<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt-BR">
	<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento</id>
	<title>Instituto Raízes em Movimento - Histórico de revisão</title>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento"/>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;action=history"/>
	<updated>2026-05-09T14:16:31Z</updated>
	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
	<generator>MediaWiki 1.43.0</generator>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=7549&amp;oldid=prev</id>
		<title>Caiqueazael em 02h56min de 6 de junho de 2020</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=7549&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2020-06-06T02:56:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: #fff; color: #202122;&quot; data-mw=&quot;interface&quot;&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;tr class=&quot;diff-title&quot; lang=&quot;pt-BR&quot;&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;← Edição anterior&lt;/td&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 23h56min de 5 de junho de 2020&lt;/td&gt;
				&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot; id=&quot;mw-diff-left-l1&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autoria: Instituto Raízes em Movimento&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autoria: Instituto Raízes em Movimento &#039;&#039;&#039;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;__FORCETOC__&lt;/ins&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;= História =&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;= História =&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Instituto Raízes em Movimento&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é uma organização não governamental sediada no bairro do Complexo do Alemão e criada no ano de 2001. Desde então, tem como missão: a promoção do desenvolvimento humano, social e cultural do Complexo do Alemão, através da participação de atores locais como protagonistas dos processos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo desses quase vinte anos, várias foram as estratégias encontradas para realização desta missão. Desde o engajamento com outros coletivos locais em lutas diversas, como: a implementação do Conselho de Saúde do Complexo do Alemão (CONSA), que tomou forma na abertura do C.M.S do Alemão, localizado no “pé” da Avenida Central, oferecendo serviços básicos de à população local; o Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misercórdia (CDLSM), organizado para defender a preservação Ambiental do quarto maior maciço urbano da cidade do Rio de Janeiro - um dos frutos dessa mobilização foi sua transformação em uma Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU); posteriormente, o CDLSM transformou-se no Comitê de Monitoramento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Complexo do Alemão, responsável pela fiscalização das obras e por garantir a participação popular no processo; ainda no âmbito do PAC, o Raízes em Movimento passou a integrar a gestão do Trabalho Técnico Social do PAC, responsável por desdobrar essa mediação com a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por outro lado, essa trajetória é marcado pelas ações individuais, com parcerias pontuais. A primeira ação substantiva do Raízes foi o Tintarte, entre 2002 e 2003, uma atividade de formação em grafite e direitos humanos, em parceria com o CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS. Em 2007 começou a realizar a atividade que mais marcante e identificada com a instituição, o Circulando – Diálogo e comunicação na Favela, realizado desde então com regularidades distintas, assumiu a periodicidade anual em 2010 e em 2018 será realizada sua décima quarta edição. Realizado inicialmente em parceria com o Observatório de Favelas, trata-se de um grande festival de artes em um dia no qual o Complexo do Alemão é ocupado com arte, cultura, conhecimento e memória: música, fotografia, cinema, teatro, poesia; mas também atividades infantis, debates, lançamentos de publicações etc. É uma ação na qual o Raízes “presta contas” com a comunidade sobre sua ação ao longo do ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recentemente, o Raízes em Movimento tem como objetivo discutir e disputar a cidade a partir das experiências vividas no Complexo do Alemão, situando e qualificando o lugar específico de fala, isto é, um referencial periférico, e de ações organizadas em dois eixos: a comunicação e a produção de conhecimento. No primeiro caso, a partir de uma comunicação crítica e da cultura; no segundo, através de articulação com os saberes acadêmicos e o resgate da memória local.De modo que as metodologias desenvolvidas e produtos realizados possam ser replicados para outros espaços periféricos, do Brasil e do mundo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Essa atuação toma forma em dois programas: O Circulando e o CEPEDOCA (Centro de Pesquisa, Documentação e Memória do Complexo do Alemão). O primeiro focado na comunicação, composto pelo Circulando (festival) e pelo favela.doc – o braço audiovisual do Raízes -, que realiza o cineclube Raízes (que surgiu no seio do Adubando Raízes Locais) e produziu dois documentários, um chamado “Copa pr’Alemão Ver” e o “Quando você chegou meu santo já tava” , sobre as religiões de matriz africana no bairro do Complexo do Alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O CEPEDOCA é o braço de memória e conhecimento e toma forma em um série de atividades como: a realização de cursos de extensão - como o Raízes Locais (em parceria com a UFRJ) e o Olhares Periféricos (com o IESP/UERJ); o Vamos Desenrolar – Oficina de Produção de Memória e Conhecimento, na qual especialistas e moradoras/es compõem uma mesa que dinamiza um debate de temas previamente definidos a partir da discussão local; a produção da publicação “Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada”, com um levantamento sobre tudo que já havia sido produzido sobre o bairro; a montagem de um acervo histórico; o fórum “Coletivo de Pesquisadores em Movimento”, uma rede de acadêmicas/os que são acionados para contribuir com o Raízes e o CEPEDOCA de acordo com as ações que foram sendo realizadas; e construção do portal do virtual do CEPEDOCA (www.cepedoca.org), no qual as atividades produzidas são difundidas. O CEPEDOCA que existia como ideia desde o início da década de 2010, se materializou a partir de 2016 com o apoio do Deputado Federal Jean Wyllys e em parceria com a UFRJ.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Cabe citar ainda no âmbito do CEPEDOCA duas publicações: “vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão”, produzido em parceria com o IPEA e pelas/os pesquisadoras/es que fazem parte do Coletivo de Pesquisadores em Movimento; e “A praça pr’Alemão ter”, que registra um mutirão realizado em 2015 com alunas/os do curso de arquitetura da UFRJ ministrado por Pablo Benetti e Solange Carvalho, para construção da Praça Verde do Alemão. A prática do mutirão foi reproduzido por dois anos seguidos em espaços distintos do Morro do Alemão, um dos quais, a “escada do amor”, que também contou com o apoio do “Permanências e Destruições” foi selecionado para ser exposto no Museu do Amanhã na internacional Designing Respect.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Instituto Raízes em Movimento&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é uma organização não governamental sediada no bairro do Complexo do Alemão e criada no ano de 2001. Desde então, tem como missão: a promoção do desenvolvimento humano, social e cultural do Complexo do Alemão, através da participação de atores locais como protagonistas dos processos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo desses quase vinte anos, várias foram as estratégias encontradas para realização desta missão. Desde o engajamento com outros coletivos locais em lutas diversas, como: a implementação do Conselho de Saúde do Complexo do Alemão (CONSA), que tomou forma na abertura do C.M.S do Alemão, localizado no “pé” da Avenida Central, oferecendo serviços básicos de à população local; o Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misercórdia (CDLSM), organizado para defender a preservação Ambiental do quarto maior maciço urbano da cidade do Rio de Janeiro - um dos frutos dessa mobilização foi sua transformação em uma Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU); posteriormente, o CDLSM transformou-se no Comitê de Monitoramento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Complexo do Alemão, responsável pela fiscalização das obras e por garantir a participação popular no processo; ainda no âmbito do PAC, o Raízes em Movimento passou a integrar a gestão do Trabalho Técnico Social do PAC, responsável por desdobrar essa mediação com a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por outro lado, essa trajetória é marcado pelas ações individuais, com parcerias pontuais. A primeira ação substantiva do Raízes foi o Tintarte, entre 2002 e 2003, uma atividade de formação em grafite e direitos humanos, em parceria com o CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS. Em 2007 começou a realizar a atividade que mais marcante e identificada com a instituição, o Circulando – Diálogo e comunicação na Favela, realizado desde então com regularidades distintas, assumiu a periodicidade anual em 2010 e em 2018 será realizada sua décima quarta edição. Realizado inicialmente em parceria com o Observatório de Favelas, trata-se de um grande festival de artes em um dia no qual o Complexo do Alemão é ocupado com arte, cultura, conhecimento e memória: música, fotografia, cinema, teatro, poesia; mas também atividades infantis, debates, lançamentos de publicações etc. É uma ação na qual o Raízes “presta contas” com a comunidade sobre sua ação ao longo do ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recentemente, o Raízes em Movimento tem como objetivo discutir e disputar a cidade a partir das experiências vividas no Complexo do Alemão, situando e qualificando o lugar específico de fala, isto é, um referencial periférico, e de ações organizadas em dois eixos: a comunicação e a produção de conhecimento. No primeiro caso, a partir de uma comunicação crítica e da cultura; no segundo, através de articulação com os saberes acadêmicos e o resgate da memória local.De modo que as metodologias desenvolvidas e produtos realizados possam ser replicados para outros espaços periféricos, do Brasil e do mundo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Essa atuação toma forma em dois programas: O Circulando e o CEPEDOCA (Centro de Pesquisa, Documentação e Memória do Complexo do Alemão). O primeiro focado na comunicação, composto pelo Circulando (festival) e pelo favela.doc – o braço audiovisual do Raízes -, que realiza o cineclube Raízes (que surgiu no seio do Adubando Raízes Locais) e produziu dois documentários, um chamado “Copa pr’Alemão Ver” e o “Quando você chegou meu santo já tava” , sobre as religiões de matriz africana no bairro do Complexo do Alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O CEPEDOCA é o braço de memória e conhecimento e toma forma em um série de atividades como: a realização de cursos de extensão - como o Raízes Locais (em parceria com a UFRJ) e o Olhares Periféricos (com o IESP/UERJ); o Vamos Desenrolar – Oficina de Produção de Memória e Conhecimento, na qual especialistas e moradoras/es compõem uma mesa que dinamiza um debate de temas previamente definidos a partir da discussão local; a produção da publicação “Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada”, com um levantamento sobre tudo que já havia sido produzido sobre o bairro; a montagem de um acervo histórico; o fórum “Coletivo de Pesquisadores em Movimento”, uma rede de acadêmicas/os que são acionados para contribuir com o Raízes e o CEPEDOCA de acordo com as ações que foram sendo realizadas; e construção do portal do virtual do CEPEDOCA (www.cepedoca.org), no qual as atividades produzidas são difundidas. O CEPEDOCA que existia como ideia desde o início da década de 2010, se materializou a partir de 2016 com o apoio do Deputado Federal Jean Wyllys e em parceria com a UFRJ.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Cabe citar ainda no âmbito do CEPEDOCA duas publicações: “vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão”, produzido em parceria com o IPEA e pelas/os pesquisadoras/es que fazem parte do Coletivo de Pesquisadores em Movimento; e “A praça pr’Alemão ter”, que registra um mutirão realizado em 2015 com alunas/os do curso de arquitetura da UFRJ ministrado por Pablo Benetti e Solange Carvalho, para construção da Praça Verde do Alemão. A prática do mutirão foi reproduzido por dois anos seguidos em espaços distintos do Morro do Alemão, um dos quais, a “escada do amor”, que também contou com o apoio do “Permanências e Destruições” foi selecionado para ser exposto no Museu do Amanhã na internacional Designing Respect.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;

&lt;!-- diff cache key wikifavelas2:diff:1.41:old-7548:rev-7549:php=table --&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Caiqueazael</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=7548&amp;oldid=prev</id>
		<title>Caiqueazael em 02h56min de 6 de junho de 2020</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=7548&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2020-06-06T02:56:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: #fff; color: #202122;&quot; data-mw=&quot;interface&quot;&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;tr class=&quot;diff-title&quot; lang=&quot;pt-BR&quot;&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;← Edição anterior&lt;/td&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 23h56min de 5 de junho de 2020&lt;/td&gt;
				&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot; id=&quot;mw-diff-left-l1&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autoria: Instituto Raízes em Movimento&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;__FORCETOC__&lt;/del&gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autoria: Instituto Raízes em Movimento&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;= História =&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;= História =&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Instituto Raízes em Movimento&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é uma organização não governamental sediada no bairro do Complexo do Alemão e criada no ano de 2001. Desde então, tem como missão: a promoção do desenvolvimento humano, social e cultural do Complexo do Alemão, através da participação de atores locais como protagonistas dos processos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo desses quase vinte anos, várias foram as estratégias encontradas para realização desta missão. Desde o engajamento com outros coletivos locais em lutas diversas, como: a implementação do Conselho de Saúde do Complexo do Alemão (CONSA), que tomou forma na abertura do C.M.S do Alemão, localizado no “pé” da Avenida Central, oferecendo serviços básicos de à população local; o Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misercórdia (CDLSM), organizado para defender a preservação Ambiental do quarto maior maciço urbano da cidade do Rio de Janeiro - um dos frutos dessa mobilização foi sua transformação em uma Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU); posteriormente, o CDLSM transformou-se no Comitê de Monitoramento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Complexo do Alemão, responsável pela fiscalização das obras e por garantir a participação popular no processo; ainda no âmbito do PAC, o Raízes em Movimento passou a integrar a gestão do Trabalho Técnico Social do PAC, responsável por desdobrar essa mediação com a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por outro lado, essa trajetória é marcado pelas ações individuais, com parcerias pontuais. A primeira ação substantiva do Raízes foi o Tintarte, entre 2002 e 2003, uma atividade de formação em grafite e direitos humanos, em parceria com o CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS. Em 2007 começou a realizar a atividade que mais marcante e identificada com a instituição, o Circulando – Diálogo e comunicação na Favela, realizado desde então com regularidades distintas, assumiu a periodicidade anual em 2010 e em 2018 será realizada sua décima quarta edição. Realizado inicialmente em parceria com o Observatório de Favelas, trata-se de um grande festival de artes em um dia no qual o Complexo do Alemão é ocupado com arte, cultura, conhecimento e memória: música, fotografia, cinema, teatro, poesia; mas também atividades infantis, debates, lançamentos de publicações etc. É uma ação na qual o Raízes “presta contas” com a comunidade sobre sua ação ao longo do ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recentemente, o Raízes em Movimento tem como objetivo discutir e disputar a cidade a partir das experiências vividas no Complexo do Alemão, situando e qualificando o lugar específico de fala, isto é, um referencial periférico, e de ações organizadas em dois eixos: a comunicação e a produção de conhecimento. No primeiro caso, a partir de uma comunicação crítica e da cultura; no segundo, através de articulação com os saberes acadêmicos e o resgate da memória local.De modo que as metodologias desenvolvidas e produtos realizados possam ser replicados para outros espaços periféricos, do Brasil e do mundo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Essa atuação toma forma em dois programas: O Circulando e o CEPEDOCA (Centro de Pesquisa, Documentação e Memória do Complexo do Alemão). O primeiro focado na comunicação, composto pelo Circulando (festival) e pelo favela.doc – o braço audiovisual do Raízes -, que realiza o cineclube Raízes (que surgiu no seio do Adubando Raízes Locais) e produziu dois documentários, um chamado “Copa pr’Alemão Ver” e o “Quando você chegou meu santo já tava” , sobre as religiões de matriz africana no bairro do Complexo do Alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O CEPEDOCA é o braço de memória e conhecimento e toma forma em um série de atividades como: a realização de cursos de extensão - como o Raízes Locais (em parceria com a UFRJ) e o Olhares Periféricos (com o IESP/UERJ); o Vamos Desenrolar – Oficina de Produção de Memória e Conhecimento, na qual especialistas e moradoras/es compõem uma mesa que dinamiza um debate de temas previamente definidos a partir da discussão local; a produção da publicação “Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada”, com um levantamento sobre tudo que já havia sido produzido sobre o bairro; a montagem de um acervo histórico; o fórum “Coletivo de Pesquisadores em Movimento”, uma rede de acadêmicas/os que são acionados para contribuir com o Raízes e o CEPEDOCA de acordo com as ações que foram sendo realizadas; e construção do portal do virtual do CEPEDOCA (www.cepedoca.org), no qual as atividades produzidas são difundidas. O CEPEDOCA que existia como ideia desde o início da década de 2010, se materializou a partir de 2016 com o apoio do Deputado Federal Jean Wyllys e em parceria com a UFRJ.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Cabe citar ainda no âmbito do CEPEDOCA duas publicações: “vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão”, produzido em parceria com o IPEA e pelas/os pesquisadoras/es que fazem parte do Coletivo de Pesquisadores em Movimento; e “A praça pr’Alemão ter”, que registra um mutirão realizado em 2015 com alunas/os do curso de arquitetura da UFRJ ministrado por Pablo Benetti e Solange Carvalho, para construção da Praça Verde do Alemão. A prática do mutirão foi reproduzido por dois anos seguidos em espaços distintos do Morro do Alemão, um dos quais, a “escada do amor”, que também contou com o apoio do “Permanências e Destruições” foi selecionado para ser exposto no Museu do Amanhã na internacional Designing Respect.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Instituto Raízes em Movimento&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é uma organização não governamental sediada no bairro do Complexo do Alemão e criada no ano de 2001. Desde então, tem como missão: a promoção do desenvolvimento humano, social e cultural do Complexo do Alemão, através da participação de atores locais como protagonistas dos processos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo desses quase vinte anos, várias foram as estratégias encontradas para realização desta missão. Desde o engajamento com outros coletivos locais em lutas diversas, como: a implementação do Conselho de Saúde do Complexo do Alemão (CONSA), que tomou forma na abertura do C.M.S do Alemão, localizado no “pé” da Avenida Central, oferecendo serviços básicos de à população local; o Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misercórdia (CDLSM), organizado para defender a preservação Ambiental do quarto maior maciço urbano da cidade do Rio de Janeiro - um dos frutos dessa mobilização foi sua transformação em uma Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU); posteriormente, o CDLSM transformou-se no Comitê de Monitoramento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Complexo do Alemão, responsável pela fiscalização das obras e por garantir a participação popular no processo; ainda no âmbito do PAC, o Raízes em Movimento passou a integrar a gestão do Trabalho Técnico Social do PAC, responsável por desdobrar essa mediação com a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por outro lado, essa trajetória é marcado pelas ações individuais, com parcerias pontuais. A primeira ação substantiva do Raízes foi o Tintarte, entre 2002 e 2003, uma atividade de formação em grafite e direitos humanos, em parceria com o CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS. Em 2007 começou a realizar a atividade que mais marcante e identificada com a instituição, o Circulando – Diálogo e comunicação na Favela, realizado desde então com regularidades distintas, assumiu a periodicidade anual em 2010 e em 2018 será realizada sua décima quarta edição. Realizado inicialmente em parceria com o Observatório de Favelas, trata-se de um grande festival de artes em um dia no qual o Complexo do Alemão é ocupado com arte, cultura, conhecimento e memória: música, fotografia, cinema, teatro, poesia; mas também atividades infantis, debates, lançamentos de publicações etc. É uma ação na qual o Raízes “presta contas” com a comunidade sobre sua ação ao longo do ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recentemente, o Raízes em Movimento tem como objetivo discutir e disputar a cidade a partir das experiências vividas no Complexo do Alemão, situando e qualificando o lugar específico de fala, isto é, um referencial periférico, e de ações organizadas em dois eixos: a comunicação e a produção de conhecimento. No primeiro caso, a partir de uma comunicação crítica e da cultura; no segundo, através de articulação com os saberes acadêmicos e o resgate da memória local.De modo que as metodologias desenvolvidas e produtos realizados possam ser replicados para outros espaços periféricos, do Brasil e do mundo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Essa atuação toma forma em dois programas: O Circulando e o CEPEDOCA (Centro de Pesquisa, Documentação e Memória do Complexo do Alemão). O primeiro focado na comunicação, composto pelo Circulando (festival) e pelo favela.doc – o braço audiovisual do Raízes -, que realiza o cineclube Raízes (que surgiu no seio do Adubando Raízes Locais) e produziu dois documentários, um chamado “Copa pr’Alemão Ver” e o “Quando você chegou meu santo já tava” , sobre as religiões de matriz africana no bairro do Complexo do Alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O CEPEDOCA é o braço de memória e conhecimento e toma forma em um série de atividades como: a realização de cursos de extensão - como o Raízes Locais (em parceria com a UFRJ) e o Olhares Periféricos (com o IESP/UERJ); o Vamos Desenrolar – Oficina de Produção de Memória e Conhecimento, na qual especialistas e moradoras/es compõem uma mesa que dinamiza um debate de temas previamente definidos a partir da discussão local; a produção da publicação “Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada”, com um levantamento sobre tudo que já havia sido produzido sobre o bairro; a montagem de um acervo histórico; o fórum “Coletivo de Pesquisadores em Movimento”, uma rede de acadêmicas/os que são acionados para contribuir com o Raízes e o CEPEDOCA de acordo com as ações que foram sendo realizadas; e construção do portal do virtual do CEPEDOCA (www.cepedoca.org), no qual as atividades produzidas são difundidas. O CEPEDOCA que existia como ideia desde o início da década de 2010, se materializou a partir de 2016 com o apoio do Deputado Federal Jean Wyllys e em parceria com a UFRJ.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Cabe citar ainda no âmbito do CEPEDOCA duas publicações: “vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão”, produzido em parceria com o IPEA e pelas/os pesquisadoras/es que fazem parte do Coletivo de Pesquisadores em Movimento; e “A praça pr’Alemão ter”, que registra um mutirão realizado em 2015 com alunas/os do curso de arquitetura da UFRJ ministrado por Pablo Benetti e Solange Carvalho, para construção da Praça Verde do Alemão. A prática do mutirão foi reproduzido por dois anos seguidos em espaços distintos do Morro do Alemão, um dos quais, a “escada do amor”, que também contou com o apoio do “Permanências e Destruições” foi selecionado para ser exposto no Museu do Amanhã na internacional Designing Respect.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;= Raízes no combate ao coronavírus =&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;= Raízes no combate ao coronavírus =&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;No combate ao Covid, o Raízes se soma ao [[Juntos_pelo_Complexo_do_Alemão_(coletivo)|Juntos pelo Complexo do Alemão]], tanto arrecando dinheiro pra comprar cestas básicas, quanto em ações de comunicação comunitária. No&amp;amp;nbsp;[https://www.instagram.com/p/B_yJCdfpHPs/ instagram oficial do Raízes]&amp;amp;nbsp;você pode conhecer mais um pouco do trabalho.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;[[File:Raízes1.jpeg|thumb|center|500px|Raízes1.jpeg]]&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;No combate ao Covid, o Raízes se soma ao [[Juntos_pelo_Complexo_do_Alemão_(coletivo)|Juntos pelo Complexo do Alemão]], tanto arrecando dinheiro pra comprar cestas básicas, quanto em ações de comunicação comunitária. No&amp;amp;nbsp;[https://www.instagram.com/p/B_yJCdfpHPs/ instagram oficial do Raízes]&amp;amp;nbsp;você pode conhecer mais um pouco do trabalho.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;[[File:Raízes1.jpeg|thumb|center|500px|Raízes1.jpeg]]&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;

&lt;!-- diff cache key wikifavelas2:diff:1.41:old-7547:rev-7548:php=table --&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Caiqueazael</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=7547&amp;oldid=prev</id>
		<title>Caiqueazael em 02h56min de 6 de junho de 2020</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=7547&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2020-06-06T02:56:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: #fff; color: #202122;&quot; data-mw=&quot;interface&quot;&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;tr class=&quot;diff-title&quot; lang=&quot;pt-BR&quot;&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;← Edição anterior&lt;/td&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 23h56min de 5 de junho de 2020&lt;/td&gt;
				&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot; id=&quot;mw-diff-left-l2&quot;&gt;Linha 2:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 2:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;= História =&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;= História =&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Instituto Raízes em Movimento&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é uma organização não governamental sediada no bairro do Complexo do Alemão e criada no ano de 2001. Desde então, tem como missão: a promoção do desenvolvimento humano, social e cultural do Complexo do Alemão, através da participação de atores locais como protagonistas dos processos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo desses quase vinte anos, várias foram as estratégias encontradas para realização desta missão. Desde o engajamento com outros coletivos locais em lutas diversas, como: a implementação do Conselho de Saúde do Complexo do Alemão (CONSA), que tomou forma na abertura do C.M.S do Alemão, localizado no “pé” da Avenida Central, oferecendo serviços básicos de à população local; o Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misercórdia (CDLSM), organizado para defender a preservação Ambiental do quarto maior maciço urbano da cidade do Rio de Janeiro - um dos frutos dessa mobilização foi sua transformação em uma Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU); posteriormente, o CDLSM transformou-se no Comitê de Monitoramento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Complexo do Alemão, responsável pela fiscalização das obras e por garantir a participação popular no processo; ainda no âmbito do PAC, o Raízes em Movimento passou a integrar a gestão do Trabalho Técnico Social do PAC, responsável por desdobrar essa mediação com a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por outro lado, essa trajetória é marcado pelas ações individuais, com parcerias pontuais. A primeira ação substantiva do Raízes foi o Tintarte, entre 2002 e 2003, uma atividade de formação em grafite e direitos humanos, em parceria com o CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS. Em 2007 começou a realizar a atividade que mais marcante e identificada com a instituição, o Circulando – Diálogo e comunicação na Favela, realizado desde então com regularidades distintas, assumiu a periodicidade anual em 2010 e em 2018 será realizada sua décima quarta edição. Realizado inicialmente em parceria com o Observatório de Favelas, trata-se de um grande festival de artes em um dia no qual o Complexo do Alemão é ocupado com arte, cultura, conhecimento e memória: música, fotografia, cinema, teatro, poesia; mas também atividades infantis, debates, lançamentos de publicações etc. É uma ação na qual o Raízes “presta contas” com a comunidade sobre sua ação ao longo do ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recentemente, o Raízes em Movimento tem como objetivo discutir e disputar a cidade a partir das experiências vividas no Complexo do Alemão, situando e qualificando o lugar específico de fala, isto é, um referencial periférico, e de ações organizadas em dois eixos: a comunicação e a produção de conhecimento. No primeiro caso, a partir de uma comunicação crítica e da cultura; no segundo, através de articulação com os saberes acadêmicos e o resgate da memória local.De modo que as metodologias desenvolvidas e produtos realizados possam ser replicados para outros espaços periféricos, do Brasil e do mundo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Essa atuação toma forma em dois programas: O Circulando e o CEPEDOCA (Centro de Pesquisa, Documentação e Memória do Complexo do Alemão). O primeiro focado na comunicação, composto pelo Circulando (festival) e pelo favela.doc – o braço audiovisual do Raízes -, que realiza o cineclube Raízes (que surgiu no seio do Adubando Raízes Locais) e produziu dois documentários, um chamado “Copa pr’Alemão Ver” e o “Quando você chegou meu santo já tava” , sobre as religiões de matriz africana no bairro do Complexo do Alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O CEPEDOCA é o braço de memória e conhecimento e toma forma em um série de atividades como: a realização de cursos de extensão - como o Raízes Locais (em parceria com a UFRJ) e o Olhares Periféricos (com o IESP/UERJ); o Vamos Desenrolar – Oficina de Produção de Memória e Conhecimento, na qual especialistas e moradoras/es compõem uma mesa que dinamiza um debate de temas previamente definidos a partir da discussão local; a produção da publicação “Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada”, com um levantamento sobre tudo que já havia sido produzido sobre o bairro; a montagem de um acervo histórico; o fórum “Coletivo de Pesquisadores em Movimento”, uma rede de acadêmicas/os que são acionados para contribuir com o Raízes e o CEPEDOCA de acordo com as ações que foram sendo realizadas; e construção do portal do virtual do CEPEDOCA (www.cepedoca.org), no qual as atividades produzidas são difundidas. O CEPEDOCA que existia como ideia desde o início da década de 2010, se materializou a partir de 2016 com o apoio do Deputado Federal Jean Wyllys e em parceria com a UFRJ.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Cabe citar ainda no âmbito do CEPEDOCA duas publicações: “vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão”, produzido em parceria com o IPEA e pelas/os pesquisadoras/es que fazem parte do Coletivo de Pesquisadores em Movimento; e “A praça pr’Alemão ter”, que registra um mutirão realizado em 2015 com alunas/os do curso de arquitetura da UFRJ ministrado por Pablo Benetti e Solange Carvalho, para construção da Praça Verde do Alemão. A prática do mutirão foi reproduzido por dois anos seguidos em espaços distintos do Morro do Alemão, um dos quais, a “escada do amor”, que também contou com o apoio do “Permanências e Destruições” foi selecionado para ser exposto no Museu do Amanhã na internacional Designing Respect.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Instituto Raízes em Movimento&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é uma organização não governamental sediada no bairro do Complexo do Alemão e criada no ano de 2001. Desde então, tem como missão: a promoção do desenvolvimento humano, social e cultural do Complexo do Alemão, através da participação de atores locais como protagonistas dos processos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo desses quase vinte anos, várias foram as estratégias encontradas para realização desta missão. Desde o engajamento com outros coletivos locais em lutas diversas, como: a implementação do Conselho de Saúde do Complexo do Alemão (CONSA), que tomou forma na abertura do C.M.S do Alemão, localizado no “pé” da Avenida Central, oferecendo serviços básicos de à população local; o Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misercórdia (CDLSM), organizado para defender a preservação Ambiental do quarto maior maciço urbano da cidade do Rio de Janeiro - um dos frutos dessa mobilização foi sua transformação em uma Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU); posteriormente, o CDLSM transformou-se no Comitê de Monitoramento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Complexo do Alemão, responsável pela fiscalização das obras e por garantir a participação popular no processo; ainda no âmbito do PAC, o Raízes em Movimento passou a integrar a gestão do Trabalho Técnico Social do PAC, responsável por desdobrar essa mediação com a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por outro lado, essa trajetória é marcado pelas ações individuais, com parcerias pontuais. A primeira ação substantiva do Raízes foi o Tintarte, entre 2002 e 2003, uma atividade de formação em grafite e direitos humanos, em parceria com o CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS. Em 2007 começou a realizar a atividade que mais marcante e identificada com a instituição, o Circulando – Diálogo e comunicação na Favela, realizado desde então com regularidades distintas, assumiu a periodicidade anual em 2010 e em 2018 será realizada sua décima quarta edição. Realizado inicialmente em parceria com o Observatório de Favelas, trata-se de um grande festival de artes em um dia no qual o Complexo do Alemão é ocupado com arte, cultura, conhecimento e memória: música, fotografia, cinema, teatro, poesia; mas também atividades infantis, debates, lançamentos de publicações etc. É uma ação na qual o Raízes “presta contas” com a comunidade sobre sua ação ao longo do ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recentemente, o Raízes em Movimento tem como objetivo discutir e disputar a cidade a partir das experiências vividas no Complexo do Alemão, situando e qualificando o lugar específico de fala, isto é, um referencial periférico, e de ações organizadas em dois eixos: a comunicação e a produção de conhecimento. No primeiro caso, a partir de uma comunicação crítica e da cultura; no segundo, através de articulação com os saberes acadêmicos e o resgate da memória local.De modo que as metodologias desenvolvidas e produtos realizados possam ser replicados para outros espaços periféricos, do Brasil e do mundo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Essa atuação toma forma em dois programas: O Circulando e o CEPEDOCA (Centro de Pesquisa, Documentação e Memória do Complexo do Alemão). O primeiro focado na comunicação, composto pelo Circulando (festival) e pelo favela.doc – o braço audiovisual do Raízes -, que realiza o cineclube Raízes (que surgiu no seio do Adubando Raízes Locais) e produziu dois documentários, um chamado “Copa pr’Alemão Ver” e o “Quando você chegou meu santo já tava” , sobre as religiões de matriz africana no bairro do Complexo do Alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O CEPEDOCA é o braço de memória e conhecimento e toma forma em um série de atividades como: a realização de cursos de extensão - como o Raízes Locais (em parceria com a UFRJ) e o Olhares Periféricos (com o IESP/UERJ); o Vamos Desenrolar – Oficina de Produção de Memória e Conhecimento, na qual especialistas e moradoras/es compõem uma mesa que dinamiza um debate de temas previamente definidos a partir da discussão local; a produção da publicação “Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada”, com um levantamento sobre tudo que já havia sido produzido sobre o bairro; a montagem de um acervo histórico; o fórum “Coletivo de Pesquisadores em Movimento”, uma rede de acadêmicas/os que são acionados para contribuir com o Raízes e o CEPEDOCA de acordo com as ações que foram sendo realizadas; e construção do portal do virtual do CEPEDOCA (www.cepedoca.org), no qual as atividades produzidas são difundidas. O CEPEDOCA que existia como ideia desde o início da década de 2010, se materializou a partir de 2016 com o apoio do Deputado Federal Jean Wyllys e em parceria com a UFRJ.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Cabe citar ainda no âmbito do CEPEDOCA duas publicações: “vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão”, produzido em parceria com o IPEA e pelas/os pesquisadoras/es que fazem parte do Coletivo de Pesquisadores em Movimento; e “A praça pr’Alemão ter”, que registra um mutirão realizado em 2015 com alunas/os do curso de arquitetura da UFRJ ministrado por Pablo Benetti e Solange Carvalho, para construção da Praça Verde do Alemão. A prática do mutirão foi reproduzido por dois anos seguidos em espaços distintos do Morro do Alemão, um dos quais, a “escada do amor”, que também contou com o apoio do “Permanências e Destruições” foi selecionado para ser exposto no Museu do Amanhã na internacional Designing Respect.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;= Raízes no combate ao coronavírus =&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;= Raízes no combate ao coronavírus =&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;No combate ao Covid, o Raízes se soma ao [[Juntos_pelo_Complexo_do_Alemão_(coletivo)|Juntos pelo Complexo do Alemão]], tanto arrecando dinheiro pra comprar cestas básicas, quanto em ações de comunicação comunitária. &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Confira aqui, no &lt;/del&gt;[https://www.instagram.com/p/B_yJCdfpHPs/ instagram oficial do Raízes]&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;. Confira &lt;/del&gt;um pouco do trabalho&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;:&lt;/del&gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;[[File:Raízes1.jpeg|thumb|center|500px|Raízes1.jpeg]]&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;No combate ao Covid, o Raízes se soma ao [[Juntos_pelo_Complexo_do_Alemão_(coletivo)|Juntos pelo Complexo do Alemão]], tanto arrecando dinheiro pra comprar cestas básicas, quanto em ações de comunicação comunitária. &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;No&amp;amp;nbsp;&lt;/ins&gt;[https://www.instagram.com/p/B_yJCdfpHPs/ instagram oficial do Raízes]&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;amp;nbsp;você pode conhecer mais &lt;/ins&gt;um pouco do trabalho&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;.&lt;/ins&gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;[[File:Raízes1.jpeg|thumb|center|500px|Raízes1.jpeg]]&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;[[File:Raízes2.jpeg|thumb|center|500px|Raízes2.jpeg]] [[File:Raízes4.jpeg|thumb|center|500px|Raízes4.jpeg]]&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;[[File:Raízes2.jpeg|thumb|center|500px|Raízes2.jpeg]] [[File:Raízes4.jpeg|thumb|center|500px|Raízes4.jpeg]]&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot; id=&quot;mw-diff-left-l12&quot;&gt;Linha 12:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 13:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;[[Category:Temática - Associativismo e Movimentos Sociais]][[Category:Desenvolvimento humano]][[Category:Desenvolvimento social]][[Category:Desenvolvimento cultural]][[Category:Coletivo]][[Category:Complexo do Alemão]][[Category:Temática - Coronavírus]]&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;[[Category:Temática - Associativismo e Movimentos Sociais]] [[Category:Desenvolvimento humano]] [[Category:Desenvolvimento social]] [[Category:Desenvolvimento cultural]] [[Category:Coletivo]] [[Category:Complexo do Alemão]] [[Category:Temática - Coronavírus]]&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;

&lt;!-- diff cache key wikifavelas2:diff:1.41:old-7546:rev-7547:php=table --&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Caiqueazael</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=7546&amp;oldid=prev</id>
		<title>Caiqueazael em 02h55min de 6 de junho de 2020</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=7546&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2020-06-06T02:55:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: #fff; color: #202122;&quot; data-mw=&quot;interface&quot;&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;tr class=&quot;diff-title&quot; lang=&quot;pt-BR&quot;&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;← Edição anterior&lt;/td&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 23h55min de 5 de junho de 2020&lt;/td&gt;
				&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot; id=&quot;mw-diff-left-l1&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autoria: Instituto Raízes em Movimento&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span &lt;/del&gt;style=&quot;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;font&lt;/del&gt;-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,&lt;/del&gt;sans-serif;&quot;&amp;gt;O &#039;&#039;&#039;Instituto Raízes em Movimento&#039;&#039;&#039; é uma organização não governamental sediada no bairro do Complexo do Alemão e criada no ano de 2001. Desde então, tem como missão: a promoção do desenvolvimento humano, social e cultural do Complexo do Alemão, através da participação de atores locais como protagonistas dos processos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;Ao longo desses quase vinte anos, várias foram as estratégias encontradas para realização desta missão. Desde o engajamento com outros coletivos locais em lutas diversas, como: a implementação do Conselho de Saúde do Complexo do Alemão (CONSA), que tomou forma na abertura do C.M.S do Alemão, localizado no “pé” da Avenida Central, oferecendo serviços básicos de à população local; o Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misercórdia (CDLSM), organizado para defender a preservação Ambiental do quarto maior maciço urbano da cidade do Rio de Janeiro - um dos frutos dessa mobilização foi sua transformação em uma Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU); posteriormente, o CDLSM transformou-se no Comitê de Monitoramento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Complexo do Alemão, responsável pela fiscalização das obras e por garantir a participação popular no processo; ainda no âmbito do PAC, o Raízes em Movimento passou a integrar a gestão do Trabalho Técnico Social do PAC, responsável por desdobrar essa mediação com a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;Por outro lado, essa trajetória é marcado pelas ações individuais, com parcerias pontuais. A primeira ação substantiva do Raízes foi o Tintarte, entre 2002 e 2003, uma atividade de formação em grafite e direitos humanos, em parceria com o CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS. Em 2007 começou a realizar a atividade que mais marcante e identificada com a instituição, o Circulando – Diálogo e comunicação na Favela, realizado desde então com regularidades distintas, assumiu a periodicidade anual em 2010 e em 2018 será realizada sua décima quarta edição. Realizado inicialmente em parceria com o Observatório de Favelas, trata-se de um grande festival de artes em um dia no qual o Complexo do Alemão é ocupado com arte, cultura, conhecimento e memória: música, fotografia, cinema, teatro, poesia; mas também atividades infantis, debates, lançamentos de publicações etc. É uma ação na qual o Raízes “presta contas” com a comunidade sobre sua ação ao longo do ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;Recentemente, o Raízes em Movimento tem como objetivo discutir e disputar a cidade a partir das experiências vividas no Complexo do Alemão, situando e qualificando o lugar específico de fala, isto é, um referencial periférico, e de ações organizadas em dois eixos: a comunicação e a produção de conhecimento. No primeiro caso, a partir de uma comunicação crítica e da cultura; no segundo, através de articulação com os saberes acadêmicos e o resgate da memória local.De modo que as metodologias desenvolvidas e produtos realizados possam ser replicados para outros espaços periféricos, do Brasil e do mundo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;Essa atuação toma forma em dois programas: O Circulando e o CEPEDOCA (Centro de Pesquisa, Documentação e Memória do Complexo do Alemão). O primeiro focado na comunicação, composto pelo Circulando (festival) e pelo favela.doc – o braço audiovisual do Raízes -, que realiza o cineclube Raízes (que surgiu no seio do Adubando Raízes Locais) e produziu dois documentários, um chamado “Copa pr’Alemão Ver” e o “Quando você chegou meu santo já tava” , sobre as religiões de matriz africana no bairro do Complexo do Alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;O CEPEDOCA é o braço de memória e conhecimento e toma forma em um série de atividades como: a realização de cursos de extensão - como o Raízes Locais (em parceria com a UFRJ) e o Olhares Periféricos (com o IESP/UERJ); o Vamos Desenrolar – Oficina de Produção de Memória e Conhecimento, na qual especialistas e moradoras/es compõem uma mesa que dinamiza um debate de temas previamente definidos a partir da discussão local; a produção da publicação “Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada”, com um levantamento sobre tudo que já havia sido produzido sobre o bairro; a montagem de um acervo histórico; o fórum “Coletivo de Pesquisadores em Movimento”, uma rede de acadêmicas/os que são acionados para contribuir com o Raízes e o CEPEDOCA de acordo com as ações que foram sendo realizadas; e construção do portal do virtual do CEPEDOCA (www.cepedoca.org), no qual as atividades produzidas são difundidas. O CEPEDOCA que existia como ideia desde o início da década de 2010, se materializou a partir de 2016 com o apoio do Deputado Federal Jean Wyllys e em parceria com a UFRJ.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;Cabe citar ainda no âmbito do CEPEDOCA duas publicações: “vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão”, produzido em parceria com o IPEA e pelas/os pesquisadoras/es que fazem parte do Coletivo de Pesquisadores em Movimento; e “A praça pr’Alemão ter”, que registra um mutirão realizado em 2015 com alunas/os do curso de arquitetura da UFRJ ministrado por Pablo Benetti e Solange Carvalho, para construção da Praça Verde do Alemão. A prática do mutirão foi reproduzido por dois anos seguidos em espaços distintos do Morro do Alemão, um dos quais, a “escada do amor”, que também contou com o apoio do “Permanências e Destruições” foi selecionado para ser exposto no Museu do Amanhã na internacional Designing Respect.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autoria: Instituto Raízes em Movimento&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&#039;&#039;&#039;__FORCETOC__&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;[[Category:Temática - Associativismo e Movimentos Sociais]]&lt;/del&gt;[[Category:Desenvolvimento &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;humano&lt;/del&gt;]][[Category:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Desenvolvimento social&lt;/del&gt;]][[Category:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Desenvolvimento cultural&lt;/del&gt;]][[Category:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Coletivo]][[Category:Complexo do Alemão&lt;/del&gt;]]&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;= História =&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p &lt;/ins&gt;style=&quot;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;text&lt;/ins&gt;-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;align&lt;/ins&gt;: &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,&lt;/ins&gt;sans-serif;&quot;&amp;gt;O &#039;&#039;&#039;Instituto Raízes em Movimento&#039;&#039;&#039; é uma organização não governamental sediada no bairro do Complexo do Alemão e criada no ano de 2001. Desde então, tem como missão: a promoção do desenvolvimento humano, social e cultural do Complexo do Alemão, através da participação de atores locais como protagonistas dos processos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;Ao longo desses quase vinte anos, várias foram as estratégias encontradas para realização desta missão. Desde o engajamento com outros coletivos locais em lutas diversas, como: a implementação do Conselho de Saúde do Complexo do Alemão (CONSA), que tomou forma na abertura do C.M.S do Alemão, localizado no “pé” da Avenida Central, oferecendo serviços básicos de à população local; o Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misercórdia (CDLSM), organizado para defender a preservação Ambiental do quarto maior maciço urbano da cidade do Rio de Janeiro - um dos frutos dessa mobilização foi sua transformação em uma Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU); posteriormente, o CDLSM transformou-se no Comitê de Monitoramento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Complexo do Alemão, responsável pela fiscalização das obras e por garantir a participação popular no processo; ainda no âmbito do PAC, o Raízes em Movimento passou a integrar a gestão do Trabalho Técnico Social do PAC, responsável por desdobrar essa mediação com a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;Por outro lado, essa trajetória é marcado pelas ações individuais, com parcerias pontuais. A primeira ação substantiva do Raízes foi o Tintarte, entre 2002 e 2003, uma atividade de formação em grafite e direitos humanos, em parceria com o CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS. Em 2007 começou a realizar a atividade que mais marcante e identificada com a instituição, o Circulando – Diálogo e comunicação na Favela, realizado desde então com regularidades distintas, assumiu a periodicidade anual em 2010 e em 2018 será realizada sua décima quarta edição. Realizado inicialmente em parceria com o Observatório de Favelas, trata-se de um grande festival de artes em um dia no qual o Complexo do Alemão é ocupado com arte, cultura, conhecimento e memória: música, fotografia, cinema, teatro, poesia; mas também atividades infantis, debates, lançamentos de publicações etc. É uma ação na qual o Raízes “presta contas” com a comunidade sobre sua ação ao longo do ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;Recentemente, o Raízes em Movimento tem como objetivo discutir e disputar a cidade a partir das experiências vividas no Complexo do Alemão, situando e qualificando o lugar específico de fala, isto é, um referencial periférico, e de ações organizadas em dois eixos: a comunicação e a produção de conhecimento. No primeiro caso, a partir de uma comunicação crítica e da cultura; no segundo, através de articulação com os saberes acadêmicos e o resgate da memória local.De modo que as metodologias desenvolvidas e produtos realizados possam ser replicados para outros espaços periféricos, do Brasil e do mundo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;Essa atuação toma forma em dois programas: O Circulando e o CEPEDOCA (Centro de Pesquisa, Documentação e Memória do Complexo do Alemão). O primeiro focado na comunicação, composto pelo Circulando (festival) e pelo favela.doc – o braço audiovisual do Raízes -, que realiza o cineclube Raízes (que surgiu no seio do Adubando Raízes Locais) e produziu dois documentários, um chamado “Copa pr’Alemão Ver” e o “Quando você chegou meu santo já tava” , sobre as religiões de matriz africana no bairro do Complexo do Alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;O CEPEDOCA é o braço de memória e conhecimento e toma forma em um série de atividades como: a realização de cursos de extensão - como o Raízes Locais (em parceria com a UFRJ) e o Olhares Periféricos (com o IESP/UERJ); o Vamos Desenrolar – Oficina de Produção de Memória e Conhecimento, na qual especialistas e moradoras/es compõem uma mesa que dinamiza um debate de temas previamente definidos a partir da discussão local; a produção da publicação “Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada”, com um levantamento sobre tudo que já havia sido produzido sobre o bairro; a montagem de um acervo histórico; o fórum “Coletivo de Pesquisadores em Movimento”, uma rede de acadêmicas/os que são acionados para contribuir com o Raízes e o CEPEDOCA de acordo com as ações que foram sendo realizadas; e construção do portal do virtual do CEPEDOCA (www.cepedoca.org), no qual as atividades produzidas são difundidas. O CEPEDOCA que existia como ideia desde o início da década de 2010, se materializou a partir de 2016 com o apoio do Deputado Federal Jean Wyllys e em parceria com a UFRJ.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&amp;gt;Cabe citar ainda no âmbito do CEPEDOCA duas publicações: “vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão”, produzido em parceria com o IPEA e pelas/os pesquisadoras/es que fazem parte do Coletivo de Pesquisadores em Movimento; e “A praça pr’Alemão ter”, que registra um mutirão realizado em 2015 com alunas/os do curso de arquitetura da UFRJ ministrado por Pablo Benetti e Solange Carvalho, para construção da Praça Verde do Alemão. A prática do mutirão foi reproduzido por dois anos seguidos em espaços distintos do Morro do Alemão, um dos quais, a “escada do amor”, que também contou com o apoio do “Permanências e Destruições” foi selecionado para ser exposto no Museu do Amanhã na internacional Designing Respect.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;= Raízes no combate ao coronavírus =&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;No combate ao Covid, o Raízes se soma ao [[Juntos_pelo_Complexo_do_Alemão_(coletivo)|Juntos pelo Complexo do Alemão]], tanto arrecando dinheiro pra comprar cestas básicas, quanto em ações de comunicação comunitária. Confira aqui, no [https://www.instagram.com/p/B_yJCdfpHPs/ instagram oficial do Raízes]. Confira um pouco do trabalho:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&amp;gt;[[File:Raízes1.jpeg|thumb|center|500px|Raízes1.jpeg]]&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;[[File:Raízes2.jpeg|thumb|center|500px|Raízes2.jpeg]] [[File:Raízes4.jpeg|thumb|center|500px|Raízes4.jpeg]]&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;[[File:Raízes3.jpeg|thumb|center|500px|Raízes3.jpeg]]&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;[https://benfeitoria.com/cpxcontraocovid Para contribuir e doar, clique aqui!]&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;amp;nbsp;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;amp;nbsp;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;[[Category:Temática - Associativismo e Movimentos Sociais]][[Category:Desenvolvimento humano]][[Category:Desenvolvimento social]]&lt;/ins&gt;[[Category:Desenvolvimento &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;cultural&lt;/ins&gt;]][[Category:&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Coletivo&lt;/ins&gt;]][[Category:&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Complexo do Alemão&lt;/ins&gt;]][[Category:&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Temática - Coronavírus&lt;/ins&gt;]]&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;

&lt;!-- diff cache key wikifavelas2:diff:1.41:old-5747:rev-7546:php=table --&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Caiqueazael</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=5747&amp;oldid=prev</id>
		<title>Clara em 16h52min de 14 de abril de 2020</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=5747&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2020-04-14T16:52:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: #fff; color: #202122;&quot; data-mw=&quot;interface&quot;&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;tr class=&quot;diff-title&quot; lang=&quot;pt-BR&quot;&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;← Edição anterior&lt;/td&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 13h52min de 14 de abril de 2020&lt;/td&gt;
				&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot; id=&quot;mw-diff-left-l1&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p &lt;/ins&gt;style=&quot;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;text&lt;/ins&gt;-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;align: justify;&quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Autoria&lt;/ins&gt;: &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Instituto Raízes em Movimento&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&quot;text&lt;/ins&gt;-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;align: justify&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/ins&gt;:&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;O &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&#039;&#039;&#039;&lt;/ins&gt;Instituto Raízes em Movimento&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&#039;&#039;&#039; &lt;/ins&gt;é uma organização não governamental sediada no bairro do Complexo do Alemão e criada no ano de 2001. Desde então, tem como missão: a promoção do desenvolvimento humano, social e cultural do Complexo do Alemão, através da participação de atores locais como protagonistas dos processos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p&lt;/ins&gt;&amp;gt; &amp;lt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p &lt;/ins&gt;style=&quot;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;text&lt;/ins&gt;-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;align&lt;/ins&gt;: &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;justify&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/ins&gt;:&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;Ao longo desses quase vinte anos, várias foram as estratégias encontradas para realização desta missão. Desde o engajamento com outros coletivos locais em lutas diversas, como: a implementação do Conselho de Saúde do Complexo do Alemão (CONSA), que tomou forma na abertura do C.M.S do Alemão, localizado no “pé” da Avenida Central, oferecendo serviços básicos de à população local; o Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misercórdia (CDLSM), organizado para defender a preservação Ambiental do quarto maior maciço urbano da cidade do Rio de Janeiro - um dos frutos dessa mobilização foi sua transformação em uma Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU); posteriormente, o CDLSM transformou-se no Comitê de Monitoramento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Complexo do Alemão, responsável pela fiscalização das obras e por garantir a participação popular no processo; ainda no âmbito do PAC, o Raízes em Movimento passou a integrar a gestão do Trabalho Técnico Social do PAC, responsável por desdobrar essa mediação com a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p&lt;/ins&gt;&amp;gt; &amp;lt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p &lt;/ins&gt;style=&quot;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;text&lt;/ins&gt;-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;align&lt;/ins&gt;: &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;justify&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/ins&gt;:&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;Por outro lado, essa trajetória é marcado pelas ações individuais, com parcerias pontuais. A primeira ação substantiva do Raízes foi o Tintarte, entre 2002 e 2003, uma atividade de formação em grafite e direitos humanos, em parceria com o CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS. Em 2007 começou a realizar a atividade que mais marcante e identificada com a instituição, o Circulando – Diálogo e comunicação na Favela, realizado desde então com regularidades distintas, assumiu a periodicidade anual em 2010 e em 2018 será realizada sua décima quarta edição. Realizado inicialmente em parceria com o Observatório de Favelas, trata-se de um grande festival de artes em um dia no qual o Complexo do Alemão é ocupado com arte, cultura, conhecimento e memória: música, fotografia, cinema, teatro, poesia; mas também atividades infantis, debates, lançamentos de publicações etc. É uma ação na qual o Raízes “presta contas” com a comunidade sobre sua ação ao longo do ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p&lt;/ins&gt;&amp;gt; &amp;lt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p &lt;/ins&gt;style=&quot;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;text&lt;/ins&gt;-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;align&lt;/ins&gt;: &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;justify&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/ins&gt;:&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;Recentemente, o Raízes em Movimento tem como objetivo discutir e disputar a cidade a partir das experiências vividas no Complexo do Alemão, situando e qualificando o lugar específico de fala, isto é, um referencial periférico, e de ações organizadas em dois eixos: a comunicação e a produção de conhecimento. No primeiro caso, a partir de uma comunicação crítica e da cultura; no segundo, através de articulação com os saberes acadêmicos e o resgate da memória local.De modo que as metodologias desenvolvidas e produtos realizados possam ser replicados para outros espaços periféricos, do Brasil e do mundo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p&lt;/ins&gt;&amp;gt; &amp;lt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p &lt;/ins&gt;style=&quot;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;text&lt;/ins&gt;-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;align&lt;/ins&gt;: &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;justify&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/ins&gt;:&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;Essa atuação toma forma em dois programas: O Circulando e o CEPEDOCA (Centro de Pesquisa, Documentação e Memória do Complexo do Alemão). O primeiro focado na comunicação, composto pelo Circulando (festival) e pelo favela.doc – o braço audiovisual do Raízes -, que realiza o cineclube Raízes (que surgiu no seio do Adubando Raízes Locais) e produziu dois documentários, um chamado “Copa pr’Alemão Ver” e o “Quando você chegou meu santo já tava” , sobre as religiões de matriz africana no bairro do Complexo do Alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p&lt;/ins&gt;&amp;gt; &amp;lt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p &lt;/ins&gt;style=&quot;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;text&lt;/ins&gt;-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;align&lt;/ins&gt;: &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;justify&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/ins&gt;:&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;O CEPEDOCA é o braço de memória e conhecimento e toma forma em um série de atividades como: a realização de cursos de extensão - como o Raízes Locais (em parceria com a UFRJ) e o Olhares Periféricos (com o IESP/UERJ); o Vamos Desenrolar – Oficina de Produção de Memória e Conhecimento, na qual especialistas e moradoras/es compõem uma mesa que dinamiza um debate de temas previamente definidos a partir da discussão local; a produção da publicação “Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada”, com um levantamento sobre tudo que já havia sido produzido sobre o bairro; a montagem de um acervo histórico; o fórum “Coletivo de Pesquisadores em Movimento”, uma rede de acadêmicas/os que são acionados para contribuir com o Raízes e o CEPEDOCA de acordo com as ações que foram sendo realizadas; e construção do portal do virtual do CEPEDOCA (www.cepedoca.org), no qual as atividades produzidas são difundidas. O CEPEDOCA que existia como ideia desde o início da década de 2010, se materializou a partir de 2016 com o apoio do Deputado Federal Jean Wyllys e em parceria com a UFRJ.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p&lt;/ins&gt;&amp;gt; &amp;lt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p &lt;/ins&gt;style=&quot;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;text&lt;/ins&gt;-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;align&lt;/ins&gt;: &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;justify&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/ins&gt;:&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;Cabe citar ainda no âmbito do CEPEDOCA duas publicações: “vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão”, produzido em parceria com o IPEA e pelas/os pesquisadoras/es que fazem parte do Coletivo de Pesquisadores em Movimento; e “A praça pr’Alemão ter”, que registra um mutirão realizado em 2015 com alunas/os do curso de arquitetura da UFRJ ministrado por Pablo Benetti e Solange Carvalho, para construção da Praça Verde do Alemão. A prática do mutirão foi reproduzido por dois anos seguidos em espaços distintos do Morro do Alemão, um dos quais, a “escada do amor”, que também contou com o apoio do “Permanências e Destruições” foi selecionado para ser exposto no Museu do Amanhã na internacional Designing Respect.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p&lt;/ins&gt;&amp;gt; &amp;lt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p &lt;/ins&gt;style=&quot;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;text&lt;/ins&gt;-&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;align&lt;/ins&gt;: &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;justify&lt;/ins&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;p&lt;/ins&gt;&amp;gt; &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt; &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span &lt;/del&gt;style=&quot;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;font&lt;/del&gt;-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans&lt;/del&gt;-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;serif&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;size&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;larger&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;O Instituto Raízes em Movimento é uma organização não governamental sediada no bairro do Complexo do Alemão e criada no ano de 2001. Desde então, tem como missão: a promoção do desenvolvimento humano, social e cultural do Complexo do Alemão, através da participação de atores locais como protagonistas dos processos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span&lt;/del&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;[[Category:Temática - Associativismo e Movimentos Sociais]][[Category:Desenvolvimento humano]][[Category:Desenvolvimento social]][[Category:Desenvolvimento cultural]][[Category:Coletivo]][[Category:Complexo do Alemão]]&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span &lt;/del&gt;style=&quot;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;font&lt;/del&gt;-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;size&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;larger&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;Ao longo desses quase vinte anos, várias foram as estratégias encontradas para realização desta missão. Desde o engajamento com outros coletivos locais em lutas diversas, como: a implementação do Conselho de Saúde do Complexo do Alemão (CONSA), que tomou forma na abertura do C.M.S do Alemão, localizado no “pé” da Avenida Central, oferecendo serviços básicos de à população local; o Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misercórdia (CDLSM), organizado para defender a preservação Ambiental do quarto maior maciço urbano da cidade do Rio de Janeiro - um dos frutos dessa mobilização foi sua transformação em uma Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU); posteriormente, o CDLSM transformou-se no Comitê de Monitoramento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Complexo do Alemão, responsável pela fiscalização das obras e por garantir a participação popular no processo; ainda no âmbito do PAC, o Raízes em Movimento passou a integrar a gestão do Trabalho Técnico Social do PAC, responsável por desdobrar essa mediação com a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span&lt;/del&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span &lt;/del&gt;style=&quot;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;font&lt;/del&gt;-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;size&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;larger&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;Por outro lado, essa trajetória é marcado pelas ações individuais, com parcerias pontuais. A primeira ação substantiva do Raízes foi o Tintarte, entre 2002 e 2003, uma atividade de formação em grafite e direitos humanos, em parceria com o CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS. Em 2007 começou a realizar a atividade que mais marcante e identificada com a instituição, o Circulando – Diálogo e comunicação na Favela, realizado desde então com regularidades distintas, assumiu a periodicidade anual em 2010 e em 2018 será realizada sua décima quarta edição. Realizado inicialmente em parceria com o Observatório de Favelas, trata-se de um grande festival de artes em um dia no qual o Complexo do Alemão é ocupado com arte, cultura, conhecimento e memória: música, fotografia, cinema, teatro, poesia; mas também atividades infantis, debates, lançamentos de publicações etc. É uma ação na qual o Raízes “presta contas” com a comunidade sobre sua ação ao longo do ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span&lt;/del&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span &lt;/del&gt;style=&quot;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;font&lt;/del&gt;-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;size&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;larger&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;Recentemente, o Raízes em Movimento tem como objetivo discutir e disputar a cidade a partir das experiências vividas no Complexo do Alemão, situando e qualificando o lugar específico de fala, isto é, um referencial periférico, e de ações organizadas em dois eixos: a comunicação e a produção de conhecimento. No primeiro caso, a partir de uma comunicação crítica e da cultura; no segundo, através de articulação com os saberes acadêmicos e o resgate da memória local.De modo que as metodologias desenvolvidas e produtos realizados possam ser replicados para outros espaços periféricos, do Brasil e do mundo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span&lt;/del&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span &lt;/del&gt;style=&quot;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;font&lt;/del&gt;-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;size&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;larger&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;Essa atuação toma forma em dois programas: O Circulando e o CEPEDOCA (Centro de Pesquisa, Documentação e Memória do Complexo do Alemão). O primeiro focado na comunicação, composto pelo Circulando (festival) e pelo favela.doc – o braço audiovisual do Raízes -, que realiza o cineclube Raízes (que surgiu no seio do Adubando Raízes Locais) e produziu dois documentários, um chamado “Copa pr’Alemão Ver” e o “Quando você chegou meu santo já tava” , sobre as religiões de matriz africana no bairro do Complexo do Alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span&lt;/del&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span &lt;/del&gt;style=&quot;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;font&lt;/del&gt;-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;size&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;larger&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;O CEPEDOCA é o braço de memória e conhecimento e toma forma em um série de atividades como: a realização de cursos de extensão - como o Raízes Locais (em parceria com a UFRJ) e o Olhares Periféricos (com o IESP/UERJ); o Vamos Desenrolar – Oficina de Produção de Memória e Conhecimento, na qual especialistas e moradoras/es compõem uma mesa que dinamiza um debate de temas previamente definidos a partir da discussão local; a produção da publicação “Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada”, com um levantamento sobre tudo que já havia sido produzido sobre o bairro; a montagem de um acervo histórico; o fórum “Coletivo de Pesquisadores em Movimento”, uma rede de acadêmicas/os que são acionados para contribuir com o Raízes e o CEPEDOCA de acordo com as ações que foram sendo realizadas; e construção do portal do virtual do CEPEDOCA (www.cepedoca.org), no qual as atividades produzidas são difundidas. O CEPEDOCA que existia como ideia desde o início da década de 2010, se materializou a partir de 2016 com o apoio do Deputado Federal Jean Wyllys e em parceria com a UFRJ.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span&lt;/del&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span &lt;/del&gt;style=&quot;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;font&lt;/del&gt;-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&quot;font-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;size&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;larger&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;Cabe citar ainda no âmbito do CEPEDOCA duas publicações: “vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão”, produzido em parceria com o IPEA e pelas/os pesquisadoras/es que fazem parte do Coletivo de Pesquisadores em Movimento; e “A praça pr’Alemão ter”, que registra um mutirão realizado em 2015 com alunas/os do curso de arquitetura da UFRJ ministrado por Pablo Benetti e Solange Carvalho, para construção da Praça Verde do Alemão. A prática do mutirão foi reproduzido por dois anos seguidos em espaços distintos do Morro do Alemão, um dos quais, a “escada do amor”, que também contou com o apoio do “Permanências e Destruições” foi selecionado para ser exposto no Museu do Amanhã na internacional Designing Respect.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span&lt;/del&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span &lt;/del&gt;style=&quot;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;font&lt;/del&gt;-&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;family&lt;/del&gt;:&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Arial,Helvetica,sans-serif&lt;/del&gt;;&quot;&amp;gt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;lt;span style=&quot;font-size:larger;&quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &lt;/del&gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;span&amp;gt;&amp;lt;/span&lt;/del&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;

&lt;!-- diff cache key wikifavelas2:diff:1.41:old-1216:rev-5747:php=table --&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Clara</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=1216&amp;oldid=prev</id>
		<title>Thiago Matiolli: Criou página com &#039; &lt;span style=&quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:larger;&quot;&gt;O Instituto Raízes em Movimento é uma organização não governamental sediada no bair...&#039;</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Instituto_Ra%C3%ADzes_em_Movimento&amp;diff=1216&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2019-04-24T18:17:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O Instituto Raízes em Movimento é uma organização não governamental sediada no bair...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O Instituto Raízes em Movimento é uma organização não governamental sediada no bairro do Complexo do Alemão e criada no ano de 2001. Desde então, tem como missão: a promoção do desenvolvimento humano, social e cultural do Complexo do Alemão, através da participação de atores locais como protagonistas dos processos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo desses quase vinte anos, várias foram as estratégias encontradas para realização desta missão. Desde o engajamento com outros coletivos locais em lutas diversas, como: a implementação do Conselho de Saúde do Complexo do Alemão (CONSA), que tomou forma na abertura do C.M.S do Alemão, localizado no “pé” da Avenida Central, oferecendo serviços básicos de à população local; o Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misercórdia (CDLSM), organizado para defender a preservação Ambiental do quarto maior maciço urbano da cidade do Rio de Janeiro - um dos frutos dessa mobilização foi sua transformação em uma Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU); posteriormente, o CDLSM transformou-se no Comitê de Monitoramento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Complexo do Alemão, responsável pela fiscalização das obras e por garantir a participação popular no processo; ainda no âmbito do PAC, o Raízes em Movimento passou a integrar a gestão do Trabalho Técnico Social do PAC, responsável por desdobrar essa mediação com a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Por outro lado, essa trajetória é marcado pelas ações individuais, com parcerias pontuais. A primeira ação substantiva do Raízes foi o Tintarte, entre 2002 e 2003, uma atividade de formação em grafite e direitos humanos, em parceria com o CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS. Em 2007 começou a realizar a atividade que mais marcante e identificada com a instituição, o Circulando – Diálogo e comunicação na Favela, realizado desde então com regularidades distintas, assumiu a periodicidade anual em 2010 e em 2018 será realizada sua décima quarta edição. Realizado inicialmente em parceria com o Observatório de Favelas, trata-se de um grande festival de artes em um dia no qual o Complexo do Alemão é ocupado com arte, cultura, conhecimento e memória: música, fotografia, cinema, teatro, poesia; mas também atividades infantis, debates, lançamentos de publicações etc. É uma ação na qual o Raízes “presta contas” com a comunidade sobre sua ação ao longo do ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Recentemente, o Raízes em Movimento tem como objetivo discutir e disputar a cidade a partir das experiências vividas no Complexo do Alemão, situando e qualificando o lugar específico de fala, isto é, um referencial periférico, e de ações organizadas em dois eixos: a comunicação e a produção de conhecimento. No primeiro caso, a partir de uma comunicação crítica e da cultura; no segundo, através de articulação com os saberes acadêmicos e o resgate da memória local.De modo que as metodologias desenvolvidas e produtos realizados possam ser replicados para outros espaços periféricos, do Brasil e do mundo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Essa atuação toma forma em dois programas: O Circulando e o CEPEDOCA (Centro de Pesquisa, Documentação e Memória do Complexo do Alemão). O primeiro focado na comunicação, composto pelo Circulando (festival) e pelo favela.doc – o braço audiovisual do Raízes -, que realiza o cineclube Raízes (que surgiu no seio do Adubando Raízes Locais) e produziu dois documentários, um chamado “Copa pr’Alemão Ver” e o “Quando você chegou meu santo já tava” , sobre as religiões de matriz africana no bairro do Complexo do Alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;O CEPEDOCA é o braço de memória e conhecimento e toma forma em um série de atividades como: a realização de cursos de extensão - como o Raízes Locais (em parceria com a UFRJ) e o Olhares Periféricos (com o IESP/UERJ); o Vamos Desenrolar – Oficina de Produção de Memória e Conhecimento, na qual especialistas e moradoras/es compõem uma mesa que dinamiza um debate de temas previamente definidos a partir da discussão local; a produção da publicação “Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada”, com um levantamento sobre tudo que já havia sido produzido sobre o bairro; a montagem de um acervo histórico; o fórum “Coletivo de Pesquisadores em Movimento”, uma rede de acadêmicas/os que são acionados para contribuir com o Raízes e o CEPEDOCA de acordo com as ações que foram sendo realizadas; e construção do portal do virtual do CEPEDOCA (www.cepedoca.org), no qual as atividades produzidas são difundidas. O CEPEDOCA que existia como ideia desde o início da década de 2010, se materializou a partir de 2016 com o apoio do Deputado Federal Jean Wyllys e em parceria com a UFRJ.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;Cabe citar ainda no âmbito do CEPEDOCA duas publicações: “vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão”, produzido em parceria com o IPEA e pelas/os pesquisadoras/es que fazem parte do Coletivo de Pesquisadores em Movimento; e “A praça pr’Alemão ter”, que registra um mutirão realizado em 2015 com alunas/os do curso de arquitetura da UFRJ ministrado por Pablo Benetti e Solange Carvalho, para construção da Praça Verde do Alemão. A prática do mutirão foi reproduzido por dois anos seguidos em espaços distintos do Morro do Alemão, um dos quais, a “escada do amor”, que também contou com o apoio do “Permanências e Destruições” foi selecionado para ser exposto no Museu do Amanhã na internacional Designing Respect.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:larger;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Thiago Matiolli</name></author>
	</entry>
</feed>