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	<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Teste_Vertamb%C3%A9m&amp;diff=13882</id>
		<title>Teste Vertambém</title>
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		<updated>2022-02-06T21:09:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: Alteração de subtítulo do código&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Verbetes Relacionados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rocinha]]&lt;br /&gt;
* [[Cidade de Deus (favela)]]&lt;br /&gt;
* [[Complexo da Maré]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Código ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Verbetes Relacionados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rocinha]]&lt;br /&gt;
* [[Cidade de Deus (favela)]]&lt;br /&gt;
* [[Complexo da Maré]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>Teste Verbetes Conectados</title>
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		<updated>2021-12-15T19:31:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{DISPLAYTITLE:Teste Verbetes Conectados - Heliópolis}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Autor: Hugo Fanton&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &#039;&#039;&#039;História&#039;&#039;&#039; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Heliópolis é considerada a segunda maior favela da América Latina,&amp;amp;nbsp;com&amp;amp;nbsp;cerca de 200 mil moradores/as, localizada no distrito do Sacomã, Zona Sudeste de São Paulo, em uma área de 1,2 milhão de metros quadrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O início da ocupação que daria origem à favela do&amp;amp;nbsp;Heliópolis se deu&amp;amp;nbsp;no final dos anos 1960. A área&amp;amp;nbsp;fora&amp;amp;nbsp;adquirida em 1942 pelo Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários e, em 1966, com a unificação dos diversos Institutos de previdência no INPS – Instituto Nacional de Previdência Social, a terra passou para o IAPAS – Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social. Em 1969, o IAPAS construiu o Hospital Heliópolis e o Posto de Assistência Médica – PAM. Uma parte do terreno original foi desapropriada pelo Estado para uso da SABESP e outra foi negociada com a Petrobras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 1971 e1972, a Prefeitura de São Paulo removeu 153 famílias de áreas ocupadas na favela da Vila Prudente e Vergueiro, com a intenção de fazer vias públicas naquelas regiões, e as acomodou em alojamentos “provisórios” no terreno do IAPAS. Ao redor desses alojamentos, que se tornaram permanentes, outras famílias migrantes iniciaram a ocupação do território, assim como trabalhadores da obra do Hospital Heliópolis e do PAM, que ali construíram suas moradias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com as crises econômicas nos anos 1980 e 1990, a população cresce muito, assim como a luta pela terra. Grileiros que atuavam na região passam a se dizer donos do território, e a população se organiza para enfrentar aquela exploração e afirmar seu direito à terra e moradia, atuação que deu origem à [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|União de Núcleos e Associações de Heliópolis e Região (UNAS)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a conquista da permanência em Heliópolis, as famílias que lá moravam seguem em seu processo de organização, para garantir moradia digna, saneamento básico, saúde, educação e assistência social. Nos anos 2000, os desafios seguem presentes, com a verticalização das moradias e necessidade de efetivação dos direitos sociais pelo acesso a políticas públicas. A realidade do território mudou muito ao longo dos anos, mas o crescimento populacional também trouxe diversos novos problemas locais. A vulnerabilidade social ainda atinge muitas famílias, que em sua maioria é composta por mães solo, sendo a mãe a única provedora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O contexto de alta vulnerabilidade social de Heliópolis é expresso por grande número de moradias precárias, baixos níveis de escolaridade e precarização no mercado de trabalho. A população local é composta fundamentalmente por trabalhadores pobres desempregados, em condições de trabalho e remuneração informais ou mesmo excluídos das relações produtivas. Os baixos níveis de qualidade de vida se agravam por questões ambientais, pela baixa cobertura de coleta de esgoto, ausência de coleta seletiva de lixo e contaminação do solo e da água. O crescimento urbano desordenado e a falta de solidariedade e coletivismo são fatores que agravam a situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, cerca de 51% da população é formada por crianças e jovens entre 0 e 25 anos, e 85% são migrantes do Nordeste Brasileiro. De acordo com a Secretaria Municipal de Habitação de São Paulo, Heliópolis contava, em 2011, com 19.893 domicílios, dos quais 13.372 foram levantados por autoconstrução. Em 2016, possuíam abastecimento de água 83% dos domicílios e, 62%, rede de esgoto. A rede elétrica abrangia 94% das casas e 57% do espaço público. A renda familiar média per capita era de R$ 479,85, o que correspondia a 54,52% de um salário mínimo. A Fundação Seade classifica a vulnerabilidade social como média em 61,55% da área, e muito alta em 32,87%, alto índice de pobreza e miséria. No Censo-2010, a região é dividida em 44 setores censitários, dos quais 19 foram considerados de vulnerabilidade muito alta. Os dados também apontam baixa escolaridade: 12% não estudaram; 68% possuem ensino fundamental; 19% ensino médio e 1% ensino superior. Já a situação ocupacional indica: assalariado com registro 28,37% da população; estudante, 14,43%; autônomos, 20,37%; desempregados, 9,99%; donas de casa, 9,41%; trabalhador temporário/bico/informal, 8,25%; empregado doméstico sem carteira/informal, 3,31%, dentre outras formas de inserção no mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|UNAS]] luta há mais de três décadas para tornar Heliópolis um “Bairro Educador”, conceito criado a partir da correlação entre qualidade do ensino e participação comunitária. O desafio de elevar os níveis de escolaridade na região é concretizado pela construção de vínculos entre equipamento escolar e comunidade. Entende-se que a educação não pode estar circunscrita ao ambiente escolar, mas é parte constitutiva das relações sociais que fazem de Heliópolis uma comunidade. Tais relações são concebidas como educativas, em busca da melhoria das condições de vida da população. Por isso, o projeto político pedagógico do Bairro Educador se fundamenta nos princípios de que tudo passa pela educação, de que a escola deve ser um centro de lideranças em articulação com a comunidade e de que os processos de ensino-aprendizagem devem articular escolas, lideranças comunitárias, famílias, equipamentos socioculturais, associações e demais entidades para transformar Heliópolis em um Bairro Educador, promovendo a socialização dos bens culturais.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Sobre Heliópolis =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=irWlTCiiZ5A}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=kB0cwyawLtw}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=BhXtiiWgAYQ&amp;amp;feature=emb_title}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Fotos da Favela__FORCETOC__ =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Heliópolis.png|thumb|center|550px|Heliópolis.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Heliopolis 2.jpeg|thumb|center|600px|Heliopolis 2.jpeg]][[File:Heliopolis 1.jpg|thumb|center|600px|Heliopolis 1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:São Paulo]] [[Category:Temática - Favelas e Periferias]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados = &lt;br /&gt;
* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Teste_Verbetes_Conectados - Heliópolis}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Observat%C3%B3rio_de_Olho_na_Quebrada&amp;diff=13805</id>
		<title>Observatório de Olho na Quebrada</title>
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		<updated>2021-12-15T19:29:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: /* Verbetes relacionados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Autor: [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Caiqueazael Caíque Azael] [[File:Observatório de Olho na Quebrada.jpg|thumb|center|500px]] &amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
== Sobre o Observatório ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em março de 2019, a [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região (Unas)]], preocupada com abordagens policiais mais ostensivas,&amp;amp;nbsp;criou o Observatório: &#039;De Olho na Quebrada&#039;. Formado por educadores e jovens moradores, o observatório reúne dados sobre violência policial dentro da comunidade, coleta depoimentos dos moradores e preserva a história do local.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inicialmente, o Observatório de Olho na Quebrada, queria pesquisar e entender quantas pessoas vivem realmente em Heliópolis, além de verificar demandas para subsidiar projetos e políticas públicas. Mas, ao longo das pesquisas, a violência policial e a violência policial nos bailes apresentou uma nova temática presente no cotidiano da favela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pesquisas do Observatório ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto Observatório de Heliópolis promove duas frentes de trabalho: i) coletas de dados e pesquisas quantitativas e qualitativas sobre temas como saúde, educação, cultura, lazer, equipamentos públicos, comércios, serviços e número de habitantes; ii) promover o resgate, a organização e a preservação da memória de Heliópolis, fortalecendo a sólida história de lutas e conquistas dessa comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um levantamento feito pelo próprio Observatório revela que 75% dos jovens já presenciaram violência policial em bailes funk. A SSP afirma que &#039;não comenta pesquisas cuja metodologia desconhece&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=hOa6_S_Xl4w&amp;amp;t}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referências&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#De olho na Quebrada - [https://web.facebook.com/DONQuebrada?_rdc=1&amp;amp;_rdr Facebook] &lt;br /&gt;
#G1 -&amp;amp;nbsp;[https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/12/05/heliopolis-cria-observatorio-da-quebrada-apos-relatos-de-violencia-policial.ghtml Heliópolis cria &#039;observatório da quebrada&#039; após relatos de violência policial] &lt;br /&gt;
#Ponte - [https://ponte.org/nao-e-sobre-o-funk-e-uma-perseguicao-a-quebrada-diz-morador-de-heliopolis-sobre-morte-em-acao-policial/ Não é sobre o Funk, é sobre criminalização das favelas]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados =&lt;br /&gt;
* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
* [[Teste Verbetes Conectados]] - Heliópolis&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS</title>
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		<updated>2021-12-15T19:28:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: /* Verbetes relacionados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;div&amp;gt;&lt;br /&gt;
Autor:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;bdi&amp;gt;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hugo_Fanton&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 Hugo Fanton].&amp;lt;/bdi&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= A UNAS =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história da UNAS – União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região se inicia nos anos 1970, e acompanha a história de [[Heliópolis|Heliópolis]]. Entre 1971 e 1972, a Prefeitura de São Paulo transferiu, para uma área próxima ao Hospital Heliópolis, 153 famílias provenientes de Vila Prudente, onde seriam realizadas obras de infraestrutura viária sobre o rio Tamanduateí. A proposta do poder público era de permanência das pessoas no local por seis meses, quando receberiam um imóvel definitivo em outra região. No entanto, apenas 15 anos depois foi apresentada uma alternativa de moradia a essas famílias, em local muito distante, Guaianazes. “Era no meio do nada. Não fomos”, afirmaram muitos dos moradores. Na gestão de Olavo Setúbal, em 1978, a administração municipal faria nova remoção de 60 famílias para Heliópolis, vindas agora da Favela do Vergueiro. Eram novamente moradias “provisórias” que se tornaram permanentes para a maioria das famílias. No entorno dos alojamentos provisórios e de fontes de água, novos moradores passam a construir barracos de madeira, lona e piso em terra socada, progressivamente substituídos por casas de alvenaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
João Miranda e sua esposa Genésia Ferreira Miranda, atualmente duas das principais lideranças de Heliópolis, são migrantes nordestinos que chegaram na região em 1979. Na época, as características naturais da área dificultavam a vigilância e a ajuda mútua entre vizinhos para garantir segurança. Iniciou-se, a partir disso, o primeiro processo organizativo na comunidade. “A gente começou a organizar o povo por causa da necessidade de limpar o terreno, cortando as mamoneiras que existiam na região, de modo que se pudesse ampliar a visão. Surgiu daí um trabalho importante de formação”, explica João Miranda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o crescimento da população, o território como um todo passou a ser controlado por, no dizer de Genésia, “vários grupos de grileiros, que cuidavam desta área se dizendo donos”. Os grupos armados, com apoio da polícia, autorizavam ou proibiam a construção de barracos em Heliópolis, sob pena de assassinato em caso de desrespeito à “ordem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A auto-organização dos/as moradores/as, com auxílio da Igreja Católica, contribuiu para que o grupo passasse “a se envolver na luta pela terra”. O apoio da “pastoral da favela” se deu na articulação dos moradores e na proteção das lideranças em casos de agressões, prisões e ameaças de morte. “Até quando estávamos sendo expulsos daqui, enfrentando muita repressão, eles estavam junto conosco”, afirma Genésia. Inicialmente, a Pastoral da Favela impulsionou um Clube de Mães, que reunia mulheres para trabalhos de caráter assistencialista e oficinas de corte-e-costura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquele momento, Genésia enfrentava dificuldades para debater a questão da moradia com os demais moradores, pelo “medo que os maridos” tinham dos grileiros, que “torturavam as pessoas”. Com o Clube de Mães, o tema passou a ser debatido ao final das missas. “A partir daí, quando me nego a pagar aluguel para eles, é que consigo conversar com os moradores sobre nossa situação. Foi ficando claro que todos moravam aqui sem acesso a água, luz e esgoto, de forma que era absurdo pagarmos aluguel”, explica Genésia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse processo se dá a criação de uma Comissão de Moradores, que na luta pela permanência em Heliópolis daria origem à UNAS. Com o crescimento progressivo de Heliópolis, foi tornando-se necessário discutir a formação de núcleos, cada um deles composto por lideranças de rua que eram responsáveis por informar os moradores vizinhos. O objetivo era “envolver mais gente, trabalhar a formação das pessoas, discutir as necessidades do núcleo e, assim, se fortalecer”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a criação da UNAS, além de se consolidar a permanência no local, houve conquistas muito concretas, como a infraestrutura de saneamento. “Começamos a criar projetos, buscando a prefeitura, o que ajudou nossa legalização”, explica Antonia Cleide Alves, atual presidenta da UNAS. Foi criado o Movimento de Alfabetização de Adultos (Mova), conquistaram-se Unidades Básicas de Saúde (UBS) e estabeleceram-se os primeiros convênios e projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É também parte disso a criação, em 8 de maio de 1992, da [[Rádio_Heliópolis_FM|Rádio Popular de Heliópolis]]. A necessidade de informar moradores sobre reuniões e demais atividades levou o grupo a espalhar 14 altofalantes por diferentes pontos da comunidade, conectados a uma vitrola com microfone, localizada na sede da entidade, na rua da Mina. A chamada “rádio corneta” era um serviço de informação, que divulgava para os moradores de Heliópolis as reuniões que aconteciam três vezes por semana. Além disso, era utilizada para organizar a coleta de lixo e anunciar crianças, documentos e animais perdidos. “Todo mundo passou a conhecer a rádio e a vir aqui, comunicar, por exemplo, que haveria uma reunião no Núcleo do Imperador ou do PAM, em determinado horário”, conta Mércia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco anos depois, em agosto de 1997, a rádio se tornou emissora FM, graças a uma doação feita por um grupo de alemães que visitou a comunidade e se impressionou com o serviço de altofalantes. Com a verba, foram instalados estúdio e antena, na própria rua da Mina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, em razão da ilegalidade, a rádio sempre recebeu ameaças de fechamento pelo Poder Público. Durante esses anos, em diferentes momentos, a polícia apreendeu equipamentos e fechou a emissora. Apenas em 2008 a Rádio Heliópolis obteve licença para operar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo de mais de quatro décadas, a UNAS consolidou sua atuação nas mais diversas áreas sociais em Heliópolis e região, destacando a importância da educação, cultura, esporte, lazer, habitação e saúde na garantia de qualidade de vida para os moradores. Em todas as suas iniciativas, a UNAS acredita na pessoa como sujeito de direitos, independentemente de idade, orientação sexual ou religião, fortalecendo sua autonomia para a efetivação da cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A entidade estabeleceu como missão “contribuir para transformar Heliópolis e região num bairro educador, promovendo a cidadania e o desenvolvimento integral da comunidade”. Seus princípios de atuação são: Autonomia; Responsabilidade; Solidariedade; Escola como centro de liderança na comunidade onde está inserida; e Tudo passa pela educação. O objetivo é “contribuir para a organização dos moradores por meio da mobilização social e ações de parceria, visando a melhoria da qualidade de vida, a superação da pobreza e miséria, promovendo a cidadania e a inclusão social”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= A UNAS em números =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para cumprir sua missão e contribuir com a efetivação de direitos, a UNAS encerra o ano de 2019 com 51 projetos sociais e atendimento de mais de 10 mil pessoas por mês. Suas ações são distribuídas por diferentes áreas, com destaque à educação e assistência social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos 17 CEI’s – Centro de Educação Infantil - distribuídos por Heliópolis e Região, a UNAS atende 2880 crianças de 0 a 3 anos e 11 meses. Nos 8 núcleos de Mova – Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos, atende mais de 300 jovens, adultos e pessoas idosas, com 13 salas de aula. A UNAS também organiza um Cursinho preparatório para ingresso na ETEC Heliópolis, com 280 adolescentes de Heliópolis e região, e realiza formação permanente de 400 educadoras/es pelo projeto Diálogo com a Infância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos 11 CCAs – Centros para Crianças e Adolescentes, espalhados por Heliópolis e Região, a UNAS atende 1560 crianças e adolescentes com educação no contra-turno escolar. O SASF - Serviço de Assistência Social à Família – CHICO MENDES – mais de 2800 famílias são atendidas em um serviço que tem por objetivo estimular o protagonismo das famílias na formulação e implementação de propostas coletivas por melhorias na qualidade da vida familiar e comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A UNAS possui outros projetos na assistência social e em diferentes áreas, como cultura, empreendedorismo, juventude, esporte e direitos humanos. Para mais informações, acesse: [http://www.unas.org.br www.unas.org.br] ou, no Facebook, na página UNAS Heliópolis.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:São Paulo]][[Category:Associativismo comunitário]][[Category:Associação de moradores]][[Category:Heliópolis]][[Category:Temática - Associativismo e Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados =&lt;br /&gt;
* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[Teste Verbetes Conectados]] - Heliópolis&lt;br /&gt;
* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
	</entry>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Cine_Favela_Heli%C3%B3polis&amp;diff=13803</id>
		<title>Cine Favela Heliópolis</title>
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		<updated>2021-12-15T19:27:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: /* Verbetes relacionados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[File:6defc960dfa545d2a712dc2db3996030.png|thumb|center|600px|6defc960dfa545d2a712dc2db3996030.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O Projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cine Favela é uma associação cultural sem fins lucrativos, que, desde 2003, usa o cinema como papel principal em suas atividades socioculturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de trabalharmos atividades com o mundo cinematográfico, também usamos o esporte como ferramenta de inclusão cultural para os moradores da comunidade de Heliópolis por meio de produções de peças de teatros e filmes independentes,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de apresentações de filmes no primeiro cinema de Heliópolis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 2003&amp;amp;nbsp; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reginaldo de Túlio (fundador) e&amp;amp;nbsp;Geneci de Túlio Ledo (diretora), se juntam para criar o espaço que irá mudar suas vidas e transformar a história de Heliópolis em um belo filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O casal, formou sua família com seus 2 filhos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Leandro e Ricardo&amp;quot; e no ano de 2003, com seu mais novo integrante &amp;quot;Familiar&amp;quot;,&amp;amp;nbsp; O Cine Favela...Que nasceu de uma simples ideia e se transformou em um ponto de referência na cultura popular de toda comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot; - Desde o começo eu sempre quis fazer algo que fosse voltado ao meu meio, mas trabalhar com isso, era pouco.&amp;amp;nbsp;Então resolvi compartilhar com todos.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Vídeo sobre o projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=YlP77mn0ffQ&amp;amp;feature=emb_title}}&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Movimentos sociais]][[Category:Heliópolis]][[Category:Temática - Cultura]][[Category:Cinema]][[Category:Juventude]][[Category:São Paulo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados =&lt;br /&gt;
* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
* [[Teste Verbetes Conectados]] - Heliópolis&lt;br /&gt;
* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>Rádio Heliópolis FM</title>
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		<updated>2021-12-15T19:25:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: /* Verbetes relacionados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;div&amp;gt;&lt;br /&gt;
Autoria:&amp;amp;nbsp;Hugo Fanton.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= A Rádio =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 8 de maio de 1992, foi criada a&amp;amp;nbsp;Rádio Popular de [[Heliópolis|Heliópolis]], favela localizada da Zona Sudeste de São Paulo.&amp;amp;nbsp;A necessidade de informar moradores sobre reuniões e demais atividades levou o grupo a espalhar 14 altofalantes por diferentes pontos da comunidade, conectados a uma vitrola com microfone, localizada na sede da entidade, na rua da Mina. A chamada “rádio corneta” era um serviço de informação, que divulgava para os moradores de Heliópolis as reuniões que aconteciam três vezes por semana. Além disso, era utilizada para organizar a coleta de lixo e anunciar crianças, documentos e animais perdidos. “Todo mundo passou a conhecer a rádio e a vir aqui, comunicar, por exemplo, que haveria uma reunião no Núcleo do Imperador ou do PAM, em determinado horário”, conta Mércia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco anos depois, em agosto de 1997, a rádio se tornou emissora FM, graças a uma doação feita por um grupo de alemães que visitou a comunidade e se impressionou com o serviço de altofalantes. Com a verba, foram instalados estúdio e antena, na própria rua da Mina. No entanto, em razão da ilegalidade, a rádio sempre recebeu ameaças de fechamento pelo Poder Público. Durante esses anos, em diferentes momentos, a polícia apreendeu equipamentos e fechou a emissora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas em 2008 a Rádio Heliópolis obteve licença para operar. Em 2019, a&amp;amp;nbsp;Radio Comunitária Heliópolis FM completou em maio seus 27 anos de existência. No decorrer dos anos, a emissora teve sua existência consolidada através de seus serviços prestados a Heliópolis e Região e da promoção da cultura local. Nessas quase três décadas, passaram pela rádio muitos artistas da comunidade, que puderam mostrar seus trabalhos e se articular para a realização de eventos, em áreas diversas, com o Hip Hop, o forró, o samba e a música sertaneja. Seus colaboradores, todos voluntários, trazem grande responsabilidade ao apresentar&amp;amp;nbsp;aos ouvintes a cultura de Heliópolis e a cultura nordestina, valorizando seus artistas locais. Além disso, tem grande utilidade pública, ao alertar sobre as necessidades da população e pressionar o Estado para a conquista de direitos.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rádio Comunitária Heliópolis FM envolve a comunidade pelas suas ondas sonoras, sempre transmitindo, em seus programas diários, informações aos moradores e ouvintes sobre nossos direitos e, principalmente, sobre o que está acontecendo na comunidade, contribuindo assim para um melhor desenvolvimento de Heliópolis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é a nossa Rádio Comunitária Heliópolis: a voz da Comunidade!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Heliópolis]][[Category:São Paulo]][[Category:Comunicação Popular]][[Category:Temática - Mídia e Comunicação]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados = &lt;br /&gt;
* [[Teste Verbetes Conectados]] - Heliópolis&lt;br /&gt;
* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS</title>
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		<updated>2021-12-10T18:28:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;div&amp;gt;&lt;br /&gt;
Autor:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;bdi&amp;gt;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hugo_Fanton&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 Hugo Fanton].&amp;lt;/bdi&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= A UNAS =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história da UNAS – União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região se inicia nos anos 1970, e acompanha a história de [[Heliópolis|Heliópolis]]. Entre 1971 e 1972, a Prefeitura de São Paulo transferiu, para uma área próxima ao Hospital Heliópolis, 153 famílias provenientes de Vila Prudente, onde seriam realizadas obras de infraestrutura viária sobre o rio Tamanduateí. A proposta do poder público era de permanência das pessoas no local por seis meses, quando receberiam um imóvel definitivo em outra região. No entanto, apenas 15 anos depois foi apresentada uma alternativa de moradia a essas famílias, em local muito distante, Guaianazes. “Era no meio do nada. Não fomos”, afirmaram muitos dos moradores. Na gestão de Olavo Setúbal, em 1978, a administração municipal faria nova remoção de 60 famílias para Heliópolis, vindas agora da Favela do Vergueiro. Eram novamente moradias “provisórias” que se tornaram permanentes para a maioria das famílias. No entorno dos alojamentos provisórios e de fontes de água, novos moradores passam a construir barracos de madeira, lona e piso em terra socada, progressivamente substituídos por casas de alvenaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
João Miranda e sua esposa Genésia Ferreira Miranda, atualmente duas das principais lideranças de Heliópolis, são migrantes nordestinos que chegaram na região em 1979. Na época, as características naturais da área dificultavam a vigilância e a ajuda mútua entre vizinhos para garantir segurança. Iniciou-se, a partir disso, o primeiro processo organizativo na comunidade. “A gente começou a organizar o povo por causa da necessidade de limpar o terreno, cortando as mamoneiras que existiam na região, de modo que se pudesse ampliar a visão. Surgiu daí um trabalho importante de formação”, explica João Miranda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o crescimento da população, o território como um todo passou a ser controlado por, no dizer de Genésia, “vários grupos de grileiros, que cuidavam desta área se dizendo donos”. Os grupos armados, com apoio da polícia, autorizavam ou proibiam a construção de barracos em Heliópolis, sob pena de assassinato em caso de desrespeito à “ordem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A auto-organização dos/as moradores/as, com auxílio da Igreja Católica, contribuiu para que o grupo passasse “a se envolver na luta pela terra”. O apoio da “pastoral da favela” se deu na articulação dos moradores e na proteção das lideranças em casos de agressões, prisões e ameaças de morte. “Até quando estávamos sendo expulsos daqui, enfrentando muita repressão, eles estavam junto conosco”, afirma Genésia. Inicialmente, a Pastoral da Favela impulsionou um Clube de Mães, que reunia mulheres para trabalhos de caráter assistencialista e oficinas de corte-e-costura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquele momento, Genésia enfrentava dificuldades para debater a questão da moradia com os demais moradores, pelo “medo que os maridos” tinham dos grileiros, que “torturavam as pessoas”. Com o Clube de Mães, o tema passou a ser debatido ao final das missas. “A partir daí, quando me nego a pagar aluguel para eles, é que consigo conversar com os moradores sobre nossa situação. Foi ficando claro que todos moravam aqui sem acesso a água, luz e esgoto, de forma que era absurdo pagarmos aluguel”, explica Genésia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse processo se dá a criação de uma Comissão de Moradores, que na luta pela permanência em Heliópolis daria origem à UNAS. Com o crescimento progressivo de Heliópolis, foi tornando-se necessário discutir a formação de núcleos, cada um deles composto por lideranças de rua que eram responsáveis por informar os moradores vizinhos. O objetivo era “envolver mais gente, trabalhar a formação das pessoas, discutir as necessidades do núcleo e, assim, se fortalecer”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a criação da UNAS, além de se consolidar a permanência no local, houve conquistas muito concretas, como a infraestrutura de saneamento. “Começamos a criar projetos, buscando a prefeitura, o que ajudou nossa legalização”, explica Antonia Cleide Alves, atual presidenta da UNAS. Foi criado o Movimento de Alfabetização de Adultos (Mova), conquistaram-se Unidades Básicas de Saúde (UBS) e estabeleceram-se os primeiros convênios e projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É também parte disso a criação, em 8 de maio de 1992, da [[Rádio_Heliópolis_FM|Rádio Popular de Heliópolis]]. A necessidade de informar moradores sobre reuniões e demais atividades levou o grupo a espalhar 14 altofalantes por diferentes pontos da comunidade, conectados a uma vitrola com microfone, localizada na sede da entidade, na rua da Mina. A chamada “rádio corneta” era um serviço de informação, que divulgava para os moradores de Heliópolis as reuniões que aconteciam três vezes por semana. Além disso, era utilizada para organizar a coleta de lixo e anunciar crianças, documentos e animais perdidos. “Todo mundo passou a conhecer a rádio e a vir aqui, comunicar, por exemplo, que haveria uma reunião no Núcleo do Imperador ou do PAM, em determinado horário”, conta Mércia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco anos depois, em agosto de 1997, a rádio se tornou emissora FM, graças a uma doação feita por um grupo de alemães que visitou a comunidade e se impressionou com o serviço de altofalantes. Com a verba, foram instalados estúdio e antena, na própria rua da Mina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, em razão da ilegalidade, a rádio sempre recebeu ameaças de fechamento pelo Poder Público. Durante esses anos, em diferentes momentos, a polícia apreendeu equipamentos e fechou a emissora. Apenas em 2008 a Rádio Heliópolis obteve licença para operar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo de mais de quatro décadas, a UNAS consolidou sua atuação nas mais diversas áreas sociais em Heliópolis e região, destacando a importância da educação, cultura, esporte, lazer, habitação e saúde na garantia de qualidade de vida para os moradores. Em todas as suas iniciativas, a UNAS acredita na pessoa como sujeito de direitos, independentemente de idade, orientação sexual ou religião, fortalecendo sua autonomia para a efetivação da cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A entidade estabeleceu como missão “contribuir para transformar Heliópolis e região num bairro educador, promovendo a cidadania e o desenvolvimento integral da comunidade”. Seus princípios de atuação são: Autonomia; Responsabilidade; Solidariedade; Escola como centro de liderança na comunidade onde está inserida; e Tudo passa pela educação. O objetivo é “contribuir para a organização dos moradores por meio da mobilização social e ações de parceria, visando a melhoria da qualidade de vida, a superação da pobreza e miséria, promovendo a cidadania e a inclusão social”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= A UNAS em números =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para cumprir sua missão e contribuir com a efetivação de direitos, a UNAS encerra o ano de 2019 com 51 projetos sociais e atendimento de mais de 10 mil pessoas por mês. Suas ações são distribuídas por diferentes áreas, com destaque à educação e assistência social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos 17 CEI’s – Centro de Educação Infantil - distribuídos por Heliópolis e Região, a UNAS atende 2880 crianças de 0 a 3 anos e 11 meses. Nos 8 núcleos de Mova – Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos, atende mais de 300 jovens, adultos e pessoas idosas, com 13 salas de aula. A UNAS também organiza um Cursinho preparatório para ingresso na ETEC Heliópolis, com 280 adolescentes de Heliópolis e região, e realiza formação permanente de 400 educadoras/es pelo projeto Diálogo com a Infância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos 11 CCAs – Centros para Crianças e Adolescentes, espalhados por Heliópolis e Região, a UNAS atende 1560 crianças e adolescentes com educação no contra-turno escolar. O SASF - Serviço de Assistência Social à Família – CHICO MENDES – mais de 2800 famílias são atendidas em um serviço que tem por objetivo estimular o protagonismo das famílias na formulação e implementação de propostas coletivas por melhorias na qualidade da vida familiar e comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A UNAS possui outros projetos na assistência social e em diferentes áreas, como cultura, empreendedorismo, juventude, esporte e direitos humanos. Para mais informações, acesse: [http://www.unas.org.br www.unas.org.br] ou, no Facebook, na página UNAS Heliópolis.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:São Paulo]][[Category:Associativismo comunitário]][[Category:Associação de moradores]][[Category:Heliópolis]][[Category:Temática - Associativismo e Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados =&lt;br /&gt;
* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>Rádio Heliópolis FM</title>
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		<updated>2021-12-10T18:26:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;div&amp;gt;&lt;br /&gt;
Autoria:&amp;amp;nbsp;Hugo Fanton.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= A Rádio =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 8 de maio de 1992, foi criada a&amp;amp;nbsp;Rádio Popular de [[Heliópolis|Heliópolis]], favela localizada da Zona Sudeste de São Paulo.&amp;amp;nbsp;A necessidade de informar moradores sobre reuniões e demais atividades levou o grupo a espalhar 14 altofalantes por diferentes pontos da comunidade, conectados a uma vitrola com microfone, localizada na sede da entidade, na rua da Mina. A chamada “rádio corneta” era um serviço de informação, que divulgava para os moradores de Heliópolis as reuniões que aconteciam três vezes por semana. Além disso, era utilizada para organizar a coleta de lixo e anunciar crianças, documentos e animais perdidos. “Todo mundo passou a conhecer a rádio e a vir aqui, comunicar, por exemplo, que haveria uma reunião no Núcleo do Imperador ou do PAM, em determinado horário”, conta Mércia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco anos depois, em agosto de 1997, a rádio se tornou emissora FM, graças a uma doação feita por um grupo de alemães que visitou a comunidade e se impressionou com o serviço de altofalantes. Com a verba, foram instalados estúdio e antena, na própria rua da Mina. No entanto, em razão da ilegalidade, a rádio sempre recebeu ameaças de fechamento pelo Poder Público. Durante esses anos, em diferentes momentos, a polícia apreendeu equipamentos e fechou a emissora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas em 2008 a Rádio Heliópolis obteve licença para operar. Em 2019, a&amp;amp;nbsp;Radio Comunitária Heliópolis FM completou em maio seus 27 anos de existência. No decorrer dos anos, a emissora teve sua existência consolidada através de seus serviços prestados a Heliópolis e Região e da promoção da cultura local. Nessas quase três décadas, passaram pela rádio muitos artistas da comunidade, que puderam mostrar seus trabalhos e se articular para a realização de eventos, em áreas diversas, com o Hip Hop, o forró, o samba e a música sertaneja. Seus colaboradores, todos voluntários, trazem grande responsabilidade ao apresentar&amp;amp;nbsp;aos ouvintes a cultura de Heliópolis e a cultura nordestina, valorizando seus artistas locais. Além disso, tem grande utilidade pública, ao alertar sobre as necessidades da população e pressionar o Estado para a conquista de direitos.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rádio Comunitária Heliópolis FM envolve a comunidade pelas suas ondas sonoras, sempre transmitindo, em seus programas diários, informações aos moradores e ouvintes sobre nossos direitos e, principalmente, sobre o que está acontecendo na comunidade, contribuindo assim para um melhor desenvolvimento de Heliópolis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é a nossa Rádio Comunitária Heliópolis: a voz da Comunidade!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;  &lt;br /&gt;
[[Category:Heliópolis]][[Category:São Paulo]][[Category:Comunicação Popular]][[Category:Temática - Mídia e Comunicação]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados = &lt;br /&gt;
* [[Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>Teste Verbetes Conectados</title>
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		<updated>2021-12-10T18:18:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{DISPLAYTITLE:Teste Verbetes Conectados - Heliópolis}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Autor: Hugo Fanton&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &#039;&#039;&#039;História&#039;&#039;&#039; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Heliópolis é considerada a segunda maior favela da América Latina,&amp;amp;nbsp;com&amp;amp;nbsp;cerca de 200 mil moradores/as, localizada no distrito do Sacomã, Zona Sudeste de São Paulo, em uma área de 1,2 milhão de metros quadrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O início da ocupação que daria origem à favela do&amp;amp;nbsp;Heliópolis se deu&amp;amp;nbsp;no final dos anos 1960. A área&amp;amp;nbsp;fora&amp;amp;nbsp;adquirida em 1942 pelo Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários e, em 1966, com a unificação dos diversos Institutos de previdência no INPS – Instituto Nacional de Previdência Social, a terra passou para o IAPAS – Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social. Em 1969, o IAPAS construiu o Hospital Heliópolis e o Posto de Assistência Médica – PAM. Uma parte do terreno original foi desapropriada pelo Estado para uso da SABESP e outra foi negociada com a Petrobras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 1971 e1972, a Prefeitura de São Paulo removeu 153 famílias de áreas ocupadas na favela da Vila Prudente e Vergueiro, com a intenção de fazer vias públicas naquelas regiões, e as acomodou em alojamentos “provisórios” no terreno do IAPAS. Ao redor desses alojamentos, que se tornaram permanentes, outras famílias migrantes iniciaram a ocupação do território, assim como trabalhadores da obra do Hospital Heliópolis e do PAM, que ali construíram suas moradias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com as crises econômicas nos anos 1980 e 1990, a população cresce muito, assim como a luta pela terra. Grileiros que atuavam na região passam a se dizer donos do território, e a população se organiza para enfrentar aquela exploração e afirmar seu direito à terra e moradia, atuação que deu origem à [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|União de Núcleos e Associações de Heliópolis e Região (UNAS)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a conquista da permanência em Heliópolis, as famílias que lá moravam seguem em seu processo de organização, para garantir moradia digna, saneamento básico, saúde, educação e assistência social. Nos anos 2000, os desafios seguem presentes, com a verticalização das moradias e necessidade de efetivação dos direitos sociais pelo acesso a políticas públicas. A realidade do território mudou muito ao longo dos anos, mas o crescimento populacional também trouxe diversos novos problemas locais. A vulnerabilidade social ainda atinge muitas famílias, que em sua maioria é composta por mães solo, sendo a mãe a única provedora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O contexto de alta vulnerabilidade social de Heliópolis é expresso por grande número de moradias precárias, baixos níveis de escolaridade e precarização no mercado de trabalho. A população local é composta fundamentalmente por trabalhadores pobres desempregados, em condições de trabalho e remuneração informais ou mesmo excluídos das relações produtivas. Os baixos níveis de qualidade de vida se agravam por questões ambientais, pela baixa cobertura de coleta de esgoto, ausência de coleta seletiva de lixo e contaminação do solo e da água. O crescimento urbano desordenado e a falta de solidariedade e coletivismo são fatores que agravam a situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, cerca de 51% da população é formada por crianças e jovens entre 0 e 25 anos, e 85% são migrantes do Nordeste Brasileiro. De acordo com a Secretaria Municipal de Habitação de São Paulo, Heliópolis contava, em 2011, com 19.893 domicílios, dos quais 13.372 foram levantados por autoconstrução. Em 2016, possuíam abastecimento de água 83% dos domicílios e, 62%, rede de esgoto. A rede elétrica abrangia 94% das casas e 57% do espaço público. A renda familiar média per capita era de R$ 479,85, o que correspondia a 54,52% de um salário mínimo. A Fundação Seade classifica a vulnerabilidade social como média em 61,55% da área, e muito alta em 32,87%, alto índice de pobreza e miséria. No Censo-2010, a região é dividida em 44 setores censitários, dos quais 19 foram considerados de vulnerabilidade muito alta. Os dados também apontam baixa escolaridade: 12% não estudaram; 68% possuem ensino fundamental; 19% ensino médio e 1% ensino superior. Já a situação ocupacional indica: assalariado com registro 28,37% da população; estudante, 14,43%; autônomos, 20,37%; desempregados, 9,99%; donas de casa, 9,41%; trabalhador temporário/bico/informal, 8,25%; empregado doméstico sem carteira/informal, 3,31%, dentre outras formas de inserção no mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|UNAS]] luta há mais de três décadas para tornar Heliópolis um “Bairro Educador”, conceito criado a partir da correlação entre qualidade do ensino e participação comunitária. O desafio de elevar os níveis de escolaridade na região é concretizado pela construção de vínculos entre equipamento escolar e comunidade. Entende-se que a educação não pode estar circunscrita ao ambiente escolar, mas é parte constitutiva das relações sociais que fazem de Heliópolis uma comunidade. Tais relações são concebidas como educativas, em busca da melhoria das condições de vida da população. Por isso, o projeto político pedagógico do Bairro Educador se fundamenta nos princípios de que tudo passa pela educação, de que a escola deve ser um centro de lideranças em articulação com a comunidade e de que os processos de ensino-aprendizagem devem articular escolas, lideranças comunitárias, famílias, equipamentos socioculturais, associações e demais entidades para transformar Heliópolis em um Bairro Educador, promovendo a socialização dos bens culturais.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Sobre Heliópolis =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=irWlTCiiZ5A}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=kB0cwyawLtw}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=BhXtiiWgAYQ&amp;amp;feature=emb_title}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Fotos da Favela__FORCETOC__ =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Heliópolis.png|thumb|center|550px|Heliópolis.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Heliopolis 2.jpeg|thumb|center|600px|Heliopolis 2.jpeg]][[File:Heliopolis 1.jpg|thumb|center|600px|Heliopolis 1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:São Paulo]] [[Category:Temática - Favelas e Periferias]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados = &lt;br /&gt;
* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Cine_Favela_Heli%C3%B3polis&amp;diff=13718</id>
		<title>Cine Favela Heliópolis</title>
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		<updated>2021-12-10T18:11:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[File:6defc960dfa545d2a712dc2db3996030.png|thumb|center|600px|6defc960dfa545d2a712dc2db3996030.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O Projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cine Favela é uma associação cultural sem fins lucrativos, que, desde 2003, usa o cinema como papel principal em suas atividades socioculturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de trabalharmos atividades com o mundo cinematográfico, também usamos o esporte como ferramenta de inclusão cultural para os moradores da comunidade de Heliópolis por meio de produções de peças de teatros e filmes independentes,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de apresentações de filmes no primeiro cinema de Heliópolis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 2003&amp;amp;nbsp; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reginaldo de Túlio (fundador) e&amp;amp;nbsp;Geneci de Túlio Ledo (diretora), se juntam para criar o espaço que irá mudar suas vidas e transformar a história de Heliópolis em um belo filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O casal, formou sua família com seus 2 filhos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Leandro e Ricardo&amp;quot; e no ano de 2003, com seu mais novo integrante &amp;quot;Familiar&amp;quot;,&amp;amp;nbsp; O Cine Favela...Que nasceu de uma simples ideia e se transformou em um ponto de referência na cultura popular de toda comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot; - Desde o começo eu sempre quis fazer algo que fosse voltado ao meu meio, mas trabalhar com isso, era pouco.&amp;amp;nbsp;Então resolvi compartilhar com todos.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Vídeo sobre o projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=YlP77mn0ffQ&amp;amp;feature=emb_title}}&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Movimentos sociais]][[Category:Heliópolis]][[Category:Temática - Cultura]][[Category:Cinema]][[Category:Juventude]][[Category:São Paulo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados =&lt;br /&gt;
* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
* [[Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>Cine Favela Heliópolis</title>
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		<updated>2021-12-10T18:04:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
= [[File:6defc960dfa545d2a712dc2db3996030.png|thumb|center|600px|6defc960dfa545d2a712dc2db3996030.png]]O Projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cine Favela é uma associação cultural sem fins lucrativos, que, desde 2003, usa o cinema como papel principal em suas atividades socioculturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de trabalharmos atividades com o mundo cinematográfico, também usamos o esporte como ferramenta de inclusão cultural para os moradores da comunidade de Heliópolis por meio de produções de peças de teatros e filmes independentes,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de apresentações de filmes no primeiro cinema de Heliópolis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 2003&amp;amp;nbsp; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reginaldo de Túlio (fundador) e&amp;amp;nbsp;Geneci de Túlio Ledo (diretora), se juntam para criar o espaço que irá mudar suas vidas e transformar a história de Heliópolis em um belo filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O casal, formou sua família com seus 2 filhos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Leandro e Ricardo&amp;quot; e no ano de 2003, com seu mais novo integrante &amp;quot;Familiar&amp;quot;,&amp;amp;nbsp; O Cine Favela...Que nasceu de uma simples ideia e se transformou em um ponto de referência na cultura popular de toda comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot; - Desde o começo eu sempre quis fazer algo que fosse voltado ao meu meio, mas trabalhar com isso, era pouco.&amp;amp;nbsp;Então resolvi compartilhar com todos.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Vídeo sobre o projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=YlP77mn0ffQ&amp;amp;feature=emb_title}}&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Movimentos sociais]][[Category:Heliópolis]][[Category:Temática - Cultura]][[Category:Cinema]][[Category:Juventude]][[Category:São Paulo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados =&lt;br /&gt;
* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
* [[Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>Cine Favela Heliópolis</title>
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		<updated>2021-12-10T18:01:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
= [[File:6defc960dfa545d2a712dc2db3996030.png|thumb|center|600px|6defc960dfa545d2a712dc2db3996030.png]]O Projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cine Favela é uma associação cultural sem fins lucrativos, que, desde 2003, usa o cinema como papel principal em suas atividades socioculturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de trabalharmos atividades com o mundo cinematográfico, também usamos o esporte como ferramenta de inclusão cultural para os moradores da comunidade de Heliópolis por meio de produções de peças de teatros e filmes independentes,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de apresentações de filmes no primeiro cinema de Heliópolis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 2003&amp;amp;nbsp; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reginaldo de Túlio (fundador) e&amp;amp;nbsp;Geneci de Túlio Ledo (diretora), se juntam para criar o espaço que irá mudar suas vidas e transformar a história de Heliópolis em um belo filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O casal, formou sua família com seus 2 filhos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Leandro e Ricardo&amp;quot; e no ano de 2003, com seu mais novo integrante &amp;quot;Familiar&amp;quot;,&amp;amp;nbsp; O Cine Favela...Que nasceu de uma simples ideia e se transformou em um ponto de referência na cultura popular de toda comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot; - Desde o começo eu sempre quis fazer algo que fosse voltado ao meu meio, mas trabalhar com isso, era pouco.&amp;amp;nbsp;Então resolvi compartilhar com todos.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Vídeo sobre o projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=YlP77mn0ffQ&amp;amp;feature=emb_title}}&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Movimentos sociais]][[Category:Heliópolis]][[Category:Temática - Cultura]][[Category:Cinema]][[Category:Juventude]][[Category:São Paulo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Verbetes relacionados&lt;br /&gt;
|* [[Verbete1]]=* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete2]]=* [[Heliópolis]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete3]]=* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete4]]=* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados =&lt;br /&gt;
* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
* [[Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS</title>
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		<updated>2021-12-10T18:01:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;div&amp;gt;&lt;br /&gt;
Autor:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;bdi&amp;gt;[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Hugo_Fanton&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1 Hugo Fanton].&amp;lt;/bdi&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= A UNAS =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história da UNAS – União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região se inicia nos anos 1970, e acompanha a história de [[Heliópolis|Heliópolis]]. Entre 1971 e 1972, a Prefeitura de São Paulo transferiu, para uma área próxima ao Hospital Heliópolis, 153 famílias provenientes de Vila Prudente, onde seriam realizadas obras de infraestrutura viária sobre o rio Tamanduateí. A proposta do poder público era de permanência das pessoas no local por seis meses, quando receberiam um imóvel definitivo em outra região. No entanto, apenas 15 anos depois foi apresentada uma alternativa de moradia a essas famílias, em local muito distante, Guaianazes. “Era no meio do nada. Não fomos”, afirmaram muitos dos moradores. Na gestão de Olavo Setúbal, em 1978, a administração municipal faria nova remoção de 60 famílias para Heliópolis, vindas agora da Favela do Vergueiro. Eram novamente moradias “provisórias” que se tornaram permanentes para a maioria das famílias. No entorno dos alojamentos provisórios e de fontes de água, novos moradores passam a construir barracos de madeira, lona e piso em terra socada, progressivamente substituídos por casas de alvenaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
João Miranda e sua esposa Genésia Ferreira Miranda, atualmente duas das principais lideranças de Heliópolis, são migrantes nordestinos que chegaram na região em 1979. Na época, as características naturais da área dificultavam a vigilância e a ajuda mútua entre vizinhos para garantir segurança. Iniciou-se, a partir disso, o primeiro processo organizativo na comunidade. “A gente começou a organizar o povo por causa da necessidade de limpar o terreno, cortando as mamoneiras que existiam na região, de modo que se pudesse ampliar a visão. Surgiu daí um trabalho importante de formação”, explica João Miranda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o crescimento da população, o território como um todo passou a ser controlado por, no dizer de Genésia, “vários grupos de grileiros, que cuidavam desta área se dizendo donos”. Os grupos armados, com apoio da polícia, autorizavam ou proibiam a construção de barracos em Heliópolis, sob pena de assassinato em caso de desrespeito à “ordem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A auto-organização dos/as moradores/as, com auxílio da Igreja Católica, contribuiu para que o grupo passasse “a se envolver na luta pela terra”. O apoio da “pastoral da favela” se deu na articulação dos moradores e na proteção das lideranças em casos de agressões, prisões e ameaças de morte. “Até quando estávamos sendo expulsos daqui, enfrentando muita repressão, eles estavam junto conosco”, afirma Genésia. Inicialmente, a Pastoral da Favela impulsionou um Clube de Mães, que reunia mulheres para trabalhos de caráter assistencialista e oficinas de corte-e-costura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquele momento, Genésia enfrentava dificuldades para debater a questão da moradia com os demais moradores, pelo “medo que os maridos” tinham dos grileiros, que “torturavam as pessoas”. Com o Clube de Mães, o tema passou a ser debatido ao final das missas. “A partir daí, quando me nego a pagar aluguel para eles, é que consigo conversar com os moradores sobre nossa situação. Foi ficando claro que todos moravam aqui sem acesso a água, luz e esgoto, de forma que era absurdo pagarmos aluguel”, explica Genésia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse processo se dá a criação de uma Comissão de Moradores, que na luta pela permanência em Heliópolis daria origem à UNAS. Com o crescimento progressivo de Heliópolis, foi tornando-se necessário discutir a formação de núcleos, cada um deles composto por lideranças de rua que eram responsáveis por informar os moradores vizinhos. O objetivo era “envolver mais gente, trabalhar a formação das pessoas, discutir as necessidades do núcleo e, assim, se fortalecer”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a criação da UNAS, além de se consolidar a permanência no local, houve conquistas muito concretas, como a infraestrutura de saneamento. “Começamos a criar projetos, buscando a prefeitura, o que ajudou nossa legalização”, explica Antonia Cleide Alves, atual presidenta da UNAS. Foi criado o Movimento de Alfabetização de Adultos (Mova), conquistaram-se Unidades Básicas de Saúde (UBS) e estabeleceram-se os primeiros convênios e projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É também parte disso a criação, em 8 de maio de 1992, da [[Rádio_Heliópolis_FM|Rádio Popular de Heliópolis]]. A necessidade de informar moradores sobre reuniões e demais atividades levou o grupo a espalhar 14 altofalantes por diferentes pontos da comunidade, conectados a uma vitrola com microfone, localizada na sede da entidade, na rua da Mina. A chamada “rádio corneta” era um serviço de informação, que divulgava para os moradores de Heliópolis as reuniões que aconteciam três vezes por semana. Além disso, era utilizada para organizar a coleta de lixo e anunciar crianças, documentos e animais perdidos. “Todo mundo passou a conhecer a rádio e a vir aqui, comunicar, por exemplo, que haveria uma reunião no Núcleo do Imperador ou do PAM, em determinado horário”, conta Mércia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco anos depois, em agosto de 1997, a rádio se tornou emissora FM, graças a uma doação feita por um grupo de alemães que visitou a comunidade e se impressionou com o serviço de altofalantes. Com a verba, foram instalados estúdio e antena, na própria rua da Mina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, em razão da ilegalidade, a rádio sempre recebeu ameaças de fechamento pelo Poder Público. Durante esses anos, em diferentes momentos, a polícia apreendeu equipamentos e fechou a emissora. Apenas em 2008 a Rádio Heliópolis obteve licença para operar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo de mais de quatro décadas, a UNAS consolidou sua atuação nas mais diversas áreas sociais em Heliópolis e região, destacando a importância da educação, cultura, esporte, lazer, habitação e saúde na garantia de qualidade de vida para os moradores. Em todas as suas iniciativas, a UNAS acredita na pessoa como sujeito de direitos, independentemente de idade, orientação sexual ou religião, fortalecendo sua autonomia para a efetivação da cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A entidade estabeleceu como missão “contribuir para transformar Heliópolis e região num bairro educador, promovendo a cidadania e o desenvolvimento integral da comunidade”. Seus princípios de atuação são: Autonomia; Responsabilidade; Solidariedade; Escola como centro de liderança na comunidade onde está inserida; e Tudo passa pela educação. O objetivo é “contribuir para a organização dos moradores por meio da mobilização social e ações de parceria, visando a melhoria da qualidade de vida, a superação da pobreza e miséria, promovendo a cidadania e a inclusão social”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= A UNAS em números =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para cumprir sua missão e contribuir com a efetivação de direitos, a UNAS encerra o ano de 2019 com 51 projetos sociais e atendimento de mais de 10 mil pessoas por mês. Suas ações são distribuídas por diferentes áreas, com destaque à educação e assistência social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos 17 CEI’s – Centro de Educação Infantil - distribuídos por Heliópolis e Região, a UNAS atende 2880 crianças de 0 a 3 anos e 11 meses. Nos 8 núcleos de Mova – Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos, atende mais de 300 jovens, adultos e pessoas idosas, com 13 salas de aula. A UNAS também organiza um Cursinho preparatório para ingresso na ETEC Heliópolis, com 280 adolescentes de Heliópolis e região, e realiza formação permanente de 400 educadoras/es pelo projeto Diálogo com a Infância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos 11 CCAs – Centros para Crianças e Adolescentes, espalhados por Heliópolis e Região, a UNAS atende 1560 crianças e adolescentes com educação no contra-turno escolar. O SASF - Serviço de Assistência Social à Família – CHICO MENDES – mais de 2800 famílias são atendidas em um serviço que tem por objetivo estimular o protagonismo das famílias na formulação e implementação de propostas coletivas por melhorias na qualidade da vida familiar e comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A UNAS possui outros projetos na assistência social e em diferentes áreas, como cultura, empreendedorismo, juventude, esporte e direitos humanos. Para mais informações, acesse: [http://www.unas.org.br www.unas.org.br] ou, no Facebook, na página UNAS Heliópolis.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:São Paulo]][[Category:Associativismo comunitário]][[Category:Associação de moradores]][[Category:Heliópolis]][[Category:Temática - Associativismo e Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados =&lt;br /&gt;
* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[Heliopólis]]&lt;br /&gt;
* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Observat%C3%B3rio_de_Olho_na_Quebrada&amp;diff=13714</id>
		<title>Observatório de Olho na Quebrada</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Observat%C3%B3rio_de_Olho_na_Quebrada&amp;diff=13714"/>
		<updated>2021-12-10T18:00:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Autor: [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Caiqueazael Caíque Azael] [[File:Observatório de Olho na Quebrada.jpg|thumb|center|500px]] &amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
== Sobre o Observatório ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em março de 2019, a [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região (Unas)]], preocupada com abordagens policiais mais ostensivas,&amp;amp;nbsp;criou o Observatório: &#039;De Olho na Quebrada&#039;. Formado por educadores e jovens moradores, o observatório reúne dados sobre violência policial dentro da comunidade, coleta depoimentos dos moradores e preserva a história do local.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inicialmente, o Observatório de Olho na Quebrada, queria pesquisar e entender quantas pessoas vivem realmente em Heliópolis, além de verificar demandas para subsidiar projetos e políticas públicas. Mas, ao longo das pesquisas, a violência policial e a violência policial nos bailes apresentou uma nova temática presente no cotidiano da favela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pesquisas do Observatório ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto Observatório de Heliópolis promove duas frentes de trabalho: i) coletas de dados e pesquisas quantitativas e qualitativas sobre temas como saúde, educação, cultura, lazer, equipamentos públicos, comércios, serviços e número de habitantes; ii) promover o resgate, a organização e a preservação da memória de Heliópolis, fortalecendo a sólida história de lutas e conquistas dessa comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um levantamento feito pelo próprio Observatório revela que 75% dos jovens já presenciaram violência policial em bailes funk. A SSP afirma que &#039;não comenta pesquisas cuja metodologia desconhece&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=hOa6_S_Xl4w&amp;amp;t}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referências&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#De olho na Quebrada - [https://web.facebook.com/DONQuebrada?_rdc=1&amp;amp;_rdr Facebook] &lt;br /&gt;
#G1 -&amp;amp;nbsp;[https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/12/05/heliopolis-cria-observatorio-da-quebrada-apos-relatos-de-violencia-policial.ghtml Heliópolis cria &#039;observatório da quebrada&#039; após relatos de violência policial] &lt;br /&gt;
#Ponte - [https://ponte.org/nao-e-sobre-o-funk-e-uma-perseguicao-a-quebrada-diz-morador-de-heliopolis-sobre-morte-em-acao-policial/ Não é sobre o Funk, é sobre criminalização das favelas]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Verbetes relacionados =&lt;br /&gt;
* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
* [[Heliópolis]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Observat%C3%B3rio_de_Olho_na_Quebrada&amp;diff=13713</id>
		<title>Observatório de Olho na Quebrada</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Observat%C3%B3rio_de_Olho_na_Quebrada&amp;diff=13713"/>
		<updated>2021-12-10T17:53:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Autor: [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Caiqueazael Caíque Azael] [[File:Observatório de Olho na Quebrada.jpg|thumb|center|500px]] &amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
== Sobre o Observatório ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em março de 2019, a [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região (Unas)]], preocupada com abordagens policiais mais ostensivas,&amp;amp;nbsp;criou o Observatório: &#039;De Olho na Quebrada&#039;. Formado por educadores e jovens moradores, o observatório reúne dados sobre violência policial dentro da comunidade, coleta depoimentos dos moradores e preserva a história do local.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inicialmente, o Observatório de Olho na Quebrada, queria pesquisar e entender quantas pessoas vivem realmente em Heliópolis, além de verificar demandas para subsidiar projetos e políticas públicas. Mas, ao longo das pesquisas, a violência policial e a violência policial nos bailes apresentou uma nova temática presente no cotidiano da favela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pesquisas do Observatório ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto Observatório de Heliópolis promove duas frentes de trabalho: i) coletas de dados e pesquisas quantitativas e qualitativas sobre temas como saúde, educação, cultura, lazer, equipamentos públicos, comércios, serviços e número de habitantes; ii) promover o resgate, a organização e a preservação da memória de Heliópolis, fortalecendo a sólida história de lutas e conquistas dessa comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um levantamento feito pelo próprio Observatório revela que 75% dos jovens já presenciaram violência policial em bailes funk. A SSP afirma que &#039;não comenta pesquisas cuja metodologia desconhece&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=hOa6_S_Xl4w&amp;amp;t}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referências&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#De olho na Quebrada - [https://web.facebook.com/DONQuebrada?_rdc=1&amp;amp;_rdr Facebook] &lt;br /&gt;
#G1 -&amp;amp;nbsp;[https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/12/05/heliopolis-cria-observatorio-da-quebrada-apos-relatos-de-violencia-policial.ghtml Heliópolis cria &#039;observatório da quebrada&#039; após relatos de violência policial] &lt;br /&gt;
#Ponte - [https://ponte.org/nao-e-sobre-o-funk-e-uma-perseguicao-a-quebrada-diz-morador-de-heliopolis-sobre-morte-em-acao-policial/ Não é sobre o Funk, é sobre criminalização das favelas]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Observat%C3%B3rio_de_Olho_na_Quebrada&amp;diff=13712</id>
		<title>Observatório de Olho na Quebrada</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Observat%C3%B3rio_de_Olho_na_Quebrada&amp;diff=13712"/>
		<updated>2021-12-10T17:51:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Autor: [https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Usuário:Caiqueazael Caíque Azael] [[File:Observatório de Olho na Quebrada.jpg|thumb|center|500px]] &amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
== Sobre o Observatório ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em março de 2019, a [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região (Unas)]], preocupada com abordagens policiais mais ostensivas,&amp;amp;nbsp;criou o Observatório: &#039;De Olho na Quebrada&#039;. Formado por educadores e jovens moradores, o observatório reúne dados sobre violência policial dentro da comunidade, coleta depoimentos dos moradores e preserva a história do local.&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inicialmente, o Observatório de Olho na Quebrada, queria pesquisar e entender quantas pessoas vivem realmente em Heliópolis, além de verificar demandas para subsidiar projetos e políticas públicas. Mas, ao longo das pesquisas, a violência policial e a violência policial nos bailes apresentou uma nova temática presente no cotidiano da favela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pesquisas do Observatório ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto Observatório de Heliópolis promove duas frentes de trabalho: i) coletas de dados e pesquisas quantitativas e qualitativas sobre temas como saúde, educação, cultura, lazer, equipamentos públicos, comércios, serviços e número de habitantes; ii) promover o resgate, a organização e a preservação da memória de Heliópolis, fortalecendo a sólida história de lutas e conquistas dessa comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um levantamento feito pelo próprio Observatório revela que 75% dos jovens já presenciaram violência policial em bailes funk. A SSP afirma que &#039;não comenta pesquisas cuja metodologia desconhece&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=hOa6_S_Xl4w&amp;amp;t}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referências&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#De olho na Quebrada - [https://web.facebook.com/DONQuebrada?_rdc=1&amp;amp;_rdr Facebook] &lt;br /&gt;
#G1 -&amp;amp;nbsp;[https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/12/05/heliopolis-cria-observatorio-da-quebrada-apos-relatos-de-violencia-policial.ghtml Heliópolis cria &#039;observatório da quebrada&#039; após relatos de violência policial] &lt;br /&gt;
#Ponte - [https://ponte.org/nao-e-sobre-o-funk-e-uma-perseguicao-a-quebrada-diz-morador-de-heliopolis-sobre-morte-em-acao-policial/ Não é sobre o Funk, é sobre criminalização das favelas]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Verbetes relacionados&lt;br /&gt;
|* [[Verbete1]]=* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete2]]=* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete3]]=* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete4]]=* [[Heliópolis]]&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Predefini%C3%A7%C3%A3o:Ver_Tamb%C3%A9m&amp;diff=13711</id>
		<title>Predefinição:Ver Também</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Predefini%C3%A7%C3%A3o:Ver_Tamb%C3%A9m&amp;diff=13711"/>
		<updated>2021-12-10T17:34:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: /* Verbetes relacionados*/&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Verbetes relacionados==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;column-count:1;-moz-column-count:1;-webkit-column-count:1&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{{* [[Verbete1]]|}}}&lt;br /&gt;
{{{* [[Verbete2]]|}}}&lt;br /&gt;
{{{* [[Verbete3]]|}}}&lt;br /&gt;
{{{* [[Verbete4]]|}}}&lt;br /&gt;
{{{* [[Verbete5]]|}}}&lt;br /&gt;
{{{* [[Verbete6]]|}}}&lt;br /&gt;
{{{* [[Verbete7]]|}}}&lt;br /&gt;
{{{* [[Verbete8]]|}}}&lt;br /&gt;
{{{* [[Verbete9]]|}}}&lt;br /&gt;
{{{* [[Verbete10]]|}}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;noinclude&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Exemplo de Uso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na página em que deseja inserir os verbetes bastar inserir: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Verbetes relacionados&lt;br /&gt;
|* [[Verbete1]]=* [[Título do Verbete1]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se cadastrar até 10 verbetes e caso sejam mais, é só generalizar o comando, como abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Verbetes relacionados&lt;br /&gt;
|* [[Verbete1]]=* [[Título do Verbete1]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete2]]=* [[Título do Verbete2]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/noinclude&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Teste_Verbetes_Conectados&amp;diff=13710</id>
		<title>Teste Verbetes Conectados</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Teste_Verbetes_Conectados&amp;diff=13710"/>
		<updated>2021-12-10T16:39:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{DISPLAYTITLE:Teste Verbetes Conectados - Heliópolis}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Autor: Hugo Fanton&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &#039;&#039;&#039;História&#039;&#039;&#039; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Heliópolis é considerada a segunda maior favela da América Latina,&amp;amp;nbsp;com&amp;amp;nbsp;cerca de 200 mil moradores/as, localizada no distrito do Sacomã, Zona Sudeste de São Paulo, em uma área de 1,2 milhão de metros quadrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O início da ocupação que daria origem à favela do&amp;amp;nbsp;Heliópolis se deu&amp;amp;nbsp;no final dos anos 1960. A área&amp;amp;nbsp;fora&amp;amp;nbsp;adquirida em 1942 pelo Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários e, em 1966, com a unificação dos diversos Institutos de previdência no INPS – Instituto Nacional de Previdência Social, a terra passou para o IAPAS – Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social. Em 1969, o IAPAS construiu o Hospital Heliópolis e o Posto de Assistência Médica – PAM. Uma parte do terreno original foi desapropriada pelo Estado para uso da SABESP e outra foi negociada com a Petrobras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 1971 e1972, a Prefeitura de São Paulo removeu 153 famílias de áreas ocupadas na favela da Vila Prudente e Vergueiro, com a intenção de fazer vias públicas naquelas regiões, e as acomodou em alojamentos “provisórios” no terreno do IAPAS. Ao redor desses alojamentos, que se tornaram permanentes, outras famílias migrantes iniciaram a ocupação do território, assim como trabalhadores da obra do Hospital Heliópolis e do PAM, que ali construíram suas moradias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com as crises econômicas nos anos 1980 e 1990, a população cresce muito, assim como a luta pela terra. Grileiros que atuavam na região passam a se dizer donos do território, e a população se organiza para enfrentar aquela exploração e afirmar seu direito à terra e moradia, atuação que deu origem à [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|União de Núcleos e Associações de Heliópolis e Região (UNAS)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a conquista da permanência em Heliópolis, as famílias que lá moravam seguem em seu processo de organização, para garantir moradia digna, saneamento básico, saúde, educação e assistência social. Nos anos 2000, os desafios seguem presentes, com a verticalização das moradias e necessidade de efetivação dos direitos sociais pelo acesso a políticas públicas. A realidade do território mudou muito ao longo dos anos, mas o crescimento populacional também trouxe diversos novos problemas locais. A vulnerabilidade social ainda atinge muitas famílias, que em sua maioria é composta por mães solo, sendo a mãe a única provedora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O contexto de alta vulnerabilidade social de Heliópolis é expresso por grande número de moradias precárias, baixos níveis de escolaridade e precarização no mercado de trabalho. A população local é composta fundamentalmente por trabalhadores pobres desempregados, em condições de trabalho e remuneração informais ou mesmo excluídos das relações produtivas. Os baixos níveis de qualidade de vida se agravam por questões ambientais, pela baixa cobertura de coleta de esgoto, ausência de coleta seletiva de lixo e contaminação do solo e da água. O crescimento urbano desordenado e a falta de solidariedade e coletivismo são fatores que agravam a situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, cerca de 51% da população é formada por crianças e jovens entre 0 e 25 anos, e 85% são migrantes do Nordeste Brasileiro. De acordo com a Secretaria Municipal de Habitação de São Paulo, Heliópolis contava, em 2011, com 19.893 domicílios, dos quais 13.372 foram levantados por autoconstrução. Em 2016, possuíam abastecimento de água 83% dos domicílios e, 62%, rede de esgoto. A rede elétrica abrangia 94% das casas e 57% do espaço público. A renda familiar média per capita era de R$ 479,85, o que correspondia a 54,52% de um salário mínimo. A Fundação Seade classifica a vulnerabilidade social como média em 61,55% da área, e muito alta em 32,87%, alto índice de pobreza e miséria. No Censo-2010, a região é dividida em 44 setores censitários, dos quais 19 foram considerados de vulnerabilidade muito alta. Os dados também apontam baixa escolaridade: 12% não estudaram; 68% possuem ensino fundamental; 19% ensino médio e 1% ensino superior. Já a situação ocupacional indica: assalariado com registro 28,37% da população; estudante, 14,43%; autônomos, 20,37%; desempregados, 9,99%; donas de casa, 9,41%; trabalhador temporário/bico/informal, 8,25%; empregado doméstico sem carteira/informal, 3,31%, dentre outras formas de inserção no mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|UNAS]] luta há mais de três décadas para tornar Heliópolis um “Bairro Educador”, conceito criado a partir da correlação entre qualidade do ensino e participação comunitária. O desafio de elevar os níveis de escolaridade na região é concretizado pela construção de vínculos entre equipamento escolar e comunidade. Entende-se que a educação não pode estar circunscrita ao ambiente escolar, mas é parte constitutiva das relações sociais que fazem de Heliópolis uma comunidade. Tais relações são concebidas como educativas, em busca da melhoria das condições de vida da população. Por isso, o projeto político pedagógico do Bairro Educador se fundamenta nos princípios de que tudo passa pela educação, de que a escola deve ser um centro de lideranças em articulação com a comunidade e de que os processos de ensino-aprendizagem devem articular escolas, lideranças comunitárias, famílias, equipamentos socioculturais, associações e demais entidades para transformar Heliópolis em um Bairro Educador, promovendo a socialização dos bens culturais.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Sobre Heliópolis =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=irWlTCiiZ5A}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=kB0cwyawLtw}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=BhXtiiWgAYQ&amp;amp;feature=emb_title}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Fotos da Favela__FORCETOC__ =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Heliópolis.png|thumb|center|550px|Heliópolis.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Heliopolis 2.jpeg|thumb|center|600px|Heliopolis 2.jpeg]][[File:Heliopolis 1.jpg|thumb|center|600px|Heliopolis 1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:São Paulo]] [[Category:Temática - Favelas e Periferias]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ver Também&lt;br /&gt;
|* [[Verbete1]]=* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete2]]=* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete3]]=* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete4]]=* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Teste_Verbetes_Conectados&amp;diff=13204</id>
		<title>Teste Verbetes Conectados</title>
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		<updated>2021-11-24T14:58:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: Criou página com &amp;#039;&amp;lt;div&amp;gt; &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Autor: Hugo Fanton&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;  = &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;História&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; =  Heliópolis é considerada a segunda maior favela da América Latina,&amp;amp;nbsp;com&amp;amp;nbsp;cerca de 200 mil moradores/as, localiz...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Autor: Hugo Fanton&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &#039;&#039;&#039;História&#039;&#039;&#039; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Heliópolis é considerada a segunda maior favela da América Latina,&amp;amp;nbsp;com&amp;amp;nbsp;cerca de 200 mil moradores/as, localizada no distrito do Sacomã, Zona Sudeste de São Paulo, em uma área de 1,2 milhão de metros quadrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O início da ocupação que daria origem à favela do&amp;amp;nbsp;Heliópolis se deu&amp;amp;nbsp;no final dos anos 1960. A área&amp;amp;nbsp;fora&amp;amp;nbsp;adquirida em 1942 pelo Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários e, em 1966, com a unificação dos diversos Institutos de previdência no INPS – Instituto Nacional de Previdência Social, a terra passou para o IAPAS – Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social. Em 1969, o IAPAS construiu o Hospital Heliópolis e o Posto de Assistência Médica – PAM. Uma parte do terreno original foi desapropriada pelo Estado para uso da SABESP e outra foi negociada com a Petrobras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 1971 e1972, a Prefeitura de São Paulo removeu 153 famílias de áreas ocupadas na favela da Vila Prudente e Vergueiro, com a intenção de fazer vias públicas naquelas regiões, e as acomodou em alojamentos “provisórios” no terreno do IAPAS. Ao redor desses alojamentos, que se tornaram permanentes, outras famílias migrantes iniciaram a ocupação do território, assim como trabalhadores da obra do Hospital Heliópolis e do PAM, que ali construíram suas moradias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com as crises econômicas nos anos 1980 e 1990, a população cresce muito, assim como a luta pela terra. Grileiros que atuavam na região passam a se dizer donos do território, e a população se organiza para enfrentar aquela exploração e afirmar seu direito à terra e moradia, atuação que deu origem à [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|União de Núcleos e Associações de Heliópolis e Região (UNAS)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a conquista da permanência em Heliópolis, as famílias que lá moravam seguem em seu processo de organização, para garantir moradia digna, saneamento básico, saúde, educação e assistência social. Nos anos 2000, os desafios seguem presentes, com a verticalização das moradias e necessidade de efetivação dos direitos sociais pelo acesso a políticas públicas. A realidade do território mudou muito ao longo dos anos, mas o crescimento populacional também trouxe diversos novos problemas locais. A vulnerabilidade social ainda atinge muitas famílias, que em sua maioria é composta por mães solo, sendo a mãe a única provedora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O contexto de alta vulnerabilidade social de Heliópolis é expresso por grande número de moradias precárias, baixos níveis de escolaridade e precarização no mercado de trabalho. A população local é composta fundamentalmente por trabalhadores pobres desempregados, em condições de trabalho e remuneração informais ou mesmo excluídos das relações produtivas. Os baixos níveis de qualidade de vida se agravam por questões ambientais, pela baixa cobertura de coleta de esgoto, ausência de coleta seletiva de lixo e contaminação do solo e da água. O crescimento urbano desordenado e a falta de solidariedade e coletivismo são fatores que agravam a situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, cerca de 51% da população é formada por crianças e jovens entre 0 e 25 anos, e 85% são migrantes do Nordeste Brasileiro. De acordo com a Secretaria Municipal de Habitação de São Paulo, Heliópolis contava, em 2011, com 19.893 domicílios, dos quais 13.372 foram levantados por autoconstrução. Em 2016, possuíam abastecimento de água 83% dos domicílios e, 62%, rede de esgoto. A rede elétrica abrangia 94% das casas e 57% do espaço público. A renda familiar média per capita era de R$ 479,85, o que correspondia a 54,52% de um salário mínimo. A Fundação Seade classifica a vulnerabilidade social como média em 61,55% da área, e muito alta em 32,87%, alto índice de pobreza e miséria. No Censo-2010, a região é dividida em 44 setores censitários, dos quais 19 foram considerados de vulnerabilidade muito alta. Os dados também apontam baixa escolaridade: 12% não estudaram; 68% possuem ensino fundamental; 19% ensino médio e 1% ensino superior. Já a situação ocupacional indica: assalariado com registro 28,37% da população; estudante, 14,43%; autônomos, 20,37%; desempregados, 9,99%; donas de casa, 9,41%; trabalhador temporário/bico/informal, 8,25%; empregado doméstico sem carteira/informal, 3,31%, dentre outras formas de inserção no mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[União_de_Núcleos,_Associações_dos_Moradores_de_Heliópolis_e_Região_-_UNAS|UNAS]] luta há mais de três décadas para tornar Heliópolis um “Bairro Educador”, conceito criado a partir da correlação entre qualidade do ensino e participação comunitária. O desafio de elevar os níveis de escolaridade na região é concretizado pela construção de vínculos entre equipamento escolar e comunidade. Entende-se que a educação não pode estar circunscrita ao ambiente escolar, mas é parte constitutiva das relações sociais que fazem de Heliópolis uma comunidade. Tais relações são concebidas como educativas, em busca da melhoria das condições de vida da população. Por isso, o projeto político pedagógico do Bairro Educador se fundamenta nos princípios de que tudo passa pela educação, de que a escola deve ser um centro de lideranças em articulação com a comunidade e de que os processos de ensino-aprendizagem devem articular escolas, lideranças comunitárias, famílias, equipamentos socioculturais, associações e demais entidades para transformar Heliópolis em um Bairro Educador, promovendo a socialização dos bens culturais.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Sobre Heliópolis =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=irWlTCiiZ5A}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=kB0cwyawLtw}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{#evu:https://www.youtube.com/watch?v=BhXtiiWgAYQ&amp;amp;feature=emb_title}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Fotos da Favela__FORCETOC__ =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Heliópolis.png|thumb|center|550px|Heliópolis.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Heliopolis 2.jpeg|thumb|center|600px|Heliopolis 2.jpeg]][[File:Heliopolis 1.jpg|thumb|center|600px|Heliopolis 1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:São Paulo]] [[Category:Temática - Favelas e Periferias]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ver Também&lt;br /&gt;
|* [[Verbete1]]=* [[Rádio Heliópolis FM]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete2]]=* [[Cine Favela Heliópolis]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete3]]=* [[União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região - UNAS]]&lt;br /&gt;
|* [[Verbete4]]=* [[Observatório de Olho na Quebrada]]&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco: análise e apresentação de um modelo de sistematização conceitual e terminológica</title>
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		<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco: análise e apresentação de um modelo de sistematização conceitual e terminológica</title>
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&lt;div&gt;== &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 12pt;&amp;quot; &amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autor: Thiago Ferreira de Oliveira&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Apresentação ==&lt;br /&gt;
O trabalho de conclusão de curso de Thiago Ferreira, intitulado &amp;quot;Dicionário de Favelas Marielle Franco: análise e apresentação de um modelo de sistematização conceitual e terminológica&amp;quot; na linha de pesquisa: Produção e Organização da Informação, foi defendido ao Conselho de Curso de Biblioteconomia como parte das exigências para a obtenção do título de bacharel em Biblioteconomia, pela Universidade Estadual Paulista &amp;quot;Júlio de Mesquita Filho&amp;quot;, Faculdade de Filosofia e Ciências - Campus de Marília, em 24 de abril de 2021.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O trabalho foi orientado pelo Prof. Dr. Walter Moreira (Unesp) e teve como banca examinadora a Profª Dra. Rúbia Martins (Unesp); e a Profª Dra. Mona Cleide Quirino da Silva Farias (Unesp).&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Segundo o resumo do trabalho, o objetivo deste foi &amp;quot;avaliar a estrutura conceitual da plataforma e mediante a análise propor a possibilidade de um modelo de sistematização conceitual e terminológica, utilizando os parâmetros da linguagem documentária e vocabulário controlado como métodos de padronização. Como objetivos específicos: trazer à tona os significados sobre favelas, desde a sua origem nominal quanto aos aspectos atuais; apresentar as dinâmicas teóricas sobre a organização e representação do conhecimento; buscar dados bibliográficos sobre os sistemas de organização do conhecimento e por conseguinte, levantar informações sobre a linguagem documentária, vocabulário controlado e tesauros; Mediante a coleta de um conjunto de verbetes, avaliar as possibilidades de melhorias no que tange os aspectos de classificação da informação. A abordagem metodológica deste estudo é qualitativa, do tipo descritiva e explicativa. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, o método da pesquisa terminológica e da análise facetada. Constatou-se que a partir dos desdobramentos apresentados na coleta de dados por meio das fichas terminológicas, há um caminho possível para a implementação de um modelo de sistematização conceitual e terminológica para a Wikifavelas, resultando em uma melhor classificação das informações propiciando uma recuperação informacional efetiva. O Dicionário de Favelas Marielle Franco dispõe de um acervo cultural riquíssimo sobre assuntos relacionados às favelas, sendo assim, mediante a grande quantidade informacional, os usos dos mecanismos apresentados neste trabalho tornam-se essenciais.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;(Fonte: Oliveira, Thiago Ferreira. &amp;quot;Dicionário de Favelas Marielle Franco: análise e apresentação de um modelo de sistematização conceitual e terminológica&amp;quot;. Resumo. Trabalho de Conclusão de Curso. Marília: Universidade Estadual Paulista, 2021).&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>Dicionário de Favelas Marielle Franco: análise e apresentação de um modelo de sistematização conceitual e terminológica</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Apresentação ==&lt;br /&gt;
O trabalho de conclusão de curso de Thiago Ferreira, intitulado &amp;quot;Dicionário de Favelas Marielle Franco: análise e apresentação de um modelo de sistematização conceitual e terminológica&amp;quot; na linha de pesquisa: Produção e Organização da Informação, foi defendido ao Conselho de Curso de Biblioteconomia como parte das exigências para a obtenção do título de bacharel em Biblioteconomia, pela Universidade Estadual Paulista &amp;quot;Júlio de Mesquita Filho&amp;quot;, Faculdade de Filosofia e Ciências - Campus de Marília, em 24 de abril de 2021.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O trabalho foi orientado pelo Prof. Dr. Walter Moreira (Unesp) e teve como banca examinadora a Profª Dra. Rúbia Martins (Unesp); e a Profª Dra. Mona Cleide Quirino da Silva Farias (Unesp).&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Segundo o resumo do trabalho, o objetivo deste foi &amp;quot;avaliar a estrutura conceitual da plataforma e mediante a análise propor a possibilidade de um modelo de sistematização conceitual e terminológica, utilizando os parâmetros da linguagem documentária e vocabulário controlado como métodos de padronização. Como objetivos específicos: trazer à tona os significados sobre favelas, desde a sua origem nominal quanto aos aspectos atuais; apresentar as dinâmicas teóricas sobre a organização e representação do conhecimento; buscar dados bibliográficos sobre os sistemas de organização do conhecimento e por conseguinte, levantar informações sobre a linguagem documentária, vocabulário controlado e tesauros; Mediante a coleta de um conjunto de verbetes, avaliar as possibilidades de melhorias no que tange os aspectos de classificação da informação. A abordagem metodológica deste estudo é qualitativa, do tipo descritiva e explicativa. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, o método da pesquisa terminológica e da análise facetada. Constatou-se que a partir dos desdobramentos apresentados na coleta de dados por meio das fichas terminológicas, há um caminho possível para a implementação de um modelo de sistematização conceitual e terminológica para a Wikifavelas, resultando em uma melhor classificação das informações propiciando uma recuperação informacional efetiva. O Dicionário de Favelas Marielle Franco dispõe de um acervo cultural riquíssimo sobre assuntos relacionados às favelas, sendo assim, mediante a grande quantidade informacional, os usos dos mecanismos apresentados neste trabalho tornam-se essenciais.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;(Fonte: Oliveira, Thiago Ferreira. &amp;quot;Dicionário de Favelas Marielle Franco: análise e apresentação de um modelo de sistematização conceitual e terminológica&amp;quot;. Resumo. Trabalho de Conclusão de Curso. Marília: Universidade Estadual Paulista, 2021).&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Quebrada - moradia nas favelas</title>
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Moradia na favela pode ser também morar na “quebrada”, que significa residir em uma localidade periférica e favelada no contexto urbano.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;Moro na quebrada e estudo na universidade mais elitista do país&#039;, diz criador de projeto que motiva alunos da rede pública&amp;quot;. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Fonte:[https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2021/02/moro-na-quebrada-e-estudo-na-universidade-mais-elitista-do-pais-diz-criador-de-projeto-que-motiva-alunos-da-rede-publica.shtml https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2021/02/moro-na-quebrada-e-estudo-na-universidade-mais-elitista-do-pais-diz-criador-de-projeto-que-motiva-alunos-da-rede-publica.shtml]&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Moradia na favela pode ser também morar na “quebrada”, que siginifica residir em uma localidade periférica e favelada no contexto urbano.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;Moro na quebrada e estudo na universidade mais elitista do país&#039;, diz criador de projeto que motiva alunos da rede pública&amp;quot;. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Fonte:[https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2021/02/moro-na-quebrada-e-estudo-na-universidade-mais-elitista-do-pais-diz-criador-de-projeto-que-motiva-alunos-da-rede-publica.shtml https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2021/02/moro-na-quebrada-e-estudo-na-universidade-mais-elitista-do-pais-diz-criador-de-projeto-que-motiva-alunos-da-rede-publica.shtml]&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Moradia na favela pode ser também morar na “quebrada”, que siginifica residir em uma localidade periférica e favelada no contexto urbano.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;Moro na quebrada e estudo na universidade mais elitista do país&#039;, diz criador de projeto que motiva alunos da rede pública&amp;quot;. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Fonte: [https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2021/02/moro-na-quebrada-e-estudo-na-universidade-mais-elitista-do-pais-diz-criador-de-projeto-que-motiva-alunos-da-rede-publica.shtml https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2021/02/moro-na-quebrada-e-estudo-na-universidade-mais-elitista-do-pais-diz-criador-de-projeto-que-motiva-alunos-da-rede-publica.shtml]&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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&lt;div&gt;Moro na quebrada e estudo na universidade mais elitista do país&#039;, diz criador de projeto que motiva alunos da rede pública. &amp;amp;nbsp; Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2021/02/moro-na-quebrada-e-estudo-na-universidade-mais-elitista-do-pais-diz-criador-de-projeto-que-motiva-alunos-da-rede-publica.shtml&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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		<title>Sociabilidade e Cultura</title>
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		<updated>2021-02-16T04:04:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Thiago Ferreira de Oliveira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O eixo de análise =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O eixo de análise Sociabilidade e Cultura diz respeito aos modos de vida, as experiências cotidianas e as relações presentes nas favelas e periferia. Os conteúdos reunidos nesse eixo&amp;amp;nbsp;evidenciam como as experiências de habitar e circular pelas favelas variam muito, dependendo da idade dos moradores, da raça, do gênero, da sexualidade, da religião, da profissão, da trajetória de vida, entre outros fatores. Além disso, mostram como as rotinas dos moradores desses territórios podem incluir relações de vizinhança, de familiaridade, de amizade, de solidariedade, com laços de confiança e redes de apoio, mas também encontros marcados por disputas e conflitos de diversas ordens. As indeterminações e tensões que perpassam a vida nesses territórios – envolvendo não só moradores comuns, mas também lideranças, agentes estatais, da iniciativa privada ou mesmo ligados ao chamado “mundo do crime” – ganham destaque em vários verbetes. Mas, em muitos outros, o foco não está só na violência que contamina a rotina das favelas, mas também nas manifestações culturais diversas, nas práticas religiosas, nas atividades de esporte e lazer que são centrais para vida dos moradores dessas localidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Lista de categorias temáticas =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Categoria:Temática_-_Sociabilidade Sociabilidade]; &lt;br /&gt;
*[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Categoria:Temática_-_Juventude Juventude]; &lt;br /&gt;
*[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Categoria:Temática_-_Cultura Cultura]; &lt;br /&gt;
*[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Categoria:Temática_-_Esporte Esporte]; &lt;br /&gt;
*[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Categoria:Temática_-_Religião Religião]; &lt;br /&gt;
*[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Categoria:Temática_-_Violência Violência]; &lt;br /&gt;
*[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Categoria:Temática_-_Gênero_e_Sexualidade Gênero e Sexualidade]; &lt;br /&gt;
*[https://wikifavelas.com.br/index.php?title=Categoria:Temática_-_Relações_Étnico-Raciais Relações Étnico Raciais].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Ferreira de Oliveira</name></author>
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