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	<title>Atlas da Violência 2020 (pesquisa) - Histórico de revisão</title>
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		<title>Clara em 15h45min de 28 de agosto de 2020</title>
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		<updated>2020-08-28T15:45:21Z</updated>

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O número indica uma piora substancial na qualidade dos dados de mortalidade. Além disso, os dados demonstram que assassinatos de negros (pretos e pardos) cresceram 11,5% em 10 anos. Ao mesmo tempo, entre 2008 e 2018, período avaliado, a taxa entre não negros (brancos, amarelos e indígenas) fez o caminho inverso, apresentando queda de 12,9%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Outra evidência do racismo estrutural na realidade brasileira dos dados e mortes é que, na década examinada, constatou-se uma redução de 11,7% na taxa de feminicídios de vítimas não-negras, ao mesmo tempo em que a relativa a negras subiu 12,4%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;No que diz respeito à juventude,&amp;amp;nbsp;ao todo, 30.873 jovens na faixa etária entre 15 e 29 anos foram mortos, quantidade que equivale a 53,3% dos registros. No intervalo de 2008 a 2018, observou-se um aumento de 13,3% na taxa de jovens mortos, que passou de 53,3 homicídios a cada 100 mil jovens para 60,4. Os homicídios foram a principal causa dos óbitos da juventude masculina, representando 55,6% das mortes de jovens entre 15 e 19 anos; 52,3% entre o grupo com faixa etária de 20 a 24 anos; e 43,7% daqueles com idade entre 25 e 29 anos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Para saber mais: [https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-08/atlas-da-violencia-assassinatos-de-negros-crescem-115-em-10-anos Agência Brasil].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Confira a publicação completa:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;O &amp;lt;u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Atlas da Violência 2020&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/u&amp;gt; é produzido pelo [https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_alphacontent&amp;amp;view=alphacontent&amp;amp;Itemid=357 Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada] (IPEA) em parceria com o [https://forumseguranca.org.br/publicacoes/ Fórum Brasileiro de Segurança Pública] (FBSP), sob a coordenação do pesquisador Daniel Cerqueira (DIEST/IPEA) e da pesquisadora Samira Bueno (FBSP).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;O Atlas trabalha dados do Brasil inteiro, com base no Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, e analisa a conjuntura da violência, os números e o perfil de homicídios, a violência contra jovens, mulheres, negros(as), LGBTQIA+, o cenário das armas de fogo, as mortes violentas e as políticas públicas de segurança.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Nesta edição, o &#039;&#039;&#039;Atlas da Violência 2020&#039;&#039;&#039; aponta alta de 26% nas mortes que ficaram sem esclarecimento e não entraram em estatísticas de homicídios em 2018. O número indica uma piora substancial na qualidade dos dados de mortalidade. Além disso, os dados demonstram que assassinatos de negros (pretos e pardos) cresceram 11,5% em 10 anos. Ao mesmo tempo, entre 2008 e 2018, período avaliado, a taxa entre não&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;-&lt;/ins&gt;negros (brancos, amarelos e indígenas) fez o caminho inverso, apresentando queda de 12,9%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Outra evidência do racismo estrutural na realidade brasileira dos dados e mortes é que, na década examinada, constatou-se uma redução de 11,7% na taxa de feminicídios de vítimas não-negras, ao mesmo tempo em que a relativa a &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;vítimas&amp;amp;nbsp;&lt;/ins&gt;negras subiu 12,4%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;No que diz respeito à juventude,&amp;amp;nbsp;ao todo, 30.873 jovens na faixa etária entre 15 e 29 anos foram mortos, quantidade que equivale a 53,3% dos registros. No intervalo de 2008 a 2018, observou-se um aumento de 13,3% na taxa de jovens mortos, que passou de 53,3 homicídios a cada 100 mil jovens para 60,4. Os homicídios foram a principal causa dos óbitos da juventude masculina, representando 55,6% das mortes de jovens entre 15 e 19 anos; 52,3% entre o grupo com faixa etária de 20 a 24 anos; e 43,7% daqueles com idade entre 25 e 29 anos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Para saber mais: [https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-08/atlas-da-violencia-assassinatos-de-negros-crescem-115-em-10-anos Agência Brasil].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Confira a publicação completa:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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O número indica uma piora substancial na qualidade dos dados de mortalidade. Além disso, os dados demonstram que assassinatos de negros (pretos e pardos) cresceram 11,5% em 10 anos. Ao mesmo tempo, entre 2008 e 2018, período avaliado, a taxa entre não negros (brancos, amarelos e indígenas) fez o caminho inverso, apresentando queda de 12,9%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Outra evidência do racismo estrutural na realidade brasileira dos dados e mortes é que, na década examinada, constatou-se uma redução de 11,7% na taxa de feminicídios de vítimas não-negras, ao mesmo tempo em que a relativa a negras subiu 12,4%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;No que diz respeito à juventude,&amp;amp;nbsp;ao todo, 30.873 jovens na faixa etária entre 15 e 29 anos foram mortos, quantidade que equivale a 53,3% dos registros. No intervalo de 2008 a 2018, observou-se um aumento de 13,3% na taxa de jovens mortos, que passou de 53,3 homicídios a cada 100 mil jovens para 60,4. Os homicídios foram a principal causa dos óbitos da juventude masculina, representando 55,6% das mortes de jovens entre 15 e 19 anos; 52,3% entre o grupo com faixa etária de 20 a 24 anos; e 43,7% daqueles com idade entre 25 e 29 anos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Para saber mais: [https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-08/atlas-da-violencia-assassinatos-de-negros-crescem-115-em-10-anos Agência Brasil].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Confira a &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;edição &lt;/del&gt;completa:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;O &amp;lt;u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Atlas da Violência 2020&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/u&amp;gt; é produzido pelo [https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_alphacontent&amp;amp;view=alphacontent&amp;amp;Itemid=357 Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada] (IPEA) em parceria com o [https://forumseguranca.org.br/publicacoes/ Fórum Brasileiro de Segurança Pública] (FBSP), sob a coordenação do pesquisador Daniel Cerqueira (DIEST/IPEA) e da pesquisadora Samira Bueno (FBSP).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;O Atlas trabalha dados do Brasil inteiro, com base no Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, e analisa a conjuntura da violência, os números e o perfil de homicídios, a violência contra jovens, mulheres, negros(as), LGBTQIA+, o cenário das armas de fogo, as mortes violentas e as políticas públicas de segurança.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Nesta edição, o &#039;&#039;&#039;Atlas da Violência 2020&#039;&#039;&#039; aponta alta de 26% nas mortes que ficaram sem esclarecimento e não entraram em estatísticas de homicídios em 2018. O número indica uma piora substancial na qualidade dos dados de mortalidade. Além disso, os dados demonstram que assassinatos de negros (pretos e pardos) cresceram 11,5% em 10 anos. Ao mesmo tempo, entre 2008 e 2018, período avaliado, a taxa entre não negros (brancos, amarelos e indígenas) fez o caminho inverso, apresentando queda de 12,9%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Outra evidência do racismo estrutural na realidade brasileira dos dados e mortes é que, na década examinada, constatou-se uma redução de 11,7% na taxa de feminicídios de vítimas não-negras, ao mesmo tempo em que a relativa a negras subiu 12,4%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;No que diz respeito à juventude,&amp;amp;nbsp;ao todo, 30.873 jovens na faixa etária entre 15 e 29 anos foram mortos, quantidade que equivale a 53,3% dos registros. No intervalo de 2008 a 2018, observou-se um aumento de 13,3% na taxa de jovens mortos, que passou de 53,3 homicídios a cada 100 mil jovens para 60,4. Os homicídios foram a principal causa dos óbitos da juventude masculina, representando 55,6% das mortes de jovens entre 15 e 19 anos; 52,3% entre o grupo com faixa etária de 20 a 24 anos; e 43,7% daqueles com idade entre 25 e 29 anos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Para saber mais: [https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-08/atlas-da-violencia-assassinatos-de-negros-crescem-115-em-10-anos Agência Brasil].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Confira a &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;publicação &lt;/ins&gt;completa:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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O número indica uma piora substancial na qualidade dos dados de mortalidade. Além disso, os dados demonstram que assassinatos de negros (pretos e pardos) cresceram 11,5% em 10 anos. Ao mesmo tempo, entre 2008 e 2018, período avaliado, a taxa entre não negros (brancos, amarelos e indígenas) fez o caminho inverso, apresentando queda de 12,9%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Outra evidência do racismo estrutural na realidade brasileira dos dados e mortes é que, na década examinada, constatou-se uma redução de 11,7% na taxa de feminicídios de vítimas não-negras, ao mesmo tempo em que a relativa a negras subiu 12,4%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;No que diz respeito à juventude,&amp;amp;nbsp;ao todo, 30.873 jovens na faixa etária entre 15 e 29 anos foram mortos, quantidade que equivale a 53,3% dos registros. No intervalo de 2008 a 2018, observou-se um aumento de 13,3% na taxa de jovens mortos, que passou de 53,3 homicídios a cada 100 mil jovens para 60,4. Os homicídios foram a principal causa dos óbitos da juventude masculina, representando 55,6% das mortes de jovens entre 15 e 19 anos; 52,3% entre o grupo com faixa etária de 20 a 24 anos; e 43,7% daqueles com idade entre 25 e 29 anos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Para saber mais: [https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-08/atlas-da-violencia-assassinatos-de-negros-crescem-115-em-10-anos Agência Brasil].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Confira a edição completa:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;O &amp;lt;u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Atlas da Violência 2020&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/u&amp;gt; é produzido pelo &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;[https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_alphacontent&amp;amp;view=alphacontent&amp;amp;Itemid=357 &lt;/ins&gt;Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;] &lt;/ins&gt;(IPEA) em parceria com o &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;[https://forumseguranca.org.br/publicacoes/ &lt;/ins&gt;Fórum Brasileiro de Segurança Pública&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;] &lt;/ins&gt;(FBSP), sob a coordenação do pesquisador Daniel Cerqueira (DIEST/IPEA) e da pesquisadora Samira Bueno (FBSP).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;O Atlas trabalha dados do Brasil inteiro, com base no Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, e analisa a conjuntura da violência, os números e o perfil de homicídios, a violência contra jovens, mulheres, negros(as), LGBTQIA+, o cenário das armas de fogo, as mortes violentas e as políticas públicas de segurança.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;Nesta edição, o &#039;&#039;&#039;Atlas da Violência 2020&#039;&#039;&#039; aponta alta de 26% nas mortes que ficaram sem esclarecimento e não entraram em estatísticas de homicídios em 2018. 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O número indica uma piora substancial na qualidade dos dados de mortalidade. Além disso, os dados demonstram que assassinatos de negros (pretos e pardos) cresceram 11,5% em 10 anos. Ao mesmo tempo, entre 2008 e 2018, período avaliado, a taxa entre não negros (brancos, amarelos e indígenas) fez o caminho inverso, apresentando queda de 12,9%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Outra evidência do racismo estrutural na realidade brasileira dos dados e mortes é que, na década examinada, constatou-se uma redução de 11,7% na taxa de feminicídios de vítimas não-negras, ao mesmo tempo em que a relativa a negras subiu 12,4%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;No que diz respeito à juventude,&amp;amp;nbsp;ao todo, 30.873 jovens na faixa etária entre 15 e 29 anos foram mortos, quantidade que equivale a 53,3% dos registros. No intervalo de 2008 a 2018, observou-se um aumento de 13,3% na taxa de jovens mortos, que passou de 53,3 homicídios a cada 100 mil jovens para 60,4. Os homicídios foram a principal causa dos óbitos da juventude masculina, representando 55,6% das mortes de jovens entre 15 e 19 anos; 52,3% entre o grupo com faixa etária de 20 a 24 anos; e 43,7% daqueles com idade entre 25 e 29 anos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para saber mais: [https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-08/atlas-da-violencia-assassinatos-de-negros-crescem-115-em-10-anos Agência Brasil].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Confira a edição completa:&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O &amp;lt;u&amp;gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Atlas da Violência 2020&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;/u&amp;gt; é produzido pelo &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (IPEA) em parceria com o &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Fórum Brasileiro de Segurança Pública&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (FBSP), sob a coordenação do pesquisador Daniel Cerqueira (DIEST/IPEA) e da pesquisadora Samira Bueno (FBSP).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O Atlas trabalha dados do Brasil inteiro, com base no Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, e analisa a conjuntura da violência, os números e o perfil de homicídios, a violência contra jovens, mulheres, negros(as), LGBTQIA+, o cenário das armas de fogo, as mortes violentas e as políticas públicas de segurança.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Nesta edição, o &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Atlas da Violência 2020&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; aponta alta de 26% nas mortes que ficaram sem esclarecimento e não entraram em estatísticas de homicídios em 2018. O número indica uma piora substancial na qualidade dos dados de mortalidade. Além disso, os dados demonstram que assassinatos de negros (pretos e pardos) cresceram 11,5% em 10 anos. Ao mesmo tempo, entre 2008 e 2018, período avaliado, a taxa entre não negros (brancos, amarelos e indígenas) fez o caminho inverso, apresentando queda de 12,9%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Outra evidência do racismo estrutural na realidade brasileira dos dados e mortes é que, na década examinada, constatou-se uma redução de 11,7% na taxa de feminicídios de vítimas não-negras, ao mesmo tempo em que a relativa a negras subiu 12,4%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;No que diz respeito à juventude,&amp;amp;nbsp;ao todo, 30.873 jovens na faixa etária entre 15 e 29 anos foram mortos, quantidade que equivale a 53,3% dos registros. 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		<author><name>Clara</name></author>
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		<title>Clara em 15h17min de 28 de agosto de 2020</title>
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		<author><name>Clara</name></author>
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		<title>Clara: Criou página com &#039;&#039;&#039;&#039;Autoria: IPEA e FBSP&#039;&#039;&#039; &amp;nbsp; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O &lt;u&gt;&#039;&#039;&#039;Atlas da Violência 2020&#039;&#039;&#039;&lt;/u&gt; é produzido pelo &#039;&#039;&#039;Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada&#039;&#039;&#039; (IP...&#039;</title>
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		<updated>2020-08-28T15:16:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Autoria: IPEA e FBSP&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;   &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O &amp;lt;u&amp;gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Atlas da Violência 2020&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;/u&amp;gt; é produzido pelo &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (IP...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Autoria: IPEA e FBSP&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; &amp;amp;nbsp; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O &amp;lt;u&amp;gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Atlas da Violência 2020&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;/u&amp;gt; é produzido pelo &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (IPEA) em parceria com o &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Fórum Brasileiro de Segurança Pública&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (FBSP), sob a coordenação do pesquisador Daniel Cerqueira (DIEST/IPEA) e da pesquisadora Samira Bueno (FBSP).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O Atlas trabalha dados do Brasil inteiro, com base no Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, e analisa a conjuntura da violência, os números e o perfil de homicídios, a violência contra jovens, mulheres, negros(as), LGBTQIA+, o cenário das armas de fogo, as mortes violentas e as políticas públicas de segurança.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Nesta edição, o &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Atlas da Violência 2020&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; aponta alta de 26% nas mortes que ficaram sem esclarecimento e não entraram em estatísticas de homicídios em 2018. O número indica uma piora substancial na qualidade dos dados de mortalidade. Além disso, os dados demonstram que assassinatos de negros (pretos e pardos) cresceram 11,5% em 10 anos. Ao mesmo tempo, entre 2008 e 2018, período avaliado, a taxa entre não negros (brancos, amarelos e indígenas) fez o caminho inverso, apresentando queda de 12,9%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Outra evidência do racismo estrutural na realidade brasileira dos dados e mortes é que, na década examinada, constatou-se uma redução de 11,7% na taxa de feminicídios de vítimas não-negras, ao mesmo tempo em que a relativa a negras subiu 12,4%.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;No que diz respeito à juventude,&amp;amp;nbsp;ao todo, 30.873 jovens na faixa etária entre 15 e 29 anos foram mortos, quantidade que equivale a 53,3% dos registros. No intervalo de 2008 a 2018, observou-se um aumento de 13,3% na taxa de jovens mortos, que passou de 53,3 homicídios a cada 100 mil jovens para 60,4. Os homicídios foram a principal causa dos óbitos da juventude masculina, representando 55,6% das mortes de jovens entre 15 e 19 anos; 52,3% entre o grupo com faixa etária de 20 a 24 anos; e 43,7% daqueles com idade entre 25 e 29 anos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Para saber mais: [https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-08/atlas-da-violencia-assassinatos-de-negros-crescem-115-em-10-anos Agência Brasil].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pdf height=&amp;quot;800&amp;quot; width=&amp;quot;1200&amp;quot;&amp;gt;File:Atlas da Violência 2020.pdf&amp;lt;/pdf&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Clara</name></author>
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