Crônicas do cotidiano de algumas favelas cariocas: mudanças entre as edições
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A favela não foi feita, mas existe para. Não tem que existir para. Mas, o motivo dela existir é esse. (L., 33 anos, moradora da Rocinha, 2002) | A favela não foi feita, mas existe para. Não tem que existir para. Mas, o motivo dela existir é esse. (L., 33 anos, moradora da Rocinha, 2002) | ||
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(...) o transporte aqui é a melhor coisa que tem aqui dentro, é o transporte, tem transporte para qualquer lugar ...então é a melhor coisa que tem aqui dentro é o meio de transporte. (M., 51 anos morador da na Rocinha, 2006) | (...) o transporte aqui é a melhor coisa que tem aqui dentro, é o transporte, tem transporte para qualquer lugar ...então é a melhor coisa que tem aqui dentro é o meio de transporte. (M., 51 anos morador da na Rocinha, 2006) | ||
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Se a comunidade tivesse pedido o teleférico, não teria tido! (M., 32 anos morador do Morro da Providência, 2008). | Se a comunidade tivesse pedido o teleférico, não teria tido! (M., 32 anos morador do Morro da Providência, 2008). | ||
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