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	<title>A cor da violência policial (relatório) - Histórico de revisão</title>
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		<title>Clara em 16h42min de 19 de abril de 2021</title>
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Pretos e pardos são vistos como excedentes e podem morrer, de acordo com o que aprendemos com a &#039;&#039;necropolítica&#039;&#039;, para se fazer cumprir a &#039;&#039;política de branqueamento&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;do Brasil. Nossa sociedade está estruturada para que o racismo seja o motor da violência – como evidenciado&amp;amp;nbsp;no&amp;amp;nbsp;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;[[Racismo,_motor_da_violência_(relatório)|anuário]]&lt;/del&gt;[[Racismo,_motor_da_violência_(relatório)|&quot;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Racismo, motor da violência&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&quot;]] – e por isso a Rede de Observatórios da Segurança se compromete desde o seu lançamento a trazer para o debate a questão através da análise de dados. O debate da segurança pública precisa, antes de tudo, ser centrado em raça.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Os números apresentados neste relatório comprovam que o racismo mata. Na Bahia, praticamente todos os mortos em ações policiais são negros. O mesmo padrão se repete nos outros estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança (CE, PE, RJ e SP). Os números que chocam foram coletados das secretarias estaduais dos cinco estados que compõem a Rede e se referem ao ano de 2019. Os microdados (que trazem informações como cor, sexo, idade e outras variáveis) não são padronizados, tendo cada estado um modelo diferente de apresentação. Após o processo de uniformização dos bancos de dados, extraímos algumas estatísticas descritivas para iluminar o contexto de violência policial e como ela é racializada em cada um dos estados.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;O objetivo do presente levantamento é olhar detidamente os números, colocando a lente num tema tabu sobre o qual os dados até o momento eram escassos ou inexistentes: a cor das vítimas de violência letal policial em cada estado. Os resultados são chocantes e não há como disfarçar. 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Após o processo de uniformização dos bancos de dados, extraímos algumas estatísticas descritivas para iluminar o contexto de violência policial e como ela é racializada em cada um dos estados.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;O objetivo do presente levantamento é olhar detidamente os números, colocando a lente num tema tabu sobre o qual os dados até o momento eram escassos ou inexistentes: a cor das vítimas de violência letal policial em cada estado. Os resultados são chocantes e não há como disfarçar. O racismo estrutura políticas de policiamento e de segurança pública. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Clara</name></author>
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		<title>Clara em 16h40min de 19 de abril de 2021</title>
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O mesmo padrão se repete nos outros estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança (CE, PE, RJ e SP). Os números que chocam foram coletados das secretarias estaduais dos cinco estados que compõem a Rede e se referem ao ano de 2019. Os microdados (que trazem informações como cor, sexo, idade e outras variáveis) não são padronizados, tendo cada estado um modelo diferente de apresentação. Após o processo de uniformização dos bancos de dados, extraímos algumas estatísticas descritivas para iluminar o contexto de violência policial e como ela é racializada em cada um dos estados.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;O objetivo do presente levantamento é olhar detidamente os números, colocando a lente num tema tabu sobre o qual os dados até o momento eram escassos ou inexistentes: a cor das vítimas de violência letal policial em cada estado. Os resultados são chocantes e não há como disfarçar. 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		<author><name>Clara</name></author>
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		<title>Clara em 16h31min de 19 de abril de 2021</title>
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		<author><name>Clara</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Autoria&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;: Rede de Observatórios da Seguranca (CESeC)    = Apresentação = O racismo enterra corpos pretos todos os dias. É ele que também ensina ao policial que...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Autoria&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;: Rede de Observatórios da Seguranca (CESeC) &amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
= Apresentação =&lt;br /&gt;
O racismo enterra corpos pretos todos os dias. É ele que também ensina ao policial que o alvo da sua bala tem cor. Sabemos que esta é apenas uma das tecnologias de morte empregadas pela máquina de moer negros que é o Estado. Pretos e pardos são vistos como excedentes e podem morrer, de acordo com o que aprendemos&amp;lt;br/&amp;gt; com a &amp;quot;necropolítica&amp;quot;, para se fazer cumprir a &amp;quot;política de branqueamento&amp;quot; do Brasil. Nossa sociedade está estruturada para que o racismo seja o motor da violência – como evidenciamos no nosso Anuário – e por isso a Rede de Observatórios da Segurança se compromete desde o seu lançamento a trazer para o debate a questão através da análise de dados. O debate da segurança pública precisa, antes de tudo, ser centrado em raça. &amp;lt;br/&amp;gt; Os números apresentados neste relatório comprovam que o racismo mata. Na Bahia, praticamente todos os mortos em ações policiais são negros. O mesmo padrão se repete nos outros estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança (CE, PE, RJ e SP). Os números que chocam foram coletados das secretarias estaduais dos cinco estados que compõem a Rede e se referem ao ano de 2019. Os microdados (que trazem informações como cor, sexo, idade e outras variáveis) não são padronizados, tendo cada estado um modelo diferente de apresentação. Após o processo de uniformização dos bancos de dados, extraímos algumas estatísticas descritivas para iluminar o contexto de violência policial e como ela é racializada em cada um dos estados.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; O objetivo do presente levantamento é olhar detidamente os números, colocando a lente num tema tabu sobre o qual os dados até o momento eram escassos ou inexistentes: a cor das vítimas de violência letal policial em cada estado. Os resultados são chocantes e não há como disfarçar. O racismo estrutura políticas de policiamento e de segurança pública. &amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
= A cor da violência policial: a bala não erra o alvo =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;lt;pdf height=&amp;quot;800&amp;quot; width=&amp;quot;1200&amp;quot;&amp;gt;File:Radar Covid19.pdf&amp;lt;/pdf&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Violência Policial]][[Category:Polícia]][[Category:Racismo]][[Category:Segurança Pública]][[Category:Temática - Segurança]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Clara</name></author>
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