Crônicas do cotidiano de algumas favelas cariocas: mudanças entre as edições

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A favela não foi feita, mas existe para. Não tem que existir para. Mas, o motivo dela existir é esse. (L., 33 anos, moradora da Rocinha, 2002) [[File:©CReginensi 2006Mercado popular da Rocinha.JPG|10x8px]]
A favela não foi feita, mas existe para. Não tem que existir para. Mas, o motivo dela existir é esse. (L., 33 anos, moradora da Rocinha, 2002) 


[[File:©CReginensi diferentes tipos de transportes Rocinha 2002.jpg|10x8px]]
 


  (...) o transporte aqui é a melhor coisa que tem aqui dentro, é o transporte, tem transporte para qualquer lugar ...então é a melhor coisa que tem aqui dentro é o meio de transporte. (M., 51 anos morador da na Rocinha, 2006)
  (...) o transporte aqui é a melhor coisa que tem aqui dentro, é o transporte, tem transporte para qualquer lugar ...então é a melhor coisa que tem aqui dentro é o meio de transporte. (M., 51 anos morador da na Rocinha, 2006)


 
 
 
 
 
 
 
 
[[File:©CReginensi vista do MOrrodaP.teleferico 2014.JPG|10x8px]]


  Se a comunidade tivesse pedido o teleférico, não teria tido!  (M., 32 anos morador do Morro da Providência, 2008).
  Se a comunidade tivesse pedido o teleférico, não teria tido!  (M., 32 anos morador do Morro da Providência, 2008).