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	<title>Morro da Coroa - Histórico de revisão</title>
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		<title>Caiqueazael em 15h05min de 9 de setembro de 2020</title>
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		<author><name>Caiqueazael</name></author>
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		<title>Caiqueazael em 15h04min de 9 de setembro de 2020</title>
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Em registros atuais, flagrados por moradores do morro, vê-se&amp;amp;nbsp;poços e cavernas espalhados por diversas áreas do morro e que teriam servido de esconderijo para os escravos. Esta descoberta, ratifica, portanto, a teoria como a inspiradora do nome do morro, ou pelo menos, comprova&amp;amp;nbsp;que neste morro&amp;amp;nbsp;os&amp;amp;nbsp;escravos eram mantidos presos, que&amp;amp;nbsp;cavavam tais buracos&amp;amp;nbsp;para fugir de seus senhores&amp;amp;nbsp;- uma destas cavernas ficou famosa à época de sua descoberta já que&amp;amp;nbsp;foi&amp;amp;nbsp;localizada no terreno da antiga casa da boleira Dona Carminha. Hoje em dia esta caverna&amp;amp;nbsp;está&amp;amp;nbsp;encoberta e tornou-se a parede do&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;u style=&amp;quot;font-size: 13px;&amp;quot;&amp;gt;bebedouro&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 13px;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;do salão da&amp;amp;nbsp;cabeleireira&amp;amp;nbsp;Luciana, na&amp;amp;nbsp;Praça Amor de Mãe,&amp;amp;nbsp;no&amp;amp;nbsp;centro do morro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Apesar desta versão ser considerada a oficial, alguns&amp;amp;nbsp;dos&amp;amp;nbsp;moradores mais antigos relatam que o nome &amp;quot;COROA&amp;quot; refere-se a um antigo campo de futebol, localizado&amp;amp;nbsp;na&amp;amp;nbsp;parte mais alta do morro, do cume, do topo, ou &amp;amp;nbsp;seja a “coroa” do morro, que existiu em meados dos anos 30.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Há, ainda, uma terceira versão que diz que o nome &amp;quot;COROA&amp;quot; faz referência ao formato arredondado do topo do morro e que nessa região,&amp;amp;nbsp; onde foram construídos os primeiros barracos enfileirados lado a lado, davam a impressão de serem pontas de uma coroa.&amp;lt;br/&amp;gt; De todas essas três histórias de criação da comunidade a mais próxima da verdadeira é a primeira, pois há ainda as tais cavernas para comprovar que pelo menos escravos foragidos haviam na região.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O morro, cuja ocupação começou em 1946, iniciou seu processo de&amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;expansão&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;amp;nbsp;após a derrubada da favela de Santo Antônio que teria ocasionado a migração para esta nova área. Na época, haviam ainda poucos barracos na região mas com o passar dos anos, logo houve a necessidade de criar uma associação de moradores para conter o crescimento acelerado e desordenado da comunidade.&amp;amp;nbsp;A partir da iniciativa de moradores locais e com o intuito de formalizar sua representatividade como pessoa jurídica, cria-se então a SAMC -&amp;amp;nbsp;Sociedade dos Amigos do Morro da Coroa, cujo&amp;amp;nbsp;Estatuto Social preconiza a &amp;quot;PROMOÇÃO DO BEM ESTAR DA COMUNIDADE ADMINISTRANDO OS BENS DE USO COMUM E A REPRESENTAÇÃO DOS MORADORES PERANTE OS PODERES PÚBLICOS&amp;quot;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A fim de registro, com as chuvas de 1982, que provocaram deslizamentos e mortes na comunidade, a SAMC viu a necessidade de ampliar suas lutas não só por melhorias físicas na localidade mas também pela valorização da auto-estima e criação da autonomia dos indivíduos, auxiliando no enfrentamento da pobreza e exclusão social.&amp;amp;nbsp;De acordo com dados obtidos pelo programa de gerenciamento de saúde da clínica responsável pelo morro, cujo levantamento é&amp;amp;nbsp;feito&amp;amp;nbsp;de porta em porta e em suas devidas&amp;amp;nbsp;micro áreas, em 2013 o total de&amp;amp;nbsp;moradores do morro da Coroa já ultrapassava a média de 15.000 contribuintes, já que o morro possui cerca de 5.400 residências e cada uma delas tem em média 3.16 moradores.&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 13px;&amp;quot;&amp;gt;Favela carioca pertencente ao Complexo de Santa Teresa, é de influente participação na formação da população carioca e possui diversas histórias sobre sua origem. Dentre estas, destaca-se uma&amp;amp;nbsp;que narra que&amp;amp;nbsp;o morro teria&amp;amp;nbsp;tido um espaço que fora&amp;amp;nbsp;ocupado,&amp;amp;nbsp;durante o Império, como um haras para os Cavalariços da Coroa e, em alusão ao regime de governo da época, teria sido tratado como o&amp;amp;nbsp;morro do império, o &amp;quot;morro da Coroa&amp;quot;. Em registros atuais, flagrados por moradores do morro, vê-se&amp;amp;nbsp;poços e cavernas espalhados por diversas áreas do morro e que teriam servido de esconderijo para os escravos. Esta descoberta, ratifica, portanto, a teoria como a inspiradora do nome do morro, ou pelo menos, comprova&amp;amp;nbsp;que neste morro&amp;amp;nbsp;os&amp;amp;nbsp;escravos eram mantidos presos, que&amp;amp;nbsp;cavavam tais buracos&amp;amp;nbsp;para fugir de seus senhores&amp;amp;nbsp;- uma destas cavernas ficou famosa à época de sua descoberta já que&amp;amp;nbsp;foi&amp;amp;nbsp;localizada no terreno da antiga casa da boleira Dona Carminha. Hoje em dia esta caverna&amp;amp;nbsp;está&amp;amp;nbsp;encoberta e tornou-se a parede do&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;u style=&amp;quot;font-size: 13px;&amp;quot;&amp;gt;bebedouro&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 13px;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;do salão da&amp;amp;nbsp;cabeleireira&amp;amp;nbsp;Luciana, na&amp;amp;nbsp;Praça Amor de Mãe,&amp;amp;nbsp;no&amp;amp;nbsp;centro do morro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Apesar desta versão ser considerada a oficial, alguns&amp;amp;nbsp;dos&amp;amp;nbsp;moradores mais antigos relatam que o nome &amp;quot;COROA&amp;quot; refere-se a um antigo campo de futebol, localizado&amp;amp;nbsp;na&amp;amp;nbsp;parte mais alta do morro, do cume, do topo, ou &amp;amp;nbsp;seja a “coroa” do morro, que existiu em meados dos anos 30.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Há, ainda, uma terceira versão que diz que o nome &amp;quot;COROA&amp;quot; faz referência ao formato arredondado do topo do morro e que nessa região,&amp;amp;nbsp; onde foram construídos os primeiros barracos enfileirados lado a lado, davam a impressão de serem pontas de uma coroa.&amp;lt;br/&amp;gt; De todas essas três histórias de criação da comunidade a mais próxima da verdadeira é a primeira, pois há ainda as tais cavernas para comprovar que pelo menos escravos foragidos haviam na região.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O morro, cuja ocupação começou em 1946, iniciou seu processo de&amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;expansão&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;amp;nbsp;após a derrubada da favela de Santo Antônio que teria ocasionado a migração para esta nova área. Na época, haviam ainda poucos barracos na região mas com o passar dos anos, logo houve a necessidade de criar uma associação de moradores para conter o crescimento acelerado e desordenado da comunidade.&amp;amp;nbsp;A partir da iniciativa de moradores locais e com o intuito de formalizar sua representatividade como pessoa jurídica, cria-se então a SAMC -&amp;amp;nbsp;Sociedade dos Amigos do Morro da Coroa, cujo&amp;amp;nbsp;Estatuto Social preconiza a &amp;quot;PROMOÇÃO DO BEM ESTAR DA COMUNIDADE ADMINISTRANDO OS BENS DE USO COMUM E A REPRESENTAÇÃO DOS MORADORES PERANTE OS PODERES PÚBLICOS&amp;quot;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A fim de registro, com as chuvas de 1982, que provocaram deslizamentos e mortes na comunidade, a SAMC viu a necessidade de ampliar suas lutas não só por melhorias físicas na localidade mas também pela valorização da auto-estima e criação da autonomia dos indivíduos, auxiliando no enfrentamento da pobreza e exclusão social.&amp;amp;nbsp;De acordo com dados obtidos pelo programa de gerenciamento de saúde da clínica responsável pelo morro, cujo levantamento é&amp;amp;nbsp;feito&amp;amp;nbsp;de porta em porta e em suas devidas&amp;amp;nbsp;micro áreas, em 2013 o total de&amp;amp;nbsp;moradores do morro da Coroa já ultrapassava a média de 15.000 contribuintes, já que o morro possui cerca de 5.400 residências e cada uma delas tem em média 3.16 moradores.&amp;lt;/p&amp;gt;  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Caiqueazael</name></author>
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		<id>https://homologacao2.wikifavelas.com.br/index.php?title=Morro_da_Coroa&amp;diff=8723&amp;oldid=prev</id>
		<title>Caiqueazael: Criou página com &#039;Retirado do [http://morrodacoroa.blogspot.com/p/morro-da-coroa.html Blog Morro da Coroa] &amp;nbsp; 550px &amp;nbsp;  == História&amp;nbsp; ==...&#039;</title>
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		<updated>2020-09-09T14:59:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;Retirado do [http://morrodacoroa.blogspot.com/p/morro-da-coroa.html Blog Morro da Coroa]   &lt;a href=&quot;/index.php/Arquivo:Morro_da_Coroa_2.jpg&quot; title=&quot;Arquivo:Morro da Coroa 2.jpg&quot;&gt;thumb|center|550px&lt;/a&gt;    == História  ==...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;Retirado do [http://morrodacoroa.blogspot.com/p/morro-da-coroa.html Blog Morro da Coroa] &amp;amp;nbsp; [[File:Morro da Coroa 2.jpg|thumb|center|550px]] &amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
== História&amp;amp;nbsp; ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 13px;&amp;quot;&amp;gt;Favela carioca pertencente ao Complexo de Santa Teresa, é de influente participação na formação da população carioca e possui diversas histórias sobre sua origem. Dentre estas, destaca-se uma&amp;amp;nbsp;que narra que&amp;amp;nbsp;o morro teria&amp;amp;nbsp;tido um espaço que fora&amp;amp;nbsp;ocupado,&amp;amp;nbsp;durante o Império, como um haras para os Cavalariços da Coroa e, em alusão ao regime de governo da época, teria sido tratado como o&amp;amp;nbsp;morro do império, o &amp;quot;morro da Coroa&amp;quot;. Em registros atuais, flagrados por moradores do morro, vê-se&amp;amp;nbsp;poços e cavernas espalhados por diversas áreas do morro e que teriam servido de esconderijo para os escravos. Esta descoberta, ratifica, portanto, a teoria como a inspiradora do nome do morro, ou pelo menos, comprova&amp;amp;nbsp;que neste morro&amp;amp;nbsp;os&amp;amp;nbsp;escravos eram mantidos presos, que&amp;amp;nbsp;cavavam tais buracos&amp;amp;nbsp;para fugir de seus senhores&amp;amp;nbsp;- uma destas cavernas ficou famosa à época de sua descoberta já que&amp;amp;nbsp;foi&amp;amp;nbsp;localizada no terreno da antiga casa da boleira Dona Carminha. Hoje em dia esta caverna&amp;amp;nbsp;está&amp;amp;nbsp;encoberta e tornou-se a parede do&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;u style=&amp;quot;font-size: 13px;&amp;quot;&amp;gt;bebedouro&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 13px;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;do salão da&amp;amp;nbsp;cabeleireira&amp;amp;nbsp;Luciana, na&amp;amp;nbsp;Praça Amor de Mãe,&amp;amp;nbsp;no&amp;amp;nbsp;centro do morro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Apesar desta versão ser considerada a oficial, alguns&amp;amp;nbsp;dos&amp;amp;nbsp;moradores mais antigos relatam que o nome &amp;quot;COROA&amp;quot; refere-se a um antigo campo de futebol, localizado&amp;amp;nbsp;na&amp;amp;nbsp;parte mais alta do morro, do cume, do topo, ou &amp;amp;nbsp;seja a “coroa” do morro, que existiu em meados dos anos 30.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Há, ainda, uma terceira versão que diz que o nome &amp;quot;COROA&amp;quot; faz referência ao formato arredondado do topo do morro e que nessa região,&amp;amp;nbsp; onde foram construídos os primeiros barracos enfileirados lado a lado, davam a impressão de serem pontas de uma coroa.&amp;lt;br/&amp;gt; De todas essas três histórias de criação da comunidade a mais próxima da verdadeira é a primeira, pois há ainda as tais cavernas para comprovar que pelo menos escravos foragidos haviam na região.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O morro, cuja ocupação começou em 1946, iniciou seu processo de&amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;expansão&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;amp;nbsp;após a derrubada da favela de Santo Antônio que teria ocasionado a migração para esta nova área. Na época, haviam ainda poucos barracos na região mas com o passar dos anos, logo houve a necessidade de criar uma associação de moradores para conter o crescimento acelerado e desordenado da comunidade.&amp;amp;nbsp;A partir da iniciativa de moradores locais e com o intuito de formalizar sua representatividade como pessoa jurídica, cria-se então a SAMC -&amp;amp;nbsp;Sociedade dos Amigos do Morro da Coroa, cujo&amp;amp;nbsp;Estatuto Social preconiza a &amp;quot;PROMOÇÃO DO BEM ESTAR DA COMUNIDADE ADMINISTRANDO OS BENS DE USO COMUM E A REPRESENTAÇÃO DOS MORADORES PERANTE OS PODERES PÚBLICOS&amp;quot;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A fim de registro, com as chuvas de 1982, que provocaram deslizamentos e mortes na comunidade, a SAMC viu a necessidade de ampliar suas lutas não só por melhorias físicas na localidade mas também pela valorização da auto-estima e criação da autonomia dos indivíduos, auxiliando no enfrentamento da pobreza e exclusão social.&amp;amp;nbsp;De acordo com dados obtidos pelo programa de gerenciamento de saúde da clínica responsável pelo morro, cujo levantamento é&amp;amp;nbsp;feito&amp;amp;nbsp;de porta em porta e em suas devidas&amp;amp;nbsp;micro áreas, em 2013 o total de&amp;amp;nbsp;moradores do morro da Coroa já ultrapassava a média de 15.000 contribuintes, já que o morro possui cerca de 5.400 residências e cada uma delas tem em média 3.16 moradores.&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
== População e área ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo&amp;amp;nbsp;levantamento de 2010 do IBGE, validado pelo Instituto Pereira Passos - Rio+Social&amp;amp;nbsp;- cujos números estão&amp;amp;nbsp;estagnados&amp;amp;nbsp;em apenas&amp;amp;nbsp;[http://www.riomaissocial.org/wp-content/uploads/2014/09/1-Panorama-dos-Territórios-UPP-Fallet-Fogueteiro-e-Coroa.pdf 4.069 moradores e apenas 1.323&amp;amp;nbsp;domicílios],&amp;amp;nbsp;em comparação com a informação&amp;amp;nbsp;anterior,&amp;amp;nbsp;mostra o exponencial crescimento desta população&amp;amp;nbsp;num curto período de tempo.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Numa área total que corresponde a 82.934 m², o Morro da Coroa está entre as primeiras regiões ocupadas do Rio de Janeiro. Outro dado que também chama atenção é o número de trabalhadores com mão de obra qualificada para atender a demanda do centro da cidade. O censo de 2010 mostrou que a faixa etária mais expressiva seria a dos 06 aos 14 anos na comunidade e que&amp;amp;nbsp;haveriam&amp;amp;nbsp;88 homens para cada 100 mulheres moradoras do Morro da Coroa, resultando em mais chefes de família do sexo feminino.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo dos anos seguintes, várias conquistas foram agregadas à comunidade, tais como: criação da primeira região administrativa, serviço postal, gari comunitário, bombeiro hidráulico, assistência jurídica, reforço escolar, cursos de línguas e informática, horta comunitária, alfabetização de adultos, acupuntura além do famoso Projeto Vida Nova, em parceria com o Governo do Estado no intuito de resgatar e prevenir os jovens em situação de vulnerabilidade social.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;A comunidade, em constantes melhoramentos, cresce à passos largos e vem se tornando um ponto de visitação turística, com uma vista espetacular da Apoteose do Samba e do centro da cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;[[File:Morro da Coroa.jpg|thumb|center|550px]]&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
== &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;SAMC - Sociedade de Amigos do Morro da Coroa&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;As finalidades estatutárias da SAMC se solidificaram ao longo destes anos em promover o bem estar da comunidade que representa, administrar os bens de uso comum e representar os moradores perante os poderes públicos, reivindicando melhorias para a comunidade. A comunidade ainda tem em suas obrigações legais procurar junto com as autoridades, todos os melhoramentos que a lei confere, quer seja de caráter social, urbano, financeiro, econômico e recreativo, também em lutar junto com os moradores do bairro e adjacências, por melhores condições de vida, instalação de Posto Médico e Escola na Comunidade e servir aos interesses da coletividade sem fins lucrativos. A Diretoria/2011 da SAMC (Sociedade de Amigos do Morro da Coroa) é composta por Marcelo de Souza na Presidência, Adão Rodrigues dos Santos como Vice Presidente e Teresinha de Souza, Diretora Administrativa. Em seu Conselho Fiscal, Luzinete Maria Martins, Gustavo Gonçalves dos Santos, Janaina Rocha dos Santos e Júlio do Carmo Vianna Filho, Suplente. Os registro oficiais da SAMC a caracterizam com o Alvará de nº. 042257612007, Inscrição Municipal de nº. 401952-0 , CNPJ Nº. 29.241.924/0001-61, Utilidade Pública Federal Decreto-Lei Nº. 87.122 de 30/06/1997, Utilidade Pública Estadual Decreto-Lei Nº. 29, de 06/06/1997 e Utilidade Pública Municipal Lei Nº. 3314, de 08 /09/1997 e é situada à Rua Baronesa de Guararema 169 – Santa Teresa, Morro da Coroa, CEP &amp;amp;nbsp;20.251.320 &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro/RJ, Tel/Fax (021)2273-9099&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Caiqueazael</name></author>
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