Whatsapp, através do qual acompanham os acontecimentos no Rio e no Brasil e planejam ações conjuntas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Luisa Santiago&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
	</entry>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:N%C3%BAcleo_Piratininga_de_Comunica%C3%A7%C3%A3o_(NPC)&amp;diff=700</id>
		<title>Wikifavelas:Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC)</title>
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		<updated>2019-03-19T13:28:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O NÚCLEO PIRATININGA DE COMUNICAÇÃO é constituído por um grupo de comunicadores, jornalistas, professores universitários, artistas gráficos, ilustradores e fotógrafos que trabalham com o objetivo de melhorar a comunicação, tanto de movimentos comunitários ou populares, quanto de sindicatos e outros coletivos. Temos realizado essa tarefa há mais de 20 anos, principalmente através de cursos, palestras, seminários e produção de materiais de formação e informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditamos que os trabalhadores e os setores populares precisam aperfeiçoar constantemente sua comunicação para alcançar o objetivo de construção de uma nova sociedade. Apresentamos a esses grupos sociais nossos conhecimentos adquiridos por meio da nossa formação específica e da nossa prática social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ano de 2004, o NPC criou o Curso de Comunicação Popular voltado para jovens moradores das favelas cariocas e militantes populares. Eles são capacitados para atuar na Comunicação Popular: do jornal impresso à Internet, da oratória ao uso do rádio e do vídeo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso objetivo central é melhorar a comunicação dos trabalhadores para construir um mundo com justiça e sem exclusão. O ponto de partida é a certeza de que sem comunicação não há a possibilidade de os trabalhadores lutarem para alcançar a hegemonia política na sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as atividades que desenvolvemos estão a edição de livros, cartilhas, jornais e revistas, com temas de interesse da classe trabalhadora; a pesquisa, a edição e a produção, anual, de um livro-agenda temático; a realização do Curso de Comunicação Popular; a produção e realização do Festival da Comunicação Sindical e Popular; e o Curso Anual do NPC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autora: Luisa Santiago.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
	</entry>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Wikifavelas:N%C3%BAcleo_Piratininga_de_Comunica%C3%A7%C3%A3o_(NPC)&amp;diff=699</id>
		<title>Wikifavelas:Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC)</title>
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		<updated>2019-03-19T13:27:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sheila Jacob: Criou página com &amp;#039;O Núcleo Piratininga de Comunicação é constituído por um grupo de comunicadores, jornalistas, professores universitários, artistas gráficos, ilustradores e fotógrafos...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Núcleo Piratininga de Comunicação é constituído por um grupo de comunicadores, jornalistas, professores universitários, artistas gráficos, ilustradores e fotógrafos que trabalham com o objetivo de melhorar a comunicação, tanto de movimentos comunitários ou populares, quanto de sindicatos e outros coletivos. Temos realizado essa tarefa há mais de 20 anos, principalmente através de cursos, palestras, seminários e produção de materiais de formação e informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditamos que os trabalhadores e os setores populares precisam aperfeiçoar constantemente sua comunicação para alcançar o objetivo de construção de uma nova sociedade. Apresentamos a esses grupos sociais nossos conhecimentos adquiridos por meio da nossa formação específica e da nossa prática social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ano de 2004, o NPC criou o Curso de Comunicação Popular voltado para jovens moradores das favelas cariocas e militantes populares. Eles são capacitados para atuar na Comunicação Popular: do jornal impresso à Internet, da oratória ao uso do rádio e do vídeo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso objetivo central é melhorar a comunicação dos trabalhadores para construir um mundo com justiça e sem exclusão. O ponto de partida é a certeza de que sem comunicação não há a possibilidade de os trabalhadores lutarem para alcançar a hegemonia política na sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as atividades que desenvolvemos estão a edição de livros, cartilhas, jornais e revistas, com temas de interesse da classe trabalhadora; a pesquisa, a edição e a produção, anual, de um livro-agenda temático; a realização do Curso de Comunicação Popular; a produção e realização do Festival da Comunicação Sindical e Popular; e o Curso Anual do NPC.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sheila Jacob</name></author>
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